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Evolução da COVID-19 em Portugal – Dashboard Interativo

                                    
                                

Imagem: dnoticias

Autor: Pedro Pinto


  1. jonasfreitas says:

    a projeccao exponencial é a correcta.
    infelizmente temos um pais da treta que ate nos numeros sao tanga a informar.
    tenho um colega em casa que esteve com uma pessoa infectada o dia todo sem saber, e o que o sns24 disseram foi para estar em casa. imagino quanto estaram na mesma situacao…multiplicando pelas familias que tambem estao infectadas…
    a alemanha fez analises mesmo a pessoas sem sintomas..aqui faz-se ao contrario….assim nao ha numeros tao elevados..é facil nao é? pais da tanga. preparem-se que vai bater forte daqui da uma ou 2 semanas.

    • Jorge Fernandes says:

      Olá Jonas,

      Em Portugal ainda não existe a capacidade de efetuar testes de despistagem à generalidade da população, logo é lógico que se deve restringir os testes a pessoas que não realidade podem estar infectada. Veja o número enorme de testes efetuados que deram resultados negativos… Até parece moda fazer teste de despistagem ao COVID19

    • Vilna says:

      Compreendo mas há que ter em conta que a DGS já divulgou o n.º de testes existentes em Portugal (público e privado) e simplesmente não chegam para testar todos os que deviam.

      Se a pessoa contactou a linha de apoio e fez bem deverá ficar em casa e recuperar lá. Apenas se tiver sintomas exacerbados e deverá receber apoio num hospital. Deverá fazer quarentena e toda a família.

      A quarentena e a recuperação em casa, quando possível, e necessária porque não há testes nem capacidade do SNS para todas.

      Pode ser lamentável mas é a verdade. Veremos se a coisa não descamba mas também é nosso dever conter.

  2. Jorge Fernandes says:

    Alguém me pode ajudar a colocar esta info num blogue alojado no WordPress?

    Obrigado

  3. NNunes says:

    O não fazer muitos testes ou em massa, é um erro muito grande que pode ser devastador. Os assintomáticas, representam em média 76 %a 86 % dos infectados e dois terços das contaminações. Há países a fazer em massa, porque assim evitam a propagação, bem como protegem os mais velhos. Se não temos testes devias ter enviado aviões a países que tinham para vender. Não percebem que assim a economia está a ser destruída em lume brando com gente contaminada por todo o lado e os números aumentam em vez de baixar. É assim tão difícil de perceber?

    • Jorge Fernandes says:

      É sim, tão difícil compreender. Nenhum país do mundo compreendeu! Não há nenhum país do MUNDO que estivesse preparado para esta Pandemia. É desonesto dizer que se deveria ter preparado – mandado aviões…

      • NNunes says:

        Homem, ninguém escreveu isso. O que defendo é Portugal adquirir testes e seguir as recomendações da OMS (testar, testar e testar). Como você acha que andam a aparecer contágios dentro de locais impensáveis, como lares em pessoas com mais de 80 anos ou casas de saúde, hospitais? São as pessoas que estão contagiadas sem sintomas, como pode acontecer a mim, ou a si ou mim. Acredite é melhor para a saúde, para a economia além de ser muito económico, fazer os ditos testes. Do que ter pessoas contagiadas em casa, que de um momento para outro abrem novas cadeias de transmissão. Espanha infelizmente já percebeu. Não vou comentar mais isto. Se não quer encaixar, nada a fazer. Procura a informação está tudo online.

        • Jorge Fernandes says:

          Oh Nunes, ou você não lê e ouve as notícias ou esta de má fé. Portugal está a comprar todos os testes que pode comprar, mais, o Laboratório Militar já está a criar testes. Mas existe uma falta desses testes em todo o mundo, não é um problema apenas de Portugal – é mundial! Não é possível seguir a indicação da OMS que bem refere se não existe capacidade instalada de o fazer. Até aqui o melhor teste é ficar em casa, para quem pode.

  4. NNunes says:

    *deviam
    🙂

  5. Dan32lx says:

    O ideal seria a infecção chegar a 60/70% da população, os países onde isto não acontecer vão com toda a certeza confrontar-se com uma 2ª vaga do vírus. enquanto não existir vacina, só a imunidade de grupo nos pode salvar.
    Se tivermos de ser infectados, seremos. Se assintomáticos… melhor! A melhor forma de proteger os mais idosos, débeis, fracos, e portadores de diversas morbilidades, é promover a infecção dos jovens e saudáveis.
    Pode ser controverso, mas é a forma de se atingir a imunidade de grupo sem elevado numero de fatalidades.

    • Luis Braz says:

      É que eu acho que terá que acontecer. Daqui a um/dois meses devem-se manter as medidas restritivas, mas apenas para a população de risco. Aliás, a população de risco deverá ter medidas de contenção mais apertadas. Se o resto da população ficar contaminada e não houver contacto, a transmissão à de risco será menor e no próximo inverno não teremos problema, porque já existirá imunidade comunitária. Caso contrário, preparem-se. Se não existir vacina até lá, no próximo ano teremos exatamente o mesmo problema.

  6. Vitor Silva Carvalho says:

    Olá, faço parte da equipa de desenvolvimento do site Covid19pt.info. Obrigado pelo artigo 🙂 Acabamos de lançar uma versão nova do dashboard que tem mais gráficos e dados de outros países do mundo.

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