UNIX – Uma breve história: da origem aos dias de hoje

Por Tomás Santiago para Pplware.com

Destaques PPLWARE

34 Respostas

  1. Xico says:

    Excelente artigo!

  2. RM says:

    Bom artigo. Obrigado.

  3. irlm says:

    queremos mais posts destes, excelente artigo, está nos meus favoritos.
    obrigado por partilharem esse conhecimento.

  4. korh says:

    E mesmo assim, não dá para jogar Battlefield num Mac…..

  5. Pedro Gonçalves says:

    Bom artigo!

    Apenas um reparo, nesta frase há qualquer coisa que não está correcto:
    “O próprio Linus Torvalds disse que provavelmente nunca teria criado o Linux, um sistema operativo baseado em UNIX, se na altura o UNIX tivesse disponível.”

    Deves querer dizer “… se na altura o UNIX ‘não’ tivesse disponível.”, certo?

    • Asdrubal says:

      Eu tenho ideia que o UNIX não era free. Daí talvez a indisponibilidade do UNIX. E foi desenvolvido um SO de raíz, o Linux, com base na ideologia do UNIX.

  6. Nuno says:

    Achei este artigo muito interessante, até porque comecei a trabalhar em informática em 1978 e portanto acompanhei esta extraordinária evolução dos últimos 50 anos. E a propósito disso, gostaria de “reposicionar” algumas afirmações que me parecem menos exactas. Embora cronologicamente o Unix tenha começado na década de 70, demorou muitos anos até ser adoptado no “mundo real”. Inicialmente era apenas usado nos meios académicos, porque o “mundo real”, isto é, o mundo empresarial, era dominado pelos fabricantes de hardware como IBM, Digital ou Unisys (para só mencionar alguns). O que se vendia era hardware e não funcionalidade. Nessa época cada fabricante dispunha do seu SO “privativo”, que muitas vezes era específico de cada modelo de equipamento, mesmo dentro da marca. Compatibilidade e interacção era coisa que não existia. Do ponto de vista conceptual houve dois SO’s que na minha opinião (e não só!) foram os melhores SO’s alguma vez produzidos: o VMS (da Digital, e ao qual o actual Windows muito deve!) e o AOS/VS (da Data General), embora este último estivesse mais limitado ao mundo académico. No mundo comercial o Unix apenas começou a ganhar espaço por meados da década de 80, e continua a haver muita resistência à sua adopção generalizada, embora exista uma tendência de aumento de penetração.

    • MJSantos says:

      Também gostei muito de trabalhar com estações DEC a correr o VAX/VMS. que era um SO fantastico em várias áreas, principalmente em multi-tasking e clustering

  7. donkeykid says:

    Excelente artigo! Venha mais!
    Belos tempos que trabalhei com unix em estações gráficas Intergraph (Unix System V Release 3.1) e depois em Solaris!
    Ando a tentar fazer uma instalação VirtualBox com Solaris2.5… mas não está fácil…
    https://osu.pb.unizin.org/graphicshistory/chapter/10-5-intergraph-bentley-dassault/

    Abraço

  8. Hugo says:

    Correcção no artigo: “Não é por acaso que, muitas vezes, computadores da Apple, com especificações inferiores, obtêm melhores resultados quando comparados a computadores Windows com melhor hardware.”
    Computadores da Apple são PCs – Intel Based como outras marcas como Asus, Acer etc, e tipicamente em termos de hardware inferiores. O desempenho dos MACs são tipicamente inferiores (mesmo em aplicações como Adobe Suit, Office like software, etc.) apesar de poderem ter melhor hardware.

    • Brasão SS says:

      Lá por não concordares com a sentença transcrita, ou não a aceitares, não quer dizer que ela esteja errada.
      Talvez precises de corrigir a tua maneira de ver certas coisas.
      😉

      • Hugo says:

        Quando as coisas não estão escritas assentes numa verdade comprovada devem ser fundamentadas ou corrigidas. Qualquer pesquisa no Google garante o que está escrito aqui em acima com benchmarks nas especificações que quiseres. Se calhar tens é que perceber que quando a madeira é a mesma, tem o mesmo nome, independentemente dos retoques finais que lhe deres.

        • Brasão SS says:

