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UpSkill: Formação de 3000 programadores com salário de 1200 euros

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Compilador says:

    O pplware faz o seu papel de divulgação, nada a dizer, mas pergunto até ao Pedro Pinto, o que acha do marketing do programa em si? E dos objectivos?
    Se 6 meses chegam para se ser um “programador”, porque raio iria alguém para uma universidade passar no mínimo 3 anos, com uma media de 10 cadeiras ano, e com exames a todas as cadeiras e pagar propinas? Porque raio existem mestrados e até doutoramentos na area da computação?
    Será que o estado quer dar uma facada no ensino universitário?
    Será que a estratégia do estado, com este tipo de programa, é apostar na mediocridade?
    Uma ultima nota sobre os “salários prometidos”. Dizer que ficam a ganhar 1200€, que presumo brutos, é tabelar logo toda a gente nos 800€ a 900€ limpos mes.
    Adoro a estratégia de vender Portugal como o país dos salários miserareis.

    • Carlos says:

      Só que os 6 meses são meses de curso intensivo, onde basicamente programas das 8 da manhã até as 21h da noite. E se chumbares nem que seja num projeto / teste não podes mais estar no curso.

      Na faculdade em engenharia informática os primeiros semestres são cadeiras da treta , com cálculo e física, e outras matérias inúteis, e passas 3 anos entre aprender algumas coisas de programação e coisas que não terão grande utilidade como programador

      Já este tipo de formações ou bootcamps basicamente são apenas cadeiras práticas, onde tu programas o dia inteiro , aprendes novas linguagens e etc, ali não tens nenhuma cadeira inútil, o curso inteiro é te preparado como se estivesses no mercado de trabalho ou a trabalhar.

      Eu sei do que falo porque conheci as 2 realidades. Por isso um pouco mais de humildade e pesquisar Antes de falar seria bom para ti.

      Abraços!

      • oeuropeu says:

        Não é bem assim amigo, falo por experiência própria, também já pensei assim.
        Mas depois de trabalhar com alguns colegas sem formação superior, apesar de saberem programar dei conta que lhes faltavam outras skills, não chega só saber programar. Mas haverá excepções.

        Cumprimentos

      • Filipe Cerqueira says:

        Peço desculpa mas vou ter de fazer uma observação ao seu comentário. Um programador não é só bater código, é preciso ter muitas soft skill e muito raciocínio que só consegue obter com essas “cadeiras da treta”. Não digo que não existam excelentes profissionais com estes cursos de 6 meses, eu próprio conheço casos destes, mas por experiência própria, não são muitos os casos. Claro que até podem ser bons programadores, mas naquilo que aprenderam em 6 meses, agora mudam de linguagem, mudam de paradigma começam logo a patinar sem saber muito bem por onde pegar. Volto a dizer, um programador não é só bater código, é muito mais que isso, Sinceramente, é por pensamentos destes que vemos empresas com ordenados da treta, onde as pessoas são exploradas, acho que temos de mudar mentalidades.

    • Carlos says:

      Já para não falar que conheço pessoalmente pessoas que saem da faculdade e pessoas que saem de bootcamps de 6 meses, e a diferença entre programação entre os 2 é absurda, escusado será dizer que o pessoal de bootcamps é muito melhor

      • Jośe says:

        Que engraçado que és

      • Elio Pestana says:

        +1 … o objectivo tambem é um refresh de conhecimentos para quem não usa esas liguagens ou metodologias de low coding

      • oeuropeu says:

        Aquele velho populismo, conversa de trolha que diz que sabe mais que um engenheiro.
        Uma grande consultora, não precisa unicamente de alguém que andou 6 meses aprender a meter código, certo que vai ser preciso esse tipo de colaborador, mas salvo excepção é para isso mesmo exclusivamente meter código.
        Mas não se esqueça que quem andou na universidade aprendeu mais que isso, gerir equipas, gerir projectos, levantamento de requisitos, espírito critico, poder de analise…
        Há cursos com cadeiras de economia, gestão, contabilidade, para quando chegares ao mercado de trabalho, e estando numa reunião onde estão a debater um problema real para o desenvolvimento de um sistema o programador ter noção minimamente do que esta a ser discutido, ter uma cultura mínima de negocio.
        Claro que no bootcamp também podem aprender, mas não é em 6 meses que vão abranger todas essas áreas.
        Não é como dizes que na universidade tudo que não é disciplinas de programação é tempo perdido.

