PplWare Mobile

GNU/Linux – Distribuições Principais


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Paulo Moura says:

    Podiam ter falado do elementaryos

  2. Lopes says:

    Era gajo para pagar uns finos a quem me instale o gentoo numa maquina virtual e a funcionar decentemente, pois eu nunca consegui

    • Guilherme de Sousa says:

      És de onde:D?

    • maneu says:

      Isso não tem sentido, instalar Gentoo numa máquina virtual? Se não consegues instalar Gentoo também não precisas dele instalado. Vai dar ao mesmo… Alguma vez tentaste ler a documentação antes de instalar?

      • Lopes says:

        Lol. o que nao tem sentido é o que tu disseste.
        Eu preciso de usar linux todos os dias no meu trabalho entre outros sistemas (windows e OS X) pois o trabalho que desenvolvo implica a utilização de todos. Como tal, esperavas que comprasse um computador (neste caso um portatil) para cada um deles? Ai tens a explicação da necessidade de usar maquinas virtuais.
        Nao uso gentoo porque nunca consegui instalá-lo (e sim, já li os manuais mais vezes do que tu provavelmente). Uso o fedora e o centOS mas gostaria de experimentar o gentoo por varios motivos

        • NT says:

          Dá-lhe no LFS 🙂 isso sim é de “mestre”

        • maneu says:

          O teu conhecimento de Gentoo é enorme, queres experimentar Gentoo usa o LiveCD.
          http://www.gentoo.org/news/20110807-livedvd.xml

          Gentoo é uma distribuição que é compilada de raiz, portage, stage e kernel. Vais passar 2 dias a compilar Gentoo para uma máquina virtual, para depois brincares com ele? E depois aprendes a configurar na máquina virtual, percebo, mas o processo de configuração na tua máquina, de raiz é diferente. Isso não é feito de forma automática como no CentOS ou no Fedora. Contudo tens a liberdade de fazer o que quiseres. Até podes instalar o LFS para usar como Desktop, nesse caso eu pago-te os finos.

  3. Fernando says:

    Já saiu o RC do linux mint 12, ja exprimentei e parece-me que fizeram uma implementação muito boa do gnome 3, para já está muito estável,e mesmo em máquina virtual portou-se muito bem.

    sempre tive vontade de exprimentar gentoo mas falta-me skills.Embora passe a maior parte do dia agarrado a maquinas windows xp e 7, os sistemas gnu/linux tem muito mais a ver comigo,e uma coisa que descobri é que tem mais a ver com a maioria das pessoas, já converti duas a mudarem para mint e foi do género “olha vou pôr, se não gostares volto a instalar o que tinhas” e para meu espanto adoraram 😀

    • Cláudio Esperança says:

      @fernando: O Gentoo foi a minha primeira paixão no mundo do Linux. Ainda utilizei Gentoo durante cerca de 3 anos e é umas das distribuições mais flexíveis que conheço (talvez perca apenas para o LSB). Tens total controle sobre os pacotes que são construídos no sistema, podemos ativar ou desativar funcionalidades especificas nesses pacotes, personalizando o pacote e, por inerência, o sistema à medida.

      A questão da falta de skills é algo que só vai deixar de se tornar relevante quando meteres a mão na massa. A única coisa que vais precisar, e muito, é de tempo para afinares e configurares o sistema à tua medida. Depois de este trabalho estar feito, é que se vê as potencialidades deste sistema, onde este vai adaptando os novos pacotes às configurações que definiste.

      Pessoalmente só deixei de utilizar o Gentoo devido ao tempo que se “perde” na compilação de pacotes. Uma compilação do OpenOffice.org, do Mozilla Firefox ou do Chromium é algo para demorar largas horas (recordo-me que o OpenOffice demorava cerca de 10 horas a compilar na máquina que tinha à uns 5 anos atrás, processo que não pode ser interrompido sem ter que reiniciar o processo para esse pacote novamente). Podia utilizar pacotes já pré-compilados, mas com as definições de compilação que eu tinha, isto obrigava a recompilar os pacotes ou a perder as vantagens da compilação à medida dos pacotes.

