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Governo dá até 7.500 euros para melhorar eficiência energética da sua casa

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Ricardo Rodrigues says:

    O link para o Fundo Ambiental não está a funcionar corretamente.

  2. Rui says:

    Publicidade enganosa!!!!!! Sabem quantos projectos podem ser financiados com esta fortuna de 4,5 milhões de euros? 600 projectos de 7 500€!!!!!!

    Este governo é uma fraude!!!! Devem ter gasto mais dinheiro na publicidade do projecto que no projecto.
    E podemos levar esta gente a sério!!!!!

    Tanta festa para anunciarem que vão dar dinheiro para 600 projectos em 2 anos!!!?!?!?!?

  3. Rui says:

    12.1. O incentivo às candidaturas elegíveis é atribuído por ordem de submissão e tendo em
    consideração o limite previsto no ponto 6.1. do presente Regulamento.

    Resumindo o regulamento, só dão o incentivo depois do material comprado e aplicado, pois querem fotos do antes e do depois, que é como quem diz, quem sabia que isto ia avançar já fez as obras que queria, e equipou a sua casinha com esses materiais, agora quando chegar a dia 7 é só submeter os papeis e tem o dinheiro no bolso 🙂

    Ou seja, quem teve dinheiro para já ter aplicado estes materiais pode ser reembolsado, quem não tem dinheiro para comprar esses equipamentos, e quer avançar com esperança de que lhe calhe algum, deve ter em conta que esta “ajuda” pode já não chegar à sua vez.

    • Dunno says:

      Pois é o que eu estou a ver, estava interessado e ia fazer o investimento mas o formulário ainda vai ser disponibilizado ao povo dia 7, os friends já tao dentro do assunto com tudo o que é preciso pra submeter e obras feitas, visto que é só 1,75milhors pra este ano ta visto que é mais um truque que outra coisa

    • acs says:

      ou seja em vez de ajudar pessoal que nao pode pagar para melhorar as suas casas vai ajudar o pessoal que teve dinheiro para o fazer. Para isso mais valia baixar os impostos e nao cobram tant guito a todos os portugueses

    • ToFerreira says:

      As faturas não têm de ter data superior a dia 7?

    • Justino, o Justo says:

      Preso por ter cão, preso por não ter. Raio do portuguesinho. Como é que querias afinal ? É a melhor forma de garantir a aplicabilidade dos fundos. Investes, se não tens pedes ao banco, depois candidatas-te, recebes e amortizas o empréstimo bancário (sim, amortizas o empréstimo, não vais a correr gastar em jantaradas e férias ou mobilias…

      • Rui says:

        Eu não quero nada.. mas a ser bem feito seria como submeter um projeto, tenho este orçamento para estes equipamentos e vai ser esta empresa a fazer, vocês ajudam? e o estado diz “sim ajudamos”. Então parte-se para a aquisição e aplicação dos materiais. Chega-se ao fim e mostra-se o trabalho feito – “está como foi planeado? se sim recebe o dinheiro, se não está como apresentou, não recebe.

        Pois, esse é que é o mal de muitos portugueses, os empréstimos ao banco, para tudo é um empréstimo e depois andam com a corda ao pescoço..

        Geralmente quem tem casa com pouca eficiência energética são pessoas que não conseguem ter melhor, vais ao banco e que garantia é que dás? “olhe eu acho que depois o estado me vai dar 70%, é só submeter os documentos” depois no fim vais a requere o apoio e afinal há ali alguma coisa que não está bem ou já chegaste tarde e depois como é??

        Agora da forma como está, para quem não tem possibilidades(que deveria ser esse o publico alvo dos apoios) é muito complicado conseguir ter acesso a isso

        • r says:

          concordo com a sua exposição não faz qualquer sentido num momento de crise em que os Portuguêses têm que apertar o cinto estar a induzir o povo a gastar dinheiro, acima das suas possibilidades, recorrendo obrigatóriamente a empresas por eles seleccionadas, como engodo de serem recerssidos de 70% quando não fazem a menor ideia se ainda há verba, ou estão elegiveís, pois, pelo que vi pode falhar em muita coisa.
          Por exemplo falam em habitações contruidas antes de 2006 e a licença de habitação tem que ter data anterior a 2006 ou pode ser posterior? ??

  4. Pedro+Fernandes says:

    Qual é a documentação necessária, e onde a obter? Era um bom artigo que podiam fazer, PPLWARE. Obrigado!

