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Análise ArmA II: Operation Arrowhead… A Guerra começou

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Paulo Silva


  1. EspoG says:

    Boas,

    Jogos de guerra é a torto e a direito, quando se fala de um jogo sem ser violento?

    Não tem saído jogo nenhum sem ser de violência ou ter que matar o Fidel Castro?

    Bom post, muito completo.
    Cumps

  2. Ruaben says:

    adorei.

    2º!!!!!!!!!!

  3. Jaime says:

    Um dos piores jogos na minha lista dos piores fps’s de sempre.
    Baseio-me nos jogos anteriores da saga, deixei de experimentar pois não valia a pena!

    Requisitos mínimos exagerados (jogo mal optimizado)
    Controlos debilitados (movimento e principalmente a mira)
    Missões em ambientes extensos sem guias para ajudar na progressão, criam um clima desorganizado e uma lenta progressão, tornando-se mais um jogo CSI em que temos de descobrir o que fazer do que um jogo de guerra…

    Muito mau, muito mau mesmo…é preferível o Operation Flashpoint.

    • Paulo Silva says:

      @Jaime

      Atenção que este Operation Arrowhead já traz bastantes correcções a alguns problemas detectados em ArmAII.

      No entanto, quando referes que tem requisitos mínimos exagerados, não posso deixar de concordar. Os requisitos são demasiado altos para a maior parte das carteiras. E com a agravante de apenas com os níveis em High é que se pode tirar todo o proveito do jogo.

      Quanto a sistema de movimento, pode-se dizer que tem algumas dinâmicas desnecessárias, como por exemplo para sair dum veículo ser necessário dar duas ordens distintas. No entanto, não detectei nada de anormal.
      Quanto à mira, atenção que traz melhorias assinaláveis.

      As missões têm sempre ao nosso dispôr dum sistema que nos indica onde devemos ir e o que fazer, e a distância em metros desse ponto. No entanto compreendo a tua critica pois por vezes acontece o jogo “confundir-se” em determinadas alturas e pedir algo menos real.
      De qualquer forma temos também o sistema de Tasks que nos permitem saber o que fazer, além do apoio dos nossos colegas.

      Em relação ao sistema de tiro e de colisões, o jogo parece-me bem feito, e por isso afugenta também alguns jogadores apreciadores de correr e disparar ao mesmo tempo (atenção que isto não é para ti, é para todos os leitores). Por exemplo, um tiro de sniper, com a mira no zoom máximo muito rapidamente acerta no alvo. O jogo é complexo, e muita dessa complexidade só se vai apercebendo ao evoluir no próprio jogo. Não é imediato … precisa de tempo e paciência para ser entendido.

      O Operation Flashpoint: Dragon Rising para mim foi um pouco uma surpresa (nem negativa nem positiva) pois trouxe uma nova dinâmica à série. Acabaram em grande medida os grandes confrontos com centenas de soldados no terreno para operações mais pequenas a roças as operações especiais. Mas concordo contigo quando dizes que é um bom jogo também, e com uma também ela forte componente táctica.

      Cumprimentos,
      Paulo Silva

  4. Bruno Fernandes says:

    Bem, dos jogos com mais bugs que já joguei, jogabilidade horrível, requesitos muito exagerados. Nem saí do porta-aviões (parte inícial).

  5. 3dK says:

    Boas.

    Para aqueles que seguem a saga desde o primeiro Operation Flashpoint, sabem que este jogo nao é do tipo CS ou Call of Duty Modern Warfare! É um jogo que é ate usado como simulador para tropas de alguns paises.
    É normal que muita gente tenha problemas em aprender a usar os muitos comandos que estes jogos tem permitido, em adaptar o modo como o jogo é jogado, pois ao contrario de outros titulos FPS, nao é linear.
    Nem acho correcto considerarem este jogo um FPS. Mas gente da Codemasters e 505 Games, devem é querer vender mais.

    Acerca do jogo em si, como ja foi mencionado, tanto da parte de Codemasters (OFP2) como de 505 Games (ARMA), os jogos sao muito pesados ao nivel de requisitos. Estraga muito a jogabilidade caso nao tenhamos uma boa maquina.

    Para mim os melhores titulos foram os primeiros OFPs, quando o estudio Bohemia ainda trabalhava para Codemasters.

  6. PJviana says:

    Para quando um jogo de guerra para matar americanos? Andamos sempre a matar os russos ou árabes! Ou será que os heróis são sempre os americanos como acontece com o capitão América! lol

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