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Pplware Classics…

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Porque recordar é viver, o Pplware traz aos seus leitores a sua habitual rubrica semanal de música. Apresentamos as músicas que marcaram a nossa juventude ou o nosso passado recente e que ainda ouvimos por serem marcos na nossa vida. Descubra a pérola do passado que escolhemos para hoje e conheça também o Top 50 de Portugal.

Nesta rubrica podem encontrar música de estilos tão variados como o Rock, a música de dança e até o Pop que tanto gostamos. Os artistas são conhecidos, com as músicas que os fizeram famosos e tanto nos agradam.

Deixem nos comentários os nomes das bandas que querem ver aqui no Pplware Classics. Vamos procurá-las por vocês e apresentar os seus êxitos mais marcantes.

Eis então o vídeo de música que temos hoje para os nossos leitores!

That’s All – Genesis

Genesis foi uma banda de rock inglesa formada na Charterhouse School, em Godalming, Surrey, em 1967. A formação mais duradoura e de maior sucesso comercial da banda era composta pelo tecladista Tony Banks, o baixista/guitarrista Mike Rutherford e o baterista/vocalista Phil Collins. Na década de 1970, período em que a banda também contou com o vocalista Peter Gabriel e o guitarrista Steve Hackett, o Genesis esteve entre os pioneiros do rock progressivo. Banks e Rutherford foram os únicos membros constantes ao longo da história da banda.

A banda foi formada por alunos da Charterhouse School, Banks, Rutherford, Gabriel, o guitarrista Anthony Phillips e o baterista Chris Stewart. O nome foi sugerido por Jonathan King, ex-aluno da Charterhouse e empresário do ramo pop, que providenciou a gravação de vários singles e do álbum de estreia, From Genesis to Revelation, em 1969. Após se separarem de King, a banda começou a fazer turnês, assinou com a Charisma Records e migrou para o rock progressivo com o álbum seguinte, Trespass (1970). Phillips saiu após a gravação do álbum, e Banks, Rutherford e Gabriel recrutaram Collins e Hackett antes de gravarem Nursery Cryme (1971). Os shows ao vivo passaram a incluir figurinos e performances teatrais de Gabriel. Foxtrot (1972) foi o primeiro álbum da banda a entrar nas paradas do Reino Unido, e Selling England by the Pound (1973) alcançou o terceiro lugar, apresentando o primeiro sucesso britânico da banda, “I Know What I Like (In Your Wardrobe)”. O álbum conceitual The Lamb Lies Down on Broadway (1974) foi promovido com uma turnê transatlântica e um elaborado espetáculo de palco, antes de Gabriel deixar o grupo.

Collins assumiu os vocais principais e, como um quarteto, o grupo lançou A Trick of the Tail e Wind & Wuthering (ambos de 1976), com sucesso contínuo. Hackett deixou a banda em 1977, reduzindo-a a um trio formado por Banks, Rutherford e Collins. Seu nono álbum de estúdio, …And Then There Were Three… (1978), continha o primeiro grande sucesso da banda, “Follow You Follow Me”. Seus cinco álbuns de estúdio seguintes – Duke (1980), Abacab (1981), Genesis (1983), Invisible Touch (1986) e We Can’t Dance (1991) – mostraram a banda adotando um som mais voltado para o pop e todos foram sucessos comerciais. Collins deixou o Genesis em 1996 e foi substituído pelo cantor Ray Wilson, que participou do último álbum de estúdio da banda, Calling All Stations (1997). A recepção decepcionante do álbum, tanto da crítica quanto do público, levou ao fim do grupo. Banks, Rutherford e Collins se reuniram para a Turn It On Again Tour em 2007 e novamente em 2021 para a The Last Domino? Tour.