      No entanto, foi no Gentoo que eu aprendi o mundo que está por detrás dos milhões de linhas de código que compõem o SO Linux. É algo simplesmente fantástico.

    • @lmx says:

      Os sistemas Gnu/linux transmitem aquilo em que se baseiam, na liberdade e partilha, por isso é muito fácil as pessoas se identificarem com ele, além claro da sua facilidade de utilização(como final user).
      No que toca a parte técnica, ai já há muitos que torcem o nariz 🙂
      Mas se queres mesmo “curtir á seria” num sistema linux ultra estável e em que a utilização do mesmo é sempre um desafio digamos que difícil de vencer 🙂 avança de cabeça no slackware, ou para não ires logo ao tapete amanda-te primeiro em algo baseado em Slackware(tipo Salix,vector,Zenwalk,etc) e depois avança para o combate final 🙂

      cmps

    • André says:

      RC do Mint 12 está muito má…
      Parece que ficou tudo meio mal feito.

  4. Guilherme de Sousa says:

    Gentoo é muito estavel e Arch não? São ambos rolling distros, e até tenho ideia que o gentoo é mais bleeding edge que o arch.

    cumps

    • Tony Silva says:

      Se não consiguirem instalar o arch podem sempre começar pelo archbang e posteriormente dar o salto para o arch.

    • Cláudio Esperança says:

      @Guilherme de Sousa: depende de onde estás a trabalhar no Gentoo – por omissão o sistema é configurado para utilizar as versões “estáveis” e testadas dos pacotes. Se o sistema trabalhar nesta zona, geralmente não ocorrem problemas de conflitos e bugs nestas versões mais estáveis. Se passares para a árvore instável ou mesmo para o bleeding edge, então aí arriscas uma surpresa ou a alguma perda de tempo.

      Pessoalmente tive mais problemas de estabilidade no Arch do que com o Gentoo, mas também estava mais à vontade com este último.

      • Guilherme de Sousa says:

        O mesmo se aplica ao arch. Regra geral não se utiliza o testing, sendo tão estável como o gentoo então.

        E sim já utilizei gentoo, e actualmente utilizo arch. Mais de 2 anos de instalação tanto em desktop como em netbook sem nenhuma formatação e a funcionar a 200% parece-me estável o suficiente.

        cumps

  5. Emanuel Lopes says:

    e no mandriva

  6. jbol says:

    Então e o Bodhi Linux?

  7. Pedro'O says:

    Sou um iniciante em Linux, é algo que me é um bocado estranho, so que estou com dificuldades em escolher qual o melhor para eu me “habituar”.
    Estou no 2 ano de programação e estou a interessar-me pelo linux, mas ao fim de ver tantos e experimentar alguns ainda nao sei qual o que será melhor para eu me “entranhar” neste mundo.

    Alguma sugestão?

    • Navyseal says:

      Tens várias opções apresentadas para iniciantes.
      É tudo uma questão de experimentares uma a uma, evita para já Slackware, Arch, Gentoo e testa as outras! 🙂

    • jorjão says:

      Começa com linux Mint que não te arrependerás com toda a certeza. Esta distro já traz todo o tipo de extras que normalmente terias dificuldade em instalar porque ainda não conheces nada deste mundo do linux.
      Abraço e força.
      Alguma coisa a malta ajuda.

    • Deckard says:

      O que de melhor podes fazer é em vez de perguntares, instala o virtual Box, e com paciência experimenta os que achas que devem fazer as delicias, e acredita vais adorar essa ferramenta. Pois irás chegar a um ponto que vais querer experimentar o OSX da Mac.
      Só tu podes decidir isso porque vai desde o gosto pelo ambiente, se queres mais simples ou mais rápido, etc.
      Lembra-te disto, que de certeza que não aprendeste a conviver com buracos em janelas logo que viste um pc!, certo?
      Mas de certeza que com o tempo que usas um pc e um sistema é um meio caminho pois, praticamente a lógica é a mesma com algumas diferenças que virás a perceber as vantagens.
      Abraço

    • kekes says:

      Eu recomendo Linux Mint ou PinguyOS, ambos são base ubuntu, é que o ubuntu para mim agora é uma tristeza… Mas usa uma maquina virtual apra brincares. O Ubuntu tambem tem uma coisa fixe o Wubi, que permite instalar ubuntu como se fosse um programa de Windows assim como a sua desinstalação o que faz com que nao tenhas de stressar com partições e afins para testar-lo 🙂 Exprimenta.

