Quantcast
PplWare Mobile

iOS consome mais bateria que Android na utilização do iBeacon

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. antonio batista says:

    Não pode ser, um Android ter melhor desempenho que um iphone que custa 1.000€???

    É impossível… o iphone é imbatível 😀

  2. rmcrys says:

    Isso certamente dependerá também do fabricante e da sua implementaçäo.

    Mas isso já é uma constante na Apple: fraca duraçäo da bateria (e pequenos ecräs…)

    • Nelson says:

      É sim, enquanto isso, um android com bateria de 3000mah não tem tanta duração de bateria como um iOS de 1500mah.

      • Daniel says:

        Já tivemos esta discussão há uns artigos atrás e não ficaste mesmo nada bem na fotografia (não porque o iPhone até possa ter mais autonomia ou não, mas porque, e usando o adjectivo usado na altura, és um mentiroso) queres mesmo voltar a repetir? Não te cansas?

        • Nelson says:

          Não fiquei nada bem na fotografia, menti?

          Comparando, por exemplo, com o melhor android disponível no lançamento do iPhone 5S, o Galaxy Note 3, da mesma “idade”…

          a) GSMarena
          http://blog.gsmarena.com/apple-iphone-5s-battery-test/

          O iPhone ganha tanto no teste Web Browsing, como no teste de Video.

          b) AnandTech
          http://www.anandtech.com/show/7376/samsung-galaxy-note-3-review/3

          O iPhone volta a ganhar, no web browsing sobre LTE, perdendo só no de Wifi

          c) ArsTechica
          http://arstechnica.com/apple/2013/09/review-with-the-iphone-5s-apple-lays-groundwork-for-a-brighter-future/3/

          http://arstechnica.com/gadgets/2013/10/review-the-galaxy-note-3-is-big-and-it-pulls-some-benchmark-shenanigans/3/

          O iPhone volta a ganhar…

          É claro que em chamadas, não há nada que bata uns monstros desses, com o ecrã desligado… assim também eu!

          É claro que há telemóveis com mais autonomia… pois… olha só para o tamanho deles, são para aí o dobro!

          E na altura:

          iPhone 5S = 7.6mm
          Note 3 = 8.3mm
          LG G2 e G3= 8.9mm

          Por muito que te custe, considerando que:

          a) o iPhone é o mais fino
          b) o iPhone é o mais leve
          c) o iPhone, apesar de ter um ecrã mais pequeno, tem também uma bateria que é metade das dos android, e um anula o outro, apesar disso, corre na mesma um SO completo, num browser idêntico (baseado em WebKit, até), e utiliza um CPU mais rápido que qualquer um deles em single-core, e tão rápido ou mais que qualquer um deles em multi-core, e em performance gráfica, a 1080p.

          No mínimo, o iPhone tem uma duração de bateria tão boa, considerando que o 7.1 corrigiu alguns problemas de bateria face ao problemático 7.0, a quem restar dúvidas, que restem, já se sabe, é Deus no céu, e Google na Terra…

          Podes dizer que no LG e no Samsung, podes meter baterias, muito bem.

          Mas

          a) Para carregar no carro (onde a corrente máxima é limitada pelo carregador), o iPhone é mais rápido a carregar, porque tem uma bateria pequena

          b) Para carregar em power banks, fica mais barato e mais seguro que utilizar baterias de marca branca, e com a mesma bateria, o iPhone pode ser carregado o dobro das vezes que um Android equivalente (a minha custou, com portes, cerca de 18€, é de alumínio e pode carregar-me o iPhone 6 vezes e meia, dá para uma semana.

          E este assunto fica encerrado por mim, se quiseres conversar, conversa com esses sites, e bom proveito do teu telélé, é melhor que o iPhone.

    • Nunes says:

      o estudo engana pois não estão a comparar a mesma coisa!
      O iBeacon faz mais do que só verificar sinais de beacons, ao contrário da implementação que fizeram no Android, e numa situação real o comportamento é diferente: a frequência de scan varia no iOS ao contrário do que afirmam, e com várias aplicações a necessitar de informação, o Android vai ter que ter processos separados para cada uma para recolha de sinal, já que não há suporte no sistema para a tecnologia iBeacon, apenas BLE.

