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Europass: Já conhece a nova plataforma? Renove já o seu CV

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Diego Fonseca says:

    ainda não está pronto, essa é a percepção que tive ao usa a plataforma, fazem algumas semanas.
    problemas com navegadores, datas que mudam ao clicar nas opções, tive que entrar em contato com o suporte para tentar entender o que estava havendo e nem eles souberam explicar.
    fora que a versão de exportação é muito mais voltada para a visualização no navegador que a antiga que permitia uma impressão em PDF mais organizada.

  2. R says:

    Não encontro forma de conseguir importar o que tinha em word/pdf

    • Diego Fonseca says:

      Nem o word ou PDF, e tão pouco consegui com o backup que tinha na nuvem criado pela própria plataforma em xml

      • Carlos Martins says:

        Tb estou com o mesmo problema. O meu cv consigo abrir para editar, mas o da minha namorada não dá apesar do formato ser o mesmo, não entendo. Já enviei email para lá.
        É que assim sendo não tenho outra forma de editar o cv a não ser fazer tudo de novo….
        Alguém tem alguma ideia / solução para resolver isto?

  3. ZéBoss says:

    pelo menos já nao é aquele formato feio que era antes

  4. Miguel Oliveira says:

    O botão linkado direcciona para esta página do Pplware.

  5. diogo says:

    Pessoalmente quando entrevisto pessoas, ter o curriculo em formato Europass é um ponto negativo.

    • s_junior says:

      Bom dia Diogo,
      Desculpa a minha ignorância. Qual devia ser o formato ideal.

      • diogo says:

        Não existe formato ideal universal (essa é a grande falha do europass).

        Ler um CV Europass, deixa a idea de que a pessoa não se quer dar ao trabalho de escrever um curriculo que se adequa ao seu percurso profissional. Ou que o seu percurso profissional é tão banal que se encaixa perfeitamente num curriculo que pode ser gerado automaticamente preenchendo uns formularios online.

        Se eu tiver 10 CVs e 7 deles forem Europass – os outros 3 candidatos que se deram ao trabalho de escrever um CV original para eles mesmos vão receber mais atanção.

        No fundo, a fase de entrevistas é a altura em que o candidato se tem de saber ‘vender’ e explicar o que o distingue dos outros candidatos. Um cv ‘cookie cutter’ como é o europass não é um bom começo para defender essa tese..

        • Diego Fonseca says:

          salvo o engano me pareceu muito BR rsrs

          mas…
          o EuroPass é um serviço destinado a Europa, usado por todo o mundo.
          e baseado no modelo europeu, até entendo o seu ponto, de se vender para uma oportunidade especifica. Mas na europa de modo geral a história é valorizada, e isso se reflete na maneira como recrutam.

          em todos os processos que participei, o recrutador fez questão de perguntar ou mencionar TODAS as minhas experiências, inclusive um me chamou atenção, pois no meu linkedin continha uma, que não aparecia no meu CV.

          no Brasil temos esse conceito de expor apenas as experiências relevantes para a vaga, em Portugal (minha exp) é relevante a sua trajetória até aquele ponto.

          abraços

          • diogo says:

            Diego. Nao tenho conhecimento da realidado do Brasil. Estava a falar da realidade europeia. Sou de Portugal e trabalhei em Portugal, Alemanhã e atualment no Reino Unido.

            Nada o Impede de colocar exatamente mesmo conteudo no CV e no Europass. O que eu estava a dizer é que o simples facto de utilizar um template para o CV o desvaloriza.

            Nas minhas experiencias nas varias empresas (e paises) o europass tem sempre uma conotação negativa (de slacking off).

            Na minha empresa atual, eu participo nos rounds de entrevistas de recrutamento e a situação é a mesma. Mais ainda: os candidatos com CV europass, nas entrevistas presenciais acabam por confirmar as suspeitas que o europass levanta…

        • jaugusto says:

          Não entendo existem gajos das empresas de recrutamento que quase exigem o europass porque encaixa dizem melhor no software que eles tem para guardar e pesquisar candidatos?