    • Pedro'O says:

      Eu ja tenho andado a experimentar alguns na virtualbox, tal como Ubunto, Lubunto, Fedora e Suse, e ja concigo perceber algumas coisitas graças aqui ao pplware e ao pessoal que ajuda bastante nos comentarios. So que em termos de programas nao vejo assim nenhum SO da linux que tenha assim um leque mais alargado para o meu curso e o que aprendo, sei bem que convem ter o windows instalado noutra partiçao para jogos e programas.
      So que no ubunto para instalar uma pequena coisa vi que era um pouco complicadito, no Suse ai nem experimentei, no Fedora ja vi mais ou menos a coisa, realmente so me falta experimetar o Mint.
      Pode ser que com o tempo me va habituando a isto 😉

      Obrigado pessoal 😀

  8. Ryan says:

    De uma forma geral Linux é para quem tem um pouco de paciência. Mesmo o Ubuntu que é a distro mais intuitiva em alguns momentos requer um pouco mais de conhecimentos. Quem gosta de perder um bocado de tempo com computadores deverá tentar Linux. Todos os outros SO vão parece demasiado simples depois de andarem de volta de Linux

    • Cláudio Esperança says:

      @Ryan: sim, para se habituarem ao Linux irão necessitar de tempo, mesmo porque é um paradigma diferente do que estão habituados a utilizar em outros sistemas. Recomendo que dêem a mesma hipótese ao Linux que deram ao Windows ou seja, se tiveram de despender tempo para aprender a trabalhar com o Windows, deverão pensar que terão de fazer o mesmo para conseguirem trabalhar eficientemente com Linux. Como alguém referiu mais acima, quem trabalha com Linux deverá conseguir trabalhar com qualquer sistema sem grandes problemas; o mesmo não se pode dizer de outros sistemas…

  9. okapi says:

    Eu estou ansioso que chegue o dia de amanhã para fazer uma instalação limpa da versão final openSuSE 12.1 e com algumas novidades entre elas:

    – Gnome Shell 3.2
    – Snapper ( ferramenta )
    – Tambleweed
    – Yast3
    – e outras mais, etc.
    e ainda que Versão 12.1 será a primeira distribuição Linux que acompanha OwnCloud integrado no desktop.

  10. onthewheels says:

    As coisas que eu aprendo aqui…do melhor

  11. SVitorino says:

    Simplesmente impecável!
    Um forte abraço e parabéns pelo artigo!

  12. Cyber_monk says:

    Boas!
    Sou utilizador assíduo Linux à cerca de 5 anos e das distros mencionadas acima já usei algumas, nomeadamente, Ubuntu, Debian, Fedora, Mint, Arch e até Mandriva, para poder escolher a qual me adaptava melhor, posso dizer que as que mais me agradaram até hoje foram o Debian e o Arch distros que utilizo atualmente em situações diferentes.

    Debian pela estabilidade, principalmente para colocação de serviços.
    Arch pela velocidade do sistema e pelo AUR, Arch User Repository.

    Cumps!

  13. Beez Bug says:

    Mageia! Esse não sabia…

  14. okapi says:

    Uma pequena correção ás data das versões mais antiga do inicio dos anos ´90 . A Debian só é mais velha 1 mês que a Slackwave, esta sim manteve por muitos anos a linha da pura configuração á unha. De todas elas a que mais me deixou prender foi a SuSE muita vista me queimou, noites sem dormir naquelas configurações á lá pata…
    Slackwave Julho 1993

    Debian August 1993

    SuSE Inicio 1994

    Red Hat Linux Maio 1995

  15. maneu says:

    Na minha opinião o problema dos utilizadores que migram para Linux é não lerem a documentação. Amigos, os sistemas não são todos iguais, leiam por favor!