      • Renato says:

        @carlos lol esse comentário de que quem sai do boot camp é muito melhor do que quem sai da faculdade é para rir. Se for alguém que sai da faculdade e que estudou história, então sim apoio o comentário.

        • Diogo says:

          O meu melhor amigo tirou engenharia informática, e eu tirei um CET de programação de duração de 11 meses, fiz 1 estágio de duração de 2 meses, e se não fosse eu ele claramente não iria passar a muitas cadeiras, fiz muitos projetos para ele.
          E posso dizer que sabia de longe muito mais que ele, quando acabei o curso.
          Agora se não conheces ninguém que saiu de um Curso/Bootcamp, que possam comparar as skills, não venhas para aqui…

    • Tec says:

      Não sou licenciado, e tenho colegas que também não são, não tirei nenhum curso desses pois nunca achei necessidade.
      A empresa onde estou a trabalhar costuma abrir uma ou 2 vagas para programadores juniores para projetos mais básicos no iefp, se mostrarem as qualidades e a evolução necessária no fim do estagio é lhes proposto a possibilidade de continuarem na empresa.

      Obviamente não comecei a ganhar o valor que falam no artigo mas atualmente estou a ganhar mais e já tenho experiência suficiente para trabalhar por contra própria se me interessar no futuro ou procurar trabalho noutros lados

    • Pedro says:

      Um curso superior em áreas de computação é muito mais do que programação. É no fundo estudar matemática e lógica, estudar como funcionam as coisas a um baixo nível de abstração, o sistema operativo, redes e segurança. Nem todos os que acabam estes cursos seguem carreiras de programação e nem são necessariamente bons a programação. Acredito que bootcamps bem leccionados sejam bastante viáveis para 90% do que é expectável de um programador comum.
      Fonte: tenho mestrado em Eng. Informática

    • Binary says:

      Isto é uma iniciativa que permite duas coisas.
      1ª Preencher lacunas em empresas que neste momento não conseguem pagar mais por alguém mais certificado.
      2ª dar oportunidades de melhor income a quem programa (e alguns muito bem) e que nem passaram pela universidade, porque existem muitos por aí que são tão bons ou melhores que os que têm canudo.

      Claro que os cursos dão outras ferramentas, mas não quer dizer que alguns dos que não têm canudo não estejam ao mesmo nível, ou até acima (conheço uns quantos que dão cartas) Conheço inclusivé uma pessoa que é Vice Presidente de uma multinacional de renome (que por razões óbivas não vou referir) e que tem apenas o 12º ano.

    • Guilherme Tiago says:

      Tirares o curso de Engenharia de Software na universidade e fazer um curso de requalificação destes não são a mesma coisa. De longe!
      Por exemplo, há muito trabalho em empresas que não exigem níveis de conhecimentos de desenvolvimento de software elevados para serem feitos. Pessoas desempregadas que aprendam alguns conceitos podem ser aproveitadas para esse tipo de tarefas por exemplo.
      Um curso universitário ensinado como deve ser (e refiro-me a quem ensina e a quem aprende!) ensina-te a big picture quando é algo genérico como Engenharia de Software ou Informática (ou outros títulos que possam ter) e mais importante que tudo, ensina-te a pensar.
      Depois, saber programar e saber desenvolver software são coisas muito diferentes atenção. Não metam tudo no mesmo saco! Porque por mais que percebam de C#, ou Java ou o que for, se não tens o resto dos conhecimentos para te apoiar também não irás muito longe

  2. David says:

    Faço ideia os candidatos…

  3. zedascouves says:

    Por esse ordenado nem vale a pena queimar os neurónios.

    • David says:

      Quem não tem experiência é difícil melhor… Só procurando e negociando

      • ze says:

        Não é assim, hoje em dia até um perfil de suporte já ganha mais que isso no primeiro emprego, um perfil de desenvolvimento por menos de 1500€ brutos primeiro emprego considero mesmo ofensivo.

        • Guilherme Tiago says:

          Oh ze, não deves estar a par dos valores praticados no mercado em Portugal só pode xD

          • ze says:

            Guilherme, tenho uma equipa com 40 pessoas, se alguém sabe os valores praticados sou eu.

          • Guilherme Tiago says:

            Ah, não sabia que a tua equipa representava o mercado português. Peço desculpa. Vou dizer a toda a malta da área que conheço e que ganha menos que isso que claramente não estão a trabalhar em Portugal porque a equipa do zé ganha mais de 1500 😉

        • David says:

          Como não sei ainda como o mercado funciona, dai não ter conhecimento… Aprecio a tua forma como realças esse ponto.

