O seu filho está viciado no smartphone? Solução não é tirar-lho
A tecnologia faz hoje parte integrante da vida dos mais jovens. Smartphones, redes sociais, plataformas digitais e inteligência artificial moldam a forma como comunicam, aprendem e constroem a sua identidade. Se o seu filho está "viciado" no smartphone, a solução não é tirar-lho.
Uso do smartphone passa por educar para o uso consciente
As novas gerações são nativas digitais. Desde cedo contactam com dispositivos e aplicações que facilitam o acesso à informação e à aprendizagem, mas que também expõem a novos riscos. A dependência de ecrãs, a pressão das redes sociais, a desinformação e os problemas de privacidade são desafios reais que exigem atenção.
Mais do que restringir o acesso à tecnologia, o caminho passa por educar para o uso consciente, isto porque o cérebro jovem ainda está em construção.
Saber usar ferramentas digitais é importante, mas compreender os seus impactos, sociais, psicológicos e éticos, é ainda mais relevante.
Proteger a juventude no mundo digital não significa desligá-la da tecnologia, mas sim capacitar para uma utilização responsável.
É importante que se partilhe com eles informações sobre o cérebro, se explique como funcionam os estímulos digitais, se mostre como as plataformas exploram emoções e atenção, etc. De salientar também que os pais funcionam como modelo.






















Como se um qualquer Pai normal tivesse capacidade para isso 🙂 Infelizmente o ensino 3.º mundista deste “país” não está capacitado para a Juventude informática actual 🙂 Relativamente ao ensino até ao 12.º ano ainda estamos por aqui na pré-história ! Veja-se a miséria intelectual como alguns jovens chegam ao universitário…especialmente do ensino público…
Fala-nos mais sobre isso.
A solução é motivar os miúdos para algo que achem ainda mais interessante do que os telemóveis. Dar-lhes a conhecer o que mais existe para além do telemóvel. Quem sabe, poderão vir a interessar-se por um qualquer desporto e há tantos à escolha desde os mais exigentes fisicamente como atletismo, ginástica, ciclismo, ténis, natação, canoagem, artes marciais, dança, futebol, futsal, andebol, basquetebol… até desportos ou actividades fisicamente menos exigentes como tiro com arco e flecha, hipismo, pesca, ténis de mesa, xadrez…
No meu tempo de juventude e durante os tempos livres a bicicleta foi sempre uma opção sozinho ou em grupo. Também nos juntávamos-nos uns quantos (até quando faltava um professor) e íamos até ao salão de jogos mais próximo jogar bilhar/snooker, matraquilhos ou o que mais por lá houvesse.
Os pais de hoje não querem pagar actividades aos miúdos, muito menos andar a leva-los e a ir busca-los das actividades.
Só querem meter os miúdos na bola mas é para serem os próximos cr7 para os sustentarem
Nem todos. As piscinas municipais têm filas de espera para as aulas dos mais novos.
Piscinas municipais, nem sei o que é isso, é do município? Paga-se?
Tenho dois filhos, andam os dois no Jamor e não tem filas, há muitas vagas, também andam no tennis no jamor e também há vagas.
Cada um rege-se com o que tem. Nem todos vivem na grande metrópole Al-Lisboa.
Estás muito enganado.
Há muitos pais sim que querem colocar os filhos em actividades mas para isso tem que se ter dinheiro já que cada desporto ronda uns 50 … 90€ mensais sem contar com explicações ATL etc…
Esqueceste que muitos pais trabalham por turnos e até podem ter dinheiro mas não tem horário para acompanhar os filhos nas actividades ou até mesmo disposição pois é preciso fazer almoço jantar arrumar a casa e no pouco tempo que se tem em casa faz se essas coisas e ainda tem que se arranjar um bocado para uma actividade sua ou até mesmo descansar.
Comentários como este dá mesmo para ver que não é pai …..
+1
Mas para isso é preciso quem os motive e acompanhe.
Pais como o pai da Vanessa Fernandes, são um exemplo a seguir. O homem estava em todas, sempre a puxar por ela.
A tecnologia é fundamental, mas cada coisa deve ter o seu espaço próprio.
Discordo. Quando há exagero há que retirar ou bloquear. A dependência de tecnologias é um flagelo. Se não acatam ordens para se desligarem por eles mesmos, têm de ser forçados a pousarem-nos… Claro que cada cDi é um caso, mas tem de haver autoridade e respeito pela mesma. Educar não é dizer sempre que sim ou permitir tudo. Têm de haver limites
Forcado? Ve-se mesmo que nao tens filhos, nunca facas isso. Nao foi ha muito tempo uma deputada foi morta a facada pelo filho de 12 anos apos ter lhe tirado o telemovel…..brinca brinca
Tenho 2, e posso atestar a dificuldade crescente em relação ao mais velho (agora com 18 anos) se alhear do tlm a partir do 10º ano, devido ao facto de ter deixado de usar o familiy link no equipamento dele. O de 15 anos está controlado ainda e obedece a regras de nunca dormir com o tlm no quarto. Sim, sou antiquado e rígido nisto. E não a conheço de lado algum para me tratar por tu…
e TU deves estar cheia de medo que te aconteça o mesmo se calhar porque és daquele tipo de mães fracas que não sabe educar e que se calhar ainda critica o papel da figura masculina; mas depois queixam-se que os putos andam a bater mal mas o deus dessa gente é o ecrã e conteúdos de caca!