          A única verdade comprovada e fundamentada por qualquer pesquisa no Google mostra que independentemente da plataforma que se use, macOS ou Windows, NESTE CASO em particular no uso de software Adobe suite ou outros do género, resume se basicamente a uma questão de gosto ou preferência pela plataforma. Os designers gráficos, usam macOS por tradição, por ter sido a primeira plataforma informática a trazer para o mundo do design gráfico suites Adobe, entre outras. Principalmente aqueles que já trabalham há cerca de duas décadas na área. Mas eles próprios admitem que qualquer PC Windows com mesmo hardware consegue ter um desempenho semelhante ao macOS, ao trabalhar com suites de design gráfico. Em outros aspectos no geral é que em muitas outras áreas de trabalho o macOS consegue ter melhor desempenho, que o Windows, mesmo com hardware inferior, pois é um sistema mais robusto, estável e menos propenso a ter problemas já típicos da plataforma Windows. Até porque a Apple tem um controlo apertado na questão de atualizações para o portfólio das suas máquinas. Qualquer problema, há logo correcção. Até o Windows funciona melhor num Mac do que em qualquer outro PC. Por isso esquece lá isso dos benckhmark, que na prática nem sempre serve para nada. Só serve para enganar os menos atentos. Utilização real é o que pode definir o melhor ou pior. Ou gostos, simplesmente. Só um nota final. Um PC Windows com o mesmo hardware que um Mac pode ser mais caro. Exemplo do Surface Studio ou Surface Book. Já para não falar de estes últimos terem algum hardware obsoleto, face aos computadores da Apple.
          Thunderbolt 3 com interface USB type C (40 Gbps) vs USB type C 3.1 (10 Gbps). Uma porta Thunderbolt 3 permite expandir 2 monitores 4k em simultâneo, muito útil para designers gráficos.

          https://thunderbolttechnology.net/blog/thunderbolt-3-usb-c-does-it-all

          A compra dum computador da Apple pode para muitos ser a escolha mais acertada, pois permite ter o melhor de todo os mundos, macOS, Windows, Linux, etc.
          E concordo que por vezes a madeira até pode ser a mesma, mas os retoques finais, esses sim fazem toda a diferença. Estes que mencionei por exemplo. Era uma filosofia se Steve Jobs, os pormenores são o que fazem toda a diferença, em relação ao outros. Os pormenores!!
          As coisas estão fundamentadas e corrigidas. Cabe agora a cada um aceitar ou não. Somos livres.
          Abraço

    • Nuno says:

      Os “melhores resultados” são algo que pode (e é muitas vezes!) manipulado para dar os resultados mais convenientes (seja lá qual for a bitola de referência). Os resultados de performance dependem duma grande quantidade de factores, CPU, clock, disco/ssd, placa gráfica, sistema operativo, aplicações, etc, etc, etc! Não vou entrar na guerra PC-Apple, mas há dois factores que julgo serem absolutamente indiscutíveis, embora só por si não cheguem para classificar como “melhor” cada um um destes dois mundos: os Apple são um exemplo de boa engenharia e o Windows é muito mais aberto. São factos que não têm nada a ver um com o outro, e portanto cada um que valorize o que lhe der mais jeito!!!

  9. Gustavo Garcia says:

    Excelente artigo e uma boa lição para muita gente que anda por aí a comentar sem saber do que fala.
    Só é pena este erro: “[…] se na altura o UNIX tivesse disponível.”… Deveria ser “estivesse disponível”. Bem sei que agora esta é uma forma corrente (ainda que incorrecta) de falar mas quem escreve profissionalmente deveria ter um pouco mais de cuidado.
    De qualquer modo, obrigado pelo artigo.

  10. Telmo Gaspar says:

    Bom artigo, queremos mais!
    PARABÉNS!

  11. Amilcar Alho says:

    Parabéns Tomás! Continua. 😉

  12. Carlos Vasconcelos says:

    O melhor SO que trabalhei nos anos 90.

  13. Alexandre says:

    “O próprio Linus Torvalds disse que provavelmente nunca teria criado o Linux, um sistema operativo baseado em UNIX, se na altura o UNIX estivesse disponível.”

    Baseou.-se no MINIX, que muita gente ignora.

    “In 1987, Tanenbaum wrote a clone of UNIX, called MINIX (MINi-unIX), for the IBM PC. It was targeted at students and others who wanted to learn how an operating system worked. Consequently, he wrote a book that listed the source code in an appendix and described it in detail in the text.[23] The source code itself was available on a set of floppy disks. Within three months, a Usenet newsgroup, comp.os.minix, had sprung up with over 40,000 subscribers discussing and improving the system. One of these subscribers was a Finnish student named Linus Torvalds who began adding new features to MINIX and tailoring it to his own needs. On October 5, 1991, Torvalds announced his own (POSIX like) kernel, called Linux, which originally used the MINIX file system, but it is not based on MINIX code.”

  14. João Luís says:

    Excelente artigo ainda me faz gostar mais de o usar todos os dias ; quando se pode é uma excelente ferramenta de trabalho 🙂
    O link para a primeira edição já não funciona 🙂
    Saúde a todos(as)

  15. jeton90 says:

    Parabéns pelo artigo , eu também usei muito tempo unix, e OS2Warp da IBM

  16. Osvander says:

    Parabéns pelo artigo, é uma bela ajuda para que eu possa estudar ainda mais na faculdades de TI.
    Abraços PPLWARE

  17. Rui says:

    Gostei de ler. Mas para quem se interessa por estas coisas basta lerem no Wikipedia o que lá está sobre David Neil “Dave” Cutler, Sr e depois venham-me falar no Jobs…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.