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Sistemas Críticos e Ada


Autor: Paulo Silva


  1. motadg says:

    Muito bom artigo.

    Será natural que o espírito inventivo/criativo do homem possa gerar maravilhas ou horrores.
    Bom Ano e continuem o bom trabalho que é este site.

    Cump’s

  2. Telmo Neves says:

    Gostei imenso do artigo! Não é sempre que se vê destes por cá e há que apreciar ao máximo! 🙂

  3. Eu says:

    Muito bom. É de mais informação como está que faz falta aqui neste forum

  4. kernel says:

    Se em vez de 16#7FFF# tivessem posto 16#7FFH#, teria sido ainda pior 🙂

  5. PM says:

    Bom artigo e boa iniciativa…Só um preciosismo não é ADA mas sim Ada :)… Relativamente à linguagem Ada, ela tem na sua base especificações que a tornam uma boa ferramenta para sistemas críticos, mas o que dita a sua aplicação a tais sistemas é o compilador que por sua vez este pode não ter uma certificação para tais sistemas. Por exemplo os compiladores de Ada83 tinham algumas falhas que punham em causa a sua utilização em tais sistemas

  6. Chico Silva says:

    Muito bom!

  7. DonkeyKid says:

    Muito interessante!
    Agora uma coisa de um gajo que não percebe nada disto:
    Como neste exemplo se lidam com coisas extremamente complexas e caras, aconteceu uma falha grave em que o erro que a originou foi detectado, quantas vezes este código “malicioso” foi visto revisto ou verificado? Se foi descoberto o erro concerteza sabem quem foi a pessoa que escreveu o código… como é que se lida com estas coisas em termos de responsabilidades? É o programador que é “queimado” ou será quem verificou ou quem supervisiona?
    Interessante não?
    Por exemplo, sabemos que a Critical Software tem andado a desenvolver software para a área militar, serão os clientes finais (Usa, Uk, Itália…) que irão validar as linhas de código? De quem será a responsabilidade se um dia destes um helicóptero se “lembrar” de apontar as metralhadoras contra civis? Erro humano? erro de software?
    Como será o estado de espírito de um programador que se venha a descobrir que se enganou numa linha de código?
    Falo em termos militares, mas situações destas acontecem em qualquer área da vida moderna, por exemplo quantos “bugs” haverá na área da Saúde nos equipamentos que por ai andam?
    Foi apenas uma pequena reflexão…

    • ლ(ಠ益ಠ)ლ says:

      tens que ver que no caso hipotetico que deste do helicoptero nao eh o mesmo que vai apontar, é o ser humano que escolhe o alvo, obviamente que o sistema executa a ordem do controlador, pelo que existirao sempre esses casos que falas. quanto a validaçao do codigo penso que se de facto se determinar que a causa de certa situaçao ter sido do software o governo/empresa ira pedir responsabilidades á empresa que o desenvolveu. mas la esta, penso eu.

      cumps, e um bom ano =D

  8. Fernando says:

    uau, grande artigo, parabens ao autor

  9. Pampas says:

    Gostei do artigo. Venham mais como este 🙂

  10. Papao says:

    Basicamente o fogetão rebentou por causa de um “segmentation fault”. Esperto.

  11. serva says:

    Muito interessante , de referir que estes foguetões por questões de segurança quando se desviam da rota estão programados para destruir-se , excelente artigo , queremos mais destes .

    Cumprimentos

    Serva

    • DonkeyKid says:

      Dizes que estão programados para se destruírem, essa programação é que nunca falha! lol…
      Quanto ao resto da programação… é que vão aparecendo uns bugs…

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