Forcado? Ve-se mesmo que nao tens filhos, nunca facas isso. Nao foi ha muito tempo uma deputada foi m0rta a facada pelo filho de 12 anos
Forcado? Ve-se mesmo que nao tens filhos, nunca facas isso.
Nao foi ha muito tempo uma senhora morreu a facada pelo filho de 12 anos
A rute e o joao estão em completa sintonia, até na falta da cedilha.
Em tempos antigos dir-se-ia que seria bruxedo, feitiçaria, obra de adoradores do demo em resultado de ritual em noite de lua cheia numa qualquer encruzilhada no meio de uma floresta antiga e escura… suficiente para os aldeões pegarem em archotes, pás e forquilhas e irem em busca da alma danada responsável por tal acto profano contra a natureza divina da humanidade.
Mas os tempos agora são outros e as explicações mais aborrecidas…
Hehehe
Deve ser algum garoto a querer fazer passar aensagem dele… Boa sorte
A solução é mesmo rezar muito para que não se tornem uns inúteis da sociedade, mas acaba sempre por se rezar em vão.
Jovens tenham um bom equilíbrio em praticar algum tipo de exercício e actividades intelectuais sendo sempre a última a predominante depois com a idade esqueçam o exercício e dediquem-se a tentar perceber como funciona o mundo e a realidade que acaba por ser uma actividade intelectual já que o corpo a partir dos 30 começa no declínio, não se distraiam muito é com a realidade que vos querem vender na TV ou na NET, isso só vos torna bons consumidores de trampa. Meditem, oiçam música,leiam e vejam documentários e filmes e algumas séries e se possível viajar e não ter filhos isto tudo vai ocupar-vos a vida inteira e será gratificante tentar descobrir a verdadeira realidade.
E se os seus pais tivessem seguido esse exemplo à risca?
Pões mais tabaco nisso.
Os meus tios tiraram o telemovel ao meu primo e ele partiu lhes a casa toda, ate a tv foi a marretada….prejuizo de mais de 50 mil euros. Agora ja nao lhe tiram o iphone, ele tem 11 anos e vive obcecado com o tiktok e instagram.
Internamento.
Ou oferece-lo a quem o queira…
Muita história com a proibição de smartphones com internet até ao 2º ciclo (inclusive),. Afinal o que mudou em termos práticos:
– Ficou tudo igual ao ano anterior?
– Proíbem os smartphones com internet e permitem os dumbphones sem internet – tal como prevê a legislação?
– Proíbem todos os telemóveis (smartphones com internet e dunbphones)?
– Não proíbem nem uns nem outros?
Fiz uma experiência numa reunião familiar, com conhecimento de todos os progenitores (tios e irmãos), em que englobava 11 crianças (todos primos) com idades entre 5 e 14 anos.
Escondemos os telemóveis deles ou não demos nenhum aos que não tinham, não houve um que durante quase uma hora soubesse lidar com a situação ou criasse alternativas para ocupar aquele tempo. Nem comento o comportamento agressivo de alguns.
Os adultos durante esse tempo, também não usaram, apenas confraternizaram, o que já é habitual.
Chegamos a conclusão (os adultos) que teríamos de mudar a nossa atitude e perspetivas sobre o uso do telemóvel das nossas crianças.
Apenas um testemunho.
Um adulto que vem para um blog com um nick desses inventar uma historia nao tem maturidade para ensinar criancas. Sinceramente nem sei se tem capacidade para fazer um filho, ja viste bem se nao é parecido ao teu vizinho?
Rui acho que não tomaste a medicação de hoje, e mais, quem não tem maturidade para ensinar crianças é a tua pessoa, e pior, nem sequer tens capacidade mental para seres Pai.
Eles é que estão certos, nós é que andamos aqui a trabalhar para encher chouriços. Disponibilizas o teu tempo e no fim do mês nem umas sapatilhas de marca consegues comprar.
O estado tem que fazer algo para ganharmos sem trabalhar. Somos animais e podíamos viver todos bem.
Só temos uma vida, e vamos desperdiça la a trabalhar para os outros?
Podes trabalhar para ti, trabalhas para os outros porque queres
🙂 mais uma personagem que está “à espera dos amanhãs que hão-de vir” 🙂
E os adultos? Também se deve proibir? A generalidade é pior que os mais novos.
O telemóvel, para alguns, é como uma droga, o álcool ou o jogo. Se se esquecerem dele em casa, nem que tenham de fazer dezenas de km, voltam atrás.
Os adultos maduros auto proíbem-se e auto regulam-se.. os outros é a malta do ordenado médio, não fazem nada por eles próprios
Pedro, seria interessante este artigo ir mais além. É curto para o tema em questão.
É muito mais importante, tanto para educadores, pais e menores, do que se possa pensar à partida.