        • Miguel says:

          Bom dia ZE , Olha que em Portugal é o normal até acima da media para começar falo por experiência
          Abc.

  4. AJ says:

    Mais uma idiotice deste governo que impõe cursos sem nenhum conhecimento de causa relevância ou seriedade.

    A questao não e se são 6 meses a questão e o q se faz nesses 6 meses de cursos apoiados pelos IEFP da vida e os Politécnicos que como todos sabem muitos estão a sofrer ultimamente pela baixa de financiamento e já não chega reter alunos. Inutilidade. Vi num comentário acima falar de bootcamps 12h por dia tbm já o fiz por empresas privadas não e estes cursinhos de chacha do IEFP cujo objectivo e ir buscar os novos fundos da UE sobre as profissões do futuro. Os IEFP a tipologia dos cursos com os professores q leccionam n tem nada a ver e n percebem nada da função que desempenham.
    Quanto aos salários sem comentários 1200 no início do artigo era garantido ,no fim já n era estimado. Estas prioridades da educação em portugal e muito pouco coerente.

  5. Blackbit says:

    “Programação Cobol” ? Sério?

    • iDroid says:

      Qual é o problema? Tenho um colega meu licenciado em matemática pura, mas que entretanto arranjou emprego como programador num banco e teve que aprender Cobol. É uma linguagem antiga mas ainda utilizada.

    • Elio says:

      Ao nivel de bancos e seguradoras… muito cobol e RPG IV preto e verde ainda tens… alguns so com uma camadinha de frontend web!!

    • Crow- says:

      Tendo em conta que a saída é para empresa de consultoria faz sentido, uma vez que eles trabalham com bandos e seguradoras.

  6. Fábio says:

    Só vejo pessoas a fazer do programa um problema.. Falem então das soluções.

  7. Fernando Araújo says:

    Independentemente de tudo, vai dar alguma formação extra a quem não a tem e com isso, novas oportunidades de trabalho. Depois só os contrata quem quer.
    Essa malta que diz que esses cursos não valem nada, parecem sentir se ameaçados com isso. Então, se o curso não presta e só forma profissionais medíocres, vocês não têm nada a temer já que têm um curso ” a sério” e como tal têm “muito mais” conhecimento.
    Há pessoas que não tiveram a mesma oportunidade, então vejo esta iniciativa com bons olhos

  8. Miguel says:

    Boa tarde, isto é apenas para levar alunos aos politécnicos, no fim fica uma minoria nas empresas e os que ficarem quando terminar o apoio do estado recebem uma miséria.

  9. Carreira says:

    Alguém que se tenha candidatado, já foi chamado a entrevista?
    Como está o estado da vossa candidatura?

  10. Aj says:

    Dou lhe um exemplo de uma empresa onde trabalhei….alunos que entraram nesse tipo de programas apoiados pelo governo 1 ano 1100€ base qd acabou o ano chamaram nos e disseram assim ” Adoramos o vosso trabalho a empresa quer continuar convosco e apoia los com progressão na empresa mas sabem que apartir de agora já n temos apoio do estado por isso o que vos propomos são 600€ de entrada mas depois vão subindo e progredindo brincadeirinha não?

  11. jedi says:

    Infelizmente existem empresas da treta que nem chegam a pagar 1200 € alguem com experiencia e com superior quanto mais alguem que nao tem experiencia professional e com este tipo de cursos.

    • jedi says:

      Acho engraçado, mas nao tem graça / piada nenhuma, é o IEFP juntar a isto, quando nos estágios profissionais pagam os mesmo quem licenciatura ou mestrado, que na minha altura o salario minimo era 500€ e estágio profissional ganhava brutos 700€.

      Agora quem fizer um estágio profissional pelo IEFP, nao deve ganhar mais de 900€ brutos.

      Agora vem este curso publicitar que quem o concluir vai ganhar 1200€,
      Ainda para mais as pessoas basta ter 12º ano. !!! LOL

      Nao devem conhecer a realidade das PME em Portugal, que são 90%.

      Ainda por cima existem grande diferentes entre o programas de JAVA e .NET , onde .NET tem component web (html e javascript) e no JAVA, nada.

      O que falta é ter formacao so em WEB me UpSKILL, que infelizmente muita faculdades e politécnicos nao olham a esta componente, em que teria HTML, CSS, JavaScript, PHP/ NodeJS, BD ( Mysql MongoDB).

