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PplWare Mobile

Balanço de 2009 e perspectivas para 2010…

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Alex says:

    Mal dele que não falasse no Magalhães… Afinal é uma grande aposta, incluir o Caixa Mágica num computador que vai chegar a milhares de crianças… Concordo plenamente com o uso do software open-source e na sua divulgação, pois já utilizo a distribuição do Ubuntu, há uns largos meses (parte culpa da Pplware!) e reconheço que em nada fica a dever ao Windows. Só tenho pena que não utilizem o Linux na escola, pois tenho um filho com 8 anos, que de vez em quando têm que levar o magalhães, para escrever no Word… A professora diz que não sabe mexer no Linux, nem no software já incluído no Magalhães (Windows e Caixa Mágica). Mas espero que isso ainda venha a mudar…

    • Gooden says:

      Afinal parece que vão dar 250.000 portáteis aos professores…

      Estou a imaginar um aluno de 10 anos a ensinar um professor a mexer no PC xD

      • Rui Miguel Silva Seabra says:

        Vão “dar” 250.000 portáteis, vírgula!

        Os nossos impostos vão contribuir (em muito) para isso, e ainda por cima o concurso actualmente lançado é ilegal por obrigar a produtos específicos de marcas específicas (Microsoft Windows e Microsoft Office).

        Oferecer dual boot com Microsoft Windows e incluir o Microsoft Office deveria ser na melhor das hipóteses uma proposta da candidatura, mas desta forma estão a obrigar os fornecedores a uma baseline de preço.

        É obrigatório incluir o Windows e o Office, dando assim à Microsoft o poder de decidir quem tem a melhor oferta (imaginem que a Microsoft diz, sei lá… à JP Sá Couto, que para este concurso eles podem cobrar 1¢ por licença…)

        Rui

  2. Miguel says:

    «Reparem que em Portugal há 50% da população que se liga à Internet pelo menos uma vez por semana e 90% que tem telemóvel. Façam a intersecção dos dois conjuntos e aí têm o target dos smartphones.»

    Nada como simplificar as coisas. Eu praticamente toda a gente que conheço abaixo dos 50-60 anos usa a Internet e tem telemóvel (acho que mesmo todos o têm) e entre eles, tirando meia-dúzia de gatos pingados, não vejo ninguém com o mínimo de interesse de aceder à Internet pelo telemóvel. Mesmo entre aqueles que têm smartphones (que usam maior parte das vezes pela agenda e pelas aplicações de trabalho ou de entretenimento)

    • TiagoKito says:

      Concordo plenamente…

      hoje em dia o pessoal que conheço dentro dessa faixa etária também apenas utiliza os SPs para esses fins, e pelo menos no que me toca, prefiro mil e uma vezes aceder à internet pelo pc! (Claro que há as excepçoes de aceder à caixa de email pelo telemovel).

      Mas acredito também que cada vez mais se começarão a utilizar as aplicações de controlo pelo telemovel (como é o exemplo da domótica).

      Cumps

  3. Pedro Gonçalves says:

    Essa coisa do Windows refund… fonix, já estava na altura!
    Comprei um netbook há uns 2 meses, e andei com telefonemas para trás e para a frente, mails e o diabo a 7 para ver se me davam algum pela licença que recusei mal liguei o portátil e depois de muita conversa nada! “Já falámos com o nosso departamento juridico e efectivamente não efectuamos a devolução do dinheiro da licença” blá blá blá!
    Fiz uma queixa à Autoridade da Concorrência mas escusado será dizer que não vai dar em nada… =\

    Eu até utilizo o Windows de vez em quando, mas tenho as licenças de todas as versões de borla (e legais), faz algum sentido ter pago por mais uma licença? BAH

  4. JDurão says:

    No que diz respeito à utilização do software Open-Source nos computadores “Magalhães” estou em completo desacordo, é muito bonito dizer aqui que o Linux é melhor que não tem custos, que faz tudo o que o Windows pode fazer… Mas na realidade as coisas não são bem assim. Ora se pensar-mos quem é que na realidade hoje em dia no nosso pais usa o Linux? 95% são pessoas ligadas à informática como muitos de nós porque os outros 5% são aquelas que compraram pc´s do E-Escolas e agora querem à força mudar para o Windows porque não sabem nem conseguem instalar coisas novas, ou então porque na escola os professores não percebem Linux… Os miúdos que tiverem o Magalhães com Linux coitados… na escola o professor não sabe mexer e em casa por mais conhecimentos que muitos pais possam ter de informática apenas serão no Windows. No fundo o que estou sempre a ver neste campo é que todos querem OpenSource e muitas vezes não é por ser o que é, mas sim para irem contra a Microsoft… Vamos ver como será o futuro!

