Este gráfico mostra os países com mais bombas nucleares em 2025
O panorama global das armas nucleares está a sofrer alterações significativas, com novos protagonistas a emergir num cenário historicamente dominado por duas superpotências. Um novo gráfico, baseado em dados recentes, revela não só quem lidera a corrida das ogivas nucleares, mas também as nações que aceleram o passo para afirmar o seu poder.
O domínio russo-americano nas ogivas nucleares está em declínio
O Relógio do Juízo Final, um indicador simbólico do risco de uma catástrofe global, está atualmente a meros 89 segundos da meia-noite, o ponto mais alarmante nos seus 78 anos de história. Este dado reflete uma tensão crescente, apesar de as duas maiores potências nucleares, os Estados Unidos e a Rússia, continuarem a desmantelar parte do seu arsenal.
Embora em conjunto ainda detenham a esmagadora maioria das ogivas mundiais, herdadas da Guerra Fria, os seus inventários têm vindo a diminuir. Estimativas recentes indicam que os EUA retiraram oito ogivas de serviço, enquanto a Rússia desativou 71.
Outras potências como França, Reino Unido, Paquistão e Israel mantêm os seus arsenais estáveis, enquanto a Coreia do Norte, cujo programa é secreto, deverá possuir cerca de 50 ogivas.
O gráfico, elaborado pela Visual Capitalist com base em dados do Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI), evidencia uma mudança de paradigma. A China está a aumentar o seu arsenal nuclear a um ritmo vertiginoso. Num período de poucos meses, o gigante asiático aumentou o seu stock de 500 para 600 ogivas, um crescimento de 20% que reflete um investimento sério na modernização das suas forças armadas.
Este reforço não se limita ao arsenal nuclear; inclui também avanços em armamento convencional de última geração, como catapultas eletromagnéticas para os seus navios de guerra, novos caças de combate e o desenvolvimento de um bombardeiro furtivo. Esta expansão tem sido usada pelo Pentágono como justificação para um "rearmamento" ocidental.
Índia não fica para trás
Embora a China possua 600 ogivas, estima-se que menos de 30 estejam estrategicamente mobilizadas, ou seja, prontas para lançamento imediato. Em comparação, os EUA e a Rússia têm perto de 2000 ogivas cada um neste estado de prontidão. No entanto, outro país asiático demonstra uma ambição crescente: a Índia.
Segundo o relatório do SIPRI, a Índia é a única nação, para além da enigmática Coreia do Norte, que aumentou o seu arsenal nos últimos meses, adicionando oito novas ogivas e atingindo um total de 180. Este crescimento, embora modesto, ocorre num momento de elevada tensão na região do Indo-Pacífico, marcada por contínuas demonstrações de força por parte das potências regionais.
O contexto geopolítico atual é particularmente complexo. A invasão da Ucrânia pela Rússia reacendeu os receios de uma guerra nuclear, e o conflito no Médio Oriente veio adensar essa preocupação.
Simultaneamente, os tratados de controlo de armas estão a perder eficácia. A Rússia suspendeu a sua participação no tratado START III, que limitava o número de armas estratégicas, e este aproxima-se da sua data de expiração sem perspetivas de renovação. Neste cenário, várias nações preparam-se para o futuro.
A França anunciou em 2024 um programa para produzir uma nova geração de bombas nucleares, consolidando o seu papel na dissuasão nuclear ocidental. Esta iniciativa alinha-se com os objetivos de rearme que ecoam por toda a Europa, sugerindo que os gráficos sobre arsenais nucleares poderão apresentar uma imagem ainda mais preocupante nos próximos anos.
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O armamento nuclear das grandes potências tem fins dissuasores – baseia-se na capacidade de garantir uma resposta nuclear retaliatória eficaz, a chamada “segurança através da destruição mútua assegurada”. .
E se Trump lhe desse na cabeça atacar a China com armas nucleares? Talvez não se lembrem, mas no início deste mandato de Trump isso foi bastante falado, porque Trump apareceu com ar de doido e era tudo: “Ou fazem o que eu quero, ou …” De forma inédita, o comando militar dos EUA, veio dizer que isso não funciona assim, não basta o presidente ordenar ou carregar num botão que aí vais disto – tem de haver mais autorizações, a do presidente não chega.
E se for o líder supremo da Coreia do Norte King Jong-un a dar a ordem? Suponho que os militares tenham criado algum processo que garanta que não possa fazer isso só se lhe der na bolha. E se não tiverem? Pois …
Creio que os riscos não vêm das grandes potências nucleares. Tanto faz continuarem com o mesmo número de bombas como aumentá-las, são para dissuadir e não para usar uns contra os outros. O que geralmente os preocupa são as iniciativas que alterem esse equilíbrio. Por exemplo, quando Trump veio com pompa e circunstância anunciar a “Golden Dome” (Cúpula Dourada), para intersetar mísseis lançados de outros países, veio a China dizer: Cuidado que isso pode alterar o equilíbrio.
O perigo de uma guerra nuclear não vem das grandes potências, vem da proliferação, de haver cada vez mais países com armas nucleares – e dos acidentes.
É sempre interessante o modo como certas pessoas fantasiam negativamente sobre quem não gostam.
Nos EUA acredito que seja dificil só ser ele a mandar.
