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Verificação das redes sociais para atribuição de vistos para os EUA

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Este artigo tem mais de um ano


Autor: Maria Inês Coelho


  1. Tonhó da Silva says:

    Tendo em conta que tudo o que pomos nas redes sociais corresponde a 100% com a nossa forma de atuar na sociedade sem ser atrás de um ecrã, claro que sim!… not, estava a ser sarcástico!

  2. Helder Correia says:

    Claro que não corcordo, há tanto perfil falso, que podem interditar uma pessoa erradamente

  3. darth says:

    mas o atiradore nasceu nos EUS, nao? era americano, nao?

    tambem nao vejo o que esta medida vai evitar. basta ter um conta falsa, pensada para enganar. resta tambem saber o que acontece a quem nao tem facebook (como eu, nao quero saber disso para nada)

  4. Zaark says:

    Privacidade vs segurança, once again… Eu gosto da minha privacidade, mas acabo por adoptar uma postura mista tendo em conta o mundo moderno: sou contra a recolha de informações por parte de empresas com fins comerciais (publicidade dirigida, por exemplo), mas tolero a visualização das informações pessoais por parte de entidades nacionais oficiais para conferir, entre outros factos, que eu não ando a apoiar movimentos terroristas. Mais depressa este homem recebeu publicidade direccionada com base nos seus “gostos alternativos” do que os USA deram conta desses ditos “gostos”.

  5. Mario says:

    Sim, não vejo qualquer problema, assim como assim a informação já se encontra disponivel para toda a gente.
    Eu por mim estou descansado não uso as redes sociais (são um desperdicio de tempo).

  6. João says:

    Isto não se aplica a Portugal. Os portugueses não precisam de visto para entrar no Estados Unidos, em viagens turísticas, i.e., estadias máximas de 3 meses. É só preencher o formulário do ESTA.

    • Hugo says:

      O ESTA é apenas para isenção de visto, não está relacionado com a entrada no território. Na minha opinião deveria ser validada na entrada do território toda a informação que possa significar um risco para a sociedade. Apenas no momento da entrada física pode ser validada a autenticidade da identidade nos vários serviços.
      Para mim isto é mais uma mensagem para quem “gere estes serviços” garanta que os mesmos não podem sair impunes quando estão a ser utilizados para praticar terrorismo.

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