O módulo Philae ficou sem energia e não está a funcionar


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34 Respostas

  1. sampaiopt says:

    eu so gostaria de saber como é que os dados são transmitidos do cometa para a terra e vice versa

    • Woot! says:

      Isso é uma pergunta a sério ou estás a trolar?

      • Ricardo says:

        Não sei se o @sampaiopt fala a sério, mas eu sim, quando digo, como leigo que sou em Física, que não entendo como é transmitido o sinal entre a sonda e a Terra. A sonda fez uma viagem de dez anos, e as imagens chegam cá rapidamente através de que canais e replicadores de sinal? Pelos satélites? Se sim, estes estão assim tão disseminados? A ausência de gravidade faz com que o sinal não necessite de replicação? Já agora, gostava de aprender algo de quem saiba!

        • Hugo Cura says:

          O ‘Woot!’ vai-te explicar 🙂

        • ACS says:

          Eu nao sou nenhum genio nesta area mas a ondas de radio, etc são ondas eletromagnéticas como por exemplo a luz solar por isso viajam á velocidade da luz. A luz demora +- 8 minutos a chegar á torre apartir do sol mas uma nave como esta principalmente a funiconar com luz solar tem de viajar bem mais lenta e por exemplo se a enviar-mos a uma distancia como a do sol e a terra nunca na vida chegava la em 8m. Por exemplo o caminho mais curto da terra a marte demora entre 4 a 6 meses com a presente tecnologia humana o que a luz faz em muito mas muito menos tempo. Ora por tanto a comunicação entre um objecto em marte e a terra por exemplo se fosse feio por ondas eletromagnéticas a voajar á velocidade maxima possivel a da luz faria com que falasses com ela com um lag de minutos se é que me faço entender. A mesma coisa se passa com esta sonda. A comunicação feita deve ser por ondas de radio que sao enviadas da terra para satelites no espaço que depois enviam para para lá com maior potencia e a recepção é inversa.

        • David Cunha says:

          É através da Deep Space Network http://deepspace.jpl.nasa.gov/

        • Rui Cruz says:

          Muito resumida e sucintamente a informação é enviada sob a forma de ondas eletromagnéticas, ou seja viajam à velocidade da luz. A sonda demorou assim tanto a lá chegar porque ainda não temos forma de acelerar objetos de “grandes” dimensões até essa velocidade “máxima” do universo.

          Conclusão: tal como um raio de luz do sol demora cerca de 8 minutos a chegar à Terra também uma onda eletromagnética o faz. Agora não sei é quanto tempo demoram da sonda até aqui, com uma conta ligeira deves conseguir saber facilmente.

          Espero ter ajudado e caso esteja errado que me corrijam sff.

        • Mario says:

          A luz (ou qualquer onda eletromagnética) demora cerca de 8 minutos a viajar do Sol à Terra, numa distância de aprox 150 milhões km. A sonda está atualmente a cerca de 500 milhões de km de nós, logo, pode-se fazer uma regra de 3 simples e concluir que dá um pouco mais de 26 minutos e meio. É esse o “lag” das comunicações.

        • Bruno M. says:

          Os dados não chegam rapidamente à terra, demora horas a chegar!
          A gravidade não interfere nas comunicações mas sim a radiação no espaço, portanto, todos os instrumentos enviados para o espaço (naves, satélites, sondas, etc,) têm que ter poderosos instrumentos de comunicação, capazes de enviar sinais a grandes distancias…

          Os sinais são enviados através de ondas rádio.

          A nasa, no cabo canaveral e em outros locais, tem enormissimas antenas de comunicações.
          Mais info aqui:
          http://www.qrg.northwestern.edu/projects/vss/docs/communications/zoom-messages.html

          • Gonçalo says:

            Concordei com quase tudo o que disseste excepto com “a gravidade não interfere nas comunicações”.
            A gravidade não afecta significativamente as comunicações, de facto o efeito da gravidade pode ser tido em conta na concepção da forma como os dados são transmitidos.
            Um fotão tem massa ainda que muito pequena mas tem! Logo a gravidade afecta-o, e.g., buracos negros atraem fotões suficientemente próximos.

      • Palu says:

        nem todos nascem ensinados como tu. ilumina-nos com a tua sapiência

      • sampaiopt says:

        eu estava a falar a serio, peço desculpa por nao ser perito em fisica nao sabia que isso agora era um requisito

    • Sergio J says:

      Os dados são enviados da Philae para a Rosetta e esta é que para a terra.

