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Portugal: Renováveis representaram 61% da produção nacional


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Miguel says:

    Só não é mais porque temos lobbys que forçam o consumo mínimo da EDP de combustíveis fosseis a marcas como a Galp. Ex: Porto Santo

    • Miguel says:

      No caso do Porto Santo obviamente não é a EDP, sei disso mas acredito que acontecem casos semelhantes em qualquer uma, desde que em Portugal

  2. Asdrubal says:

    A energia solar é que está muito fraca para o potencial que tem. Apenas 1,4% da energia total produzida.

  3. Pedro Barbosa says:

    e continuamos a ter das energias mais caras da Europa curiosamente.. a quarta mais cara. Enfim… Até podia ser 100 renovável que a chulice continua a mesma…

    • int3 says:

      Engraçado. As que são mais baratas ou são países bastante pequenos ou são países com recursos de gás bastante abundantes. Na alemanhã o preço por kWh é de 0,30€ e aqui paga-se 0,16€.

  4. darkvoid says:

    É uma vergonha!!!!
    Termos feito um esforço enorme para chegar aos 50-60% e depois há cerca de 2/3 anos que está praticamente estagnado! Aumentos anuais de % renovável mínimos!
    Mas porque é que ninguém acaba o “trabalho” e nos faz chegar perto dos 100%!?
    Se já conseguimos chegar a 60%, seria muito fácil …

  5. Miguel Monteiro says:

    Pelo que vejo o preço médio de mercado anda pelos 50€/MWh. Alguém sabe precisar a quanto o governo subsidia a eólica?

  6. Aj says:

    Olhando para o valor na minha factura edp, deve haver uma taxa oculta sobre o vento.

  7. JS says:

    Pelo que vi ontem ou anteontem no canal da AR acerca das renováveis e dos preços de energia não é bem assim que se comenta aconselho a puxarem atras e vêm o Mira Amaral a falar das energias. Alias fiquei admirado quando á excesso de energia ela fica mais cara e vendem-na a Espanha ao preço da Chuva
    Puxem atras e ouçam o Engº

  8. GM says:

    O custo de produção da energia fica-se pelos 50-60€/MWh. Nós pagamo-la de 160€ a 200€/MWh, +IVA, taxas, taxinhas e taxetas e demais acrescentos. Bonito, hem?

  9. vida says:

    Boa tarde
    Eu gostava de colocar painéis solares, mas vivo num apartamento, sabem se existe alguma forma fácil de convencer os meus vizinhos?

    • GM says:

      Boa tarde,
      Depende, em 1ºlugar, a que painéis se refere. Térmicos ou fotovoltaicos. Um e outro são para funções diferentes. Os solar térmicos destinam-se à produção de água quente e/ou climatização/aquecimento com recurso a energia solar. Os solar fotovoltáicos destinam-se à produção de energia eléctrica. Também aqui temos duas vertentes, ou para auto-consumo, ou para exportação / venda da energia produzida à rede. Depois, há que perceber em que nível se situa o seu apartamento, e o edifício onde mora. Se o edifício estiver sombreado grande parte do dia, não adianta, numa e noutra situação, pensar nas hipóteses. Se o edifício tiver boa exposição solar, óptimo. Depois, vamos ao particular do seu apartamento. Se for o último andar, excelente, pois quer para a situação de solar fotovoltaico quer para a situação de solar térmico, há todas as possibilidades de instalar, quer uma quer a outra solução. Ressalvo aqui que primeiro terá de, em assembleia de condomínio, ordinária ou extraordinária, pedir autorização expressa para a instalação dos equipamentos numa parte comum, a cobertura. Terá de ficar em acta a autorização, votada pelo menos com maioria simples (51%) a anuir a autorização. Depois, nesta situação é proceder à instalação dos equipamentos, havendo o devido cuidado para as intervenões e perfurações a existirem na cobertura serem devidamente impermeabilizadas, por razões óbvias. Apesar de ser o directamente afectado caso a interveção sofra de problemas, não deixa de ser uma parte comum, e de poder afectar outras fracções em pisos inferiores. Se o apartemtno for em posição intermédia, só analizando, mas potencialmente diria que o solar térmico ficaria posto de lado, logo à partida. O solar fotovoltaico para auto-consumo instantâneo eventalmente haverá alguma possibilidade, desde que exista tubagem que comunique a sua habitação com a cobertura, por exemplo tubagem para cabos de antema, por exemplo. Mas só analizando a situação.
      Para o condomínio, seria interessante a instalação de fotovoltaicos, desde que o edifício possuísse equipamentos em consumo constante. Pelo menos durante o dia esses consumos contínuos seria mitigados ou eliminados (consumo da rede, bem entendido).

    • GM says:

      Dou-lhe ainda outra sugestão, caso pretenda utilizar um equipamento que produza energia renovável. Desde que possua espaço disponível em casa, na cozinha, sugiro, caso tenha disponibilidade financeira, a instalação de bomba de calor para preparação de água quente sanitária. Utiliza na mesma energia eléctrica, mas torna-se um equipamento económico na utilização, pela energia que poupa, nomeadamente se forçar o funcionamento durante o período nocturno se tiver tarifa bi-horária.

      • vida says:

        Obrigado pela resposta, no meu caso moro no último andar e parece que existe sol durante todo o dia sem sem estar sombreado por outros prédios, só mesmo no final do dia onde o sol não tem rendimento significativo. De qualquer modo seria mesmo auto consumo e talvez com baterias no futuro.

  10. Salomão Francisco says:

    Boa tarde! Eu gostava de colocar painéis fotovoltaicos para alimentar energia eléctrica à minha residência, mas ela está isolada(distante do meio urbano) e é completamente alcançada pelos raios solares durante o dia. Mas não quero ter energia eléctrica apenas durante o dia, claro. Quero tê-la também de noite. Sabem se existe alguma forma fácil de fazer isso?
    Agradeço toda orientação necessária, pois, estou com muita aflição dessa preocupação.

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