          • diogo says:

            Na situação de empresas de recrutamento é exatamente como diz Jaugusto.

            É preciso relembrar que tu como candidato, ao enviar um CV formatado de forma standard para essas empresas de recrutamento estas a facilitar-lhes o trabalho. Nao têm de manualmente inserir o conteudo do teu CV na base de dados.

            Mas por ser mais facil de processar para as empresas de recrutamento, não quer dizer que seja melhor para as empresas que defacto fazem a contratação…

            A diferença é que uma esta a avaliar a aptidao do candidato para se juntar à empresa. A outra quer minimizar os custos de operação.

            Uma empresa de recrutamento tem as seguintes tarefas:
            1-Receber CV
            2-Processar CV
            3-Enviar CVs relevantes aos seus clients (empresas que querem contratar)
            4-Coordenar entrevistas
            5-Finalizar o processo de recrutamento.

            Com um CV standard o os passos 1, 2 (e em certos casos 3) podem ser totalmente automatizados.

            O que é bom para a empresa de recrutamento, não é necessariamente bom para o candidato.

    • Tiago says:

      Diria que depende muito da empresa que nos estamos a candidatar. Se se tratar de uma grande empresa ou de uma multinacional, sem dúvida recomendaria o europass. Muito mais se se trata de uma profissão para cargos não criativos, como por exemplos cargos técnicos qualificados.

      O intuito de um CV não é apresentar a personalidade de um candidato, para isso existem as entrevistas, apresentações, portfólios e os testes psicotécnicos. Caso contrário teríamos CV com colagens, perfumes e desenhos. Um CV é uma apresentação de qualificações que se quer transparente, profissional e to the point.

      Ao fazer um CV homemade, corre-se um grande risco de se dar um aspeto pouco profissional, pois obriga-te a escolher uma estética não neutra que pode não coincidir com a empresa. Além disso corremos o risco de nos esquecer de incluir informações importantes ou incluir informação irrelevante. Se todos os CV forem diferentes, imaginem o tempo que uma grande empresa que recebe milhares de CV perdia para encontrar a mesma informação. Muitas até já têm formulários online de submissão de CV para não perderem grande tempo a procurar a informação no CV.

      Basear o nosso trabalho em normas, modelos e recomendações de instituições relevantes nacionais ou internacionais é sempre uma mais valia. Não vale a pena perder tempo a inventar a roda … a roda já foi inventada. Não só é uma prova que conhecemos o meio, como é uma garantia de qualidade da informação passada. No fundo estamos a facilitar o trabalho de quem nos lê e a transmitir a informação que não gostamos de perder tempo ou riscos de forma desnecessária. Apresentar um CV homemade passa uma imagem de que a pessoa não se preocupou em perder um bocado de tempo à procura de como se faz um CV.

      • diogo says:

        Ok, então boa sorte..

        Btw: Nao sei se isto se aplica mais ou menos para profissionais criativos, mas no meu meio, (software) um CV Europass é ignorado.

        Um CV homemade não tem de mostrar a personalidade do candidato, apenas demostra que o candidato se deu ao trabalho de fazer algo à sua medida e que o ajuda a realçar as partes mais relevantes a sua experiencia e que o destacam da competiçao.

        Em relação ao que diz:

        “Apresentar um CV homemade passa uma imagem de que a pessoa não se preocupou em perder um bocado de tempo à procura de como se faz um CV.”

        Pense que é exatamente um contrario. Quem nao sabe fazer um CV preenche o formulario do europass..

        • Tiago says:

          E por acaso tive sorte. Ou melhor não foi sorte, foi esforço, dedicação e formação.

          Se um candidato “perder um bocado de tempo à procura como se faz um CV” iria ver que existe um template da European Union. Completamente desnecessário inventar algo, com o risco elevado de se espalhar ao comprido.

