Quantcast
PplWare Mobile

Responsável de design do Android diz que “o mobile está morto”

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Sergio J says:

    Agora percebo porque o design nunca foi o ponte forte do Android. lol

    • golias17 says:

      O design melhorou bastante desde a versão 3/4, engraçado que ele chegou nesta altura. Mas acredito que muito se deve a prioridades de desenvolvimento.

      • Sergio J says:

        não discuto que tenha melhorado bastante. Admito que agora esteja bastante aceitável

      • Carlos says:

        Isso não invalida o argumento, porque nem sequer o endereça, de que o design não é um ponto forte do Android.
        O Android, a Google de facto, basicamente segue a moda, quando a moda era a Apple e ícones estáticos a là iOS, o Android era assim, quando a moda passou a ser a Microsoft e a tipografia e o ênfase no conteúdo em vez dos enfeites (não que algum designer alguma vez vá admitir que foi a Microsoft que lançou a moda…), o Android foi atrás.
        Não é difícil perceber porquê, a Google é uma empresa de engenheiros, e engenheiro que é engenheiro não percebe patavina de design.

    • UserPT says:

      Se leres a noticia, vais reparar que o que ele disse não deixa de ser um pouco verdade…

      • Sergio J says:

        Vinha responder ao artigo, porque apenas mandei a “piadinha”. Sim concordo com ele

      • Nunes says:

        A única ponta que faz sentido é o poder de processamento já ser muito elevado, mas tudo o resto continua num mundo à parte, daí que dizer que o mobile morreu é de doidos!
        O ecrã é muito mais pequeno, o interface é bastante diferente do desktop tradicional, quer pelo forma de interacção, quer pelo tamanho. Os hábitos das pessoas nestes aparelhos são bastante diferentes do que fazem nos computadores. O hardware continua, como antes, a necessitar duma grande atenção ao consumo de energia.

        • golias17 says:

          Os hábitos podem ser diferentes, tens toda a razão nisso, mas o core da app tem de funcionar em todos os ecrãs que usamos no dia a dia.

          Exemplo muito simples se eu quero um serviço para ouvir musica, só vou escolher entre aqueles que funcionam em todos ecrãs/aparelhos que uso.

          • Nunes says:

            desculpa mas não é por aplicações poderem ter funcionalidades comuns a outros sistemas que deixa de haver o conceito Mobile! Se é assim então o conceito já está morto desde 2008.
            Uma plataforma Mobile é muito mais do que isso, é software + hardware + hábitos de uso do consumidor, coisas que distinguem doutras formas de computação!
            Fica a pergunta – se o Mobile morreu, então que nome é que vão dar ao conjunto de plataformas de smartphones?

          • golias17 says:

            A questão é que agora é que tens poder de computação/processamento suficiente elevado para quando ligado a um dock o dispositivo móvel funcionar como um computador, um pouco como o ubuntu phone.

            O nome pouco interessa, pois desde a ultima década que o conceito mobile mudou bastante, dai ele dizer que morreu.
            Se reparares ele chama ecrã.

          • Nunes says:

            :S
            isso ainda menos lógica tem vindo de quem vem, pois as aplicações do Android não estão pensadas para fazer isso! E ainda se está longe de demonstrar que é esse o caminho que vai vingar – aliás, há uns anos atrás algumas companhias tentaram algo semelhante e não houve aceitação!

            “Se reparares ele chama ecrã”
            chamar ecrã é algo que já se faz há muito tempo, numa lógica de ecossistema.

            “conceito mobile mudou bastante, dai ele dizer que morreu.”
            o conceito evoluiu, é exactamente por isso que não faz sentido dizer que morreu, se não é um anúncio com um atraso de 6 anos, que é quando aconteceu a mudança significativa!

          • golias17 says:

            Por ainda não ter resultado não quer dizer que não seja o caminho ou que não vá resultar, na história da tecnologia tens muitos exemplos disso.

            Estou em desacordo na ultima parte, acho que a mudança significativa do próximo passo do mobile ainda está para acontecer.

            No final de tudo isto é apenas a minha interpretações das coisas!

          • Nunes says:

            Relê o que dizes… ainda não aconteceu, como tal, não explica a afirmação de que já morreu!
            O homem queria fazer uma afirmação bombástica, só que não bate certo com o resto, com a realidade, a não ser que seja um anúncio com anos de atraso, referente à revolução dos smartphones com o iPhone!

          • golias17 says:

            Sim o iphone foi uma revolução nos smartphones e na altura os mesmo era bastante limitados o iphone incluído claro.

            Actualmente tu podes ter todo o tipo de experiências em todos os ecrãs que tens a tua volta, claro que nuns tem melhor usabilidade que outros mas não estas limitado pelo hardware, o que ele diz é que o conceito de mobile era usado em dispositivos que eram limitados como actualmente isso não acontece o mesmo “morreu”, não acho que seja uma afirmação bombástica tão bombástica, apenas uma mudança de conceitos.

            O que eu disse foi que a grande revolução ainda não aconteceu, mas acho que mais tarde ou mais cedo vai acontecer e tal como disseste já tentaram mas não correu bem, dai poder acontecer a qualquer momento. E acredito que quem está dentro da área sabe mais do que eu.

          • Nunes says:

            @ golias17
            A partir do iPhone3G (2008) o paradigma já estava mudado para o que tens actualmente – aplicações, internet completa a velocidade aceitável, aplicações online, etc! O que foi sendo adicionado e melhorado não alterou muito o paradigma estabelecido nessa altura.

