PplWare Mobile

Há mais um país a preparar-se para multar os utilizadores de IPTV pirata

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. David Guerreiro says:

    As vendas de VPN vão disparar na Suécia

  2. Sou humanoNaoOcidental says:

    Compreendo que haja uma luta contra a ilegalidade em vários setores no entanto faz-me confusão que esta luta contra a ilegalidade seja numa área que não tem tanto impacto como na área bancária/financeira, na área de alimentação, na área da construção, na área das drogas, na área do armamento, na área das despesas públicas, na área da informação, na area fiscal, na área da saude e outras que existem por aí.
    O que me diz da sociedade em que estamos inseridos?
    Que se ataca sempre pelo lado mais fácil e nunca pelo lado mais difícil e que tem mais impacto na vida das pessoas.
    Só a área bancária/financeira se houvesse uma regra mundial em que qualquer transação bancária eram possível rastrear todo o caminho efetuado pela mesma desde a origem até ao destino conseguiríamos baixar em muito a ilegalidade em vários setores.
    Haveria menos ultra ricos e haveria mais receitas para os Estados onde entao as pessoas não teriam de recorrer a IPTV com tanta frequência.
    É a minha opinião e vale o que vale.

    • Joaquim M says:

      Na minha humilde opinião a questão é um pouco mais profunda.
      Eu tento educar os meus filhos a terem apenas o que podem ter e o que o pai pode pagar. Se eu não posso ter canais desportivos simplesmente não tenho.

      • Sergio Ribeiro Fonseca says:

        Joaquim M, eu também faço o mesmo, mas não é tão linear já que há recursos que antigamente seriam maioritariamente em sinal aberto e raramente sinal pago (filmes, desporto), e agora quase tudo de jeito atual obriga a pagamento (= capitalismo extremo atual).

        Com isto quero dizer que:
        – quem vê muitos filmes e desporto, tem e deve pagar, já que não só o sinal é melhor, fiável e deve pagar direitos de autor
        – quem vê notícias, novelas e “domingão” continua a não pagar nada
        – mas……e quem esporadicamente gosta de ver um filme e um jogo de futebol do seu clube? E todos aqueles jovens ou idosos ou pessoas em países com muito baixos salários?

        Na Suécia e países com altos salários, não há desculpa; em países como o nosso e muitos outros, é irreal pensarem que é possível: TV por Cabo + Netflix + internet + só canais de desporto: 75€/mês só para “tv”. Atenção que as pessoas pagam uma taxa para receberem tv “TDT” / sinal aberto que, se meterem tv por cabo, continuam a pagar na mesma…

        Portanto, 75€/mês é um valor substancial se considerarmos que é 10% dum salário líquido de 750€/mês.

        • Manuel da Rocha says:

          Há maneiras mais simples, só que exigem conhecimento, que a IA não é capaz, de perceber:
          – Gosto de desporto. Até há época passada, vi 1 jogo, dos 3 grandes, na RTPi, gratuitamente (pago a taxa audiovisual), usando uma parabólica, de 50 euros e um receptor de 150:
          Vi, a maioria, das corridas, de Fórmula 1, sem pagar 70 euros mensais;
          Vi os jogos da NFL (futebol americano), sem pagar 95 euros, com 2 a 5 jogos, por fim de semana (que conseguisse ficar acordado).
          A parabólica pagou-se facilmente. Sim, são falados em alemão (posso dizer que ando a usar pirataria, pois são serviços pagos, pelos cidadãos alemães).
          Ainda vi 2 jogos, do Braga, na Liga Europa e o Santa Clara, em canais dos países, com quem jogaram, além de jogos alemães (esta época, a champions deixou de dar, nos canais livres).
          É limitado, não precisa de 10 biliões de apps, instaladas, funciona na tv, de 99 euros.
          É uma questão de perceber, o básico, e informar-se. Não vai ter 50000%, dos serviços, a 1%, do preço, como lhe vendem, online… é o que há, pelo preço justo. E já há, muito menos, devido aos lucros, das operações, de streaming e pessoal a pagar 500 euros, mensais, por esses serviços.

      • Profeta says:

        Joaquim estas certo mas tudo o resto que o Sou humanonaoocidentel disse passou-te ao lado ?

      • xocas says:

        Eu uso IPTV para ver TV normal dos países nórdicos. Não vejo desporto nem canais de filmes e tenho esses canais escondidos.

        Muitas vezes é a única solução possível

    • Manuel da Rocha says:

      Há 20 anos, dizia-se que “Internet a 1mbps chega para 99,99% dos clientes, reduzindo, a pirataria e poupando 80000 milhões, de euros, por semana, em operações europeias.”
      E porquê? Não havia 842 triliões, de equipamentos, ligados à internet, só na Europa. E não havia operadoras, de streaming, a ganhar 670 biliões, de dólares, por ano, a vender acesso, a séries, filmes e desporto.
      É deste equilíbrio que nascem as operações ilegais… e que, as operadoras pagam marketing, ao mesmo tempo que cobram 800 euros, a um cliente, residencial, mensalmente, que subscreve 30 pacotes, entre streaming e canais. Há 25 anos, para usar “internet profissional”, era preciso comprovar que existia empresa ou era profissional liberal, a cada 180 dias, ou passava para a versão básica, mais barata e bem mais lenta.
      E a ideia (que 98000 biliões de perfis, online defendem) do “se fosse mais barato, tinha 60000 milhões, de clientes, é falsa… demasiado falsa.