          Temos claramente uma diferença de opinião, muito provavelmente porque trabalhamos em realidades muito distintas. E não existe mal nenhum nisso, apenas vem mostrar que não existe one size fits all.

          Um abraço.

          • diogo says:

            “Ou melhor não foi sorte, foi esforço, dedicação e formação.”

            Lá está. É exatamente isso!

            Quando eu vejo um CV handmade o que penso é que o candidato extendeu o esforço e dedicação que teve no curso e vida profissional a esta nova fase em que está à procura de uma nova oportunidade.

            O Europass é cookie cuter, e o candidato será apenas “mais um”.

            Contudo, estou de acordo que se nao se souber fazer um CV (na minha opinião algo fundamental) mais vale fazer um europass…

    • Tixico says:

      Se é o ponto negativo porque é que somos ensinados, na escola, a fazer o europass?

      • Diogo says:

        Hmm.. não sei se esta mensagem é irónica ou não… Portanto deixo só uma questão:

        Acha que a escola prepara bem os alunos para o mundo real?
        (Esta questão até se podia fazer para algumas faculdades…)

        • Tixico says:

          Isso depende da escola e dos professores que tiveste. Não sei em relação a si mas no meu curso, felizmente, tive professores que fizeram o trabalho que tinham a fazer.
          E não a mensagem não é irónica, a escola tem o dever de preparar os alunos para o mundo profissional. Se ensinam a fazer o europass por alguma razão será, agora se o europass é um conceito ultrapassado e devia de se ensinar a fazer os CV de outra maneira já parte de quem faz os programas de estudos.
          Mas também lhe digo uma coisa, se está na posição de contratar alguém e dá mais valor ao “aspecto” do CV em vez do conteúdo, não acredito que seja a melhor forma… Mas cada macaco no seu galho e cada um faz as coisas como acha corretas.

          • Diogo says:

            Discordo, a escola é em geral um mundo paralelo onde as crianças aprendem lirismos como “podem ser o que quiserem” / “o que interessa é ir para o que gostam” etc. E onde os conteúdos lecionados estão desatualizados pelo simples facto de que se demora anos com burocracia para atualizar um currículo escolar .

            Pessoalmente não quero saber do aspecto do currículo. Até podia ser as bolinhas.

            Mas o facto de se usar um Europass é simplesmente tomar o caminho fácil e rapidamente destrói a credibilidade.

            Eu não acho normal que uma pessoa que trabalhe e se esforçe acima da média do resto da população (ou das pessoas da sua área) para se destacar dos demais candidatos chegue a última fase da etapa, a etapa em que tem de se vender à empresa e decida: ‘Bem depois destes anos de esforço para ser o melhor acho que vou utilizar o Europass como documento de candidatura’

  6. s_junior says:

    Gostaria que o linkedin exportasse no formato do europass

  7. rob says:

    diogo, se faz entrevistas e se encontra na área de software, primeiro de tudo deve rever essa gramática, pois corre o erro de o entrevistado saber escrever melhor que o entrevistador. 😉 infelizmente, hoje em dia está a tornar-se um hábito, aquele que é colocado como entrevistador a maioria das vezes, o entrevistado sabe mais que o próprio entrevistador. Quer seja handmade, quer seja automático, o problema muitas das vezes, é que nós candidatos somos entrevistados por calhaus que foram lá colocados por outros calhaus. Enfim

    • Diogo says:

      Cá está o ad hominem..clássico.

      Como disse, trabalho em Londres pelo que as minhas entrevistas são em inglês…

      Mas por acaso não sei onde entendeu que sou melhor que os outros…

      • rob says:

        Ad hominem por acaso não, porque a crítica/argumento é mesmo para si, pelos seus textos acima escritos, nada leva a entender falta de humildade, nada. Um cibernauta se tem uma opinião diferente da sua qual é o problema? Por acaso concordo inteiramente com o Tiago e sei como funcionam as coisas, porque lá está, mesmo por detrás de multinacionais ou micro-empresas, aquilo que nos dá um certo ânimo mesmo nas entrevistas, é de que no mundo em que vivemos ainda existem pessoas humildes, mas você nas suas respostas “humildes” demonstra que só a sua opinião é que conta e sarcasticamente desejando-lhe “boa sorte”.. chama-se a isso super ego.

