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Cloud Computing vai revolucionar as TI

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Os serviços Cloud vieram para ficar. A confiança e as barreiras psicológicas podem ser comparadas a um banco. Confiamos no banco para nos guardar o dinheiro em vez de o ter debaixo do colchão. Este processo também careceu de amadurecimento cultural e psicológico. É verdade que os bancos podem falir (e há casos recentes disso), mas quase ninguém deixa de o fazer. Com a Cloud, é necessário um processo idêntico, e serviços como o Dropbox ou o Gmail já deram um importante contributo para a mudança de mentalidade.

    • naodigo says:

      Atenção que há aqui uma grande diferença.
      Um banco é um instituição grande. Pode falir mas não é tão simples quanto seria por exemplo falir uma start up de serviços cloud…

      Cloud é um grande vantagem mas também obriga a uma grande dependência.
      A maioria dos bancos com que as pessoas interagem são instituições nacionais que são supervisionadas.
      Já empresas que fornecem serviços de cloud não é bem assim.

      É preciso muito cuidado com este tipo de comparações.

      Isto para sem entrar em questões de segurança e privacidade.

      Eu não sou anti-cloud, simplesmente acho que não nos devemos atirar de cabeça para este tipo de serviço sem avaliar bem as consequências e sem garantir a privacidade e segurança dos dados e dos clientes.

      Eu pessoalmente não me acredito num futuro 100% cloud. Acredito me antes num modelo híbrido talvez com mais integração que o actual mas não tão diferente quanto isso.

      • Joel Silva says:

        Os bancos são instituições grandes AGORA, mas como tudo na vida, já foram “julgados” da mesma forma que estás a julgar os serviços cloud, ou as empresas que fornecem esse tipo de serviço.
        Tal como tu em relação ao cloud, muita gente deve ter dúvidado dos bancos para depositarem o seu dinheiro e confiarem neles para o guardarem, isto claro está, quando começaram a nascer os bancos.
        Hoje, para ti, será algo muito natural guardar dinheiro no banco, mas basta ires uma ou duas gerações atras que ainda vês muita gente a guardar o dinheiro debaixo dos colchões! 😉

        • Alexandre Abreu says:

          No caso dos bancos temos uma regulamentação apertada e fundos de garantia que permitem assegurar uma enorme fiabilidade. Na cloud ainda não temos esses organismos, o que talvez seja uma lacuna na confiabilidade dos serviços de cloud.
          Também existe uma grande diferença entre os bancos que guardam dinheiro, algo completamente banal, e um um serviço de cloud poderá alojar dados críticos e confidenciais.
          Mas também é claro que toda a gente usa os serviços de e-mail desde sempre e estes são também serviços de cloud. E usamos o e-mail para informação confidencial. Mas eu próprio tenho uma certa inércia e falta de confiança em meter certas informçações na cloud, simplesmente não confio nos prestadores. No caso dos bancos, tenho lá o meu dinheiro todo, o dinheiro é apenas dinheiro

    • Micael Rodrigues says:

      Eu acho que se pode dizer que a diferença é o que os bancos não têm backups 🙂

  2. TugaNeles says:

    O que há mais por aí é

  3. TugaNeles says:

    O que há mais por aí é “cloud washing”, principalmente em Portugal.

  4. Pedro Pinto says:

    Participei recentemente numa reunião de trabalho onde o António Miguel Ferreira apresentou uma visão geral do Cloud Computing e onde deu também a conhecer a cloud “elástica” que é possível através do serviços da empresa portuguesa LunaCloud. Muito interessante..Podem, a qualquer momento, escolher CPU, RAM e Disco.

    • CoverThat says:

      Não estou a perceber essa opção de poder escolher a CPU, RAM e disco, ou qual a vantagem dela. Supostamente no cloud computing não é utilizado o hardware conforme é necessário? Se hoje a aplicação (ou o que for) necessita de muito processamento então o servidor disponibiliza mais processamento automaticamente.
      Por exemplo no azure paga-se pelas processing units e nem sabemos qual a maquina que está com a nossa “app”, apenas sabemos em quantas máquinas está alojada (instancias). Ou estarei a confundir as coisas? 😀

  5. Rui says:

    Não concordo, para já acho que será um passo demasiado importante a ter para qualquer empresa. Se se fica sem internet basicamente perde-se tudo. Mais a confiança que será preciso adquirir (além das legalidades) para ter os dados da minha empresa num datacenter num país que se cair uma bomba ou alguem se lembra de cortar fibras (acidente ou não) pára completamente o negócio. É muito giro quando tudo funciona bem, quando corre mal, vai correr demasiadamente mal… Para serviços pessoais, Gmail etc, é excelente, mas para uma empresa tem que ser muito bem pensado.