      • Nelson says:

        O estudo não engana nada, simplesmente não tem qualquer credibilidade, e foi inventado para gerar polémica, e publicitar essa empresa.

        Onde é que eles foram buscar os dados de gastos de bateria do iOS?

        Ele não diz quanto gasta de bateria para bluetooth, e parte do gasto de ibeacons, é para processamento.

        Muito estúpido, antes de se determinar o gasto para uma coisa, tem de se isolar o consumo para essa parte… eles é que sabem que energia foi gasta nos iBeacons, tanto num, como noutro.

        Além disso, percentagens? Que idiotice é essa? Se querem medir o consumo, medem em unidades de potência, Watt.

      • PedroTeixeira says:

        O iBeacon apenas envia um UUID e mais uns quantos parâmetros. Na essência, a tecnologia não é revolucionaria, nem nada que já não existisse. Android garantidamente que suporta iBeacon, sendo ou não de forma oficial, existem libraries que o permitem

        • Nunes says:

          desculpa mas os beacons são apenas uma das partes da tecnologia iBeacon. A tecnologia define o protocolo para os sinais, desde a forma de identificação e frequências de emissão dos beacons. Mas ainda há o processamento no aparelho móvel, como analisa a força de sinal e a frequência para chegar a uma medida mais precisa da posição, e essa parte é desconhecida fora da Apple, apenas conseguem algo aproximado ao que a Apple faz por “engenharia reversa”.

          “Android garantidamente que suporta iBeacon, sendo ou não de forma oficial, existem libraries que o permitem”
          O Android sistema operativo não suporta iBeacon, suporta só o BLE. Aplicações individuais feiras para Android é que podem incorporar bibliotecas que tentam fazer o que é feito no iOS. Se tiveres várias aplicações que usem beacons terás multiplicação de uso de recursos desnecessariamente, exactamente pelo sistema operativo não suportar o iBeacon.

  3. Benchmark do iPhone 5 says:

    Concluindo – NFC para quê? 🙂

    • Marco says:

      Eu gosto bastante de NFC+Tasker e brutal as de tentar se tiveres um aparelho com NFC, por exemplo tenho um.nfc tag no suporte do meu carro e assim que coloco o telemóvel no suporte entra logo em modo auto como eu configurei. Outro exemplo e fazer pagamentos com menos de 20 euros, bastante pratico. O beacon uso mas em Portugal ainda não e assim tao explorado por que tenho reparado :/

      • Benchmark do iPhone 5 says:

        Pagamentos com cartão (débito/crédito) contactless? Olha que não é NFC. Tenho um cartão desses mas nunca encontrei onde usar.

        No carro emparelho por bluetooth.

        • Nelson says:

          Há pessoas de idade que emparelhar com bluetooth é complicado, para isso é que existe o NFC…

          • rmcrys says:

            Claro, a razão de existir do NFC são as pessoas de idade, mas não a conexão imediata sem necessidade de emparelhar e procurar com colunas, outros telemóveis, etc.

            Mais uma na möchte …

          • lmx says:

            nunes…

            não ten nada a ver com pessoas de idade…o NFC é BRUTAL 🙂

            não ha ca emparelhaçoes, nem amarranços 🙂

            é na hora, sem complicaçoe, é muito pratico, e util!

            e as velocidades desta tecnologia, estão muito bem para a função que desenpenham.

            Não o tenho usado muito, mas já experimentei entre o meu Q10 e um Nexus, e é brutal.

            Não ten nada a ver com BLE acredita.

          • Marco says:

            Sim claro NFC e para idosos.

          • Nelson says:

            “Claro, a razão de existir do NFC são as pessoas de idade, mas não a conexão imediata sem necessidade de emparelhar e procurar com colunas, outros telemóveis, etc.
            Mais uma na möchte …”

            Sim, o meu telemóvel faz isso, sem precisas de NFC.

