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Pulseira dourada: urgência do Amadora/Sintra usa IA para reduzir o tempo de espera

                                    
                                

Imagem: Nano Banana

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Quem não chega de ambulância enviada pelo 112 – a única via a utilizar em casos graves e urgentes para ser atendido num hospital público -, é preciso esperar pela triagem. As pulseiras são dadas na triagem. O problema não é a cor das pulseiras em si – qualquer um percebe que há casos mais urgentes e menos urgentes. O problema é chegar-se, dão uma pulseira amarela, pergunta-se o tempo de espera: “Duas horas” … e depois passa a sete.
    Reli o post e não está explícito que – a pulseira dourada e o questionário no telemóvel – é adicional à pulseira azul/ verde/ amarela dada na triagem (a laranja e vermelha não tem).
    “A pulseira de triagem define a prioridade geral no serviço de urgência, enquanto a dourada ativa o questionário digital e plano gerado por IA para agilizar exames ou tratamentos antes da consulta médica”.
    Se conseguir reduzir alguma coisa no tempo de espera e que o doente não piore (ou morra) antes da consulta …

  2. Manuel da Rocha says:

    Se for, a usar, os algoritmos, da saúde24 e das enfermeiras, na triagem, vai piorar, ainda mais.
    No ano de 2024, em Novembro, surgiu-me uma infecção urinária, grave. No centro de saúde, fizeram o teste, à urina e ao sangue. Confirmaram que podia ser, uma de 5 hipóteses. Papel, para entregar, no hospital, com urgência. Chego lá, entrego, a carta, guardaram, registaram, fui, à triagem, pulseira amarela. 6 horas depois, dores terríveis, fui falar, com o segurança, sugestão ligue para a saúde 24. Foi o que fiz. Depois de meia hora, a tentar, lá me atenderam. Expliquei tudo, omitindo que estava, em espera, no hospital. Dizem-me para ir ao centro de saúde… já fui. Resultados são estes. Então que fosse ao serviço de urgência, do hospital mais próximo, já cá estou. “Então, não posso fazer mais nada, por si.”
    Lá fui falar, com a enfermeira, da triagem, mal me viu, branco, levou-me lá para dentro. Antibiótico e 2 horas depois, já tinha feito exames, dores passaram. 15 horas depois, de entrar, fui visto, por um médico, que achou normal, ter dores, “pois esperou, demasiado, tempo para vir, ao médico”. Isto ás 6 da manhã, do dia seguinte… debaixo de chuva, sem carro, sem autocarro, lá fui, a uma farmácia, comprar o xarope e antibiótico. 5 dias, passou tudo. 2 semanas depois, recebo uma mensagem, da saúde24 a dizer que tinha sido, bem atendido e encaminhado, para as urgências…

  3. Anung says:

    Independentemente dos sintomas ( dor na perna, cabeça, tosse, febre, etc…) digam sempre que não conseguem respirar e estão com falta de ar

    • L says:

      Podes dizer o que quiseres, se virmos que é treta levas pulseira verde ou azul.
      Aliás, até te podes prejudicar, porque vais ser encaminhado para uma área clínica do hospital devido aos teus “sintomas” que pode não ser a correta, é ainda vais esperar mais tempo

      • Max says:

        Facto é que se uns exageram nos sintomas, há outros, “os que têm receio de incomodar”, que dizem: “Isto não é nada” … mas é, alguma coisa se passa que os levou ao hospital.
        Há algum tempo, morreu um homem, sozinho, na urgência, à espera da consulta, depois de ter feito a triagem. Morreu de um enfarte, sem ninguém dar por isso. Era dos que “não queria incomodar”, segundo disse a irmã. Provavelmente na triagem, perguntaram-lhe: “Tem dificuldade em respirar? Tem dores no peito? Tem dificuldade em mexer o braço” e ele terá respondido como sugere a irmã, que lhe doía qualquer coisita. É preferível não omitir nada, mesmo que pareça pouco. É preferível exagerar que omitir.

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