      Nos USA, devem ser ao pacotes bootcamps em que se focam somente em vertente WEB.

      E existem em Portugal CET (Cursos especializacao tecnologica) em que toca nesta vertente.

  12. Francisco says:

    Gostei muito das opções geográficas das formações, adorei, mesmo LOL.
    Apoiar a desertificação do páis a 100%
    Isto sendo 1 programa apoiado pelo estado

  13. JL says:

    Esqueceram-se de descriminar a estimativa de 1200 pelos componentes de salário base, subsidio de almoço e despesas de deslocação. Estimo qualquer coisa como 635 € de salário base (salário mínimo nacional), 176,86 em subsidio de alimentação (em vale ou cartão refeição) e 397,14 € em despesas de deslocação (para a empresa pagar menos Segurança Social, Subsidio de Férias e de Natal/14º mês).

    Esqueceram-se de mencionar que nas entrevistas, os recrutadores perguntam qual a expectativa salarial de modo a ver se o valor fica abaixo dos estimados 1200 euros e assim poupar na componente de despesas de deslocação.

    Aos que decidam pelos referidos curso, recomendo apenas uma coisa, emigrem depois do curso.

  14. A Verdade says:

    Falam de tudo menos do que interessa: qualidade de trabalho, condições de trabalho e salário!! Acham 1300€ alguma coisa de jeito?! Já pensaram que muitas vezes estão a dar o litro para quem ganha 3000, 4000 ou 5000€?! E ainda enxovalham o escravo?! Pensem nisso!

  15. Crow- says:

    Está tudo a falar do vencimento sem noção…
    Então um gajo com o 12º e um curso intensivo de programação ia já começar a ganhar 2000/3000€ por mês? E recém os licenciados em engenharia informática?
    Pouco mais que isso era o que eu ganhava há uns bons anos atrás quando saí da universidade. Hoje ganho quase 4x mais. Não queiram tudo de mão beijada. A única forma de ter uma salário base superior só mesmo trabalhando no estrangeiro onde os vencimento base são superiores.

  16. Renato says:

    Nunca percebi bem esta questão de bootcamps de apenas meses que dão a entender que se estuda intensivamente um tópico e saem de lá com o equivalente a um diploma em engenharia informática. Parece que há um menosprezo pelo curso de eng. informática ao achar que 6 meses destes cursos equivalem às competências que se adquirem na faculdade. 6 meses na faculdade equivale a um semestre e basicamente o que aprende nesses bootcamps seria o que se aprenderia numa única cadeira de desenvolvimento web (por exemplo). Agora, não vamos misturar as coisas e dizer que é mais vantajoso tirar um curso destes “à pressão” do que ir à faculdade. Caso contrário mais valia fecharem já as universidades porque agora é possível tirar o diploma em 6 meses. Para além disso, não vejo este marketing a ser feito a outras áreas que há falta de profissionais. Porque não se fazem estes cursos intensivos para treinar enfermeiros e médicos, etc ? Já que há falta de médicos, não pode haver um boot camp destes de 6 meses para formar um médico? Obvio que não.. o que tem de ser bem feito leva tempo.

    • Compilador says:

      Mas há um certo bloqueio mental das pessoas. Assim que fosse possível um “médico” de 6 meses, as mesmas pessoas do tal bootcamp nunca iriam a tal médico, porque obviamente quando toca à saúde das mesmas e seus familiares, se calhar já vale a pena ir a um médico que tem de passar anos a estudar e a fazer exames com os seus pares.
      Mas como é possível ir ao um site, ou fazer até up apt num Ubuntu e instalar um compilador, uma máquina virtual um ide ou uma framework, mais uns vídeos no YouTube, já acham que isto é o todo da computação.
      Falta de conhecimento básico dá neste tipo de opinião.
      Pior é quando se diz que nos bootcamp se dá tudo a que interessa condensado, e que ninguém deveria ter análise I, II, III, estatística, alga e por aí fora, que é tudo tretas sem interesse para “programar”.
      Típico comentário dos estarolas.
      Como você diz e bem, há uma razão para os cursos terem o tempo que têm, é porque se tiverem menos retiramos conhecimento, simples.
      Computação é um mundo tão vasto, há tanta coisa para saber, tanta coisa que um excelente profissional numa área é praticamente um aprendiz noutra, e está gente faz um bootcamp de 6 meses e já está, porque é condensado.
      Faz lembrar aquele anúncio do Fary, que era super condenado e uma garrafa lava centenas de mesas espalhadas pela ponte Vasco da Gama.

