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Governo dá até 7.500 euros para melhorar eficiência energética da sua casa

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Ricardo Rodrigues says:

    O link para o Fundo Ambiental não está a funcionar corretamente.

  2. Rui says:

    Publicidade enganosa!!!!!! Sabem quantos projectos podem ser financiados com esta fortuna de 4,5 milhões de euros? 600 projectos de 7 500€!!!!!!

    Este governo é uma fraude!!!! Devem ter gasto mais dinheiro na publicidade do projecto que no projecto.
    E podemos levar esta gente a sério!!!!!

    Tanta festa para anunciarem que vão dar dinheiro para 600 projectos em 2 anos!!!?!?!?!?

    • fim do mundo says:

      agora resta saber ainda se esses 600 projetos existem mesmo ou é tudo fictício e o dinheiro já foi canalizado para outros lados, nada de anormal por parte dos nossos governantes.

    • Asdrubal says:

      É pouco, realmente.
      No entanto é preferível ver 4,5 milhões no bolso de 600 portugueses, do que no bolso de um qualquer politico… sei lá… digo eu…

    • Jorge says:

      Lá vão os familiares dos políticos apanhar 590 projetos …
      Depois publicitam 10 felizes do “povão” para mostrar transparência.
      Esquerdas, centros e direitas .. o tacho dá para todos, e só lá estão porque votam neles.

    • PTO says:

      Não percebi. Onde está essa tal publicidade enganosa?

      No artigo está bem explicito que o incentivo decorre desde o dia 7 de setembro de 2020 até às 23.59 h do dia 31 de dezembro de 2021 ou até esgotar a dotação prevista.

      E além disso estás a pressupor que todas as candidaturas vão ter comparticipação de 7500 euros, o que também não será assim.

      Se calhar quando acabar o prazo nem 600 candidaturas foram enviadas.

      • acs says:

        tudo para aparecer nas noticias os titulos que vemos aqui.
        imagina o chega dizer que dá 100 euros a cada portugueses e depois colocar uma nota que tem limite de 1000 euros…

      • Rui says:

        Na verdade nem considero bem um incentivo, porque na prática é “faz/compra e depois logo vemos se te damos algum” para ser um incentivo era ajudar logo à partida e a pessoa partir para o investimento com a certeza que iria ser comparticipado

      • Rui says:

        O PTO viu as noticias em todas as TV e jornais? Aqueles que receberam 15 milhões para estarem quietinhos!

      • Paulo says:

        Envelheceu mal este comentário pois existem quase 27000 candidaturas, 2700 e qualquer coisa foram aprovadas (supostamente)… Era para meter um sistema fotovoltaico aqui em casa para aproveitar uma promoção boa numa empresa de Coimbra… Depois de ver aqueles números na lista de espera nem vale a pena pensar muito no assunto. Talvez no próximo ano se ainda houver uns tostões para devolver ao povo que se farta de pagar impostos (no meu caso são muito elevados).

    • acs says:

      e no final entram as cativações e nem metade dos projetos são aproveitados. cativações ftw!

  3. Rui says:

    12.1. O incentivo às candidaturas elegíveis é atribuído por ordem de submissão e tendo em
    consideração o limite previsto no ponto 6.1. do presente Regulamento.

    Resumindo o regulamento, só dão o incentivo depois do material comprado e aplicado, pois querem fotos do antes e do depois, que é como quem diz, quem sabia que isto ia avançar já fez as obras que queria, e equipou a sua casinha com esses materiais, agora quando chegar a dia 7 é só submeter os papeis e tem o dinheiro no bolso 🙂

    Ou seja, quem teve dinheiro para já ter aplicado estes materiais pode ser reembolsado, quem não tem dinheiro para comprar esses equipamentos, e quer avançar com esperança de que lhe calhe algum, deve ter em conta que esta “ajuda” pode já não chegar à sua vez.

    • Dunno says:

      Pois é o que eu estou a ver, estava interessado e ia fazer o investimento mas o formulário ainda vai ser disponibilizado ao povo dia 7, os friends já tao dentro do assunto com tudo o que é preciso pra submeter e obras feitas, visto que é só 1,75milhors pra este ano ta visto que é mais um truque que outra coisa

    • acs says:

      ou seja em vez de ajudar pessoal que nao pode pagar para melhorar as suas casas vai ajudar o pessoal que teve dinheiro para o fazer. Para isso mais valia baixar os impostos e nao cobram tant guito a todos os portugueses

    • ToFerreira says:

      As faturas não têm de ter data superior a dia 7?