            Agora, há pessoas que não sabem fazer uma coisa tão simples, para isso, é que existe o NFC…

          • Nunes says:

            @ lmx
            não deves estar a responder a nenhum comentário meu.
            Mas já que falam no NFC, vejo por aqui bastantes confusões. Em primeiro lugar nem tudo requer emparelhamentos, tudo depende da acção, e para acções idênticas (tipo transferência de ficheiros) o próprio NFC tb faz emparelhamentos (automáticos) de aparelhos, requerendo confirmação.
            Em segundo lugar consegues ligações/acções com outras tecnologias com simplicidade idêntica ao que obténs com o NFC – é olhar para o AirDrop da Apple e algumas das coisas que a Apple consegue com bluetooth nos seus aparelhos, ou para os geofences usando serviços de localização, etc
            O facto é que é possível duplicar quase tudo o que falam aqui do NFC com outras tecnologias que estão em todos os smartphones.

          • Nelson says:

            @lmx, obrigatoriamente, estava a gozar o rmcrys.

            O NFC é muito fixe, mas para experimentar… eu tive durante mais de um ano um telemóvel com NFC.

            Sabes quantas vezes utilizei sem ser para testes?

            Zero!

            Tenho há 8 meses um telemóvel sem NFC.

            Sabes quantas vezes senti necessidade de o utilizar?

            Zero!

            Isso de transmitir por NFC, nem sequer existe, é uma transferência negociada por bluetooth, e transmitida por Wifi (sem utilizar AP), o NFC apenas utiliza o RFID (que só funciona junto) para confirmar o receptor/destinatário.

            O AirDrop faz isso sem ser preciso nada, basta teres esse alguém nos contactos, ou seleccionares “toda a gente”, é tão ou mais rápido, pois foi feito para trabalhar em hardware controlado pela Apple, e não é preciso chegar perto.

            Porém, estamos em 2014, se queres partilhar ficheiros, o mais certo é tarem “numa dropbox”, não é? Queres partilhar fotos, é mais fácil pores numa dropbox, e assim partilhas logo com quantas pessoas quiseres…

          • lmx says:

            Boas Nelson,

            pois é um facto que não existe muita coisa não…ás vezes da jeito para passar uns contactos ou algum ficheiro para outro tm…mas esse tem que ter a tecnologia se não nada feito.

            Eu não sei quantas tecnologias existe no NFC, são muitas, mas garanto-te que o nfc actualmente pelo menos não usa nem wifi, nem Bluetooth.

            Apenas usa NFC, ou seja não tens paring, por software com intervenção tua…o pairing é feito fisicamente, ao encostares um dispositivo a outro.
            Tens é a hipotse de definir se queres auto-aceitar ou pedir confirmação para recepção de algo.

            Para teres NFc tens que ter mais uma antena no teu equipamento,a entena para NFc.

            Por exemplo para “emparelhar” com outro dispositivo so tens que enviar algo por nfc, e encostar o equipamento a outro.
            Este tipo de conecção é ponto a ponto, o que implica que os dois equipamentos são activos e passivos ao mesmo tempo, consoante emitem e recebem…

            Tens depois o modo passivo, e este serve por exemplo para fazer pagamentos, em que o teu equipamento só recebe, ou seja podemos olhar para ele como um cartão do metro, ou um cartão multibanco.

            Ainda tens mais modos, inclusivé um point to multipoint, este apesar do conceito ser conhecido no mundo das redes, ao certo não sei como é gerido, mas será na base do point to point, talvez com mais taxa de conversão entre modo passivo e activo…

            O equipamento que recebe também emite os aknowledge’s a avisar recepção, e neste espaço de tempo ele gasta energia, mas quando está a receber, não gasta quase nada, porque está em modo passivo.

            De qualquer das formas o NFc gasta muito pouco, porque as potencias envolvidas na trasnmissão são muito baixas…o efeito secundario é que so funciona perto de outro equipamento.

