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Novembro foi um mês difícil para as consolas… E a grande concorrência é o TikTok

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Zé Fonseca A. says:

    os jogos novos suckam todos, não milagres

  2. Gringo Bandido says:

    Qualquer dia os miudos já nem brincam com coisas físicas.

  3. Manuel da Rocha says:

    A razão para isso, é simples, e podem comprová-la, nos sites online.
    Antigamente, nós, pagávamos um jogo, chegava-se, a casa, colocava-se na consola e jogávamos. Hoje, paga-se, pela consola, pagam-se jogos e nunca somos donos deles. A qualquer momento, a empresa pode desligá-los e todo o dinheiro pago, desaparece.
    Daí que, quem joga, mesmo jovens, voltaram a comprar consolas velhas, comprando jogos, que podem jogar, sem perigo de pagarem e ficarem, sem jogo, nem poderem jogar, porque, a empresa desligou, o jogo.
    A Nintendo é o exemplo perfeito: viram isso, com a 3DS, em que jogos digitais, perderam milhões, de jogadores. Ao mesmo tempo, jogos físicos, continuavam a vender.
    Só que, fica, muitíssimo, mais barato e dá, muitíssimo mais lucro, jogos digitais. A Sony (e a Microsoft) avançaram para 100% jogos digitais, necessidades, de armazenamento e pagar, para subscrever, jogos, que, a qualquer momento, deixam, de poder ser jogados.
    É isso que tem afastado jogadores. Se se pagam 500 euros, pela consola, depois é preciso pagar 300 euros, por um disco rígido, extra, para poder instalar jogos, que se pagam 80 euros, para fazer, download de 350gb, que, funcionam, enquanto se pagam 65 euros, mensais. Se se para de pagar, a subscrição, parte online, desaparece. Mapas individuais, deixam de funcionar, até as partes secundárias, do jogo principal, deixam de poder ser jogadas.
    O mesmo para jogos, que se pagam 80 euros, joga-se e 6 meses depois, 100 euros, para poder conhecer, o resto da aventura. E os 65 euros, mensais, para poder usar, 100%, do jogo, que se pagou.

    • PML says:

      Não é ao calhas que o retro gaming está a crescer. Jogos divertidos em que os gráficos não são o mais importante, mas sim a jogabilidade. Mantêm o valor e, para jogar, basta ligar a consola e já está. Tudo a um preço relativamente justo.

    • Jose says:

      Subscrevo a 100%. Foi em cheio a sua análise. É de facto o que ouço nas gerações mais novas. Chegaram à conclusão que antes, apesar de algumas limitações era muito mais divertido. Hoje, nem há jogos para se jogar em família. É sempre vira-o-disco-e-toca-o-mesmo. Só que agora, nem disco temos. Perdeu-se muita liberdade e quase sem querer as pessoas notaram e estão a voltar para equipamentos que permitiam verdadeira diversão e liberdade de utilização: sem obrigações, publicidade e vigilância sem sentido.

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