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Steam e Wine vão abandonar o Ubuntu por falta de suporte para apps de 32 bits?


Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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  1. jaugusto says:

    No arch linux existe os multilib repo ” If you want to run 32 bit applications on your x86_64 system” e já não trabalha com 32 bits á uns tempos.

  2. Luis says:

    Este artigo é o ideal para pedir uma opinião aos mais entendidos. Ja trabalhei com Linux à muitos anos, mas entretanto, o Windows apoderou-se do meu quotidiano. Neste momento, tenho umas ideias a pôr em prática com uma distribuição Linux, mas não sei bem por qual optar. O requesitos fundamentais são a segurança e robustez. Tenho andado inclinado para o Debian, mas opiniões são bem-vindas.

    • ney vigas says:

      Sugiro Linux Mint XFCE se for para usar em equipamento mais antigo, pra nao consumir muitos recursos da maquina, deste modo, pode até utilizá-lo em um maquina que esteja parada e torná-lo um servidor de arquivos ou media center, por exemplo.
      Se for para desktop de uso diário, sugiro o deepin, ele tem umas falhas – que são contornáveis por configuração – mas de longe é o mais bonito dos linux.
      Pra não ter os perrengues do deepin, sugiro Linux mint Cinnamon, ambiente parecido com o windows, bom desempenho e sem dores de cabeça. Instalou, tá pronto pro uso praticamente.

    • Hélio says:

      Segurança e robustez? Vá de OpenSUSE Tumbleweed ou Leap (se quiser mais robustez ainda). Você vai ter a potência do SUSE Enterprise Linux e o poder do YaST.

  3. Ze says:

    A Microsoft poderá continuar a suportar 32 bits durante mais alguns anos mas eventualmente também irá deixar de o fazer. Nessa altura a única solução será virtualização para jogos mais antigos.

  4. Nuno José Almeida says:

    Entretanto a Canonical aclarou as informações. Não vai deixar de suportar 32 bits, vai é fazer freeze nas bibliotecas de 32 bits.

  5. André says:

    “Se a maioria vê neste passo uma vantagem e uma melhoria” – Gostava mesmo de saber quem é essa maioria. Acompanho esta noticia desde o primeiro minuto e a única coisa que leio são criticas atrás de criticas. O ecossistema Linux assenta numa coisa chamada “retro compatibilidade” e compatibilidade. No momento em que decides dar freeze as libs 32bit e apenas providenciar essas libs nessa versão desse momento para a frente tens tudo menos “retro compatibilidade” compatibilidade.
    Mas no fim de contas Ubuntu é apenas uma distro (das que menos gosto na realidade) por isso não me aquece nem me arrefece.

  6. Nuno Pinheiro says:

    Que confusão de artigo, por favor fazer alguma investigação antes de escrever…

    A razão do problema é o wine, uma das opções que tem tudo muito sucesso no Steam é a possibilidade de correr QQ aplicação/jogo Windows no Linux via wine de forma completamente simples.

    Tanto o Steam como o wine têm versões 64 bits mas o wine 64 bits nem de perto é tão completo quanto o 32 bits em termos de bibliotecas Windows “copiadas” wine is not an emulator,.

    64 Vs 32 bits não tem uma vantagem substancial 64 bits mesmo a questão da memória tem soluções…

  7. André says:

    “Wine também está a ponderar não ter uma versão de 64 bits” – convém pesquisar antes de escrever. A versão 64bit do Wine existe à anos. O desempenho e compatibilidade não é nem de longe o melhor em comparação com a ver são 32bit. basta ver os testes feitos com jogos da GOG no Wine 64bit esta semana pela Canonical e o fail que foi.

  8. Samuel says:

    O Ubuntu anda a dar tiros nos pés e foi por isso que eu mudei para o Mint. Vou mas é mudar para o Debian para ficar prevenido caso estes tiros se estendam ao Mint.

    • Hélio says:

      Alto lá amigo. Se o Ubuntu remover as libs x86 duvido que o Mint vá tomar para si a responsabilidade. A Canonical tem porte pra isso como empresa. O Projeto Mint não.

    • Hélio says:

      Se o Ubuntu remover as libs x86 duvido que o Mint vá tomar para si a responsabilidade. A Canonical tem porte pra isso como empresa. O Projeto Mint não.

  9. Joao says:

    32bits ja passou, o 64 esta agora e novas arquiteturas surgirao.

  10. Rafael says:

    Os programadores deviriam parar de criar distro e começar a criar software e jogos, parece até piada um sistema operacional ficar dependente de dois app, vou dar uma dica faz o Ubuntu 20.04 LTS e para de Lança versão nova, se a equipe da Canonical ficar 2 anos produzindo Jogos e software ninguém vai precisar de wine e stream e a loja vai encher de apps úteis, por que 98% dos apps da loja do Ubuntu não serve para o usuário comum, então foca em apps e para de ficar lançando versões do Ubuntu toda hora.

  11. Victor says:

    A Canonical deu um tiro num pé quando implementou o Unity, agora acaba dando um tiro na cabeça.