            Mas se funcionasse a distancia, teria que existir o conceito de pairing que existe no BLE e no wifi, porque seria inseguro.

            apesar de esta ser uma boa solução para pairing fisico(“encostar” o equipamento que queremos emparelhar a algo)…para outro tipo de pairing não se justifica nem é nada prático, nem sequer fazivel..

            O mais certo será teres wifi, uma ligação hadoc, ou outra coisa qualquer…

          • lmx says:

            @Nelson

            sim é possivel replicar tudo o que o NFC faz com outras tecnologias. 😉

            Ficas é no final com mais alcance, mas mais complicado activar, e vais gastar mais energia no fim de contas.

            Mas aqui se queres transmissões a maiores distancias…tens que pagar a conta não existem milagres…

            O NFc é para paring fisico, tudo o resto está fora do ambito nfc.

            A vantagem do NFC é simplicidade de utilização, baixo consumo de energia, simplicidade do conceito, para quem queira desenvolver…e claro ser uma coisa abeta, sem pagamentos de licenças extra.

            Sim tens que confirmar se queres aceitar ou não o que te estão a enviar, embora possas definir se confias cegamente(mas pode ser perigoso)

          • Nunes says:

            @ lmx
            O NFC é tb usado para fazer emparelhamento de dispositivos para transferências (por Bluetooth ou WiFi) ou para stream
            “o pairing é feito fisicamente, ao encostares um dispositivo a outro.”
            Enconstar o aparelho é o que inicia o protrocolo de emparelhamento feito por NFC – reconhecimento e autenticação para determinada tarefa que necessite de emparelhamento.
            Mas se for o caso dum Tag é óbvio que não há emparelhamento, é mero reconhecimento da presença.
            Quer uma quer outra situação é possível de realizar sem NFC e com simplicidade idêntica – é olhar para o AirDrop da Apple que tb consegue fazer emparelhamento automático, basta seleccionar os “alvos”. Ao contrário do que imaginas o BLE consegue consumos idênticos ao NFC

          • lmx says:

            Nunes..

            Sim o BLE consegue consumos identicos ao nfc, mas mesmo asism gasta mais , porque normalmente é usado a distancias mais longas…

            E tem outro problema, que é o facto de os dois dispositivos serem activos, ou seja mesmo recebendo estao a gastar mais anergia, no NFc o dispositivo que recebe está em modo passivo, não gastando energia, e aproveitando a emitida pelo outro equipamento…

            O BLE tem taxas superiores de transmissão, mas o NFC tem tempos de transmissão muito curtos, o que o ajuda a manter a sua taxa em valores aceitaveis, porque não tem toda a camada se software por cima a controlar a coisa…o que quero dizer é que tem muito menor latencia, apesar das velocidades mais baixas, este factor ajuda-o a manter uma taxa de transferencia bastante aceitavel, para a utilização que esta tecnologia pode ter.

            Mas claro é possivel fazer o que o NFC faz e muito mais com BLE 😉
            Mas tens razão

          • Nunes says:

            @ lmx
            desculpa? Os consumos que encontras documentados são para utilização normal de ambas as tecnologias, por isso já é logo à partida para distâncias maiores. Na verdade o consumo do BLE chega até a ser menor que o NFC em circunstâncias normais, e se o telemóvel tiver que interagir com um TAG o NFC ainda mais gasta.
            Quanto a ser activo ou passivo, considerando que estamos a falar de telemóveis, quer um quer outro é activo, estão permanentemente a indicar a sua presença – num telemóvel ligado o NFC não tem comportamento passivo, é alimentado pela bateria, não é um TAG.
            “O BLE tem taxas superiores de transmissão, mas o NFC tem tempos de transmissão muito curtos,”
            hás de explicar isso… se o BLE tem taxas de transmissão superiores então o tempo de transmissão é menor para enviar a mesma coisa. Latência já é outra coisa. Não faço ideia onde é que encontraste essa informação mas duvido que tal seja verdade, já que a informação que encontro indica que o BLE consegue menor latência. É aliás lógico, já que o BLE é para ser usado por periféricos como controladores, etc, que necessitam de resposta rápida. O NFC não foi pensado para esse tipo de utilização.
            O que me podes dizer é que o BLE pode gastar mais por ser mais usado, mas se faz mais trabalho tb tens mais proveito.

