PplWare Mobile

Portugal terá mais 216 megawatts de energia renovável


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

26 Respostas

  1. Asdrubal says:

    É bom investir nas renováveis, para não depender tanto da energia estrangeira. Ao que parece, a produção das renováveis total do país ronda os 30000GWh, e Portugal deve se ambicionar a atingir os 100% todos o ano nas renováveis.

    http://www.pordata.pt/Portugal/Produ%C3%A7%C3%A3o+de+energia+el%C3%A9ctrica+total+e+a+partir+de+fontes+renov%C3%A1veis-1127

    • int3 says:

      Sim cerca de 30TWh. Portugal gasta 50TWh por ano. enquanto temos grandes países em nuclear e carvão e gás nós teremos oportunidade de entrar no mercado das energias com grande vantagem face a França e Alemanha por exemplo. A indústria 4.0 também temos que investir para termos vantagem. nestes dois aspectos Portugal tem muito potencial. só temos que educar os portugueses que estagnaram no ano 1980.

      • Tagus Park says:

        Educa-los a dizer que a indústria vai ser 4.0 ou x.0 qualquer num futuro próximo e vão todos perder os seus postos de trabalho uma vez que quando maior é o x, menos operários humanos precisam

    • Luís M says:

      A biomassa ninguém fala, podiam-se queimar os resíduos florestais produzindo energia, criar postos de trabalho permanentes na recolhas dos resíduos e a cereja no topo do bolo, redução significativa dos incêndios florestais.

  2. Jose Borged says:

    Tenhos energia renovável, a preços insuportáveis…….

  3. Ricardo Neves says:

    Eu não entendo. Para toda a gente o que importa é o preço. Vocês não entendem que têm que existir grande investimentos para conseguir tirar proveito de energias renováveis.
    Querem energia barata? Façam mais centrais de carvão, fica mais barato para a carteira e mais caro para o ambiente. E depois poupam na energia e gastam mais tarde para corrigir os danos que andaram a fazer.
    Antes de escreverem pensem, que adianta terem dinheiro se os vossos filhos não vão viver num mundo sustentável….

    • int3 says:

      e não só. há dinheiro a sair porque temos que comprar o carvão … 50% em energias renováveis em pt é o mesmo que estar a aproveitar os recursos naturais , a custo 0 (tirando a manutenção e o investimento das máquinas )

    • Paulo says:

      100% de acordo. É tempo de apostar a sério nas energias renováveis por causa do ambiente, pelo futuro dos nossos filhos e pela nossa independência energética. Mas, tendo em conta os lucros abissais (repito, abissais!) do grupo EDP, será que não podiam baixar um bocadinho o preço da energia? Os portugueses continuam ser os europeus que mais pagam pela luz e gás… :-\

  4. pedro says:

    A eólica é nos dias de hoje aquilo a que se chama uma tecnologia renovável madura (a onshore), ou seja, à imagem da hídrica é um negócio atraente em mercado, ou seja, mesmo sem subsidiação são bons negócios.

    Quando falamos noutro tipo de renováveis, mais tecnologia de ponta (como a eólica era à 15 anos), é natural exisitirem subsídios a este tipo de instalações, de outra forma não se desenvolvia a tecnologia.

    Aliás no futuro, considerando os nas renováveis o preço vai não só tender a diminuir, mas como vai estabilizar muito mais.

    A maioria das pessoas não tem noção, mas o preço da electricidade varia todos os dias de acordo com as necessidades totais do sistema, e este preço é dado por leilão, ou seja, a última central a entrar e colocar energia é a que marca o preço para todo o sistema, estas no inverno, tendem a ser as barragens e logo o preço é muito menos flutuante (pois a renováveis, tem poucos ou nenhuns custos variáveis) nesta altura do ano. No Verão, como à menos barragens a conseguir produzir (menos água), as últimas centrais a entrar tendem a ser as a carvão, gás e fuel, que tendem a ter preços mais futuantes.

    Nós nas nossas faturas não sentimos isto porque os nossos comercializados assumem o risco destas flutuações e risco como sabemos gere-se com margem.

    • JM says:

      Se é assim tão boa cortem os subsídios todos desde hoje. E já agora as taxas carbono e a proibição de centrais nucleares. Via-se logo o que seria assim tão bom. Sobre o carvão e afins só se vê o lado negativo mas não conseguem fazer a ligação quando não há guito para hospitais, ambulâncias, etc e depois choram. Entretanto é melhor subsidiar a produção de milho e óleo de palma para etanol/biodiesel. O primeiro já provocou uma subida brutal do preço dos alimentos que por sua vez foi a faisca de muitas revoluções da chamada primavera árabe. A segunda só provoca a monocultura de palmeiras e desflorestação de florestas tropicais. Mas siga o circo.

      • pedro says:

        Caro JM, alhos e bugalhos, Não estou a falar de renováveis, estou a falar de eólica.

        Se quiseres discutir outras renováveis, é outro tema.

        Mas voltando ao tema da notícia, apenas estou a dizer que a eólica é aos dias de hoje uma tecnologia de mercado, que compete taco a taco com uma central térmica ou uma hídrica. Mas compete hoje, porque há 15 anos, nós Portugal, mas mais importante o resto do mundo subsidiou a sua construção, aprendizagem, desenvolvimento… etc

        Quanto a etanol e biodiesel e restantes, não comento, peço apenas que me envies a fonte dessa subida brutal do preço dos alimentos, eu não a senti… e parece-me estares um pouco equivocado em relação aos motivantes da primavera árabe.

        Em relação à monocultura e deflorestação tropical para óleo de palma, efectivamente tens razão, mas acho (sublinho o acho) que a maioria do óleo de palma produzido vai para a industria alimentar e cosmética (todos os cremes, nutellas e restantes cremes alimentares têm óleo de palma porque este é muito estável e aumenta o tempo de vida dos produtos).
        Abraço,
        PeCC

  5. Paulo Mendes says:

    Dá para nós e para exportar, mas ainda continuamos a pagar a electricidade ao preço do ouro. Enfim.

    • okapi says:

      A Energia é cara em toda a Europa para não dizer em todo o mundo. E na Europa os preços andam todos nivelados, como alguém acima diz ” 15c por kWh “. Dou como exemplo na UK pagam bem mais e ainda pagam uma taxa diária que pode ir até 28p diários. O que me parece é que os custos de manutenção são enorme e é esta a razão dos preço exorbitantes.

  6. joao lopes says:

    mais da mesma merd…. uma eólica tem x valor manutenção y com parado a outras energias manutenção é -x e y expliquem me … porque raio pagamos o abecedário todo ?
    será que é para pagar os valores dos salários aos 4 ou 5 boss …. há esqueci me atenção que ainda há o aluguer dos postes da rede a outras operadoras e serviços
    opa o tuga é mesmo rico nao podemos dizer que nao ,pk pagamos tudo caro e ainda sobra umas moedas pretas na carteira

  7. Leitor says:

    Do site https://www.senvion.com/global/en/newsroom/press-releases/detail/senvion-announces-framework-agreement-for-up-to-216-mw-in-portugal/
    A passagem: “Hamburg/Porto: Senvion, a leading global manufacturer of wind turbines, ” está mal traduzida, leading não significa lider. Na verdade o maior produtor de aerogeradores era em 2015 a Goldwind. Fonte: http://www.portal-energia.com/top-mundial-dos-15-fabricantes-aerogeradores-no-ano-2015/

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.