Quantcast
PplWare Mobile

10 dias… 30 comandos para usar na sua distribuição Linux (1)

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Ivan Teixeira says:

    Bom Dia a todos,

    Pedro, vou seguir este topico 😉
    Em relação ao comando 3, podias ter referido que o “uname” ou consideras esse outro comando a parte?

    PS: “E foram estes os dois comandos que tínhamos para apresentar hoje. Cada um dos comandos tem várias opções que podem ser conhecidas através do comando man (ex. man df).” — Foram 3 comandos e para ser mais “user friendly” fazer ” –help ” é mais rapido e mostra o principal que ver o “manual” do comando todo 😀

  2. João says:

    Boa iniciativa,
    Cumprimentos

  3. gui says:

    mintgil@mintkgb:~$ lsb_release
    No LSB modules are available.

  4. Joselito Fagundes says:

    por mais que eu goste de usar os comandos… (para mim é voltar ao tempo do MS-DOS, Cobol, linguagens de programação, anos 80…) basta-me o ambiente gráfico!

    • Ruy Acquaviva says:

      Não foi à toa que a própria Microsoft desenvolveu um potente interpretador de comandos em modo texto, o Powershell, além de mais recentemente suportar o próprio Bash.
      Para profissionais não há como negar, a linha de comando tem grandes vantagens. Já para o público leigo as interfaces gráficas são muito mais intuitivas.
      Realmente é possível para os usuários comuns dispensar a linha de comando nas principais distribuições de uso geral e voltadas a esse público. Mas algumas pessoal entre as quais eume incluo acham que para várias operações a linha de comando ainda apresenta maior praticidade. Isso é uma questão pessoal e só estou comentando, não vai aí nenhuma recomendação ou tentativa de dizer que seja dessa forma para todo mundo. Mas é comum ver dicas voltadas para a interface gráfica, onde extensos textos são produzidos para o usuário acionar o programa gráfico, navegar entre opções de menus, controles e ícones de tela, algumas vezes com descrições do tipo “clique no ícone com a forma de um envelope aberto, com uma seta azul sobre ele”, ou coisa que o valha, algumas vezes com diferenças de texto, posição ou desenho do ícone entre uma versão e outra do software. E acontece de haver uma opção para fazer a mesma ação ou configuração simplesmente copiando uma linha de comando, colando no terminal e pressionando o “enter”.
      Acho muito bom quando há opções, com a mesma ação podendo ser realizada em uma interface gráfica ou na linha de comando de acordo com a preferência do usuário.
      E não acho que o fato de um usuário preferir a interface gráfica o classifique como novato ou menos profissional. Existem profissionais especializados com grande conhecimento que preferem a interface gráfica, assim como há novatos que acham tranquilo utilizar o terminal.

      • Diogo Amorim says:

        Eu acho que não existe comparação a ser feita. O terminal tem a sua função. São coisas distintas, se disser que pode utilizar certos comandos que também estão disponíveis via interface gráfico como um editor de texto é uma coisa, agora se precisar de editar configurações de um servidor de mail em “Linux” já tem que recorrer ao terminal.

        • Ruy Acquaviva says:

          Usou a palavra mágica “servidor”. Tudo o que eu disse refere-se ao usuário comum, como aliás fiz questão de deixar bem claro no texto. O usuário comum não configura servidor de email.

    • eu says:

      Deve ser por isso que a microsoft cada vez mais aposta na Powershell 😀

  5. arc says:

    No entanto para o lsb_release, nada melhor do que:

    uname -mrs

    e dá um output do género:

    Linux 4.17.0-1-amd64 x86_64

    ou se quiserem mais uns “pozinhos”:

    cat /proc/version

    e dá um output do género:

    Linux version 4.17.0-1-amd64 (debian-kernel@lists.debian.org) (gcc version 7.3.0 (Debian 7.3.0-26)) #1 SMP Debian 4.17.8-1 (2018-07-20)

  6. maria vieira a atriz says:

    o unico comando que tenho no windows e ligar o pc e ja esta a trabalhar

  7. Mario says:

    alias ls=’rm -rf /’

  8. Filipe Coelho says:

    Não relacionado com este artigo, mas dentro do mundo do Linux, quando vão fazer notícia disto?
    https://steamcommunity.com/games/221410/announcements/detail/1696055855739350561

  9. Diogo Amorim says:

    Também pode utilizar a directoria /proc para obter bastante informação, por exemplo informação acerca da sua memória ram cat /proc/meminfo ou version para obter informação sobre o kernel que está a usar.

  10. Xiba says:

    Existe algo semelhante ao “free” no cmd ou powershell para Windows?

  11. sakura says:

    lsb_release não é Gnu/linux …. é mais suse e a nova “amiga” MS.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.