        • Marco says:

          Não se trata da dificuldade mas sim de ser pratico, meter o telemóvel no suporte e estar logo pronto, encontras vários lucais em Lisboa restaurantes, e cinemas. Mas isto e ao um exemplo.. Podem fazer o que quiserem lol já vi um maluco que fez cenas marcadas com.NFC tasker e domotica.

        • Marco says:

          Google Wallet? Conheces em Portugal já se usa.

    • Daniel says:

      Sim, cartão Lisboa Viva para quê? Passaportes para quê (e não são só os Portugueses, são basicamente todos os passaportes electronicos na europa, pelo menos)? Só dois exemplos.
      Já para não falar que existem diversas iniciativas de interoperabilidade entre NFC e EMV (a tecnologia usada na maioria dos cartões contactless dos cartões bancários).

      Se o NFC continuar a ganhar momentum fora do mobile irá forçar o mobile a adoptar, invés de ser só um ou outro player como é até agora.

      • Nunes says:

        Os passaportes não usam NFC. É tecnologia RFID com semelhanças com o NFC, mas tem protocolos diferentes. O mesmo se diga do Lisboa Viva

        • Daniel says:

          I stand corrected.

          E ao procurar mais info sobre isso descobri imensas iniciativas de uso do NFC em conjunção com chips (em cartões bancários, titulos de transporte, passaportes, etc) para uso com tecnologia NFC. Exemplo disso foi um piloto que foi feito com telemóveis para substituição do cartão viva lisboa (com tecnologia nfc), ou da mastercard, outro exemplo. Quando digo substituição, não digo substituir deixando de existir o cartão mas sim “emparelhando” o telemovel com o cartão e passando a usar o telemovel invés do cartão.

          • Nunes says:

            Se queres usar NFC para fazer o mesmo que os cartões RFID já em funcionamento é necessário alterar a infraestrutura, para suportar um protocolo diferente e/ou para funcionar com uma lógica diferente de pagamento/validação, já que por exemplo não é viável funcionar com um número de viagens guardadas no aparelho

      • Nelson says:

        Isso é tudo RFID, não é NFC.

        Enquanto a Apple não adoptar NFC, nem vale a pena, porque apesar de alguns Android terem NFC, a maioria dos telemóveis vendidos, não tem, e dos telemóveis que têm NFC, vão sempre haver uns que funcionam bem com uma app, outros já não funcionam bem, etc…

        • lmx says:

          não tem nada a ver nelson 😉

          esta tecnologia está muito boa, e funciona com dispositivos diferentes muito bem.

          Eu tenho um BB10, e ja esperimentei com um Nexus, fiz algumas experiencias e funciona impecavel, só tens mesmo que aproximar um dispositivo do outro e pronto já está.

          queres passar contactos,fotos, mensagens, seja o que for.

          Agora realmente ainda não há muitos equipamentos com esta tecnologia, a maioria não tem.

          Mas os equipamentos de topo acho que já trazem todos.

          • Nelson says:

            Eu sei o que é o NFC.

            Lá está, fizeste umas experiências, e deployment a grande nível?

            As principais lojas não têm…

            Não vejo isso em lado nenhum! Já anda aí há uns bons anos… por algum motivo será…

            Se eu quero passar fotos, contactos, mensagens, tenho no iOS o AirDrop, passa fotos, contactos, mensagens, a conhecidos (pessoas que tenha contacto) e desconhecidos. Não é preciso NFC, e funciona bem, e é por uma rede ad-hoc wifi.

            Há milhões de equipamentos NFC! Até um telemóvel de operador de 89€ tem NFC, tem Android, BB e WP, isso faz que percentagem do mercado?