  16. Jorge Rodrigues says:

    Um artigo fantástico, algo a que vocês nos habituaram desde o primeiro dia, Parabéns.

  17. L. Mata says:

    CENTOS não? A melhor disto para servidores?

    • Navyseal says:

      A intenção era abordar as distro’s para uso como desktop (quer para users iniciados como para mais experientes), como tal tive que excluir o CentOS. Se o meu o objectivo tivesse sido um âmbito tão geral, sem dúvida que teria adicionado o CentOS na lista! 😉

    • @lmx says:

      Boas…
      essa da melhor distro…depende do ponto de vista, se a resposta for por ser baseada em Red-hat, então concordo, pois é baseada em RedHat, mas não sei porque lhe chamam “a melhor”, talvez o problema esteja na falta de certificação para outras(que já existe, mas que não existia)distros e por isso a malta tira o RHCE, e claro não vai trabalhar em Debian por exemplo(pois a coisa não é a mesma!!), vai usar algo a base de RedHat… , RedHat não porque as empresas não querem gastar dinheiro!!Logo resta CentOs que é RedHat Based, e com os mesmos pacotes que a outra…pronto…esta já passa a ser a melhor…e o mercado vai implementando uma distro, mas isso não quer dizer que seja a melhor!!É a mais usada porque teem certificação há mais tempo e por isso constitui-se como base, mas não necessariamente melhor!!

      cmps

    • Pedro Pinto says:

      Pessoal, o CentOS não entra aqui nesta lista, e não pode ser comparado com nenhum dos que aqui está. CentOS é Rei no mundo dos servidores!

  18. Arch_ says:

    Tenho de concordar que para se usar Arch é necessário ter conhecimentos na matéria…
    Mas não concordo com “ruptura de pacotes, levando a alguns disabores.”.

    Se só estão disponiveis pacotes estáveis no repo’s oficiais logo não existe este problema. O próprio gesto de pacotes encontra conflitos, que querem mais?

  19. fernando martini says:

    apesar de resumido foi bem esclarecedor a materia, e para iniciantes, ja da uma boa visao do que comecar a tentar no mundo livre do linux, atualmente uso o Ubuntu 11.10 em dual boot c\ win 7 que melhor me adaptei

  20. Marcos says:

    Olá.

    Para mim a que mais gostei foi Arch. Fez-me perder algum tempo a instalar o interface gráfico, mas depois vale a pena.É muito rápida.Só não gostei foi de ter de utilizar o Gnome3.0
    A que uso actualmente é a versão 10.04 do Ubuntu para mim a melhor da Canonical (com interface Gnome) e felizmente tenho conseguido uma boa integração do WINE com programas que utilizo no windows.

    Está para breve o apagão da Microsoft no meu pc!

  21. Ricardo says:

    Para apimentar as coisas: viva o Windows!
    Na verdade gostava de mudar para linux (já tive instalado o Ubuntu, openSUSE e Mint) porque me identifico com o conceito opensource, mas dou sempre de caras com os mesmos problemas. Ora é o hardware que não é compatível (desde webcam, impressoras, botões e até velocidade das ventoinhas) ou a falta de um determinado software (consegui encontrar e uso alternativas freeware ou opensource para quase tudo, menos para os programas completamente essenciais para mim: Outlook e OneNote e a integração e complementariedade entre os dois). Até existirem alternativas viáveis, viva o Windows!
    P.S. desculpem a provocação

    • Cláudio Esperança says:

      @Ricardo: O importante é sermos produtivos naquilo em que nos sentimos mais à vontade. Isto varia de utilizador para utilizador, daí isto dos sistemas operativos ser uma questão de gosto pessoal (e gostos não se discutem).

