Localidades sem rede: ANACOM pede às operadoras para ativarem roaming nacional
A ANACOM solicitou às operadoras de telecomunicações que ativem o roaming nacional em localidades afetadas por falhas graves de comunicações, na sequência dos efeitos do mau tempo registado nos últimos dias.
O objetivo passa por garantir que os cidadãos conseguem manter acesso aos serviços móveis essenciais, mesmo quando a sua operadora habitual está indisponível.
Ativação de Roaming permite que utilizadores se liguem a outros operadores
Segundo o regulador, há zonas do país onde as redes móveis ficaram total ou parcialmente inoperacionais, impedindo chamadas, envio de mensagens ou acesso à Internet. Perante este cenário, a ANACOM entende que o roaming nacional é uma solução temporária que pode minimizar o impacto destas falhas.
Com esta medida, os utilizadores poderão ligar-se automaticamente à rede de outra operadora, desde que exista cobertura disponível na área, permitindo assegurar comunicações básicas, nomeadamente chamadas de emergência e contactos essenciais.
A ANACOM sublinha que esta ativação deverá ocorrer de forma excecional e temporária, apenas enquanto se mantiverem as falhas significativas de rede. O regulador continua a acompanhar a situação no terreno e a exigir às operadoras a rápida reposição do serviço nas zonas afetadas.
Recorde-se que as recentes condições meteorológicas adversas provocaram danos em infraestruturas críticas, incluindo antenas e sistemas de energia, afetando o normal funcionamento das redes de telecomunicações. A ANACOM reforça ainda a importância de as operadoras comunicarem de forma clara com os clientes sobre o estado do serviço e as soluções em curso.
Resumo das medidas a recomendar aos operadores pela ANACOM
- Roaming Nacional Temporário – Na medida do que for viável, recomenda-se que os operadores móveis celebrem acordos de roaming de carácter temporário, permitindo que os utilizadores possam aceder às redes dos outros operadores durante o período em que a falha subsista, garantindo a continuidade de serviço e mitigando o impacto da catástrofe.
- Informação ao Público – Recomenda-se que os operadores informem o público (designadamente pelas rádios locais) sobre: i) o estado das redes e serviços durante a situação de calamidade, em particular, dando informação sobre a perspetiva de reposição, indicando, tanto quanto possível, as localizações em que essa reposição já tenha ocorrido e ii) potenciais situações de atuações fraudulentas no contexto da reposição dos serviços.
- Criação de mecanismos que permitam identificar e tratar com particular celeridade dificuldades no acesso aos serviços por parte de utilizadores com necessidades especiais e/ou em situação de especial vulnerabilidade social (como utilizadores em situação de isolamento).
- Especificamente em relação à MEO, recomenda-se que nas zonas afetadas, agilize os prazos de resposta e simplifique os procedimentos associados aos pedidos de instalação de cabos em condutas e postes ao abrigo das ofertas de referência a condutas e postes (ORAC e ORAP), incluindo faturação e cobrança.
- Recomenda-se que as entidades detentoras de infraestruturas aptas à instalação de redes de comunicações eletrónicas, nas zonas afetadas, agilizem os prazos de resposta e simplifiquem os procedimentos associados aos pedidos de instalação de cabos em condutas e postes ao abrigo das respetivas ofertas de acesso, de forma a facilitar a reposição célere dos serviços de comunicações eletrónicas.






















A DIGI exigiu essa opção, a nível nacional, pelo menos até 1 de Maio, incluindo 2Teras, de tráfego móvel, para cada cliente, DIGI. MEO, NOS e Vodafone recusaram. MEO e NOS querem iniciar essa opção, entre eles, partilhando ligações, em zonas onde há torres danificadas. Vodafone não respondeu, até ás 10h, de hoje.
era preciso este pedido?
não poderiam ter sido proativas e até ficavam bem-vistas pelos clientes?
algo de bom vindo d’El Cartel? Achas?
Claro que não. Apenas interessa o lucro e ponto final. A ‘boa imagem’ já eles queimaram à muito…
ui… Está bem, pra isso as comadres têm de se entender
Até se entendem bem demais (no mau sentido) wink wink cartel
Radios PoC com cartão internacional, encontra sempre as melhores torres/ligações. Não é à Prova de catástrofe mas ajuda.
É tudo uma cambada de /%$&…. Só querem ganhar dinheiro.
Não sabia que permitir a ligação a redes móveis de outros operadores, no país, se chamava “roaming nacional”. E que podia ser com várias operadoras (tanto quanto tenha dado por isso, no “roaming internacional” é com uma única operadora, desse país.
Acrescenta a ANACOM: “Na medida do que for viável”. Mas se é viável e isto acontece todos os anos com os grandes incêndios – em certas zonas a rede de um operador é mais afetada do que a do outro, só agora é que se lembram disso?!
Lancem os foguetes: há uma coisa que o Max não sabia!!!
O roaming internacional pode ser com mais que uma operadora, depende dos acordos feitos.
Já agora, estar pendurado numa antena e passar para outra também se chama roaming, e entre aps da mesma rede também, foi daí que nasceu o termo
Isso já devia ser um padrão em todo o pais seja em que circunstancias for, nem que tivesse um custo simbólico associado
Engraçado que a Vodafone mandou uma SMS a dizer que ia oferecer dados durante 30 dias por causa dos desastres. Os que mais sofreram nem rede têm como podem usufruir da oferta lol
Recebi mensagens da NOS e da VODAFONE a dizer que estão comigo e que fazem de tudo para reestabelecer as comunicações…
E também recebi uma mensagem da DIGI a avisar que o serviço móvel está funcionar em pleno e que ma dão net ilimitada durante 30 dias…
Não fosse ter comprado cartões DIGI para os meus filhos e ainda hoje estava incontactável e sem acesso à internet… Mas também só passaram 10 dias…
Não é o que dizem.. mas falsos testemunhos são uma trend
devia ser lei em estado de calamidade
Já devia ser obrigatório em todo o território nacional há muitos anos