Quantcast
PplWare Mobile

O projecto Google Glass está a morrer

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. NewJ says:

    Assim que forem lançados uns iGlass pela Apple, nessa altura sim pegará e fará sentido a comercialização.

    • Nunes says:

      O problema será sempre o mesmo! O seu uso em ambiente social!
      E outro problema é que um utilizador comum só retira mais proveito deste tipo de aparelho esporadicamente ao longo do dia (vs telemóvel), mas vê-se quase que obrigado a ter que usar quase todo o dia para poder retirar esses benefícios, e óculos não é uma coisa assim tão confortável ou discreta!
      Resumindo a ideia é boa mas não para o público em geral.
      Creio que se deviam focar em usos especializados para profissionais, e crescer a partir daí!

    • Balmer says:

      Acho que desta nem a Apple os salvava.

      Pessoalmente, embora não sendo fã Apple, sempre suportei o facto da Apple atirar cá para fora o spin-off de novas tecnologias que tenham tido um aparição mais silenciosa e obscura porque realmente dá aquele chuto ao interesse tanto do consumidor como fabricante.

      Mas acho que todas as pessoas estão cientes do que o Google Glass e acho que produtos similares de outros fabricantes vão ter o mesmo tipo de resistencia. Foi preciso algo deste género para as pessoas de repente ficarem (parcialmente) preocupadas com a privacidade, e creio que é algo que nem a Apple conseguiria contradiar.

    • João Felix says:

      E sabes porque? Porque quando a apple os lançar é porque a tecnologia avançou o suficiente para que não sejam tão limitados em termos de bateria e afins. Pois ninguém quer uns óculos que apenas servem para fazer parecer as pessoas retardadas neste momento e que a google ainda não descobriu como os fazer necessários.

    • Silas says:

      Nem sempre quem termina o exame primeiro tem a melhor nota, certo?

    • lo says:

      a apple só vai lançar iglasses quando a tecnologia feita pela google estiver pronta.

  2. fornost says:

    Eu estou surpreso que tenha ido tão longe pra ser sincero. Talvez seja eu o “retrógrado” (é forte uma possibilidade) mas eu não gostaria de ter um desses nem de graça.

  3. Redin says:

    Pelo que eu me lembro, houveram dois flops na Google. O lançamento do ChromeBook e agora recentemente os GoogleGlass.
    São ambos excelentes projetos de topo mas que infelizmente vieram bem preparados para um “momento” mal preparado. Estão assim muito à frente daquilo que só poderá ser visto e massivamente utilizado só daqui a alguns anos, quando o tal “momento” estiver preparado para o receber.

    O meu projeto infelizmente poderá encontrar-se nesta encruzilhada. Sei que será o inicio do fim daquilo que hoje conceptualmente chamamos de spam, mas se não for bem feito e não obtiver uma perfeita introdução no mercado, poderá sucumbir.
    O meu esforço será para que tal, não aconteça. Venha a equipa de desenvolvimento capaz e competente, a visão que tenho comigo se for bem transmitida, assim que o resto virá com o mundo como limite.

  4. Pedro H. says:

    É de facto uma pena. O Google Glass levanta de facto questões relativamente a privacidade ( blah blah blah legal ), porque ainda não estamos preparados como sociedade para “aceitar” estes dispositivos. Com este boom dos smartphones, com a Internet of Things está a chegar devagarinho, é ainda cedo para que possamos ter um futuro em que o Google Glass possa fazer parte integral de uma sociedade, tal como ideializada pela série anime Dennou Coil. Percebe-se o potencial deste dispositivo, em aplicações de mecânica automóvel assistida, aplicações de bolsa em que ter a informação ao segundo é importante, entre outros, mas a tecnologia ainda tem de evoluir muito mais para que um dispositivo deste género possa vir a fazer parte integrante das nossas vidas a um preço decente. Se calhar o OculusVR terá mais sucesso, mas… citando o actor que fez de Albert Einstein no jogo Red Alert: “Time will tell” 😀

  5. Paulo says:

    Melhor reportagem que vi sobre isto foi sobre as pessoas que foram expulsas de restaurantes e bares por usarem essa coisa. O tão subtil vai filmar a tua tia em todo o seu esplendor.

