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KDE 4.4 “Caikaku” no Ubuntu


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. viperbruno says:

    Bom trabalho, já temos algo em que nos podemos inspirar 😀
    Ir sempre à Apple é abusar, pá 😛

  2. running_wild says:

    Muito bonito e em média quanto de ram ocupa o KDE??
    Por exemplo,no meu caso com ubuntu/gnome acabado de iniciar ocupa 160Mb Ram.

    • phoenux says:

      O consumo de RAM depende muito dos componentes que tens em execução. Neste momento em Arch Linux, e depois de um uptime de várias horas, o componente do KDE que está a consumir mais memória é o kwin (gestor de janelas/efeitos gráficos) com 36MB; depois tenho o plasma-desktop com 30MB, kopete com 21, etc.

      Depois de vários anos a utilizar o Gnome, posso dizer-te que do ponto de vista da desempenho/utilização de recursos serão relativamente semelhantes.

      Se quiserem experimentar o KDE, recomendo que não o façam no Kubuntu (pelo menos nas versões anteriores), sob pena de poderem encontrar alguns problemas de estabilidade.

      Neste momento estou a experimentar o Arch exclusivamente por causa do KDE e estou simplesmente a adorar. A distribuição tem uma curva de aprendizagem um bocado elevada para quem vem do Ubuntu, mas tem a vantagem de ser uma distribuição do tipo on rolling release, onde temos sempre o sistema actualizado (embora isto possa ser um problema para quem não quer meter as mãos na massa para revolver problemas que possam surgir).

      O KDE 4.4 está simplesmente fantástico: bonito, prático e funcional, com uma coerência e beleza visual impressionantes. Parabéns ao Nuno Pinheiro pelo seu excelente trabalho no desenho deste ambiente gráfico.

      • Pedro R. says:

        gostei da tua explicação. Vê-se que estás dentro do assunto. ou estarei enganado?…

        • phoenux says:

          Isto de “estar dentro do assunto” é bocado relativo: quanto mais sabemos sobre um assunto, mas temos a noção que muito mais há a aprender.

          No caso do KDE os meus conhecimentos são meramente os de um utilizador que acompanha com algum interesse as muitas inovações que têm sido introduzidas neste ambiente.

          Para quem quiser saber mais sobre o KDE recomendo que sigam o blogue no Nuno Pinheiro (http://pinheiro-kde.blogspot.com/), ou então os canais normais de informação técnica como o Linux Today, Slashdot ou OSNews.

  3. Ricardo says:

    Devo dizer que o KDE se inspira muito no mac e no windows criando no entanto melhorias em relação ao que já existe.

    Estão de parabéns!

    Neste momento o que falta ao linux é as empresas fornecerem as suas aplicações também para linux.

  4. carlos says:

    posso instalar em paralelo com o gnome, certo? se sim, como faço para alternar entre os dois?

    • Paulo39 says:

      Ao instalares o kubuntu-desktop no teu ubuntu ficas com opção de escolher o ambiente com que queres iniciar a sessão. Ou seja, no login, podes escolher iniciar o Gnome ou o KDE

    • Pedro R. says:

      sim, dá! Uma vez uma prof para nos mostrar os vários ambientes gráficos (gnome/KDE/xfce) conseguia escolher antes de fazer login. como não sei.

      se estiver enganado corrijam me.

    • phoenux says:

      Como o Paulo e o Pedro disseram, e muito bem, podes ter vários ambientes gráficos instalados em simultâneo e optar pelo que preferires no momento da autenticação.

      Pessoalmente, a principal desvantagem (que para alguns poderá ser uma vantagem) de teres dois ambientes instalados, é que terás aplicações nativas KDE no Gnome e vice-versa, o que poderá afectar a coerência visual entre aplicações, uma vez que utilizam motores/temas diferentes por omissão (qt no caso do KDE e GTK no caso do gnome).

  5. Miguel B says:

    Já agora podiam colocar as instruções para desinstalar o KDE do Ubuntu, caso não agrade.

    Sou fã do Gnome, mas gostaria de experimentar esta actualização do KDE com a hipótese de poder voltar a desinstalar.

  6. Paulo39 says:

    De facto, pode dizer-se que o KDE é lindo!
    No entanto, a (curta) experiência que tive no ubuntu não foi muito positiva.
    Mas hei-de seguir a sugestão ali do @ phoenux 🙂

  7. Sérgio says:

    O KDE é de longe o mais interessante ambiente gráfico no Linux. Isto para máquinas com alguns recursos. Para poucos recursos e não menos interessante o XFCE. Tenho uma máquina que tenho estado sempre a instalar os KDEs À medida que vão saindo (RCs), mas depois de colocar o KDE 4.4 final tive um desgosto, as teclas de acentos fazem-nos logo, não espera pelo caracter. Poderá ser um bug, pois em aplicações openoffice está tudo bem, mas em Kate, Programas MSN, não se consegue acentuar palavras. De resto o ambiente está muito bom.