    • Rui says:

      No primeiro comentário tens o link para a página do programa, e na página do programa tens um link para o documento com a regulamentação. Tem lá tudo

    • Pedro Fernandes says:

      Já encontrei:

      10.4. Documentos da Candidatura:
      a) Formulário online disponível para preenchimento no sítio do Fundo Ambiental
      (https://www.fundoambiental.pt), instruído com os documentos descritos nos pontos seguintes.
      b) Documentos relativos ao candidato:
      i. Identificação (Número do Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade e Número de
      Identificação Fiscal).
      ii. Certidão de não dívida do candidato perante a Autoridade Tributária e Aduaneira,
      válida, ou, preferencialmente, autorização para consulta da situação tributária;
      iii. Certidão de não dívida do candidato perante a Segurança Social, válida, ou,
      preferencialmente, autorização para consulta da situação contributiva;
      iv. Número de Identificação Bancária.
      c) Documentos relativos à candidatura
      i. Nos casos aplicáveis, e sempre que exigível, certificado energético válido emitido no
      âmbito do SCE.
      ii. Cópia da Caderneta Predial Urbana atualizada do Edifício ou fração candidata, onde
      conste expressamente que o edifício ou a fração autónoma é propriedade do
      beneficiário.
      iii. Licença de habitação
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      iv. Recibo(s) com data posterior a 7 de setembro de 2020, em nome do candidato, com
      todas as despesas discriminadas, em conjunto com os documentos obrigatórios por
      tipologia de projeto, que a seguir se discriminam.
      v. Evidência fotográfica da habitação alvo de intervenção e do(s) equipamento(s), antes e
      após a implementação dos projetos candidatos.
      d) Documentos obrigatórios por tipologia de projeto:
      1) Janelas eficientes
      – Etiqueta energética das janelas igual ou superior a “A+” (etiqueta CLASSE+);
      2) Isolamento térmico
      – Evidência da marcação CE ou Declaração de conformidade dos materiais de
      isolamento
      – Registo da empresa no portal Casa Eficiente (https://casaeficiente2020.pt/)”.
      – Evidência de certificação ou rótulo que permita atestar a inclusão de
      ecomateriais ou materiais reciclados
      3) Sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento ambiente e de produção de águas
      quentes sanitárias (AQS) que recorram a energia de fonte renovável:
      – Evidência da marcação CE e a declaração CE de conformidade
      – Etiqueta energética do sistema/equipamento igual ou superior a A+;
      – Certificado da empresa e técnico(s) para o Manuseamento de Gases Fluorados
      (apenas para bombas de calor, nos casos aplicáveis).
      4) Instalação de painéis fotovoltaicos e outros equipamentos de produção de energia
      renovável para autoconsumo
      – Certificado do técnico instalador reconhecido pela DGEG para instalação de
      sistemas solares fotovoltaicos.
      5) Intervenções que visem a eficiência hídrica: substituição de equipamentos por
      equipamentos mais eficientes
      – Certificação ANQIP para todos os equipamentos
      – Classe de eficiência hídrica dos equipamentos igual ou superior a “A”.
      6) Intervenções que promovam a incorporação de biomateriais, materiais reciclados,
      soluções de base natural, fachadas e coberturas verdes e soluções de arquitetura
      bioclimática
      – Declaração EPD (Environmental Product Declaration) do(s)
      produto(s)/material(ais) utilizados ou ostentação de rótulo ou certificado que
      permita a qualificação do produto nas categorias definidas.

      • PML says:

        Muito obrigado Pedro. Excelente a recolha de informação.
        Pela mesma também dá para ver que a burocracia é imensa e que qq falha de um documeto acarrega a anulação da ajuda e perda do dinheiro. Se qq processo do estado é assim, é de facto um pesadelo ter acesso a qq ajuda.

  5. acs says:

    em vez de dar dinheiro a quem tem dinheiro para comprar estas tretas que tal fazer uma redução no iva destes produtos?

  6. JMCXL says:

    Este programa é similar a outros que têm sido implementados para aquisição de veiculos “mais verdes”, e que no caso das viaturas 100% eletricas ainda nem foi totalmente aproveitado.
    Já o programa de aquisição de bicicletas da CM Lisboa vai a bom ritmo já com quase 1 milhar de candidaturas e muitas já reembolsadas.

  7. falcaobranco says:

    Tanta coisa que pedem, que certamente entre muita gente, muito pormenor vai ficar pelo caminho e não vão dar o €€€ … basta por exemplo, o pessoal esquecer-se de tirar fotos do antes ou até mesmo pedir factura… já não levam reembolso…

  8. dgfgfdg says:

    Isto é um absurdo, então há uns portugueses que vão ter direito a que o estado pague uma percentagem relevante das obras nas suas casas e outros nas mesmas condições não, muito bem, um milhão setecentos e cinquenta mil euros não dá para práticamente para nada, isto já deve estar tudo atribuído aos espertos e aos amigos.

  9. Hélio Gonçalves says:

    Ou seja, tenho que fazer as obras e depois, ou recebo apoio, ou fico a arder com o dinheiro gasto…

    Uma mão cheia de nada!

    Eu só faço as obras se souber que tenho apoio, assim é que faz sentido!

  10. Miguel says:

    O problema é que esta comparticipação é só para quem tem dinheiro. Supostamente deveria ser para apoiar quem mão consegue de outro modo. Ora se “obras” devem ser feitas antes da candidatura quem é que não tendo dinheiro para investir vai arriscar e no fim por algum motivo não ter direito a nada. Mais uma vez fica patente a inteligência dos nosso governantes.

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