  5. LA says:

    Já há muito tempo que todas as máquinas deveriam vir sem nenhum software pré instalado, é que não é só o sistema operativo, é também todo o software que vem pré instalado e que não deveria vir.
    Já soube de clientes que entraram em contacto com a HP e eles disseram que não comercializavam a máquina sem o sistema operativo porque assim já não era considerado um produto. Acho isto um atentado contra os direitos do consumidor.

    • Pedro Gonçalves says:

      Eu já não digo vir sem OS, mas sim dar à escolha ao cliente no momento da compra.
      Do estilo:
      Preço do PC
      XX € OS – Windows FOO (Disponibilidade X dias)
      YY € OS – Linux – distribuição XPTO (Disponibilidade Y dias)
      ZZ € Sem OS (Disponibilidade Z dias)

      Pois… eu comprei um Compaq (ou seja, HP)! Ainda por cima a HP tem uma parceria XPTO com a MS… não poderia ter escolhido pior ninho de cobras para tentar um refund!

  6. Paulo Pereira says:

    Deixem de falar nos computadores para professores: são computadores a preços mais baixos mas com obrigação de contrato a três anos para net lenta e downloads limitados. No final ficou bem mais caro que um computador normal. Quem sabe o que anda a fazer não se deixa enganar, compra computador sem acesso móvel numa loja e na escola usa a net da escola e em casa uma internet normal pois é mais rápida e barata!
    Os alunos dá lucro (o preço dos computadores e da net é mais baixo). Nos professores é roubo mesmo!

  7. leitorassiduo says:

    Eu já ouvi este Sr. 300 em diversas oportunidades no evento anual “Linux” promovido pela Sybase e digo já que este Sr. é só basófia. Está sempre a tentar “vender o peixe dele” e não tem um minímo de imparcialidade nos seus discursos que para além disso denotam uma clara falta de conhecimentos técnicos e um know-how muito virado para o marketing e vendas.

    Já para não falar que a caixa mágica é uma distribuição fraquíssima que, neste momento não sei mas, no passado ainda por cima era paga!

    POR TUDO ISTO, sou honesto e digo que li a primeira linha deste artigo e nem me preocupei em ler o resto.

  8. bruno says:

    Eu não sou a pessoa mais avalizada para tecer opiniões muito concretas dado desconhecer a pessoa em causa.
    Mas, e tomando o lugar de advogado do diabo, direi que este Senhor tem feito um trabalho fenomenal.

    Tornou um projecto baseado em linux conhecido do grande publico; conseguiu incluir o sistema caixa mágica nos diversos programas financiados pelo estado português para aquisição de computadores; é falado,mal-falado e amplamente discutido na praça pública… e tudo isto, num país que é inteiramente dominado por uma empresa multinacional de origem americana.

    pessoalmente não gosto do sistema caixa mágica porque é baseado em mandriva e parece-me ser esse o principal erro de casting.
    provavelmente alguém tecnicamente mais capaz será capaz de me convencer que não poderia derivar de outra coisa qualquer..

    mas pronto, o homem tem lutado e tem conseguido resultados…

  9. racoq says:

    Não posso concordar mais com o Paulo Trezentos. E infelizmente é real em portugal a dificuldade em adquirir um bom portátil por exemplo sem sistema operativo.

    Claro que existe um esforço de salientar da Insys, uma empresa que deve com certeza ter parcerias com o caixa mágica, mas para ser sincero e da experiência que tenho destes portátis é que a qualidade deixa muito a desejar. Problemas nos ecrãs de pixeis queimados, problemas de aquecimento e com avarias nas placas gráficas, já vi de tudo nestes portáteis.

    No fórum do pplware, que frequento e administro todos os dias, existem queixas suficientes do material deste fabricante que cheguem para apoiar o que digo.

    Eu gostaria era de quando adquiri o meu portátil Compaq, não ter pago a licença do Windows Vista (um produto do meu ponto de vista inacabado e com falta de qualidade). Para se ter uma ideia nessa altura nunca vi tantas pessoas no fórum a mudar para Linux como nessa altura (embora o numero felizmente continua a crescer).

    Faltam parcerias do meu ponto de vista do Linux e dos principais players (os autores das principais distribuições e outras empresas relacionadas com Linux), de modo a pressionar as marcas mais conhecidas como Asus, HP , Acer ou Toshiba para que de facto disponibilizem igual numero de modelos Linux como disponibilizam para Windows (um pouco utopico eu sei), ou então facilitem a devolução de algo que muitas pessoas não querem pagar e em alguns casos não precisam (uma licença windows).

