Depois de muito trabalho e alguns atrasos, a equipa de desenvolvimento do Linux4Kids (distribuição Linux para crianças), lançou a segunda versão deste distribuição para os mais pequenos.
Esta versão traz algumas novidades que irão certamente conquistar as criança.
Sincronize dispositivos com Android, iPod e outros.
Nem de propósito! Estava eu a escrever um artigo de como tornar o Android um repositório de músicas, podcast, movies no Ubuntu, quando verifiquei que tinha acabado de sair uma versão do fantástico media player Banshee.
Para quem ainda não conhece, o Banshee é especialmente desenvolvido para o ambiente gráfico GNOME (utiliza o GTK+ e o GStreamer), apesar de funcionar perfeitamente em qualquer Desktop environment (KDE, Xfce, etc).
Uma das mais recentes funcionalidades que os browsers passaram a incorporar foi a possibilidade de navegarmos em modo incógnito. Esta permite que naveguemos pelas páginas que entendamos mas que não deixemos “rasto” no nosso browser dessas visitas.
A forma mais simples de activar essa funcionalidade é através do lançamento de mais uma janela do browser, mas em modo incógnito. Isto obriga a que tenhamos de copiar para lá os links que pretendamos usar ou que iniciemos toda a navegação que estávamos a fazer. Não existe modo de arrastar separadores para essa nova janela. Mas para Chrome existe uma extensão que permite abreviar e simplificar este processo, é o Incognito Switcher.
Antes de introduzir o “objecto alvo” desta aplicação, começo por referir que esta ferramenta é das melhores que já experimentei. Além de completa, mesmo muito completa, a qualidade do resultado apresentado é algo que não se encontra nas muitas outras aplicações dentro do mesmo segmento.
ZScreen merece que perca 10 minutos a conhecer e a configurar as muitas opções disponíveis para gerir as suas imagens capturadas.
Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica, na época um desenvolvimento revolucionário.
Na altura, este foi visto como a salvação da marca de Cupertino, San Francisco. A marca estava com muitas dificuldades em conseguir sobreviver à pressão da gigante IBM. Mas algo mudou.
Existem vários motivos para que sejam constantemente actualizados os drivers dos processadores gráficos: novos elementos gráficos de hardware, novos jogos, novos requisitos de software de edição gráfica e melhoramento de desempenho com afinações sérias no hardware existente.
Logo, torna-se necessário actualizar o pack de drivers que temos no sistema. Há novas tecnologias que são apresentadas, o HD está a invadir o mercado gráfico e os componentes exigem novos e melhorados drivers gráficos. O Linux também começa a merecer especial atenção e suporte dos principais fabricantes de drivers devido à sua crescente popularidade.
A AMD, assim como o mercado em geral, acompanha a evolução dos requisitos gráficos e lançou anteontem, dia 26 de Maio, mais uma actualização do seu conjunto de drivers Catalyst.
Existem vários motivos para que sejam constantemente actualizados os drivers dos processadores gráficos: novos elementos gráficos de hardware, novos jogos,...
O firefox, é um dos browser mais populares actualmente mas é apenas distribuído para versões de 32 bits no site oficial da Mozilla. Tal facto não é sinónimo que não possa funcionar em ambientes de 64 bits no entanto, é executado em modo de compatibilidade com arquitecturas 32 bits.
Entretanto, o suporte para 64 bits para a próxima versão do Firefox (Firefox 4) já foi anunciando pela equipa de desenvolvimento.
Mas, assim como acontece com o Internet Explorer, existe actualmente uma versão de 64 bits do firefox!
A nossa máquina, no seu processo normal de funcionamento, produz “lixo” resultante das muitas funções que serve. Ao longo do tempo esse lixo pode provocar alguns conflitos no sistema, levando a uma diminuição da produtividade, erros e até perda de informação.
É imprescindível que se faça periodicamente uma manutenção aonosso sistema. A questão está na ferramenta a utilizar. Há tantas… mas há algumas mais “dedicadas e seguras” que outras.