    • Bruno M. says:

      Podes ver as antenas que comunicam com alguns dos satélites/sondas no espaço neste link:
      http://eyes.nasa.gov/dsn/dsn.html

      Infelizmente não dá para ver qual a antena que está a comunicar com a Rosetta/Philae.. mas ainda assim dá para compreender como são as comunicações TERRA/ESPAÇo ESPAÇO / TERRA

      P.S.:
      Ondas rádio (ou electromagnéticas COM comprimento de onda) 😀

    • jo guerreiro says:

      Metendo o meu conhecimento nisto é preciso dizer que as ondas electromagnéticas são de muitos comprimentos, ora as para este tipo de sinal a transmitir a longas distâncias se utiliza um determinado comprimento de onda de rádio ( banda do rádio), também é preciso saber que o ar do espaço é muito mais rarefeito do que á superfície da terra, pois caso a atmosfera no espaço fosse tão denso como á superfície da terra o sinal ficaria sem potência suficiente para sequer percorrer uma distância daqui á Lua.
      O resto está já dito, o sinal é transsua emitido para uma nave satélite que fica a orbitar, esta por vez comunica com a ainda que pousa no cometa. Como é óbvio o sinal viaja á velocidade da luz e o até mesmo a nave mais rápida que existe viaja a uma velocidade ínfima comparada com a velocidade da luz.

      • Bruno M. says:

        @Jo Guerreiro…

        “também é preciso saber que o ar do espaço é muito mais rarefeito do que á superfície da terra, pois caso a atmosfera no espaço fosse tão denso como á superfície da terra o sinal ficaria sem potência suficiente para sequer percorrer uma distância daqui á Lua.”

        Amigo, o espaço não tem nem ar nem atmosfera…

        O Espaço é um vácuo… pois existe ausência de matéria.

        cumps.

  2. vida says:

    Deves querer saber a potencia para montar em casa?

  3. ww55 says:

    Gostei! pousou no solo do cometa, assim é melhor que aterrizar.

  4. Rui Moreira says:

    Espero que consigam voltar a receber sinais da sonda, este tipo de investigações contribuí ajudar a responder a muitas questões acerca do Sistema Solar.

  5. RDM says:

    Qual ficou sem energia… Estava era a fazer muito barulho e um dos aliens desligou-o para poder dormir 🙂

  6. Gonçalo Damas says:

    Pronto! Progamaram mal o modo de voo e este não desligou o wifi! Burros do caraças!

  7. Jorge Barreto says:

    Que azar! Ainda assim nada é perdido, é de valorizar o longo trabalho feito pela ESA. Estão de parabéns.

  8. Sergio J says:

    O que li é que de facto a Philae estava com dificuldades, mas conseguiu fazer as experiências principais. Depois conseguiu ainda retransmitir para a Rosetta. No final entrou em modo de hibernação e daí a uns meses quando estiver perto do sol irão tentar acorda-la novamente

  9. MárioM says:

    Tudo um bocado basico.
    Gastam uma pipa de massa,investem tempo,e depois não se lembram de um aspecto tecnico da maior importancia,Energia,
    Fiaram-se na energia solar,nas baterias,e nos paineis,agora que aterrou numa localização onde recebe pouca luz,já foste.
    Para se fazer,deve ser bem feito,porque não energia nuclear com tem feito a nasa nalgumas sondas que tem enviado.

    • Flink says:

      Não digam tantas asneiras por metro quadrado 😉
      Lembrem-se que em Março de 2004, quando a sonda foi para o espaço não havia iPhones/Androids, Facebook, Twitter nem o desenvolvimento tecnológico ao nível das telecomunicações e do armazenamento de energia (leia-se: baterias) como hoje em dia.

      • jgt says:

        A NASA já usa tecnologia nuclear nas sondas há seguramente uns 40 anos. Os painéis solares são é mais “ecológicos”.

        • Bruno M. says:

          e baratos 🙂

        • Flink says:

          Correcto! mas também usam baterias e acumuladores para situações de grande consumo, como por exemplo, para a fixação é preciso consumir quantidades anormais de energia. Os painéis são para manter a sonda viva e a realizar as “tarefas cientificas”.
          Neste caso, pelo que li, o problema foi que o Philae teve azar em não se conseguir fixar à primeira e teve descargas de energia a mais. Para além disso, teve azar no local em que acabou por ficar “estacionado” pois tem menos exposição solar que o local previsto para ficar

  10. Ivan says:

    Só não percebo que tipo de informações foram enviadas para a terra.
    Sim vimos algumas imagens, mas tirando isso o que é que a sonda avaliou?
    Humidade?
    Resistencia do solo?

    Se fosse possível trazer uma amostra para a Terra aí sim poderíamos descobrir algumas coisas interessantes (acho eu).

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