    • Zé Fonseca A. says:

      lol.. ainda não aprendeste o que é lavagem de dinheiro.. é possivel rastrear as transações bancarias mas eventualmente vais bater num muro num qualquer paraíso fiscal.. como fazes aí?

      • SouHumanoNaoOcidental says:

        Mais uma vez escrevo a dizer que isto é apenas a minha opinião e vale o que vale.
        A minha ideia, apesar de filosófica, é possível ser aplicada porque há exemplos reais da sua aplicação. A sua aplicação não depende da vontade politica, mas sim de mudança de pensamento da população em geral, que posteriormente influencia a vontade politica.
        O que quero dizer com isto? Que a vontade politica é consequência direta da vontade da população em geral e não do contrário.
        Primeiro tenho de introduzir algo que será mais do teor filosófico: como nos vemos a nós próprios, ou seja, como o ser humano se vê a si mesmo.
        E uma coisa engraçada é que a maioria da população humana vê-se como alguém bom, alguém que merece um lugar no céu, por assim dizer. É um facto estudado mundialmente.
        E as normas criadas pelas seres humanos têm como base esse conceito, ou seja, em que o ser humano, perante uma regra criada para normalizar as relações entre nós, que o mesmo vai cumpri-la de livre vontade. Mas isso não acontece.
        Temos um caso engraçado em Portugal que exemplifica isto: A introdução da obrigatoriedade de usar o cinto de segurança. Eu sou desse tempo.
        Na altura os taxistas não aceitaram bem essa regra e muitas pessoas não cumpriam com essa nova regra. Como não cumpríamos com essa regra veio a coima de 5000 escudos. Mesmo assim fomos teimosos. Para resolver o assunto de vez começaram a fazer paragens nas estradas e as pessoas a serem multadas. Assunto resolvido.
        Hoje atualmente usar o cinto de segurança, para a maioria dos condutores em Portugal, é quase uma coisa automática. Sei que ainda existe pessoas que não o fazem, mas a exceção a regra não implica que a regra não funciona para a maioria da população condutora ok?
        Este exemplo real, aqui em Portugal, é uma prova de que temos de mudar a ideia que temos de nós mesmos, ou seja, temos de pensar que afinal somos de facto um animal racional, que é muito egoísta, e que na verdade não gosta de cumprir regras.
        As regras têm de ser criadas com esta base (o ser humano não gosta de cumprir regras e faz de tudo para fugir delas) e no setor bancário, como referi em cima, temos de ser inflexíveis, ou seja, as regras têm de ser iguais para todos, e isso significa que não pode haver paraísos fiscais, que criam artificialmente vantagens competitivas, nem offshores, e que o trajeto de uma transação bancária tem de ser conhecida da origem até ao destino.
        Ao termos uma mão inflexível no setor bancário/financeiro automaticamente seremos também inflexíveis no setor fiscal que beneficia muito da ligeireza com que tratamos assuntos bancários.
        Vou mais uma vez pegar em Portugal. Segundo a AICEP em 2025 estamos no TOP 3 em termos de economia paralela, ou seja, a economia que não paga impostos. Esse valor é 24%. É um valor muito alto para um país pequeno como o nosso.
        Se tiverem duvidas do que escrevo façam a pesquisa no Google: “economia paralela em Portugal 2025” e vejam a noticia.
        Que isto tem a ver com a questão da IPTV e pirataria?
        Parece que são assuntos separados, mas acabam por ter uma ligação, porque na verdade recorremos a pirataria porque o salário liquido é baixo.
        O salário liquido é baixo porque os impostos diretos e indiretos que pagamos são a receita que o Estado precisa para assegurar serviços essenciais para toda a população que vive em Portugal.
        E aqui mais uma vez introduzo algo que precisamos de mudar na população em geral.
        Que pagar impostos seja algo nefasto quando na realidade é precisamente o oposto que devemos pensar, ou seja, pagar impostos é bom e que deve ser aceite por todos como algo positivo e que contribui para o crescimento/evolução da nossa sociedade (aqui já falo de Portugal claro )
        Espero que a minha teoria tenha feito sentido a todos.

        • Zé Fonseca A. says:

          Não podem haver paraísos fiscais? Sabes o que é um paraíso fiscal? É um país com controlo financeiro relaxado e baixos impostos, quem vai tomar conta desses países é obriga-los cumprir com normais ocidentais? E quem vai pagar e fiscalizar esse cumprimento?
          Essa cabeça é uma fantasia

    • Pedro says:

      E o que achas que algumas pessoas tentaram fazer com as cripto moedas?

      É descentralizar os bancos, e manter tudo em public record… A questão é que a lavagem de dinheiro, e o próprio povo comum não tem interesse em documentação digital… Começas a falar em euro digital, e é só grunhos a mandar vir. Quem não deve realmente não teme… O problema é que muita gente deve. Quase toda na realidade. Porque sempre que é “quer faturinha?”, a pergunta na realidade devia ser “autoriza-me uma fuguinha ao fisco?”