    • OMG says:

      É um ponto tão fraco que o iOS 7 foi copiá-lo… :O

    • Fpedro says:

      Caso para dizer, “could not agree more” 🙂

  2. André says:

    Não sei se é problema exclusivamente meu. Mas tudo o que seja vídeos do sapo, nem “arrancam”. Última versão do Chrome.

    • Nop, a publicidade dá sempre sem problemas. Os vídeos é que grilo.

      • Vítor M. says:

        Não dá? Eu estou a ver e o vídeo já tem 427 Visualizações, tentem de novo sff e digam algo.

        • André says:

          Não dá aqui. No Firefox não dá raia.
          Já tinha visto este vídeo no outro dia (no Vimeo). Aproveitei para postar porque já não é de hoje que os vídeos do sapo não me “carregam” no Chrome. Mas, como disse.. não sei se é um problema exclusivamente meu. Obrigado

        • RC says:

          Há muito tempo que tenho problemas para ver os videos. Inicialmente julguei que seria um problema do V/site. Depois relacionei com o chrome porque verificava algum travamento ao assistir videos no youtube. Após a actualização do chrome, a situação manteve-se; desisti e passei para IE. Não só o problema foi ultrapassado como passei a visualizar videos no youtube sem travamento. Melhor, descobri que o IE utilizava substancialmente menos memória que o chrome e que o firefox.
          Curiosamente sempre usei o chrome e nunca tive problemas, mesmo em computadores com sistemas operativos mais velhos. Deve ser alguma “incompatibilidade” com o windows 8!

        • Eduardo Oliveira says:

          Também tenho problemas, full screen não dá,
          estou com a ultima stable to chrome

  3. J.Mota says:

    Eu até entendo o que ele quer dizer… Mas na verdade o mobile não morreu! O conceito mobile está é a mudar…

    • Vítor M. says:

      ele tem razão no que diz, o conceito mobile morreu, pois o que existe hoje, nada tem a ver com os pontos basilares que deram toda a importância ao dispositivo mobile, que o baptizaram, isso não existe mais.

      • Nunes says:

        pois… mas se é para dizer isso então é um anúncio já com vários anos de atraso!

        • Vítor M. says:

          Ele apenas estava a mostrar o ponto de vista dele, isto para enquadrar o que está a ser desenvolvido hoje. Sinalizar o conceito mobile do passado e a diferença para o conceito “ecrã” de hoje. Gostei de o ouvir, deu ali muitas pistas!

  4. Sergio J says:

    Ontem estava um pouco a pensar também sobre o tema e o que esperaria para o novo iphone.

    Alem das evidentes melhorias de hw, como mesmo chassis, mas com ecra 4.5′, melhor processador e essas coisas, estava a pensar no que a Apple podia dar o passo em frente.

    Tenho falado aqui muito no dispositivo universal, na fusão dos sistemas operativos movel e tradicional (prefiro chamar-lhe assim).

    Os equipamentos moveis começam a chegar ao ponto em que já possuem verdadeiro poder computacional. Não querendo entrar no dominio profissional ou gaming, estes dispositivos começam a ter o poder suficiente para substituir o portatil. 99% das pessoas não precisa de um computador para mais que navegação,edição,visualização e alguma diversão. Pelo contrario 99%, eu incluido, dos visitantes deste blog não caberão nessa definição. Mas não se esqueçam que somos “bichos raros” ou profissionais da área.

    A forma como eu vejo as apps no futuro é a mesma app, mas duas ou mais interfaces. Ou seja, se pegamos no telemovel e abrimos um documento de texto, este abrirá a versão mobile, se ele está ligado a uma dock abrirá automaticamente a versão tradicional. Claro está que poderemos abrir a versao mobile em dock, e tradicional em mobile. Claro está que poderão aparecer outras interfaces, como por exemplo a interface para tv, outra para smartwatch, outra para o carro, outra para sei lá o quê. O que interessa é que a aplicação é a mesma, apenas muda é a interface.

    Um único dispositivo, uma única app, multiplos interfaces.

    Note-se que existe a demanda encontrar o tamanho certo para o smartphone. Podemos queixar-nos do tamanho (e eu sou dos que rebate isto), mas tambem todos andamos com a mochila com o portatil às costas.

    Se calhar outro modelo é aquele em os diferentes estão completamente sincronizados. Quando digo completamente digo em tudo mesmo.

    Ou se calhar é um modelo hibrido que alberga tudo isto

    • golias17 says:

      Do que ouvi e percebi, acho que é exactamente isso que ele tenta dizer, o utilizador está mais refinado, queremos utilizar as aplicações em vários ecrãs e perder o mínimo de funcionalidade, largar o trabalho num lado e pegar noutro sem problemas.

      Concordo quando falas num modelo com tudo mesmo tudo sincronizado, já é possível em várias apps e vai ser cada vez mais assim.

      Acho que o design/estética agora é mais importante que nunca e que o mobile vai deixar de ser um segmento à parte com funcionalidades/capacidades diferentes, dai ele dizer que o mesmo está morto.

  5. kizle says:

    PC’s estão mortos segundo outros especialistas e agora este diz que o mobile também?
    Bem, fazendo as contas, está tudo morto segundo estes iluminados.

  6. Paulo says:

    Pelos comentários, verifico que nível de literacia está muito mal, ou no jargão, “não perceberam um put* do que ele quis dizer”.

  7. JB says:

    Não tarda, para que possamos falar uns com os outros, temos de carregar um dicionário relativo a cada pessoa.
    Nunca vi uma definição de dispositivo móvel como esta!
    Para se considerar um dispositivo móvel tem de ser um dispositivo limitado?!?!?
    Balelas!!!
    JB

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.