      • Renato says:

        @compilador viva! Exctamente vens reforcar aquilo que afirmei. E esse ponto e outro que nao cheguei a tocar; aquele que diz que os bootcamps apenas se estuda o que interessa ao retirar as disciplinas de calculo, estatistica, fisica. Completamente bull shit. Um engenheiro tem a obrigacao de ter um leque variado de conhecimentos que, podem nao ser directamente utilizados, mas fazem parte do perfil. Por detras da computacao esta a matematica. Se removes a matematica da engenharia e como que tirar os fundamentos e principios que estaoo por detras.
        Usando o exemplo da medicina uma vexz mais, para que estudar 5 ou 6 anos se podes obter o equivalente com um curso de 6 meses tirados a pressao, em que se foca somente num topico. Antes de chegar a espcializacao o medico tem de adquirir um vasto leque de conhecimentos noutros campos.
        Como referi, parece estar a haver um descredito nas engenharias (especialmente informatica, as outras nao conheco) de tal modo que se acha que esses ditos bootcamps podem funcionar como equivalente.

  17. Luissm says:

    Por acaso até estava a pensar em fazer a formação em Python, por curiosidade, mas só tem em LX.
    https://upskill.pt/wp-content/uploads/2020/06/geografia-formacao-1980×618.png

    Deixo este artigo interessante https://towardsdatascience.com/20-predictions-about-software-development-trends-in-2020-afb8b110d9a0

    • Crow- says:

      Faz um curso de Python no Udemy por 9.99€ que aprendes o mesmo, em menos tempo, e o certificado tem praticamente o mesmo reconhecimento que o da UpSkill.

  18. PROG-Profissional says:

    Caríssimo
    Primeiramente verifico que poucos conhecem o universo aplicacionais existente no mercado português.
    Em segundo de perceber pouco também de que certa linguagens tem um universo muito mais seguros que outras, para além da evolução e maior facilidade de uso.
    Em terceiro só com o objetivo de esclarecer, o COBOL, por exemplo é uma linguagem que está no topo, pois possuo o COBOLObjeto entre todas as facilidades de desenvolver plataformas aplicacionais.
    Outro aspecto importante é que para formar um programador são precisos somente 2t0 hs de curso, com teoria e prática intensa.
    A questão aqui é justamente os salários, pois os pobres coitados que estão a sair de Bootcamps e ações de formação estão literalmente a ser explorados, enquanto outros mais experientes estão cada vez menos valorizados.
    Um fato IMPORTANTISSIMO e que desde que instituíram se empresas de Outsourcing, estás estão cada vez mais a expremer os salários e terem margens para somente gerir que trabalha ou não, e nao passam disso.
    Por outro lado os clientes acabam por ter muitos programadores de nível Júnior com baixa qualidade de trabalhos, pois os experientes custam bem mais!
    Assim está proposta teria uma mais valia se para além disso, apoiasse aqueles que estão no mercado, mas desempregados, pois de nada valerá colocar iniciantes e deixar os experientes desempregados.
    Abs e boa sorte para aqueles que entrarem nessa, e melhor ainda se descobrirem logo cedo que estão a ser explorados.

  19. PROG-Profissional says:

    250hs de formacao

  20. poiou says:

    O problema não são os cursos de 250 hora, é o desvalorizar dos restantes profissionais que já cá andam há uns anos.
    Se calhar é nesta altura que faria falta uma ordem.