Na minha opinião, usar o CCleaner, para a grande maioria dos utilizadores, é o suficiente.
A geração de aplicações para o iPad está fortemente “potenciada” pelas muitas aplicações que já existiam para o iPhone. O conceito HD, que vemos em muitas das aplicações para iPad, mostra uma fantástica qualidade gráfica e uma dinâmica curiosa nessas aplicações a correr no iPad.
Um excelente exemplo disso é o iBooks. Além de mais qualidade gráfica e mais facilidade de leitura, está com uma interactividade agradável desde o descarregar até ao usufruir da obra literária.
Já existem algumas obras de alguns conceituados autores portugueses, mas certamente que a popularização deste dispositivo trará um novo universo de leitores e de editores interessados neste segmento.
O formato PDF (Portable Document Format) tem vindo lentamente a tentar ganhar o seu espaço merecido. É um formato que foi inicialmente idealizado para permitir uma partilha de documentos de forma simples e fácil. Cada vez mais é considerado o formato “de facto” para disponibilização de documentos na Internet.
Uma das ferramentas de edição de PDF’s mais utilizada é o Nitro PDF. Esta é uma ferramenta de edição profissional muito completa, que permite aos utilizadores tirarem partido deste formato e de um grande conjunto de ferramentas optimizadas para a criação de documentos. Mas agora a Nitro resolveu disponibilizar uma ferramenta de leitura de PDF’s que consegue sobressair das restantes, o Nitro PDF Reader.
A informação na blogosfera sobre o SBManager é um escassa, no entanto não poderia de deixar de trazer até vós esta excelente aplicação, o SBManager.
De forma geral, o SBmanager permite-nos gerir a partir do nosso Desktop com Ubuntu o nosso iphone, mais concretamente o Springboard (menu de aplicações do iPhone).
Lá dizia a sabedoria popular, que tudo o que é em excesso faz mal. É uma frase que podemos aplicar no conjunto de elementos que nos rodeia, estamos perante a dependência dos jogos moderno.
As altas tecnologias de informação e todos os meios tecnológicos em particular que temos hoje em dia à nossa disposição, são mais que suficientes para nos deixar entretidos. Os jogos além de instrumentos indispensáveis ao relaxar da nossa mente, podem ter consequências bastante viciantes para os mais permeáveis às novas tecnologias. Será que não é um viciado?
Gramps é um projecto de software livre de genealogia. É um projecto comunitário, criado, desenvolvido e gerido por genealogistas. Através de uma excelente interface de utilizador, é possível adicionar, editar e rever conteúdos de forma simples, na sua árvore genealógica.
O sistema operativo open source baseado em Linux de nome Meego, que terá com target os dispositivos móveis, netbooks, TVs, carros e outros equipamentos, está disponível para download (neste momento apenas para a versão netbook).
O Meego é um sistema operativo open source que se baseia concretamente no Moblin (Intel) e Maemo (Nokia).
Cada vez mais a informação e conteúdos que temos estão a aumentar de tamanho. Esse aumento de volume está associado directamente ao aumento da qualidade e das capacidades que temos nas aplicações.
Torna-se por isso complicado conseguir transportar esses ficheiros entre máquinas. Mas felizmente existem soluções simples para “partir” esses ficheiros em pedaços e assim permitir arruma-los em diversos suportes digitais e quando chegam ao destino. O Cryogenic FileSplitter é mais um exemplo de uma ferramenta que nos permite fazer isso de forma simples e rápida.
Apple ultrapassa a Microsoft e passa a ser a maior empresa de tecnologia nos mercados bolsistas.
Esta realidade estava longe de se vislumbrar, na verdade o mercado das tecnologias tem estado em alta pelo forte desempenho de marcas como a Apple. Segundo a Business Insider o valor de mercado da Apple ultrapassou a sua arquirrival Microsoft nas últimas semanas.