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Protocolo entre MEC e a EDP poderá dar emprego a 2.000 jovens


Gestora de conteúdo e de redes sociais do Pplware. Mestre em Economia, foi o fascínio pelo universo da tecnologia e da comunicação que falou mais alto.

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  1. okapi says:

    Muito bom , nem toda a gente pode ou tem capacidade para entrar numa universidade… . Afinal os chinocas …

  2. axsxpt says:

    a palavra mágica é “poderá”… até lá serve para fazer brilhar a “press-release”

  3. eu says:

    tecnicos qualificados com o ensino secundário (ainda que especializado)… Acho que não se pode dizer que estes alunos em 2 anos são técnicos qualificados.
    Mais mao de obra barata para a area de IT, redes, etc.. A faculdade ‘e cara sim sra, mas não e impossível em fazer universidade em pós-laboral (por exemplo).
    Lado positivo desta notica: trabalho para os jovem, praticamente primeiro trabalho garantido, EDP ‘e um bom nome no CV, certamente irão aprender muito.
    Lado negativo: Quando grandes empresas começarem a ficar satisfeitas com o nível destes técnicos vão contratar menos malta recém-licenciada visto esta malta estar preparada para fazer o mesmo. Salários dos recém-licenciados tambem baixa um pouco se continuarem com este tipo de parcerias.

    My 2 cents..

    • tu says:

      O problema é que temos hoje em dia cada vez mais “licenciados” que depois não sabem trabalhar ou então não lhes apetece começar por baixo. Para mim existe muita boa gente, com o ensino secundário que sabem trabalhar muito melhor que esses “licenciados especializados”. As vagas de trabalho que existem não são preenchidas por eles, e aquele trabalho de sonho que todos procuram, existe em muita pouca quantidade.

    • tu says:

      Está descanso que ninguém rouba lugar a ninguém. Não compares um eng com um técnico … Um leva neste caso 5anos+2anos(secundário) enquanto o outro leva 2anos(secundário).

  4. Luís says:

    “estágios assegurados pela EDP”
    Comedy season II

  5. FP says:

    Um país atrasado a querer atrasar-se mais!!!

  6. cc says:

    Devem ser das tais bolsas que metade paga o estado e metade a empresa, e quando acaba o dinheiro vindo do estado acaba a bolsa. Se tivessemos governos de jeito neste pais, este tipo de bolsas bem que deviam ter mais um tempo de duração (+50 a 100% da duração inicial) onde a empresa pagaria a totalidade da bolsa em vez de dar um chuto no traseiro do estagiário ou trabalhador aquando do termino da mesma. Ps: falo da minha ignorância sobre o conhecimento que tomo dos meios de comunicação, mas é provavel que n seja este o cenario real global, embora haja mtos estágios deste tipo por ai.

    • okapi says:

      … “falo da minha ignorância …” disseste bem, é isso mesmo. Deves de estar a pensar que na Alemanha, França, países Nórdicos as coisas não funcionam igual. Para ficares a saber na UK se calhar é bem pior que aí, na Uk até pagam cursos aos desempregados para eles não perderem o emprego e assim também poderem trabalhar 16 Horas semanais e o estado paga mais uns 60 pounds e a renda da casa. O problema do desemprego afeta a todos os países, a uns mais do que a outros. O ESTADO não pode ser o empregador de toda a gente, até tem gente a mais, e estes incentivos, parcerias, protocolos o que quiserem chamar são sempre bem-vindos pior é querer trabalhar e não ter ou não poder.

      • Sou eu says:

        Estas parcerias só existem, devido á falta de emprego. Significa isto, “cursos” á medida para a EDP, co-financiados pelo estado, logo mao-de-obra mais barata.

  7. pedrostrik says:

    Esta noticia não passa de ”show off” para as próximas eleições, na realidade tira-lhe 1800 desses postos, pois mesmo trabalho util para os restantes 200 é para inglês ver, os restantes vão passar a andar com folhas e cadernos entre gabinetes e saem de lá a saber menos do que sabiam, até porque a EDP em termos técnicos, de há uns anos desta parte subcontrata a outras empresas (REN, EFACEC , MARTIFER, etc).
    Depois o problema estrutural de portugal não permite grandes ”estágios” remunerados dos mais jovens, até porque pela conjuntura económica, as empresas estão todas a apertar os cintos.

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