        • Diogo says:

          É de facto ad hominem porque eu expus uma ideia e o Rob, para desacreditar a ideia, atacou a forma como eu a escrevi.

          (A critica à escrita é valida, peço desculpa, mas a ideia mantém-se)

          Não foi sarcasticamente, foi de forma bastante sincera que desejei boa sorte porque sei a forma como quem submete um CV Europass é ‘ignorado’ pelas empresas em que trabalhei e trabalho. (na minha opinião com razão)..

  8. Daniel says:

    Eu dou suporte a recrutamento e quando vejo CV’s Europass fico de pé atrás.
    Não é que ache que a pessoa que usa Europass seja preguiçosa, simplesmente o Europass é extremamente mau.

    E é mau porquê?

    1) Demasiado genérico, um lugar-comum.
    Isso, só por si, causa aversão à pessoa que abre o CV.

    2) Associado a maus perfis.
    Muitas das vezes o perfil da pessoa que enviou o CV em Europass pouco tem a ver com o perfil pretendido, o que acaba por gerar uma associação entre mau candidato/Europass muito grande… e a aversão referida acima aumenta.

    3) O CV é uma ferramenta de marketing que tens à tua disposição.
    Recruiters, e/ou pessoal que ajude no recrutamento, têm imensos CV’s para ler. Se não consegues captar o interesse de imediato com um CV que prenda a atenção ao ponto da pessoa querer activamente encontrar o que lhes é essencial, então acabaste de desperdiçar essa ferramenta de marketing por ser demasiado genérico e comum.

    4) Mal estruturado.
    Se por acaso o recruiter não se cansou de olhar para o teu CV genérico nos primeiros 2 segundos, provavelmente perderá o interesse ao não ter a informação necessária estruturada de forma lógica que transmita de imediato a “xixa” que tanto se espera.

    5) Afirma-te como aborrecido e sem motivação.
    Podes não ser aborrecido e podes ter toda a força de vontade do mundo, mas ao usares o Europass é isso que estás a anunciar à empresa: não tenho força de vontade nem para fazer um CV que tente sobressair minimamente. Como é óbvio, é mau indicador sobre qual a tua atitude e motivação na candidatura.

    6) Secções irrelevantes.
    A arte de encher-chouriços (escrevi esta irónica frase de propósito pois, tal como as secções irrelevantes dos CV’s Europass, também esta frase é para encher-chouriços).

    O Europass sugiu em 2005, numa altura que não havia nada. A intenção foi boa mas actualmente está a ser mais negativo que outra coisa.

    No meu caso a pessoa que lê o CV sou eu e outros como eu: somos as pessoas que desempenham as funções para o qual concorres (ou somos responsáveis por elas).
    No caso da empresa onde trabalho a equipa de recrutamento está-se a borrifar se o teu CV é Europass ou às florzinhas, nem sequer quer saber se fez parse para a aplicação de registo correctamente pois nem o lêem. Somos nós que damos o ok/nok a uma chamada de screening, e só nessa altura é que o recruiter irá prestar atenção ao teu CV, contextualizado com o input que demos quando filtrámos a tua candidatura.

  9. Filipe Hilário says:

    Grande bosta. Antes importava e actualizava o meu CV com grande facilidade.
    Agora é para esquecer.

  10. Vera says:

    Boa noite. Depois de ter digitalizado e anexado os certificados, eles não constam (ou não são visíveis) no cv guardado na biblioteca?
    Alguém teve a mesma situação? Alguém sabe como resolver?
    Obrigada
    Vera

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