      Apesar de o Linux ser um sistema que em alguns flavours tentam funcionar out of the box, face aos milhares de configurações que existem por esse mundo fora, isto nem sempre acontece. Mas se reparares, isto nem no Windows acontece; se reinstalares o teu Windows, a primeira coisa que fazes quando te ligas à net (depois de instalares o antivirus), não é ir ao site dos fabricantes descarregar as drivers mais recentes? Apesar da coisa ter melhorado no Windows 7, ainda é muito frequente teres que ir à procura das malditas drivers para instalar o hardware do teu computador.

      No caso do Linux, a maioria das vezes a maior parte do hardware do teu PC é reconhecido e funciona, com algumas excepções que muitas das vezes não são tanto culpa do Linux ou de quem o desenvolveu, mas sim dos fabricantes que fecham a 7 chaves as especificações do hardware por motivos de suporte ou de propriedade inteletual. Por exemplo, o problema das ventoínhas, se estiver relacionado com a placa gráfica, pode ser resolvido instalando as drivers proprietárias (semelhantes as que vais descarregar do site do fabricante), que não tiveram de ser desenvolvidas por reverse engineering a olhar para dumps de hardware.

      Relativamente à falta de software, penso que o problema não é tanto a falta mas o facto do que existe ser diferente e funcionar de modo diferente do que os utilizadores estão habituados. Existem várias de alternativas para o Outlook e OneNote, que não sendo clones das ferramentas proprietárias, fornecem soluções para os mesmo tipo de problemas (Outlook – http://email.about.com/od/linuxemailclients/tp/Linux-UNIX-Email-Clients-fo—.htm; one note – http://linuxandfriends.com/2009/08/03/note-taking-free-microsoft-onenote-alternatives-for-linux/). Em última análise podes recolher a “emulação” ou virtualização para situações mais especificas.

      Resumindo, o Linux é uma alternativa real e que tem provas dadas. Se é ou não melhor que outros sistemas, é uma questão de gosto pessoal e dos conhecimentos que cada utilizador tem de cada sistema. A mudança depende da nossa vontade e não tanto da maneira como o sistema está construído.

      • Ricardo says:

        Obrigado pela excelente resposta. Realmente eu sei que o domínio comercial do windows implica que os fabricantes de hardware não desenvolvam drivers equivalentes para linux (no meu laptop Acer o touchpad, alguns botões, a webcam, a impressora lexmark e a ventoinha do cpu ou funcionam mal ou não funcionam sequer).
        Já tinha também explorado algumas das opções de software sugeridas, nomeadamente o Evolution e o Basket, que são os que mais se aproximam do Outlook e OneNote. Infelizmente, para um poweruser destas aplicações a transição pode ser no mínimo morosa e complicada.
        No entanto Cláudio, a tua resposta talvez seja mais um passo para a mudança definitiva.

  22. David says:

    um artigo muito interessante. vou imprimir 😉

  23. s-k says:

    Parabéns pelo artigo.

    Só um pequeno reparo…
    “Muitos utilizadores do Mandriva fugiram para o Mageia, uma vez que a anterior distribuição tornou-se comercial e a seguir uma politica diferente, pouco amiga dos utilizadores.”

    A Mandriva já era uma distribuição comercial antes do aparecimento do “fork” Mageia.
    A Conectiva e a Mandrake também já eram distribuições comerciais antes da “fusão” que deu origem ao Mandriva.

    Cumprimentos

    • @lmx says:

      Boas,
      mas exite versão free, logo não pode ser conotada como Comercial(do ponto de vista da versão fre), se fores por ai, então Suse também é comercial, mas no entanto existe o opensuse, o redhat também, mas existe o fedora…

      cmps

      • s-k says:

        Amigo @lmx todas elas são “free”. Até o RHEL é “free” basta usar CentOS que usa o mesmo código fonte. 🙂 A diferença está no suporte profissional prestado pela RedHat. Você até pode pegar no CentOS e montar uma pequena empresa para “vender” suporte. Mas não há ninguém melhor para dar suporte do que a própria empresa que “criou” a distribuição, e que conhece o RHLE como ninguém. 🙂