  3. Morty says:

    Houve uma época em que a pirataria estava em alta (ate havia muitos trackets tuga) depois apareceu Spotify e Netflix. O que diminuíram a procura por pirataria. Entretanto, os custos ficaram insuportáveis, o conteúdo muito dividido por várias empresas. 
    Os players de”IPTV” agora oferecem canais e streams de series e filmes, operadoras começaram a disponibilizar apenas internet, logo para o comum mortal vai ser o caminho a seguir. 
    Quem tudo quer tudo perde.

    • Sergio Ribeiro Fonseca says:

      Parece fácil mas não é, e na maioria das vezes quem fala de IPTV distorce muito a realidade. A maioria das pessoas quer ver TV / Filmes / Séries com canais portugueses e legendas em português. As IPTV que eu conheço e conheci no passado são de más a horríveis: a qualidade é medíocre e cada pouco tempo começam aos soluços ou congelam (e não depende da VPN nem Internet/Box); outras -baseadas em cardsharing- são muito boas mas cada vez são mais escassas e o valor não é muito competitivo.

      Por isso, se conheces alguma solução que cumpra os requisitos (canais PT e legendas em PT nas séries/filmes) avisa ou diz onde a encontrar, porque de facto entre o grupo de amigos e colegas, só encontram soluções “internacionais” e baixa qualidade…

      • Manuel da Rocha says:

        Aquele é dos que pagaram 800 euros, por 1 ano, no Kodi, para verem canais portugueses (os mesmos que existem nas operadoras, de cabo, no pacote básico) e tem, uma lista de filmes/episódios, que pode escolher, alguns com legendas PT (não BR!!! que 99,9999% são BR e o pessoal, como ele, nem dá por isso), acha que rende bem… até ao dia que 5000 euros, pela VPN e 800 euros, desapareceram, sem que se possa queixar e precise pagar 3000 euros, ao mesmo operador, para voltar a ter acesso, a serviço semelhante.

        • Morty says:

          Realmente pelo teu nome da para perceber o nível de inteligência xD
          Eu não falei de mim, falei no geral.
          Eu por acaso não tenho IPTV nem uso kodi xD, até tenho algumas subscrições, mas compreendo as pessoas que tem tais serviços

      • Zé Fonseca A. says:

        são muito atadinhos, há pelo menos duas dezenas de serviços com tudo em hd ou 4k com melhor qualidade de stream que a box lá de casa..
        serviços como strong e trex possuem todos os canais do mundo, ainda vod, encriptação de dados dentro dos servidores, nem sequer precisas de vpn para ligar às m3u, redundancia de CDN.. por 3€ mês encontras isso tudo.. eu tenho dois serviços mas não é pela pirataria é porque há coisas que mesmo legalmente não consegues ver estando em Portugal, e não dá outra alternativa a não ser iptv.
        o vosso conceito de iptv em cima de sites manhosos morreu na decada passada, o iptv hoje em dia é um imperio

      • eu says:

        tenho um amigo que te pode ajudar t.me/tvsilvateam

    • Manuel da Rocha says:

      NADA DISSO!!!
      1, em cada 5000 milhões, dessas IPTV, só possuem os canais portugueses, disponíveis, nas operadoras, de cabo (com o mesmo preço da ligação, à internet!) e filmes/séries, das operadoras de streaming, 99,999% com legendas, em brasileiro, pois a operação, não é, em Portugal, daí que os 30000 clientes portugueses, pagam 25 euros, mensais, não interessam, pois nem 1% são.
      E há a outra coisa, que tem sido habitual: abrem um servidor, gastam 5 milhões, de euros, em publicidade, nas redes sociais, arranjam 700 milhões, de receitas, em 3 meses, encerram, o servidor e desaparecem… clientes pagaram 100 euros, por 1 ano e ninguém os pode ajudar.

  4. freakonaleash says:

    Não uso nada disso até porque quase não vejo TV além do que passa à hora de refeição quase como apenas ruído de fundo…
    mas esta frase: “Isto representa um custo muito elevado para os titulares de direitos, uma vez que milhares de utilizadores não pagarão.”
    Quase que derramava uma lágrima…faz lembrar aqueles que dizem que comprar uma coisa não implica pertença sobre a mesma, logo qual o mal de piratear algo que nunca vou poder ter como meu mesmo que pague?

  5. Byte Bandit says:

    VPN? Mais vale comprar uma seedbox

  6. saposalhxoxo says:

    Mesmo sem vpn, multar utilizadores como? Como sabem que adquiriram o sevriço iptv ou apenas estão a ver “emprestado”?

    Isto é um disparate como todas as notícias que andma a encher a televisão e internet.

  7. M. says:

    Outra vez batata frita…

  8. Rui Almeida says:

    Eu denuncio toda a gente que usa iptv comigo não brincam! Vou jantar a casa de pessoal e se usarem e logo chamada para a polícia ! Adoro vê los a pagar multas

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.