  6. Pedro says:

    Estive na conferência LISA14 esta semana em Seattle e vi uma quantidade relativamente alta de utilizadores do glass, é verdade que é uma conferência de tecnologia mas o número foi maior do que esperava. Vi tanto homens como mulheres a usarem, no entanto nao deixa de ser estranho estar a falar para uma pessoa que passa a vida a mexer na aste dos óculos. Sinceramente não acho muita piada mas tb não achava aos telemóveis e agora não passo sem um.

  7. Carlos says:

    Isto é um conceito muito especial, que não vai morrer, a sua utilidade vai muito alem do que foi projectado inicialmente, dai pensarem que esta a morrer, esta a morrer para o publico como eu.
    Não estamos preparados para usar isto pra receber emails, talvez isto deva ser primeiro aplicado em situações delicadas e com um fim mais profissional, aí, depois de as nossas cidades estarem mais inteligentes vai ser raro ver alguém sem um glass, ou sem um aparelho inspirado no glass.

    Isto tem extrema utilidade para para certos casos de uso, tipo saúde, pilotos, soldados, exploradores, transportes, bolsa, ensino etc.
    Talvez depois de estar generalizado nestas áreas, o próximo passo sejamos “nós”.

    De certa forma vamos beneficiar do seu atraso, iremos daqui por uns anos poder usar isto muito mais polido, se fosse lançado hoje íamos ser beta testers e isto era condenado a desaparecer, por ser inútil, mesmo sendo um produto de uma gigante informática.

    Por isso dizer que esta a morrer é errado, toda a gente já percebeu que a tecnologia vai ser wearable, isto só apareceu uns anos adiantado.

  8. Daniel Braga says:

    O problema do Google glass é simples… É completamente ridiculo andar com aquilo na cara. Só vejo a ser util em situações profissionais.

  9. Filipe says:

    Estão tanto tempo de volta daquilo para depois andarem a dar/vender versões beta já se esperava.

    Um produto destes para ter sucesso mesmo que fosse ridiculo usar aquilo na rua, teria de ser apresentado uns meses antes de sair para o público final.

    Andarem sempre com upgrades de tanga em vez de lançarem logo algo decente fez-lhe a cama.

    • Nunes says:

      Isso tb é bem verdade. Ao colocarem um produto inacabado em público, acabam por ser só os aspectos negativos que sobressaem. No mundo “real” não há espaço para versões beta de dispositivos. Esse caminho só faz sentido junto de outras instituições que queiram desenvolver soluções

  10. future eye says:

    o problema está na armação se o sistema estivesse numa lente seria bem melhor tipo isto
    https://www.youtube.com/watch?v=GJKwHAvR4uI

  11. Cláudio Gutierres says:

    Interesante, quando tenho que fazer um site sobre sobre wearables aparece esta noticia… Quem quiser ajudar está à vontade ahah

  12. g0tH1C.x says:

    Mais uma vez sou forçado a pensar que algures no tempo “alguém” disse que nunca ninguém iria precisar de mais de 640K RAM… Aposto que na altura se alguém tivesse pensado em utilizar GB ou TB de RAM… seria considerado como doido no mínimo…e a desculpa seria a mesma… preço vs utilidade, e no entanto só assim se avançou para o que existe hoje.
    Este “fail” da Google não representa nada… É apenas a evolução… E enquanto a Apple, como já referiram, não arrisca a lançar produtos incompletos, já a Google não tem qualquer problema… Nada melhor que testar o mercado colocando protótipos cá fora…

  13. Rui Miguel Costa says:

    “Além disso, uma fonte avançou à Reuters que o lançamento ao consumidor do Google Glass foi adiado, lá para 2015…”

    Dá a sensação que foi adiado por anos…..

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.