  12. DOUGLAS MAGALHAES FERREIRA says:

    Da mesma forma que os 16 bits foram abandonados, a arquitetura de 32 bits também será. É necessária essa discussão para liberar os desenvolvedores e ficar esforços em novas tecnologias.

    A Canonical já sinalizou que o seu grande interesse e compromisso com o Ubuntu é no atendimento às empresas. Para eles não tem lógica manter tecnologias de legado para atender ao público doméstico.

    A grande questão é: como ficam as distribuições derivadas do Ubuntu que têm foco em máquinas antigas? O Mint tem uma versão baseada em Debian, mas as outras baseiam-se exclusivamente no Ubuntu.

  13. cesar boaaventura says:

    se tiverem problemas eu vos ajudo

  14. Lucas says:

    Espero que o Ubuntu deixe de ser a preferida do mercado e outra distro substitua.
    O Ubuntu tem feito muitas cagadas ultimamente. O foco do Ubuntu é apenas servidor e IoT. Eles não tão ligando pasta os usuários domésticos (desktop).

    Existem distros muito superiores para esse público. Solus, Manjaro, Debian Unstable, openSUSE e Mageia são belos exemplos.
    Tá na hora do Ubuntu cair. Essa distro é muito superestimada.

    • Douglas Ferreira says:

      Já deixou. No ranking do distrowatch.org está assim: 2010 primeiro, 2011 segundo, 2012 terceiro, 2013 segundo, 2014 segundo, 2015 terceiro, 2016 terceiro, 2017 quarto, 2018 quinto, junho de 2019 quinto.

      Tudo bem que é um ranking de acesso feito pelo distrowatch, mas acho que dá pra avaliar também como um ranking de preferência/curiosidade.

      • Lucas says:

        Verdade, mesmo assim, o ranking da distrowatch não conta tanto porque é um site nichado para outro nicho (usuários de Linux, BSD e outros sistemas).
        Se você checar no Google Trends por Ubuntu e comparará com outras distros verá que ele infelizmente é o mais popular.
        De qualquer forma, nem tudo que é popular é o melhor.

  15. Danilo says:

    Windows continua tendo suporte ao 8 e 16 bits, além do 32 bits mesmo numa versão de 64 bits… Tirar o suporte total as bibliotecas de 32 bits vai acarretar em uma perda histórica de 40 anos de jogos que querendo ou não dependem disso.
    Veja se o Arch Linux largou… Se o OpenSUSE largou… Se o Fedora largou…
    Todo bem que acabar com uma ião de 32 bits é mais aceitável mas não as suas bibliotecas.
    Pra mim essa jogada do Ubuntu é só pra forçar snaps como a solução mágica.
    Pra forçar todos a usarem snaps pra tudo.
    Agora já mandaram uma notícia contando atrás que dia entendidos mal mas que seria um lib freezing… Haha, não aguentaram a pressão e voltaram atrás.

  16. LuisaTerminal says:

    Canonical > Estamos removendo bibliotecas de 32-bit.
    Todo mundo > Como é? Nós vamos deixar o Ubuntu… Existem distros melhores!!!
    Canonical > (Opa, preciso encontrar uma desculpa) Nós estamos apenas deixando de dar suporte)

    Por favor, seja firme e aceite o seu erro, você poderia apenas dizer:
    > Lamentamos o anúncio anterior, tomamos a decisão muito rápido, só precisamos progredir mais rápido. Agora achamos que podemos apenas ‘congelar’ as bibliotecas de 32-bits e esperar que isso não quebre nada no futuro.

  17. Pérolas says:

    Não abdico do Steam!

  18. José says:

    Conheci o Linux para matar saudades de programas que já não funcionavam no Windows 10, volta e não volta experimentava novas versões. Com esta notícia fui verificar e felizmente ainda tenho uma versão com LM18. Tenho pena pois foi a possibilidade de revisitar programas antigos que me trouxe ao Linux.

  19. informado says:

    E qual é o problema ? Usem outro Linux. Ubuntu é só um entre muitos linuxs.

  20. Paulo says:

    Eu até usava linux, so que não…
    Ubuntus modificados, mint, elmentary, só problemas, meu pc com placa híbrida Nvidia e Intel… Fica a trabalhar muito, aquece de mais…bateria dura 15 minutos..
    (sim ja instalei tlp)… Impossível usar…
    O único que nao faz isso é o fedora… Mas não tem o phanteon desktop, meu favorito ( ai e tal tem sim, bla bla, tretas… Instala e vê) nao funciona certo, faltam coisas… Fica uma bosta…
    Meus senhores, para desktop, infelizmente e ja instalei várias distros, gostava de usar linux.. Mas ou é windows ou mac, o resto é tudo porcaria… Só da problemas.

    • Pérolas says:

      «Só da problemas»…, então deve ser por esse motivo que, o linux, está presente na plataforma azure (que é da microsoft aka proprietária do windows) em mais de 50% das máquinas virtuais instaladas (e a subir)! Hummm, será mesmo uma «porcaria»???

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