    • quimkaos says:

      Isto do windows refound já é uma ideia antiga acho eu. tenho a ideia que nos anos 90 ou inícios da década 00 a HP e a IBM estavam a vender os porteis com o windows com a opção, que se não estivessem contentes com o sistema operativo, o poderiam devolver à microsoft, recebendo assim o valor do mesmo. No entanto (não deviam contar que houvesse gente que quisesse rejeitar o windows) quando os clientes começaram a pedir o “refound” estes a principio foram rejeitados e depois consecutivamente postos entraves à devolução do sistema operativo. Até uma comunidade linux começar a fazer manifestações às portas da microsoft… e mesmo assim ainda demorou a conseguirem:
      https://www.youtube.com/watch?v=ojhy6XwVi2k

      Eu pessoalmente não compro um portátil ou pc que venha com o windows, essencialmente porque não o uso!

      Da insys não tenho nada a dizer da qualidade dos computadores até porque têm muitas configurações interessantes, no entanto a assistência pós venda, suporte e aplicação de garantia, são do pior que há. Telefones sempre ocupados (ou coisa que se pareça) e em avarias fazem tudo para virar as avarias para os clientes, evocando falsamente selos de garantia quebrados (se é que estes tem sequer validade) ou má utilização do equipamento… Ainda bem que existe a defesa do consumidor e a ASAE! depois de uma série de problemas deste tipo já sei que insys por muito bom que sejam os portáteis, não valem a pena.

  10. Atento says:

    quimkaos, deves ver que há a assistência eescolas a outra… todas as marcas do eescolas puseram linhas específicas para o eescolas que estão super carregadas… sei por experiência. A Toshiba no eescolas consegue ter um suporte bem pior que o da INSYS.

    Agora dos selos, ninguém gosta deles, mas como já vi vários amigos a tentarem passar a perna ao fabricante do portátil, imagino que eles tenham que se proteger. Podemos sempre tirar foto antes de lhes enviar a máquina para ficar com prova datada e poder confrontar se houver problemas. O que eu tenho sinceramente visto é a nossa típica esperteza saloia a abrir os portáteis, mexer em tudo (tipo o capot do carro, mas experimentado dar uma olhada no interior do carburador) e depois dizer… bahhh tem que ir a reparar… mas sem eu pagar nada! Vejo demasiadas vezes isto para só dizer mal deles. Se abusarem, cair em cima deles, mas e se são as pessoas a tentar a típica fraude do seguro?

    • quimkaos says:

      O da Insys tem uma linha de suporte… o telefone toca, toca, toca e ninguém atende… quando tens sorte e está la alguém por perto (aquilo nem deve ter som, deve ser só uma luzinha a piscar, para não incomodar ninguém!), mandas para lá o portátil e passados 3 meses telefonam-te a dizer que os selos de garantia estão quebrados e por isso não há garantia nenhuma, que alem de ter que pagar o arranjo do portátil terá que pagar a reposição dos ditos selos, para continuar a ter garantia! Não acha nada de estranho nisto?
      Tenho que repetir que a mesma avaria já me passou pelas mão em duas vezes, no mesmo modelo, a que se adiciona uma terceira, que por ter sido um eescola adquirido numa grande superfície, ficou resolvida em menos de um mês com a substituição do portátil!
      A questão dos selos de garantia nos portáteis Insys é tão simples como isto: desembala-se o portátil quando se recebe, pousa-se numa mesa e os selos estão violados porque já rasparam na mesa! eu já não vejo colocarem assim selos de garantia desde o fim dos anos 90, onde a parte de trás do portátil mais parece a mala de um caixeiro viajante, que em cada terriola que passa lhe cola um autocolante!
      Querem selos eficientes ponha-nos por dentro das tampas ou usem os parafusos para esse mesmo efeito.
      Tenho muita pena mas nestes dois casos foi mesmo fuga à garantia. Tenho pena e vergonha disto por ser uma empresa portuguesa que poderia com um projecto destes passar a ter uma projecção fantástica, mas aparentemente não o quer, parecendo se estar a borrifar para o cliente final. É na minha opinião mais uma empresa portuguesa que unicamente deseja o lucro imediato, senão mesmo antes de fazer qualquer investimento. e claro está! garantia que é isso? suporte pós venda? tá vendido, tá vendido, que se f… Tenho ainda mais pena que nenhum deste clientes tenha denunciado esta situação, até porque a queixa já estava preparada para seguir, onde uma das pessoas mandou reparar o portátil pelo triplo do preço fora da Insys e a outra optou por o transformar num portátil fixo (lol) ligado a um monitor externo.

      Mas este artigo é sobre a Caixa Mágica que já a meio de 2010 continua de parabéns!

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