Na coreia do norte ele manda mesmo
Irão — 0 Armas Nucleares
E que assim continue. É que esses não se deixam levar pela ameaça de destruição mútua garantida. Esses… se se apanhassem com uma arma nuclear não se importariam com nada!
quantos países e territórios é que o irão já atacou ou invadiu? nenhum.
têm muitas armas convencionais e até mísseis pelo que o poderiam te feito, mas fizeram? não.
agora fala-nos dos eua e do reino unido
São do conhecimento geral as afirmações beligerantes do Irão e a sua grande vontade, aliás, mais do que grande vontade é mesmo o sonho incontornável dos seus líderes, em exterminar todos aqueles que considera seus inimigos… varrê-los mesmo da face da Terra. Também são do conhecimento geral os apoios muito convictos do Irão a diversos grupos terroristas que se arrogaram a tal tarefa.
“têm muitas armas convencionais e até mísseis pelo que o poderiam te feito, mas fizeram? não” — caro MLopes, nem os restantes estados islâmicos gostam do Irão (nem mesmo os que são seus vizinhos próximos) preferindo dar o seu apoio (mesmo que apenas implícito) a Israel, como bem se viu no ataque feito ao famoso bunker. Portanto, bem que o Irão e seus líderes estavam todos tramados se tentassem algo mais sério. Caíam-lhe todos em cima e daí a busca dos líderes do irão pela tão almejada bomba nuclear que pretendem não só como protecção mas também para uso prático dos seus devaneios genocidas.
O tal “rearmameto Europeu” que até ver, é uma farsa – estão só à Espera que Trump vá embora, na ilusão de se entenderem com o novo Presidente americano e voltarem tanto quanto possivel à situação anterior de a América pagar a Defesa enquanto a Europa fica com o Social – onde a coberto das “despesas com infraestruturas”, tudo o que é arranjo de estradas, pontes, reparação de portos e aeroportos é contabilizado como “Defesa” é uma anedota que não é para levar a sério. E mesmo que conseguissem dar caminho a esses planos, a total ausência de menção a armas nucleares táticas europeias, tira credibilidade ao plano: com algumas dúzia de ogivas nucleares taticas, a Russia destrói a mais elaborada defesa de fronteira convencional. Pelo contrário, a Europa sem nucleares táticas, vai assistir a concentrações de forças russas – e Ucranianas, pois se a Rússia tomar a Ucrânia, o exército ucraniano, com vontade ou sem ela, será lançado contra nós e… tem experiencia de guerra, ao contrário dos nossos recrutas de telemovel na orelha que fugirão em todas as direções quando debaixo de fogo real – que não poderá intimidar com nucleares táticas que pura e simplesmente não tem e teria de pediar aos EUA. Ou seja, gastam uma fortuna para continuarem dependentes dos EUA.
Porra, tantas asneiras e desconhecimento num comentário só
A Russia tem ha volta de 7000, algo assim,
Mas ha um numero delas, que estão prontas para lançar,
A um numero delas que em curto espaço de tempo podem ficar prontas,
Depois ha as que teem que sufrer manutenção,
E as que estão paradas, sem apresentar perigo.
Eu acho que a Russia e os EUA teem um pacto sobre o maximo que podem ter activas.
Sim a China está a subir a um ritmo alucinante, não tu não adicionas 100 ogivas em meses, mas 1 por ano, talvez.
Claro eles trabalham em paralelo 🙂
As armas nucleares dão muito trabalho a manter.
É um custo gigante, e é sempre um relogio, tic-toc…
É preciso muita segurança,etc
Já agora que estão numa do nuclear, a Ucrânia atacou a central de Kursk, eles foram obrigados a desligar resctores, não sei mais nada sobre o tema, mas hoje esteve quentinho para aqueles lados, dos 2 lados da barricada.
A Russia continua a insistir num jogo civilizado, a ucrânia continua a insistir num jogo, sujo que é o que sabe fazer.
O Jogo Ucrâniano em coisas é mais eficaz, actos de sabotagem, ataques contra alvos não militares,etc
Por outro lado criam as condições para os Russos atirarem a toalha ao chão, e avançar a trote.
E a Russia pode sempre começar a usar os mesmos métodos.
Não ha Eleições a vista, que era o que todos deviam pedir.
“A Russia continua a insistir num jogo civilizado, a ucrânia continua a insistir num jogo, sujo que é o que sabe fazer.” — Alerta! Alerta! Mais um putinista à vista!
Então a Rússia abate um drone ucraniano, os destroços desse drone caem sobre as instalações da central e agora a Ucrânia é que atacou a central de Kursk?! Ora pois claro e a culpa até nem é da defesa incompetente da Rússia!
Quanto ao resto o Zangão não fez mais do que atribuir aos ucranianos os já clássicos actos russos pelos quais são já sobejamente conhecidos como os frequentes ataques a “alvos não militares”, isto é, centrais eléctricas (para deixarem as populações ucranianas a congelar de frio no Inverno), teatros, cidades sem alvo definido em que a bomba cai onde cair, por ex., supermercados, escolas, hospitais, parques infantis… onde calhar!
@narcesudo, não alimentes o troll é só mais um desgraçado carente de atenção.
Às vezes pergunto-me se não será sempre o mesmo mas a utilizar mais de um nome… seja como for, no caso, a resposta era devida. Havia que repor a verdade.
E para quê? É para acabar com planeta de uma vez só pode
nao basta 1 ?? sao malucos ou que?
São todos iguais. Ninguém quer saber do meio ambiente e saúde humana.
Só pergunto, alguém tem autorização para verificar no terreno se isto e’ verdade na Rússia, Coreia do Norte, China? Então podem fazer os quadros que quiserem que ninguém vai saber.