    • Justino, o Justo says:

      Preso por ter cão, preso por não ter. Raio do portuguesinho. Como é que querias afinal ? É a melhor forma de garantir a aplicabilidade dos fundos. Investes, se não tens pedes ao banco, depois candidatas-te, recebes e amortizas o empréstimo bancário (sim, amortizas o empréstimo, não vais a correr gastar em jantaradas e férias ou mobilias…

      • Rui says:

        Eu não quero nada.. mas a ser bem feito seria como submeter um projeto, tenho este orçamento para estes equipamentos e vai ser esta empresa a fazer, vocês ajudam? e o estado diz “sim ajudamos”. Então parte-se para a aquisição e aplicação dos materiais. Chega-se ao fim e mostra-se o trabalho feito – “está como foi planeado? se sim recebe o dinheiro, se não está como apresentou, não recebe.

        Pois, esse é que é o mal de muitos portugueses, os empréstimos ao banco, para tudo é um empréstimo e depois andam com a corda ao pescoço..

        Geralmente quem tem casa com pouca eficiência energética são pessoas que não conseguem ter melhor, vais ao banco e que garantia é que dás? “olhe eu acho que depois o estado me vai dar 70%, é só submeter os documentos” depois no fim vais a requere o apoio e afinal há ali alguma coisa que não está bem ou já chegaste tarde e depois como é??

        Agora da forma como está, para quem não tem possibilidades(que deveria ser esse o publico alvo dos apoios) é muito complicado conseguir ter acesso a isso

        • r says:

          concordo com a sua exposição não faz qualquer sentido num momento de crise em que os Portuguêses têm que apertar o cinto estar a induzir o povo a gastar dinheiro, acima das suas possibilidades, recorrendo obrigatóriamente a empresas por eles seleccionadas, como engodo de serem recerssidos de 70% quando não fazem a menor ideia se ainda há verba, ou estão elegiveís, pois, pelo que vi pode falhar em muita coisa.
          Por exemplo falam em habitações contruidas antes de 2006 e a licença de habitação tem que ter data anterior a 2006 ou pode ser posterior? ??

    • Laura Teodoro says:

      É isso mesmo. Esses subsídios só são validos para quem tem dinheiro no bolso para pagar tudo duma vez e que soube de antemão que teria de tirar fotos do antes e depois… Tudo muito conveniente!!!
      Alem de ter imensas burocracias e existir muita dificuldade em enviar por anexo todos os documentos necessários… Já tentei no ano passado quando adquiri uma moto electrica e não consegui.

  4. Pedro+Fernandes says:

    Qual é a documentação necessária, e onde a obter? Era um bom artigo que podiam fazer, PPLWARE. Obrigado!

    • Rui says:

      No primeiro comentário tens o link para a página do programa, e na página do programa tens um link para o documento com a regulamentação. Tem lá tudo

    • Pedro Fernandes says:

      Já encontrei:

      10.4. Documentos da Candidatura:
      a) Formulário online disponível para preenchimento no sítio do Fundo Ambiental
      (https://www.fundoambiental.pt), instruído com os documentos descritos nos pontos seguintes.
      b) Documentos relativos ao candidato:
      i. Identificação (Número do Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade e Número de
      Identificação Fiscal).
      ii. Certidão de não dívida do candidato perante a Autoridade Tributária e Aduaneira,
      válida, ou, preferencialmente, autorização para consulta da situação tributária;
      iii. Certidão de não dívida do candidato perante a Segurança Social, válida, ou,
      preferencialmente, autorização para consulta da situação contributiva;
      iv. Número de Identificação Bancária.
      c) Documentos relativos à candidatura
      i. Nos casos aplicáveis, e sempre que exigível, certificado energético válido emitido no
      âmbito do SCE.
      ii. Cópia da Caderneta Predial Urbana atualizada do Edifício ou fração candidata, onde
      conste expressamente que o edifício ou a fração autónoma é propriedade do
      beneficiário.
      iii. Licença de habitação
      6
      iv. Recibo(s) com data posterior a 7 de setembro de 2020, em nome do candidato, com
      todas as despesas discriminadas, em conjunto com os documentos obrigatórios por
      tipologia de projeto, que a seguir se discriminam.
      v. Evidência fotográfica da habitação alvo de intervenção e do(s) equipamento(s), antes e
      após a implementação dos projetos candidatos.
      d) Documentos obrigatórios por tipologia de projeto:
      1) Janelas eficientes
      – Etiqueta energética das janelas igual ou superior a “A+” (etiqueta CLASSE+);
      2) Isolamento térmico
      – Evidência da marcação CE ou Declaração de conformidade dos materiais de
      isolamento
      – Registo da empresa no portal Casa Eficiente (https://casaeficiente2020.pt/)”.
      – Evidência de certificação ou rótulo que permita atestar a inclusão de
      ecomateriais ou materiais reciclados
      3) Sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento ambiente e de produção de águas
      quentes sanitárias (AQS) que recorram a energia de fonte renovável:
      – Evidência da marcação CE e a declaração CE de conformidade
      – Etiqueta energética do sistema/equipamento igual ou superior a A+;
      – Certificado da empresa e técnico(s) para o Manuseamento de Gases Fluorados
      (apenas para bombas de calor, nos casos aplicáveis).
      4) Instalação de painéis fotovoltaicos e outros equipamentos de produção de energia
      renovável para autoconsumo
      – Certificado do técnico instalador reconhecido pela DGEG para instalação de
      sistemas solares fotovoltaicos.
      5) Intervenções que visem a eficiência hídrica: substituição de equipamentos por
      equipamentos mais eficientes
      – Certificação ANQIP para todos os equipamentos
      – Classe de eficiência hídrica dos equipamentos igual ou superior a “A”.
      6) Intervenções que promovam a incorporação de biomateriais, materiais reciclados,
      soluções de base natural, fachadas e coberturas verdes e soluções de arquitetura
      bioclimática
      – Declaração EPD (Environmental Product Declaration) do(s)
      produto(s)/material(ais) utilizados ou ostentação de rótulo ou certificado que
      permita a qualificação do produto nas categorias definidas.

      • PML says:

        Muito obrigado Pedro. Excelente a recolha de informação.
        Pela mesma também dá para ver que a burocracia é imensa e que qq falha de um documeto acarrega a anulação da ajuda e perda do dinheiro. Se qq processo do estado é assim, é de facto um pesadelo ter acesso a qq ajuda.

        • Laura Teodoro says:

          Sim, não se iluda que é super difícil… Primeiro tem de pagar a pronto e depois tem de conseguir colocar todos os documentos em anexo que têm uma dimensão reduzidíssima. Missão impossível para o comum mortal.

  5. acs says:

    em vez de dar dinheiro a quem tem dinheiro para comprar estas tretas que tal fazer uma redução no iva destes produtos?

  6. JMCXL says:

    Este programa é similar a outros que têm sido implementados para aquisição de veiculos “mais verdes”, e que no caso das viaturas 100% eletricas ainda nem foi totalmente aproveitado.
    Já o programa de aquisição de bicicletas da CM Lisboa vai a bom ritmo já com quase 1 milhar de candidaturas e muitas já reembolsadas.

  7. falcaobranco says:

    Tanta coisa que pedem, que certamente entre muita gente, muito pormenor vai ficar pelo caminho e não vão dar o €€€ … basta por exemplo, o pessoal esquecer-se de tirar fotos do antes ou até mesmo pedir factura… já não levam reembolso…

  8. dgfgfdg says:

    Isto é um absurdo, então há uns portugueses que vão ter direito a que o estado pague uma percentagem relevante das obras nas suas casas e outros nas mesmas condições não, muito bem, um milhão setecentos e cinquenta mil euros não dá para práticamente para nada, isto já deve estar tudo atribuído aos espertos e aos amigos.

  9. Hélio Gonçalves says:

    Ou seja, tenho que fazer as obras e depois, ou recebo apoio, ou fico a arder com o dinheiro gasto…

    Uma mão cheia de nada!

    Eu só faço as obras se souber que tenho apoio, assim é que faz sentido!

  10. Miguel says:

    O problema é que esta comparticipação é só para quem tem dinheiro. Supostamente deveria ser para apoiar quem mão consegue de outro modo. Ora se “obras” devem ser feitas antes da candidatura quem é que não tendo dinheiro para investir vai arriscar e no fim por algum motivo não ter direito a nada. Mais uma vez fica patente a inteligência dos nosso governantes.

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