        Mas voltando ao assunto, na minha opinião Ubuntu, Fedora, openSuse, SuseLinux, Mandriva, RHEL etc… são todas comerciais. Porque são patrocinadas e administradas por empresas “comerciais” que vendem suporte.
        Por exemplo… quem “manda” no projeto Fedora? É a RedHat! São eles que tem o copyright do nome “Fedora” e do logótipo do Fedora. (Eu estou a falar de “imagem de marca” que tem copyright, não confundir com o código que é open source.) Não podemos esquecer que o Fedora é considerado o “tubo de ensaio” do RHLE.
        O Ubuntu também é comercial, mas é a única que não faz distinção entre versão “enterprise” e versão para a “comunidade”.

        Como distribuição “comunitária” temos o Debian, CentOS, Arch Linux, LinuxMint etc… Nestas “comunidades” não há nenhuma empresa por trás a decidir o rumo da distribuição.

        Cumprimentos

        • s-k says:

          Só para concluir…
          A versão “comunitária” é uma forma da empresa distribuir o código fonte para não violar a GPL. Mas não deixa de ser comercial porque é uma excelente forma de divulgar o nome da empresa (marketing) para atrair mais clientes.
          A RedHat para se diferenciar optou por disponibilizar apenas o código fonte (que a comunidade usa no CentOS), e utiliza o Fedora como laboratório de testes.
          Neste aspecto a Canonical é uma empresa mais “transparente” porque não faz distinções. E faz sentido, porque o que todas essas empresas vendem é suporte!

        • @lmx says:

          Boas…
          acho que não me fiz perceber , e que também não percebes-te o que foi dito no artigo, ou então…não percebes-te o que eu disse e eu não percebi o que foi dito no artigo :S
          O que eu quis dizer é que o Mandriva(Mandrake+conectiva) era comercial e tinha uma distro free, pelos vistos agora todo o software que for desenvolvido e que já foi no passado desenvolvido á parte dos projectos de licença GPL, não vai entrar na distro publica, nenhum dele, foi a ideia que eu fiquei, dai ser dito que iria passar a ser mais comercial(mais comercial do que já era), sim antes já tinha os powerpacks, mas agora algum software que era distribuído na free deve deixar de ser, e até nem sei se haverá alguma versão free, eles podem pura e simplesmente libertar apenas o código, que é isso que a licença obriga.

          cmps

  24. Nuno says:

    Boas,

    já tentei usar o ubuntu na empresa, porém estou ainda preso ao windows pelo seguinte: tenho um programa desenvolvido inteiramente em Access. Como não tenho uma licença do Office, instalei o Access Runtime para “correr” esse programa. Já instalei o access runtime no ubuntu com o wine (correu bem a instalação – pelo menos não me deu nenhum erro). O problema é que não consigo associar o ficheiro *.mdb com o access runtime. Como posso “correr” o programa?

    Cumprimentos,
    Nuno

    • Cláudio Esperança says:

      @Nuno: a solução que procuras penso que passa por criar um shell script que te permite invocar o wine e a aplicação para abrir o ficheiro que pretendes. Os passos são explicados na segunda solução deste link: http://wiki.winehq.org/FAQ#head-91bf3f0a8ccbfab8dee96f82fae2f1a489e0d243 e, resumidamente, passam por criar um script com instruções para que o wine execute o ficheiro executável do programa e que envie o nome do ficheiro a ser aberto como parametro para esse programa; depois deste script ser definido como um ficheiro executável, no ambiente gráfico, nas propriedades do ficheiro, associas o script que criaste como o ficheiro a executar na abertura do programa. Se todo correr bem, o ficheiro deverá ser aberto com a aplicação que definiste.

      Boa sorte

      • @lmx says:

        Boas…
        Talvez aqui a Solução do Claudio seja a melhor coisa 😉

        eu penso que ficaria algo do genero:

        xpto(script) abcd(programa a executar) xyz(*.mdb)

        este deve ser o formato pela qual chamas o script com os dois parâmetros.
        Eles dizem para colocar em ~/bin desta forma só funcionará para o teu user logado e não para todos…para todos coloca em /usr/bin,/usr/bin já está no $PATH logo não deves ter problemas caso tenhas…limita-te a usa-lo em ~/bin(/home/teu_user/bin).

