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Trazer os jogos para a educação … já!

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Paulo Silva


  1. João Dias says:

    Também defendo esta política educativa. Sou professor de música e os meus alunos podem estudar em casa com alguns jogos que desenvolvi. Não são maravilhas do ponto de vista da programação e do design (não são a minha área), mas o que conta é que eles os usam e que a parte musical esteja correcta. Em resumo, qualquer professor deve investir um pouco na componente lúdica também para o estudo em casa…

  2. Ecchin says:

    What the.. I don’t even…
    LittleBigPlanet para professores?

    Sinceramente, acho que cheguei à universidade sem aprender nada. “Ah, e tal, isso é normal” Normal não. Não é normal terminar o secundário sem as competências certas. Jogos? Playstations e PSP? Fogo, eu até costumo ser liberal, mas acho que algo aqui está muito mal. Estão a injetar cada vez mais distrações no ensino!

  3. Elohim says:

    Este discurso do Ray Maguire representa tudo o que há de errado com a indústria dos videojogos. Existe um tempo para brincar e um tempo para trabalhar.

    Combinar esses dois é e será sempre uma decisão mais económica que lúdica. Uma criança deve aprender matemática (e outras) na escola e jogar e divertir-se em casa.

    Que palhaçada…

    • João says:

      Há um tempo para tudo, para estudar, para aprender , para brincar, para jogar. Que gente mais maluca que apoia estas ideias sem ter interesse económico nas mesmas, ou não andaram na escola ou vivem num mundo utópico, mas infelizmente cada vez mais real.
      Eu estou no ensino superior(curso de tecnologia) e a maioria dos alunos gosta de aulas dadas no quadro, com o professor a escrever.
      Só apoia estas ideias quem tem mesmo as ideias fora do sítio, ou então funciona a 0’s e 1’s. Acho que é de senso comum que não se aprende com estas fantochadas.

      • Ruaben says:

        tens razao, estou no 3º ciclo e prefiro ver o stor a escrever no quadro, mas quem somos nós para questionar a mentalidade de crianças crescidas 😛

      • artur says:

        utilizar jogos comerciais na sala de aula é um erro óbvio, mas e que tal simuladores dedicados? ambientes de realidade virtual imersiva ou não imersiva? já são utilizados na formação há uns anitos, e algumas (poucas) vezes na educação básica e secundária…

        e cuidado com os dogmatismos. a educação é um ecossistema complexo, não se reduz a uma única metodologia, teoria de aprendizagem ou modo de abordagem…

  4. rodmarcos says:

    Não concordo que devam já menosprezar estas ideias. Já há muito tempo que os jogos permitem ensinar e estimular novas aprendizagens.
    Vejam o caso dos serious games…

    Vamos ver que novo tipo de aplicações surgem 😉

  5. phixie says:

    Quantas vezes procuro jogos para o meu sobrinho (actualmente com 7 anos) e é raro encontrar algum jogo que lhe traga alguma coisa de útil… os jogos têm (ou devem ter) uma finalidade (também) educativa… A componente lúdica é importante , a diversão não deve fazer concessões ao aspecto pedagógico, mas deve-se aproveitar os jogos para ensinar ou treinar competências, desperdiçar isso é insensato…

  6. Aquilo que as empresas inventam para vender os seus produtos…

  7. Nelson Gama says:

    Algumas das profissões mais procuradas hoje não existiam há 20 anos atrás… Continuamos com métodos de ensino de há 200 anos…

    Se o ensino vai mudar? Já está a mudar… vejam o que as crianças de 4 e 5 anos hoje fazem com um computador ou uma consola de jogos mesmo sem saber ler…

    Há uma grande diferença entre aprender e ser ensinado, entre saber reflectir e decorar.

    Não tem nada a ver com facilitismo que o ensino hoje é… exigência mas com novos métodos.

    Os jogos no ensino, SIM, claramente

    • Vitor says:

      Concordo totalmente.

      Surpreende-me que haja tanta gente a criticar a aplicação de ferramentas interactivas didácticas (é disso que se trata no fundo) quando os métodos de ensino tradicionais mostram, cada vez mais, a sua inadequação aos tempos actuais.

      Independentemente de um possível e provável interesse financeiro, sou da opinião de que o sistema de ensino deve mudar, fazendo cada vez mais uso das novas tecnologias e neste sentido esta ideia parece-me interessante.

  8. Manuel Ferreira says:

    Em termos de jogos devo dizer que o Civilization me deu imenso jeito quer em história, quer em inglês…parece parvo mas é verdade. Na altura era um puto fiquei logo a saber os líderes todos das nações antigas, fiquei a saber muito sobre vários temas (as maravilhas do Mundo, o que significavam certos monumentos, certas invenções quem as tinha feito, etc) e claro tive que perceber inglês nem que fosse à força para conseguir perceber o que se passava no jogo.

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