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Portugal já inaugurou a gigante “Gigabateria” do Tâmega

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Diogo says:

    A parte mais interessante que era saber como funciona deixaram de fora… 🙁

    • Julia Santos says:

      Exacto…. ficar a saber que são barragens não ajuda muito.
      Será que funcionam a vento? Ou será energia solar?

    • émeu says:

      É usado em alturas que a rede está a começar ter mais carga do que produção. A barragem está num ponto alto e envia a água pra um ponto mais baixo, é gerado energia unicamente pela gravidade, a noite quando a rede de energia é menos usada e mais barata é bombeada essa água de baixo para cima.

    • SRF says:

      Conheço a zona e o projeto, é um complexo de 3 barragens, 2 no rio tâmega no Alto Tâmega e Daivões, e a barragem de Gouvâes no rio torno.
      Na albuferia da barragem de Daivões, existe um conjunto de turbinas-eletrobombas que utilizam a àgua desta albufeira para bombear a uma altura 657 metros para a albufeira de Gouvães, utilizando o excedente de produção eólica existente dos parques de Vila Pouca de Aguiar, e de mais 2 parques a serem construidos com uma capacidade estimada de 300MW.
      A capacidade de armazenamento da barragem de Gouvâes estima-se em 40.000MW.
      Nas horas de pico, o circuito inverte-se e a queda que gera 880MW de potência elétrica.
      A barragem de Daivões tem mais uma turbina de 118MW.
      A barragem do Alto Tâmega ainda está em fase de construção e terá uma potência de 106,5MW

      • HC says:

        Excelente e objectiva descrição.
        Como sistema de contraembalse a rentabilidade será económica pelo aproveitamento da energia quando é mais barata para a bombagem. Não se deve confundir com os conceitos de sustentável ou renovável, pois os impactes sobre os ecossistemas fluviais e terrestres são imensos.

  2. freakonaleash says:

    Foi também noticiado aqui:
    https://forococheselectricos.com/2022/07/iberdrola-inaugura-gigabateria-tamega-sistema-almacenamiento-hidroelectrico.html
    Deixo a curiosidade porque pelos comentários nuestros hermanos não gramam muito a empresa de suas terras, a Iberdrola. Oxalá não tenham razão no que para lá dizem.

  3. Fusion says:

    É surpreendente que uma empreitada destas dimensões é gerida apenas por 40 pessoas, incrível

  4. Joao Ptt says:

    A Europa no geral está a abandonar a construção de barragens hidroeléctricas por causa do seu óbvio impacto na natureza… cá em Portugal, como somos uma cambada de inteligentes, toca de construir 3 novas barragens.

  5. Acácio says:

    Eu só gostava de saber quanto é que o empreendimento vai custar ao bolso dos portugueses, porque cada vez que aparecem empreendimentos destes passamos a pagar mais mesmo que indiretamente. As grandes empresas quando investem fazem-no sempre com a ideia de recuperar o capital em pouco tempo, o resto e folclore.

  6. Artur Barreto says:

    …. e as pequenas represas para regadios locais no país, quem tem a responsabilidade de as , mandar construir com urgência, neste período de seca severa, em q todos aguardamos a qlq momento, precipitação, QUE NÃO PODE NEM DEVE SER PERDIDA? – estamos à espera de quê, senhores do governo???

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