  21. D says:

    Nunca leio os comentários destes artigos porque acho que é uma autêntica perda de tempo mesmo para quem procura encher saco. Se querem encher saco vão para o café beber minis.
    No entanto é o meu futuro que está em questão e decidi ler as opiniões e conhecimentos dos leitores.
    Em primeiro lugar gostaria de salientar que nunca me esforcei tanto para conseguir ler tão pouco. A vossa capacidade para escrever a vossa língua materna é mesmo muito reduzida e, caso estivesse aqui para encher saco, podia dar ou copiar alguns exemplos mas, uma vez que não me quero inserir nos 80% de lixo, não vou continuar a saga que vocês começaram.
    Mas enfim. Aplicando o princípio de Pareto (o princípio do economista, filósofo e sociólogo Vilfredo Pareto também conhecido pela “regra dos 80/20” ) de facto era de esperar que 80% da informação útil viesse de 20% dos comentários neste artigo.
    Existem 2 pontos muito importantes nestes cursos para quem, como eu, recebe o Rendimento Social de Inserção e tem mais 2 ou 3 apoios sociais para de facto não passar fome a partir do dia 10 de cada mês (uma vez que o subsídio é pago ao dia 22 de cada mês):
    a) Façam de conta que não existem faculdades nem universidades por um momento. Vão perceber que, tal como explicado por um amigo meu Finlandês e tal como explicado em 2 ou 3 comentários neste artigo, ele estudava Matemática por mais de 13 anos porque, com esta licenciatura, com os 3 mestrados e com o 2º Doutoramento que ele estava a fazer isto iria abrir a porta de qualquer empresa em qualquer ponto do mundo pela sua capacidade lógica fora de série. É óbvio que este indivíduo não sabe escrever JAVA, COBOL ou C mas vai conseguir aprender a fazê-lo em 1 semana.
    b) Agora vamos tentar fazer de conta que a Upskill não existe. Um amigo meu foi chamado pelo IEFP para concluir o 12º ano através dum curso de Gestão de Redes ou um curso semelhante. O curso tem uma componente teórica e uma componente prática. Mas vocês acham que ele estaria a receber 2000€ brutos por mês sem trabalho de casa? Acham mesmo que é a licenciatura, o mestrado ou a Upskill que vos vai dar a oportunidade de receber mais?
    c) Vamos agora juntar 1+1 e perceber o que é isto:
    Eu entro num curso de COBOL que é uma linguagem criada em 1959 e que muitos dizem que está ultrapassada. Mas todos os dias depois do curso vou beber minis e quando chego a casa vou mandar aqueles 80% de lixo para a Internet só porque sim. Vocês acham que alguma empresa vai querer ficar convosco a pagar-vos ordenados líquidos na ordem dos 1500€ ou 1700€?

    Caríssimos. Pelos vistos as escolas primárias nem vos ensinaram a escrever. Acham mesmo que é uma faculdade ou o IEFP que vos vai dar as bases para terem um emprego estável e bem pago?

    Sim! Eu creio que 1200€ brutos com apoios da Segurança Social é um maço de notas que qualquer C.E.O. limparia o cu em ou usaria para ir jantar aos restaurantes do Ljubomir.
    No entanto, a verdade é que, com estas bases, temos que ser nós, sozinhos, a aprender constantemente com os recursos que temos em mão, para construir o nosso próprio futuro.
    Se um técnico de eletrónica vir um fio cor-de-rosa com pintas azuis ligado a um quadro ele vai ter que investigar qual é a funcionalidade deste fio. Porque de certeza que em nenhum curso se iria debater ou discutir que a ASUS, IBM ou FoxTech produziriam as suas próprias peças para manter os seus produtos únicos no mercado.
    Só queria concluir indicando que tive a sorte de trabalhar durante meio ano com uma equipa de 4 estagiários de Engenharia Aeroespacial do Técnico.
    A verdade é que, para estes alunos com 4 anos de formação numa das mais prestigiadas unidades de ensino português, sempre que abriam ou mexiam por dentro dos drones encomendados à 3ª empresa referida no parágrafo anterior enviavam um email à FoxTech porque de facto, “se queres trabalhar com drones, vai para Engenharia Aeroespacial. No entanto, se queres trabalhar, não esperes aprender tudo no Técnico”.

    Espero não ter sido muito ofensivo mas tentem ser mais específicos e mais claros nos vossos comentários para facilitar a vida aos outros que querem aprender alguma coisa convosco.

    • Renato says:

      Concordo em maioria com tudo o que e dito. E nao quero entrar em contradicao com nada do que disse anteriornmente noutros pontos. Com o comentario que referi anteriornmente, apenas referi que bootcamps com a duracao de 6 meses nao sao de todo o equivalente a um curso com a duracao de 5 anos. Nao referi, no entanto, e e essa a questao que esta aqui enunciada, que mesmo com um curso de 5 anos, e muito insuficiente face aos requisitos que sao pedidos no mercado de trabalho. Creio que a maior licao que se pode tirar de um curso de eng. informatica, e que os conteudos aprendidos vao cobrir 20% daquilo que e exigido no mercado de trabalho. Mais importante que isso, no fundo 5 anos dao-te as bases e os fundamentos e metodologias necessarios para pesquisares e aprenderes por ti tudo o que precisas para vingar no mundo do trabalho. E nao sao 6 meses que te vao dar isso.