        Cmps

      • Nuno says:

        Cláudio: vou experimentar. Vou ser franco, nunca programei nade em linux. Vamos lá ver no que isto dá.

        Depois digo alguma coisa.

        Obrigado.

    • @lmx says:

      Boas…
      eu penso que te falte algum driver para acederes ao *.mdb, não consegues mesmo nada??e o programa, não dá para portar para openofice/libreofice Base(o acess do libreofice)?é assim tão grande/complicado?tenta colocar o ficheiro na pasta do acess runtime?!O problema de trabalharmos com tecnologias fechadas é esse mesmo…queremos ir para qualquer lado e estamos sempre agarrados a Microsoft!!

      cmps

  25. Trancelin says:

    Tenho Linux Mint instalado, mas tenho me deparado com alguns problemas com gestão de ficheiros (copy e move) especialmente para unidades de externas. De resto é pena não haver algo capaz de substituir o Office, existe mas não chega lá ainda! Pena…

    • @lmx says:

      desconfio que para dizeres isso se calhar nem 30% do libre office usarias!!?

      cmps

    • Cláudio Esperança says:

      @Trancelin: depende do que faças no Office. Exceptuando as macros com código especifico do Office, ainda não houve nada que eu precisasse de fazer que não conseguisse fazer com o OpenOffice/LibreOffice. No entanto, e principalmente no Writer, existem coisas que tenho muita dificuldade em automatizar no Office Word, principalmente na questão da automatização da seleção de estilos em diferentes áreas, bem como na utilização de campos ligados, coisas que nem duas certificações Microsoft no Office ajudam a resolver.

  26. Nuno says:

    e que tal um guia de instalação do Lubuntu? é mais leve que o xubuntu?

    Cumprimentos,
    Nuno

    • @lmx says:

      Boas…
      mais leve é, mas como se baseia no xfce, levas com montes de coisa do xfce…
      O lxde ainda é relativamente recente, teem se vindo a desenvolver esforços no sentido de completar o ambiente com ferramentas próprias, mas ainda não foi atingido esse objectivo…no que falta atingir, usam-se coisas do xfce, degradando um pouco a performance, mas de uma forma geral, deve ser mais rápido, mas mais simples!!

      cmps

    • Navyseal says:

      Sim é mais leve que o Xubuntu. A instalação não difere do Ubuntu nem do Xubuntu, é similar, o que muda é somente o ambiente gráfico.

  27. R. Campachi says:

    Gostei bastante. Acho que um texto para os iniciantes deveria ter sido evitado os termos em inglês, ou colocar uma legenda/glossário para os menos “antenados”.

    “out of the box”, “cuting edge”, “look and feel”, “tweaks”, “know-how”, “rolling distro”.

    Sem dúvidas, essa minha percepção não tira a beleza do artigo. Parabéns!

  28. Só para avisar says:

    Um erro no ubuntu:

    “Actualmente é a distribuição mais cpopular”

  29. jose maria marques says:

    uso o pinguy e gosto muito do aspecto 🙂

  30. m6 says:

    se o pplware não se importar, já agora aproveito e divulgo a distro linux de um amigo meu http://simbios.weebly.com/ 😀

  31. Kaian says:

    O Chakra está cada vez se destacando, os grandões que se cuidem :p

  32. maccgyver says:

    Boas
    excelente artigo. só uma pequena correcção. PCLINUXOS têm suporte para língua Portuguesa.

    Cumprimentos

    • Navyseal says:

      Sim, mas não traz outras línguas por defeito, só após a instalação é que podes modificar isso. A não ser que na versão mais recente tenham alterado o sistema, mas era uma queixa comum dos utilizadores.

  33. p. says:

    Muito bom artigo. Os meus parabéns

  34. compro o que é nosso says:

    e então o Caixa Mágica?????
    alguma coisa contra o que é português?!

