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Dicas: como sobreviver no comércio online

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Maria Inês Coelho


  1. Fox says:

    Falta aí outra dica:
    Não aderir ao KuantoKusta e assim evitar em entrar em competições de preços baixos e prejudicar as margens de comercialização da empresa. Muitas empresas entram nesta competição e trabalham para aquecer com margens de comercialização ridículas. Quem ganha sempre é o KuantoKusta que ganha sempre a sua comissão por clique.

    • Gusmão says:

      Concordo plenamente. No meu entender existem outras formas de promover as lojas online.

    • rui says:

      Só dizes disparates. Nenhum consumidor quer saber das margens que as lojas ganham. De certeza se vires o mesmo computador que custe mais 100e numa loja que numa outra, não vais comprar o mais caro só para dares um lucro maior a essa loja.

      • Fox says:

        Rui aqui as dicas colocadas são para as empresas e não para os consumidores. Por isso não é disparate. O consumidor quer lá saber… quer é comprar barato, se comprar a preço de custo melhor para ele. Mas a nível empresarial a coisa é bem diferente.

      • Rui says:

        Caro Rui. Falas assim porque não secalhar não és comerciante. Concordo plenamente com o FOX. Aderir ao kuantokusta é um erro por parte das empresas, pois a margem desaparece!!

  2. Nelson says:

    O KuantoKusta não tem muita culpa, é apenas um motor de indexação de preços.
    A culpa está nos preços que os comerciantes praticam.

    É a mesma coisa que culpar o Youtube pelos videos ofensivos que os utilizadores metem lá.

    • Fox says:

      Claro que ninguém obriga as empresas a irem para o KuantoKusta mas quem lá entra depois depara-se com uma espiral de baixa de preços tóxica para a empresa. Para aparecer em primeiro tens que andar a brincar com margens de 3% a 5% e agora diz-me qual é a empresa que paga as suas contas com margens desse género. Para o consumidor é tudo muito bonito agora para as empresas…

      • Nelson says:

        Nisso tens razão, já fiz muitas lojas de electrodomésticos online e eles metem essas margens nos produtos, mas isso é porque eles não tem trabalho quase nenhum.
        Os produtos inseridos no site, geralmente vem automaticamente pela API do distribuidor.
        Eles recebem a encomenda e no final do dia vão ao site da distribuidora, e esta encarrega-se de enviar ao cliente final.
        Ou seja, eles não têm trabalho quase nenhum, daí poderem trabalhar com essas margens, só precisam de preencher um formulário no final do dia com os produtos que precisam e para as moradas dos cliente.
        Mas esses nas lojas físicas tem o preço recomendado na marca, online é que não.

        • Gusmão says:

          Isso de não ter trabalho quase nenhum é extremamente relativo…
          Mesmo que essas lojas apenas trabalhem com marcas cujos preços e conteúdos venham por via de importação (independentemente do formato) garanto que continua a existir muito trabalho por detrás…
          Uma loja cuidada (existem poucas a nível nacional) tem de fazer a revisão dos descritivos (mal traduzidos), rever as imagens (ao ampliar ainda fica pior), gestão de stock, verificação de produtos que já não existem, atenção às disposições legais (alteram com alguma regularidade), entre muitas outras tarefas.
          Depois há ainda que fazer a gestão dos envios e a respectiva marcação da recolha, devoluções, a disponibilidade do artigo e se a loja trabalhar bem, tem ainda fazer o follow-up das entregas e das incidências…
          Quem se quiser meter a ter uma loja online não vá em que é tudo muito fácil, em alguns casos é bem mais complicado do que ter uma loja com porta aberta.
          Sei do que falo, pois tenho uma loja online há 6 anos que é referência nacional no mercado em que opero e posso afirmar que não é pelo preço que fidelizo os meus clientes (não estou em nenhum site de comparação de preços).
          Os clientes do preço são e sempre serão clientes pelo preço e não são minimamente fidelizados à empresa, sendo que o ganho por cliente vem essencialmente pela continuidade e não pela aquisição.
          Quem é minimamente gestor sabe que há uma margem mínima para qualquer negócio ser rentável (não é enriquecer), isto é, se quer pagar impostos, ordenados, aos fornecedores e demais obrigações… Lojas a abrir e a fechar são aos montes, depois o consumidor queixa-se que no online é “tudo” gente pouco séria…
          Para finalizar, no meu entender melhor que a posta neste tipo de sites, será um bom investimento em SEO e um pouco no Adwords (bem feito não é para todos) no início do site ou artigo e em campanhas específicas.

  3. Rui C. says:

    Há uns meses fui contactado para colocar a empresa no kuantokusta.
    Que ia aumentar as vendas bla bla bla, depois era comprar pacotes de cliques.
    O negócio é bom para o CLIENTE e para o kuantokusta. Agora andar a colocar margens de 3-6%, quando estou a ganhar 10%-15%% de margem!? Não obrigado.

    Só entra no site deles quem tem plafon para torrar. Porque está mais que provado que se tiveres um bom plano de marketing, apareces em todos as plataformas a um custo reduzido e com resultados visiveis.

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