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Tem certificados de aforro? Segurança das contas vai ser reforçada

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. David Guerreiro says:

    Se bem que é impossível alterar o IBAN online, obriga sempre a uma deslocação aos CTT ou a outra instituição que comercialize os CA. Se alguém tiver na sua posse a senha do Aforro net a única coisa que pode fazer danosa é resgatar os CA, nada mais.

    • says:

      Só mesmo nos CTT ou nas lojas do cidadão com serviços do IGCP. Tendo em conta que as lojas CTT andam com os horários miseráveis e muitas fecham na hora de almoço (e no meu concelho todo só há 2 lojas CTT), o tuga médio está lixado. No meu caso, ou falto algum tempo ao trabalho ou tiro um sábado para fazer 50kms e ir à loja do cidadão mais próxima a ver se me atendem.
      Num país em que temos cartão do cidadão, chave móvel, assinatura digital mas temos de ir aos CTT tratar de uma porcaria do estado que é o mesmo que disponibiliza os outros serviços…. parece um país de atrasados.
      Há cerca de um mês enviei um email para o IGCP sobre o assunto e, obviamente, não responderam.

      • Manuel da Rocha says:

        Se não tem 500000 contas e abre 4000, por ano, o seu IBAN será o mesmo, de quando abriu a conta. Além de que, se não é, também vai precisar de ir a um balcão, do IGCP, para validar dados, e assinar, para poder receber, os seus certificados, de aforro, que já tenham vencido.

  2. CuMuna says:

    Segurança nos organismos do Estado? Piada do ano.

  3. Mais um says:

    Podem estar quietos, que de banha-da-cobra e cheiro-de-unto já deixei de ser consumidor. Nem que a vaca tussa, torno a ter dinheiro aqui. Agora, como já não estou em idade de trabalhar e amanhã irei de pés para a frente, invisto em acções da caixa registadora de empresas que me vedem produtos importados, relógios, vinhos, aguardentes, telemóveis, …
    Portugal é problema desses abexins que aqui caem de paraquedas todos os dias e que eu vejo em filas intermináveis na Azinhaga dos Ulmeiros/Alamenda Mahatma Gandhi.

    • Manuel da Rocha says:

      Boa sorte. Ou ganha 50000 milhões, como lucro, ou paga 300000 euros, mais o que tenha investidos. E pode ir, para as redes sociais, vender, o seu livro “Como perdi 50000 milhões de euros, que tinha, de lucros, de ter investido 800000 euros, que ganhei, do trabalho.”

    • Mário says:

      Quando o estado não garantir certificados de aforro, as tuas ações já nem para papel de jornal servem.

  4. Manuel da Rocha says:

    O IBAN já é assim, desde 2004. Abri conta, em 1999. Como só tinha 1 certificado, até vencer, não lhe mexi. Quando abri, a conta, já me foi pedido o comprovativo, de NIB, com nome do titular, da conta, emitido pela entidade bancária. Até, no banco, tiveram de perguntar, pois diziam que o documento, do homebanking dava para isso… só que não tinha o nome, não foi aceite.
    No caso do NIF, a validação é feita pelas finanças. Em qualquer caso, no momento de abertura de conta, cabe, ao funcionário dos CTT ou instituição bancária, conferir a informação, a partir do cartão de cidadão.
    As coisas que podiam mudar era aceder, pela CMD (com é possível, pela CGD) para validar documentos e deixarem de pedir o comprovativo, de profissão. Este último nunca devia ser necessário, para qualquer instituição bancária. Quem quiser conta ordenado, no requerimento, teria de entregar, esse comprovativo, se não é para isso, o RGPD devia proteger, o cidadão, do marketing, de o banco (e todas as empresas associadas) terem acesso à profissão, do cliente, comprovada por documento legal, o que não é necessário, para os aforros.

  5. Joao Ptt says:

    Prescrição de certificados de aforro e tesouro no valor de 1.174 milhões de euros.

    Isto parece óptimo para o Estado! Potencialmente 1.174 milhões de euros extra que pode ficar para o Estado.

    Melhor, mesmo, seria todos os que têm os ditos certificados em papel destruí-los, para que o Estado em última instância possa ficar com o dinheiro. Os certificados digitais acho que só mesmo encerrando a conta bancária associada à conta para que o Estado não consiga transferir o dinheiro e assim possa também ficar com o dinheiro.

    Desta forma seria uma espécie de dinheiro grátis para o Estado.

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