    • CoverThat says:

      Errado. Não tens os teus dados em um datacenter.
      Tens os teus dados no número de datacenters que quiseres, nos pontos do planeta que quiseres. Caso um falhe, és automaticamente redirecionado para outro sem teres que fazer absolutamente nada.
      Logo, diria que é mais fácil perderes os dados no teu servidor local 🙂
      E quanto à internet falhar tens soluções para isso. Base de dados local com Sync na cloud.

    • José Maria Oliveira Simões says:

      100% de acordo. Nada como podermos ter a possibilidade de acedermos ao que é nosso, 24×7. Se para uma pessoa a cloud pode fazer todo o sentido, já para uma organização não é bem assim. Há pontos a favor e pontos contra. Se não tivermos os dados nos nossos equipamentos, podemos ser obrigados a parar o nosso negocio por impossibilidade de acesso aos dados. Não é assim, tão descabido de todo, ficar isolado da internet, porque um cabo foi danificado. Há que pesar muito bem os prós e os contra e acima de tudo ter planos “B”, no caso de alguma coisa correr mal. Outro ponto importante é a espionagem. O echelon (Big Brother) é um verdadeiro problema a nível da privacidade de cada um, e acima de tudo a nível de segredos industriais, de segredos de negocio, etc.

  6. ked says:

    Uso com regularidade a Ubuntu Cloud. Dentro de 4 horas vai decorrer um Webinar da Ubuntu sobre este assim aqui: https://www.brighttalk.com/channel/6793

    TITLE Getting the best from your cloud – multiple workloads, security and management

  7. João says:

    O que quer dizer “TI”?

    • ked says:

      TI é o acrónimo de Tecnologias de Informação. Quem quer falar bonito e mostrar-se bom perante quem não sabe e nem tem obrigação de saber gosta de falar assim. Claro que deviam indicar Tecnologias de Informação (TI), mas assim já não davam a imagem de que sabem mais do que os outros. Tens que perceber que em Portugal 90% das pessoas vivem da imagem.

    • TugaNeles says:

      Quer dizer Torresmo Inchado.

  8. anon says:

    Ha quem argumente que o “Cloud” eh um grande bubble tipo dot com bubble.
    Outra questao eh q o consumidor fica locked-in com o servico cloud.
    E nao nos esquecamos de questoes de privacidade e controlo dos nossos dados.
    Na minha opiniao isto eh um grande hype. E o conceito “cloud” eh overhyped por marketeers e vendedores porque soa “cool”.
    O “Cloud” ja existe ha muito tempo para outros servicos e.g. email, blogues, web hosting.

  9. Jorge says:

    Há uma forte pressão para isso acontecer, mas não me parece que a cloud vá vingar. Embora a ideia seja boa tudo não passa de uma questão comercial e enquanto as empresas que oferecem serviços continuarem a dizerem quais os pontos fracos das suas concorrentes para ganharem mercado mostram as vulnerabilidades que a cloud tem. Outro grande problema tem a ver com os actuais administradores de redes nas empresas, que de modo algum se consegue ultrapassar o paradigma na instalação de uma nova aplicação quanto mais perder o acesso a tudo. Todos nós sabemos os problemas que dão os sites das finanças, bancos, segurança social e ninguém quer uma coisa desse tipo na sua empresa. Por isso a cloud para mim só talvez daqui a 10 anos e não sei se consegue passar a fase da adolescência…

  10. Ricardo says:

    A cloud tem crescido muito nos ultimos 2 anos. Paga-se o que se usa, é preciso mais processamento em poucos minutos se obtem, depois é só desligar. Existem aplicações que o fazem automaticamente, por exemplo um site está a ter 70% dos acessos da sua capacidade maxima, automaticamente outro servidor é ligado, assim não se deixa de está no ar. O Obama usou a cloud na sua campanha, para um aplicação e essa não falhou, os servidos foram desligados e os dados armazenados online. Já o Mitt Romy não a usou e a aplicação para ser usanda falhou redondamente.

  11. Migval says:

    Acredito que o Cloud se vá expandir e muito. Agora substituir a arquitectura dos sistemas na empresas, não acredito.
    Se a nível do utilizador comum não tenho duvidas que já estejam a substituir as Pen’s para “transportar” ficheiros de um lado para outro, a nível empresarial a conversa é outra. As empresas não podem ficar “reféns” de um serviço destes, dependentes de uma ligação á NET, da sua lentidão, etc. E atenção, que para uma empresa os custos de Storage na Cloud não é assim tão barato como isso. Mas a nivel empresarial também acredito que possam aproveitar esta tecnologia para um ou outro serviço,mas nunca numa substituição total. Acho utópico…

  12. ZedoPipo says:

    Cloud computing vai revolucionar as TI..

    escrito por: CEO de empresa de serviços na Cloud..

    cof cof

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