Com entre 100 e 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o Genesis é um dos artistas musicais mais vendidos do planeta. Sua discografia inclui quinze álbuns de estúdio e seis álbuns ao vivo. Eles ganharam inúmeros prêmios, incluindo um Grammy de Melhor Videoclipe Conceitual por “Land of Confusion”, e inspiraram diversas bandas tributo que recriam concertos do Genesis em várias fases da carreira da banda. Em 2010, o Genesis foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll.85). O quinto álbum de estúdio, The Joshua Tree (1987), tornou-os ícones globais e, segundo a revista Rolling Stone, “elevou-os à estatura de ‘heróis a super-estrelas’”. O álbum foi o maior feito comercial e crítico da história da banda irlandesa, alcançando o topo das tabelas musicais em vários países — incluindo a posição de número 1 na Billboard 200 — e entrando na lista dos álbuns mais vendidos no mundo, com cerca de 25 milhões de cópias. Produziu singles como “With or Without You” e “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” – ambos atingindo a posição de número 1 nos Estados Unidos nesse ano.

Enfrentando a estagnação criativa após o lançamento do sexto álbum, Rattle and Hum (1988), lançando êxitos como “Desire” — obtendo um Prémio Grammy para “Melhor Performance Rock por um Grupo com Vocal” de 1989 — já na década de 1990, por fim, decidiram reinventar-se sob um novo rumo musical e imagem pública, pois eram vistos como “sérios”. Depois, a partir do que chamam “a segunda obra-prima dos U2”, lançaram o sétimo álbum, Achtung Baby (1991), vendendo 18 milhões de cópias e gerando êxitos como “One”. Juntamente com a digressão Zoo TV Tour (1992–93), marcada na época pela intensa multimédia, a banda integrou influências sonoras do rock alternativo, da música eletrónica e industrial, abraçando uma imagem mais cómica e irreverente. Em meados da década de 1990, esta experiência continuou através do seu oitavo álbum, Zooropa (1993), e nono álbum, Pop (1997), que foi apoiado pela digressão Popmart Tour (1997–98), obtendo êxitos mistos. Depois de não terem tido uma boa aprovação do nono álbum de estúdio, no início da década de 2000, conseguiram recuperar a aceitação do público e a boa imagem musical perante os críticos musicais, após o lançamento dos álbuns All That You Can’t Leave Behind (2000) e How to Dismantle an Atomic Bomb (2004), estabelecendo uma sonoridade mais convencional. Atualmente, a digressão U2 360° Tour (2009–11) valeu-lhes a liderança do ranking das digressões musicais com maior receita de bilheteira da história, arrecadando mais de 736 milhões de dólares. A partir da era Songs of Innocence (2014) e Experience (2017), caracterizaram-se pela forma de lançamento através das plataformas streaming, vindo a ter uma parceria com a Apple.

Atualmente, a banda lançou 14 álbuns de estúdio, encontrando-se entre os artistas recordistas de vendas, com mais de 175 milhões de álbuns vendidos a nível mundial. Ganharam 22 Prémios Grammy, mais do que qualquer outra banda. Em 2005 o grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame. A revista Rolling Stone classificou-os na posição número 22, na lista dos “100 Maiores Artistas de Todos os Tempos”, classificando-o como a “Maior Banda do Mundo”. Ao longo da sua carreira, como banda e como indivíduos, fizeram campanhas pelos direitos humanos e por causas filantrópicas, como a Amnistia Internacional, ONE Campaign, Product Red, War Child e Music Rising.

In Wikipedia


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Top 50 — Portugal

Descubra também nesta rubrica semanal dedicada à música o que mais tem sido ouvido pelos portugueses no Spotify! Quais lhe agradam mais? Quais faltam neste top?

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  1. Avatar de Gringo Bandido
    Gringo Bandido

    Outra vez música de yuppies?! bah! temos que ir mais para trás https://www.youtube.com/watch?v=qm932ptYLDA

    1. Avatar de Veritas
      Veritas

      Tá giro, gostei. E até vou pesquisar e ouvir um bocado. Mas não percebi o que é que o swing possa ter a ver com rock progressivo…

      Entretanto, se alguém descobrir o que são turnês agradeço.

      É por estas e por outras que o Wikipedia se tornou mais fácil de perceber em inglês e em francês…