  22. D says:

    Nunca leio os comentários destes artigos porque acho que é uma autêntica perda de tempo mesmo para quem procura encher saco. Se querem encher saco vão para o café beber minis.
    No entanto é o meu futuro que está em questão e decidi ler as opiniões e conhecimentos dos leitores.
    Em primeiro lugar gostaria de salientar que nunca me esforcei tanto para conseguir ler tão pouco. A vossa capacidade para escrever a vossa língua materna é mesmo muito reduzida e, caso estivesse aqui para encher saco, podia dar ou copiar alguns exemplos mas, uma vez que não me quero inserir nos 80% de lixo, não vou continuar a saga que vocês começaram.
    Mas enfim. Aplicando o princípio de Pareto (o princípio do economista, filósofo e sociólogo Vilfredo Pareto também conhecido pela “regra dos 80/20” ) de facto era de esperar que 80% da informação útil viesse de 20% dos comentários neste artigo.

    Existem 2 pontos muito importantes nestes cursos para quem, como eu, recebe o Rendimento Social de Inserção e tem mais 2 ou 3 apoios sociais para de facto não passar fome a partir do dia 10 de cada mês (uma vez que o subsídio é pago ao dia 22 de cada mês):
    a) Façam de conta que não existem faculdades nem universidades por um momento. Vão perceber que, tal como explicado por um amigo meu Finlandês e tal como explicado em 2 ou 3 comentários neste artigo, ele estudava Matemática por mais de 13 anos porque, com esta licenciatura, com os 3 mestrados e com o 2º Doutoramento que ele estava a fazer isto iria abrir a porta de qualquer empresa em qualquer ponto do mundo pela sua capacidade lógica fora de série. É óbvio que este indivíduo não sabe escrever JAVA, COBOL ou C mas vai conseguir aprender a fazê-lo em 1 semana.
    b) Agora vamos tentar fazer de conta que a Upskill não existe. Um amigo meu foi chamado pelo IEFP para concluir o 12º ano através dum curso de Gestão de Redes ou um curso semelhante. O curso tem uma componente teórica e uma componente prática. Mas vocês acham que ele estaria a receber 2000€ brutos por mês sem trabalho de casa? Acham mesmo que é a licenciatura, o mestrado ou a Upskill que vos vai dar a oportunidade de receber mais?
    c) Vamos agora juntar 1+1 e perceber o que é isto:
    Eu entro num curso de COBOL que é uma linguagem criada em 1959 e que muitos dizem que está ultrapassada. Mas todos os dias depois do curso vou beber minis e quando chego a casa vou mandar aqueles 80% de lixo para a Internet só porque sim. Vocês acham que alguma empresa vai querer ficar convosco a pagar-vos ordenados líquidos na ordem dos 1500€ ou 1700€?

    Caríssimos. Pelos vistos as escolas primárias nem vos ensinaram a escrever. Acham mesmo que é uma faculdade ou o IEFP que vos vai dar as bases para terem um emprego estável e bem pago?

    Sim! Eu creio que 1200€ brutos com apoios da Segurança Social é um maço de notas que qualquer C.E.O. limparia o cu em ou usaria para ir jantar aos restaurantes do Ljubomir.
    No entanto, a verdade é que, com estas bases, temos que ser nós, sozinhos, a aprender constantemente com os recursos que temos em mão, para construir o nosso próprio futuro.
    Se um técnico de eletrónica vir um fio cor-de-rosa com pintas azuis ligado a um quadro ele vai ter que investigar qual é a funcionalidade deste fio. Porque de certeza que em nenhum curso se iria debater ou discutir que a ASUS, IBM ou FoxTech produziriam as suas próprias peças para manter os seus produtos únicos no mercado.

    Só queria concluir indicando que tive a sorte de trabalhar durante meio ano com uma equipa de 4 estagiários de Engenharia Aeroespacial do Técnico.
    A verdade é que, para estes alunos com 4 anos de formação numa das mais prestigiadas unidades de ensino português, sempre que abriam ou mexiam por dentro dos drones encomendados à 3ª empresa referida no parágrafo anterior enviavam um email à FoxTech porque de facto, “se queres trabalhar com drones, vai para Engenharia Aeroespacial. No entanto, se queres trabalhar, não esperes aprender tudo no Técnico”.

    Espero não ter sido muito ofensivo mas tentem ser mais específicos e mais claros nos vossos comentários para facilitar a vida aos outros que querem aprender alguma coisa convosco.