  8. Fernando_BR says:

    Iniciei no Linux com o KDE 3.x no Kurumin do Carlos Morimoto, utilizei-o nas versões 3,4,5,6 e 7.

    Após a “morte” do Kurumin continuei no mundo Linux utilizando o Big-Linux, também utilizando o KDE 3.5.

    Sempre utilizei o KDE e tinha aversão ao Gnome.

    Mas no final de 2009 tudo mudou: na marra comecei usar o Ubuntu e mesmo odiando o “Nautilus” acabei me acostumando com o Gnome.

    Hoje minhas duas máquinas tem WVista e Ubuntu 9.10 transformado em Mac-Os através do excelente Mac for Lin.

    Embora meu Gnome tenha pelo menos 40% de programas KDE, não pretendo mais sair dele, obrigado pela disca

    • phoenux says:

      Compreendo perfeitamente o que dizes: eu utilizei durante muitos anos o Gnome e sinceramente, com o recurso a ferramentas como o Gnome-Do e o Compiz não era preciso mais muito mais… Mas ao acompanhar o grande trabalho que foi feito na versão 4 do KDE, onde todo o sistema foi reescrito de raiz, verifiquei que este sistema estava a evoluir, introduzindo novos paradigmas na utilização de um ambiente de trabalho.

      Comparando o com o KDE, o Gnome 2.x parece que parou no tempo (embora sejam por vezes adicionadas funcionalidades interessantes, como por exemplo os separadores no nautilus); no entanto esta “lentidão” permite ter uma estabilidade considerável quando comparando com sistemas mais dinâmicos, como neste momento é o caso do KDE.

      As características que acho mais interessantes no KDE são as notificações integradas, as actividades (um conceito mais avançado do que as áreas de trabalho, onde cada área de trabalho pode ter funcionalidades e comportamentos completamente diferentes das restantes), e o desempenho e coerência geral do ambiente.

      Mas nada como experimentar. Garanto-vos que irão ficar surpreendidos.

  9. Pires says:

    Actualizei po 4.4 no meu Linux openSUSE acabei por lixar tudo -.-‘ pc não se arrasta não sei porqe algum programa qe não é compativel ou assim :S 🙂

  10. Wagner Filho says:

    Uma correção:

    sudo apt-get dist-uprade

    Coloque

    sudo apt-get dist-upgrade

    Tava faltando o g do dist-upgrade

    Abraços do brasil!

  11. Só para dar os parabéns pelo blog, e agradecer as palavras muito simpatias :).
    O kde 4.5 em princípio deve fechar o ciclo de estabilização da plataforma kde 4.x com todos os pilares integrados, (isto foi uma loucura até agora.)
    Mas quando o KDE série 4 deve is até a versão 4.10 4.11 eu só posso imaginar o que será por essa altura, acho que para quem tem acompanhado a evolução desde o 4.0-4.1 não pode deixar de ficar impressionado pela velocidade de crescimento.
    No meu cantinho do KDE (oxygen) o trabalho feito ate agora é brutal com mais de 30000 horas de trabalho investidas nele. E a contrário de outros projectos do genro totalmente feito pela comunidade.

    • phoenux says:

      Olá Nuno.

      Sim, a evolução é simplesmente fantástica; acho que vocês demonstraram grande coragem em decidir redesenhar completamente o KDE, uma jogada arriscada mas que acho que provou ser a escolha acertada.

      Acompanhei o processo desde que decidiram redesenhar todo o ambiente gráfico, passando pelas vozes discordantes de alguns utilizadores da versão 3.X, assistindo ao lançamento da versão 4.0 (onde estava o conceito, mas onde ainda existiam os problemas de estabilidade referidos nos avisos da equipa de desenvolvimento), até à versão 4.3 onde a meu ver o KDE atingiu um marco de estabilidade que me fez eleger este ambiente para o MEU ambiente gráfico. A versão 4.4 apareceu como uma simpática surpresa, com novidades bastante interessantes.

      Pessoalmente, admiro e agradeço o vosso esforço e dedicação neste fantástico projecto.

  12. claudiomcsilva says:

    segui os passos, instalou, em principio estaria tudo bem, reinicia, ecrã de login e ….. não responde o teclado… alguém acontece o mesmo? alguma sugestão?
    Estou a utilizar o vmware player.

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