    • Pedro Pinto says:

      O artigo fala das distribuições mais populares a nível mundial.

      • É verdade que fala das distribuições mais populares, mas se é para utilizadores experimentarem, principalmente iniciados, e na sua maioria serão portugueses, julgo que ficaria bem falar no Caixa Mágica.

        • Navyseal says:

          Abordei as distribuições mais populares a nível mundial e expliquei o porquê, que passa precisamente pelas grandes comunidades que possuem para dar suporte. Nada melhor que isso para ajudar os iniciados.

      • @lmx says:

        Boas…
        eu aqui fico meio dividido, embora não culpe o autor do texto, pois eu também falho!!
        Se por um lado é verdade que Caixa Mágica não é assim tão popular… , por outro também é verdade que foi instalada e está instalada em escolas, ministérios da justiça,NetBook Magalhães, etc, por isso acho que se pode dizer que também é popular em Portugal, a nível Mundial é que não(não sei se o magalhães que é exportado leva o Caixa Mágica com ele, se for ai então faz mesmo sentido, pois é uma das maiores instalações mundiais de linux).

        cmps

  35. João V. says:

    Bom dia, Podiam já agora ter falado numa distro Portuguesa 😉 apenas e só por isso 🙂 cump.

  36. Armando Monteiro says:

    Experimentem o Sabayon (baseada em Gento… mas tão simples como um Fedora).

    No entanto, se têm um sistema estável, com as aplicação que pretendem a correr bem…. não mexam.

    😀

  37. Vitor says:

    Que tal um artigo futuro apresentando somente distros “rolling” e instruindo os leitores quanto às suas diferenças?

  38. Ricardo Ruivo says:

    Bem esta relacionado com este assunto mas nao sendo bem sobre as principais distros de linux… mas sim sobre todas (bem quase todas) as distros de linux… é só ir e escolher…

    http://darkstar.ist.utl.pt

  39. Grifo74 says:

    Pclinuxos. É a primeira vez que vejo aqui mencionada esta distro que uso e recomendo a todos. Uma review detalhada era bom para dar a conhecer melhor esta distro.

  40. RS says:

    Boas.

    Sou utilizador de windows, mas já ando à algum tempo a tentar migrar para Linux, mas tenho tido alguns problemas com essa migração, pois tenho um Sony Vaio e depois de instalar a distro e os respectivos drivers da gráfica(nvidia) deixo de poder mudar o brilho do ecrã… Alguém usa Sony vaio que tenha encontrado a solução??? Ou alguma distro que funcione melhor com os vaios???

    Já utilizei Ubuntu, xubuntu, kubuntu e Mint

    cumps

  41. FB says:

    Houve uma distro que me custou muito a instalar, o FreeBSD, eram precisas muitas configurações, mas com algum esforço e pesquisa na net, lá consegui.

  42. monux says:

    – Como tenho minha pasta /home separada do restante do SO.
    Fico testando varias distribuições,mantendo meus dados pessoais.
    – Já estou baixando o OpenSuse 12.1 , que está disponivel.
    – No momento estou com o Linux Mint 12 RC e o Windows 8.
    – Para mim SO é diversão.
    – Cumps

  43. monux says:

    – Achei mais que justo de informar ao Pplware que :

    – Esta é minha primeira navegação pelo Opensuse 12.1.

    – Testando !

  44. Dank says:

    Tenho usado CentOS numa máquina que serve de servidor e tenho adorado.

  45. Miguel says:

    A única critica é não terem falado do CentOS.

    • Navyseal says:

      Tal com disse acima:

      A intenção era abordar as distro’s para uso como desktop (quer para users iniciados como para mais experientes), como tal tive que excluir o CentOS. Se o meu o objectivo tivesse sido um âmbito tão geral, sem dúvida que teria adicionado o CentOS na lista!

  46. Neyro says:

    E eu achei que o Mandriva estava entre as principais

  47. André says:

    Queria uma versão linux leve com GUI. Instalei a XUBUNTU e nao se arrasta muito bem..
    obr

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