  23. Luissm says:

    Sem querer entrar na discussão, formação para cá formação para lá, a minha experiência profissional e de vida diz-me que a grande mais valia que obtive na universidade, foi aprender a aprender. Apesar de ter frequentado uma das mais conceituadas universidades deste país, bastaram os primeiros anos de vida profissional para perceber que o curso que frequentara tinha inúmeras lacunas. Não preparava o aluno para o que realmente o mercado procurava. Nem o dotava dos conhecimentos que iria necessitar para desempenhar as funções que iria exercer.

    Ao fim de poucos anos fiz a primeira pós graduação (MBA) afim de colmatar deficiências da minha formação académica em engenharia. E poucos anos depois mestrado. E posso dizer que aprendi mais nestas duas pós graduações do que nos 5 anos de universidade. É certo que a experiência profissional com mais de 10 anos ajudou no aproveitamento. No entanto, o facto de ser informação com mais “sumo”, sem “gorduras” desnecessárias tornou a formação mais produtiva.

    Julgo que estes apelidados de “bootcamps” podem ser isso mesmo, focados no essencial, dispensando o acessório. O aluno terá sempre oportunidade de seguir estudando. Até porque a informação está cada vez mais disponível e o papel do professor deve ser preparar o aluno para se auto formar ao longo da vida.

    Na minha opinião, os responsáveis pelo desenho do programa curricular de qualquer curso universitário deveriam ter pelo menos 10 anos de experiência profissional no ramo e não serem apenas académicos. De outra forma, continuaremos a ter um enorme desfasamento entre o mundo académico e a realidade empresarial.

    Quando voltei à universidade para a especialização, tive uma conversa com o responsável pelo curso onde referi as dificuldades enfrentadas e que cadeiras deveriam ser incluídas no curso.
    Julgo que de nada serviu essa conversa.

  24. Luis Teixeira says:

    Alguém já foi chamado para entrevista? Quando é que começam? A Experis comunica com o candidato em caso de sim ou não?

    • João Silva says:

      Ainda estão a aceitar inscrições. Quando acabarem esta fase informam depois todos os candidatos dos resultados da pré-seleção e de quem passa ou não à fase de entrevistas em Agosto.

  25. Candidato says:

    As notícias mais interessantes e relevantes acerta destes programas são as que surgem durante e depois. Mas essas são também escassas. De realçar que num curso que realizei numa instituição em parceria com o IEFP de duração de 10 meses; à formação concluída não é atribuída uma nota, o aluno apenas passou.
    Como candidato ao UpSkills, denuncio antes de sequer se ter dado o início da formação, a forma como o programa está apresentado na sua página online, onde entre outras omissões, declaram o desconhecimento do grau obtido. Denuncio também a qualidade negativa das plataformas digitais que acompanham o processo. Desafio os professores universitários e profissionais a avaliarem estas.
    Os testes iniciais equiparam-se aos do QI , feitos a partir de um browser e temporizado. De realçar que é possível pesquisar as perguntas num motor de busca enquanto se faz os ditos testes. Portanto desde o início do processo que não há seriedade na selecção dos candidatos e somos apanhados de surpresa de que o teste é de seguida e que tem o peso que tem. “Diga-me o seu nome e email e já agora faça aqui este teste decisivo.”
    As datas relevantes equiparam-se ao “quarto de hora académico”. A dois dias de Outubro já enviei dois emails a pedir informação, onde a resposta é “aguarde que vai ser contactado com a resposta final.” Nunca fui contactado para uma entrevista com o IEFP e ainda não recebi nenhuma resposta final.

    • Pedro says:

      Já fiz os testes e a entrevista em Agosto de 2020, e disseram-me que a formação seria para começar em Setembro, mas estamos a 1 de Outubro e não há resposta alguma, nem positiva nem negativa, quer por email quer no site da Experis! Se alguém souber de algo, agradecia imenso?!

      • David says:

        Já começaram a enviar email gerar a informar do atraso

        • Candidato says:

          Bom dia. Verdade, recebi hoje hoje o email do “estamos atrasados, afinal há mais desempregados do que pensávamos. Trabalho no IEFP, mas nem tinha noção.”
          Para além de um email a anunciar um atraso, ter um mês de atraso.

          • David says:

            Exato nem mais… parece mais uma desculpa “esfarrapada” pelo mau serviço que estão a fazer…
            Já nem estou com a cabeça lá para te ser sincero…

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