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Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Zero says:

    Acho que vou ficar pela raposa de fogo. Achas que coisa e tal!?

  2. Vítor M. says:

    Eu tenho um palpite que o IE vai marcar presença e voltar a ser o Browser mais usado. Vai revolucionar a forma de navegar, eles estão a fazer de raiz um browser baseado no que melhor têm os outros. Estão a “copiar” as melhores ferramentas. Os senhores da Microsoft estão a preparar um browser para o futuro, para equipar o Longhorn.

  3. Zero says:

    Tu és o meu mentor nestas coisas, pá. Se dizes que vale a pena, upa lá!! 😆

  4. Marco Santos says:

    “Vai revolucionar a forma de navegar, eles estão a fazer de raiz um browser baseado no que melhor têm os outros.”

    Estás enganado, Vítor: não se revoluciona com coisas lançadas anteriormente pelos outros. Isso é o marketing da Microsoft a falar, Vítor. Não te deixes levar…

    E quanto ao IE7, quando me chegar a primeira versão beta meto-a no blogue e prometo ser justo e imparcial.

    Entretanto, Firefox!

  5. Vítor M. says:

    Mas para que conste… A fundação Mozzila nasceu antes ou depois dos browsers da Microsoft? Quem copiou quem? Quem abriu o caminho? Calma com essas duas pedras contra a Microsoft. Eles erram bastante, no entanto os outros só têm olhos para eles. E já sei que vão falar no Unix… o que é o Linux e o opensource sem o Unix?
    Pessoalmente não troco o Firefox por outro browser, no entanto dou o benefício da dúvida a quem já me serviu durante décadas. E consigo objectivamente dizer se gosto ou se não gosto e a razão para a escolha.

  6. Marco Santos says:

    Quem abriu caminho? Pergunta difícil de responder. Mas posso tentar!
    A fundação Mozilla nasceu depois, mas, como sabes, o trabalhou baseou-se no código-fonte do Netscape – mais antigo que o IE (que por sua vez se baseia no Mosaic: http://archive.ncsa.uiuc.edu/SDG/Software/Mosaic/NCSAMosaicHome.html). A decisão da Netscape (antes de ser comprada pela AOL) de libertar o código-fonte foi depois da publicação de um famoso escrito de um guru Unix, Eric S. Raymond – A Catedral e o Bazar: http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/
    O Linux vem de um clone do Unix, o Minix (http://www.cs.vu.nl/~ast/minix.html), que era usado para auxiliar os estudantes das cadeiras de sistemas operativos. O Open Source nada tem a ver (e não depende) de Unix. Lê os escritos do Richard Stallman: http://www.stallman.org/
    Embora eu também não goste de fundamentalismos e cruzadas anti-microsoft, a verdade é que em irrita eles falarem de inovação sempre que inventam novas jogadas de marketing ou copiam alguém: o Windows XP existiria antes do MacOS X? Não me parece…
    Vê esta página para te dar uma perspectiva muito crítica da história das “inovações” da Microsoft: http://www.euronet.nl/users/frankvw/rants/microsoft/IhateMS.html

  7. Marco Santos says:

    Ooops. Grande testamento.
    Devia ter post as tags nos links. Sorry.

  8. Vítor M. says:

    Sim, em termos de inovar até concordo que apenas retocam por vezes software já existente. Mas, entendo que a Microsoft é uma “motor” que tal como te irrita (e com razão) irrita também as mentes adormecidas. Depois a variedade de software por ela lançada cobre uma vastíssima área de acção, desde os sistemas operativos até às consolas de jogos. Claro que vão tocar em várias tecnologias que são de terceiros e com isso sujeitar-se a criticas por falta de humildade e por vezes criatividade. Devemos saber também separar as campanhas da Microsoft, puro marketing usual nos dias de hoje, da utilidade das ferramentas por estes criadas. E vemos até onde a Microsoft é ou não uma entidade no que toca à construção de software.

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