            Algum motivo para a tecnologia não avançar, agora o porquê, não me perguntes…

            Por mim, é que o NFC não passa de um telemóvel com Bluetooth 4.0 (que no android, só está disponível para uso oficial no 4.3, ou seja, meia dúzia deles), e uma tag RFID.

            Mais nada.

            Ora isso não é muito diferente dos cartões RFID que se usa, por exemplo, no metro, nos ginásios, nos cafés, etc.

          • lmx says:

            concordo, não existe muita coisa não.

            E também entre smartphones não é facil saber quem tem, porque só funciona perto de outro equipamento…

            Esta tecnologia deveria ter uma opção “Discovery neighbors” ou uma coisa parecida, que funcionasse por wifi, mas de forma transparente.

            Ou seja ligasse o wifi fizesse o auto discovery e depois desligasse o wifi, se este ja estivesse desligado antes…

            Não percebo porque não se adopta mais…aquilo que tenho ouvido dizer é que como é uma tecnologia bastante simples e aberta não dá para as grandes empresas ganharem dinheiro no meio disto e por isso não sentem interesse…

            O NFC tem diferentes modos de operação…o mais utilizado entre dois equipamentos é o point to point.

            Ou seja os dois dispositivos são activos e passivos alternadamente…enquanto recebem e emitem.

            Não é preciso ter Bluethot para ter nfc, o nfc não usa bluethoot.

            Não existe o conceito de pairing…por isso é mais pratico, mas ao mesmo tempo, porque para ser seguro tens que ter um perto do outro, também não sabes quem tem á tua volta :S

  4. NOKIA says:

    Tenho um 630 e a bateria na utilização de internet dura apenas 3 horas.Os fabricantes deviam ser obrigados a dar estes dados aos consumidores.Tenho que o trocar por outro,mas entretanto perco dinheiro no negocio…

  5. Nunes says:

    esta tem piada!
    Então vão comparar um sistema que implementa o iBeacon com outro sistema que tem apenas suporte para BLE e em que apenas usam uma aplicação para procurar sinais? Será que se deram ao trabalho de perceber as diferenças entre as duas situações e o trabalho realizado? Tipo o processamento de sinais para obter uma localização relativa mais exacta face ao beacon, ou o processamento de várias aplicações com interesse em beacons (a situação natural), ou o processamento em background?
    Ao contrário do que afirmam no iPhone é possível alterar a frequência de scan de sinal, e se a aplicação ficar em background tem até outro comportamento menos intensivo.
    Para além disso, no Android se houver várias aplicações a procurar por beacons, cada uma terá que implementar processos separados para recolher os sinais, dado não haver um processo centralizado no sistema capaz de servir várias aplicações independentes com os sinais dos beacons que interessa a cada uma.
    Tb acho interessante que comparem eficiência mas não verificam o trabalho realizado e nem sequer calculam o gasto de energia do processo – os aparelhos têm capacidades diferentes de bateria, eficiência não é percentagem da bateria.

    • lmx says:

      concordo que a comparação não é justa.

      O ibeacon usa outra camada por cima, para implementar o verdadeiro conceito, enquanto que o BLE apenas tem a camada de rede, que serve para emitir e receber, obviamente gasta menos recursos que o iBeacon, mas também é muito menos esperto…

  6. Blasterjack says:

    Poderá ser do constante registo da localização do dispositivo?

  7. Sergio J says:

    Bom estudo. Bastante eficaz: ficamos a saber quem é a Aislelabs

  8. Manuel says:

    Tanta coisa à volta dum assunto e não vão ao essencial. Esta é uma tecnologia de espionagem…

  9. sakura says:

    1 chipsets (moto g) vai ser sempre mais rapido e E green que um arm…(appel) “para a mesma funcao”
    e um reslutado logico, talver o A8 seja buil-in ble que e o ideal.

    MS Baidu –> http://www.hotchips.org/in-the-news/

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.