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Portugal: Recorde na produção de energia eólica com 103,1 GWh


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Juliano says:

    Já o valor na factura não baixa nada, e a mama dos subsídios dados pelo estado às renováveis contínua. E a lei que proíbe alguém de produzir acima de certa quantidade e muito menos “vender” na rede?
    Estas notícias são muito giras mas contam apenas a verdade/versão da parte mais poderosa.

  2. Philleas says:

    103,1 gigawatts hora (GWh) x 0,17€ kw é só fazer as contas como o Guterres.

    • int3 says:

      Não te esqueças que:
      – há perdas no transporte
      – o custo operacional (manutenção por exemplo)
      – o preço por MWh varia conforme o mercado
      – O preço que ditas é com IVA a uma tarifa normal.

      O preço por MWh não chega aos 90€ por isso são 9 279 000€. Dá para pagar meia dúzia de turbinas por dia. Ainda dizem que não é viável. Só burros que por aí andam 😀

  3. Nitrox says:

    E mete mais os subsídios concedidos pelo governo a essas energias!!

  4. ahramis says:

    Pois, o problema, como já aqui referido, é aquilo que produzimos a mais e é injectado na rede a custo… zero! Bem armadilhada a legislação sobre produção de energia fotovoltaica… O loby não brinca em serviço. A alternativa é a armazenagem de energia em baterias, o que, frequentemente, não compensa o investimento… Melhores dias virão?

    • AiQueEstáFrio says:

      E para onde vai essa energia assim injectada na rede a custo zero?

    • int3 says:

      Caro.
      Nós não produzimos a mais. Portugal não é um país com a infraestrutura fechada. O mercado é ibérico e Espanha normalmente precisa sempre de mais do que nós. Por isso o excesso é vendido a Espanha ao mesmo preço que é vendido cá. Só em raras situações é que se nem Espanha nem nós precisamos e para não desperdiçar energia “oferece-se”. Não faz diferença nenhuma porque não consegue guardar. Mais vale dar energia verde do que desperdiçar a custo zero.

      • Fernando says:

        O preço de compra/venda entre Portugal e Espanha varia durante o dia, depende da oferta e procura, quando ele diz custo zero isto quer dizer que o preço de venda de energia pode chegar a zero, e isso é verdade e já aconteceu, Portugal já vendeu ou vende várias vezes durante o ano energia à Espanha a custo zero. Quem não entender isso que vá pesquisar ao google

  5. Nitrox says:

    Imagine-se se temperatura a partir de 2020 começar a descer!!!
    Bela bronca que era!!

  6. pff fdsd says:

    Meus caros, escusam de fazer este tipo de postagens, ninguém quer saber de records de eólicas, nucleares ou de combustíveis fósseis, a malta quer saber é em quanto pode poupar ao mês. As renováveis até ao momento estão sempre a pesar no preço, supostamente algo que não custa a gerar devia ser de borla…

  7. int3 says:

    “O recorde era de 1 de fevereiro quando o sistema nacional conseguiu produzir 102,8 GWh. De acordo com informação divulgada pela REN, no passado dia 22 de novembro a produção de energia eólica chegou aos 103,1 gigawatts hora (GWh).”
    GWh é uma quantidade de energia. Assim como litros por exemplo. Estes GWh foram produzidos em quanto tempo? Por mês? semana? dia? semestre?
    Não está claro e suscita dúvidas.
    Porém na referência do antigo record menciona “produção diária”. Assim é que está bem. 4,3 GW de potência é muito bom. Equivale a quase 4 centrais de sines que é a que mais potência tem (1,18GW). O total de potência instalada em termoelétricas é de 7,4 GW. Acho que devemos investir muito mais em eólica e acabar com as centrais termoelétricas.

    • Miguel Silva says:

      eu acho que dizer “no passado dia 22 de novembro a produção de energia eólica chegou aos 103,1Gwh” responde à tua pergunta. Cabe pensar um pouco e saber que 22 de novembro é um dia.

    • Filipe Coelho says:

      Não diria acabar com as centrais termoelétricas. Há certamente maneiras de gerar energia com calor de forma (quase) limpa. Por exemplo, através do sol e uso de espelhos+lentes para focar a luz. Até a nuclear consegue ser uma energia muito barata e bastante limpa, só tem o grande perigo de se algo correr mal, corre muito mal. Mas sim, concordo com o que disse, e acho que entre eólica, solar, barragens e centrais hidroelétricas teríamos energias não poluentes para alimentar o planeta inteiro, durante as várias estações.

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