Quantcast
PplWare Mobile

Eric Schmidt: NSA já não consegue ler dados da Google

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Ricardo Gaio says:

    “Eric Schmidt: NSA já não consegue ler dados da Google”. Ah pois não…!!

  2. Tiago says:

    “Com estas medidas de segurança adicionais a Google pretende garantir que casos como os que foram relatados por Edward Snowden voltem a acontecer”

    Adorei saber que as medidas de segurança foram para facilitar o acesso à NSA (e afins).

  3. Alessandro says:

    Isso tudo é mentira da Google. A NSA consegue os dados não apenas de maneira técnica, mas também por força de uma lei Norte Americana chamada CALEA. Por causa dessa lei não há como uma empresa em território americano esconder dados de seu governo.

    • Benchmark do iPhone 5 says:

      Além dessa via, a NSA simplesmente intercetava os cabos de fibra ótica que transportam os dados entre os data-centers da Google (e não só).

      Como os dados não circulavam encriptados a NSA podia lê-los. Tão simples quanto isto. O que diz Eric Schmidt refere-se principalmente a isso – os dados passam a circular encriptados. Quanto ao acesso às comunicações (mails ou outros) e aos dados dos utilizadores, ordenadas por um jui, secretamente ou não, nem a Google nem outro operador de serviços de internet se pode opor.

    • Nelson says:

      Ora nem mais…

      Palhaçada para vender o seu peixe…

      Quem tem dois dedos de testa sabe bem que se a NSA quiser, a NSA tem. Porque a NSA é uma autoridade legal, e eles não estão acima da lei!

      Se eles ao menos tivessem coisas como o MEGA, do Kim Dotcom… Em que está tudo armazenado cifrado… Como o iMessage da Apple que é cifrado de um lado e do outro, mas não!

      O serviço de email deles é tão foleiro que nem permite S/MIME!

    • Tiago says:

      O que o homem quer dizer é que a NSA não lê dados da Google sem ordens do tribunal e afins que existe nos USA.
      Mas depois do colega Alessandro falar no CALEA, fui ver o que era e cá está, nem mais nem memos: https://en.wikipedia.org/wiki/CALEA

      • Benchmark do iPhone 5 says:

        Falta o “já” – a NSA já não lê os dados do Google. Ou seja, se interceptar os cabos de fibra ótica que transportam os dados entre os data-centers, já não os lê porque passaram a estar encriptados.

        Se a NSA consegue dar a volta à coisa ou não só um novo Edward Snowden, daqui por uns anos, poderá dizer.

      • Nelson says:

        A NSA, não, nem nunca leu dados de ninguém sem motivos para isso. Os média sensacionalistas é que gostam de escrever sobre isso…

        Contudo, a própria Google lê os teus dados, por exemplo, conversas, emails, pesquisas, histórico da web, etc.

        Qualquer um pode ver isso…

        • Gonçalves says:

          Documentos hoje em dia não provam nada…

          • Nelson says:

            Não ê “Documentos”, qualquer um pode ver isso…

            Como é que tens hangouts ou mail no browser?

            Simples, a Google lé as tuas mensagens, põe num página html e remete-te a página.

            Como é que depois de receberes email de um determinado assunto, começas logo a ver publicidade relacionada?

        • Pedro says:

          Não…? A ponto de sair a notícia que todos os visitantes do wikileaks estavam sob vigilância? Lá porque leio o wikileaks sou terrorista? Então porque é que o Obama quando fez o seu discurso sobre a NSA (o qual eu vi em directo, e duvidando muito que pelo menos o tenha visto) mencionou que iriam “espiar” (dizendo assim) de forma menos intensa, mais objectiva aqueles que mais demonstram suspeitas terroristas, e não o público em geral?

          Não são sencionalismos, mas sim o povo que é levado a engolir, das várias formas que os diversos governos os transmitem. Como está a fazê-lo, neste momento.

          Porque, mesmo sem os argumentos acima, se não fosse desta determinada maneira, duvido que alguém tivesse a coragem que teve para divulgar tudo da maneira que foi divulgada, e ter de se refugiar para fora do seu país natal. Snowden até diz que se voltasse atrás faria o mesmo. Agora, se fosse algo normal, de modo a, UNICAMENTE, combater o terrorismo e não, simplesmente, ter em posse uma vigilância permanente sob qualquer pessoa tanto nos US como no mundo, nada disto fervia assim.

          Parabéns por pensar da maneira que “eles” querem que pense.

          Cumprimentos.

        • golias17 says:

          Claro que não lêem nada, claro que depois do 11 de setembro não começaram a aparecer data center como cogumelos para guardar toda a informação “confidencial”. O Wikileaks e Snowden para mim são heróis, um país não pode abusar do seu poder e os cidadãos têm o direito de saber o que se passa, claro que algumas coisas não foram feitas da melhor maneira possível, mas com os meios que tinham era difícil fazer melhor.

          Ao contrário do que muitos pensam eu sou a favor do até prova contraria somos todos boas pessoas

        • Tony says:

          A sério que és assim tão ingénuo ao ponto de pensar que a Apple não faz nada disso?
          Estas empresas armazenam toda esta informação.
          A Google, Apple, o Facebook, etc… Todos eles analisam os conteúdos que consomes para te orientarem publicidade que possas ter interesse. Não apontes o dedo apenas uma delas. Se não gostas do que fazem então aponta o dedo a todas.
          Ahh, pois é, não podes porque estarás a falar mal da tua querida Apple.

          • Nelson says:

            Tens alguma prova factual, algum indício, algo fundamentado que a Apple faça isso?

            Ou é só porque te apetece?

            Não metas a Apple nesse saco, Google, Facebook, etc… sobrevivem á custa da publicidade, a Apple sobrevive á custa de VENDER PRODUTOS FÍSICOS.

            Não queiras sequer comparar o modelo de negócio de uma empresa e de outra…

        • NT says:

          Realmente tenho que concordar quando dizes “A NSA, não, nem nunca leu dados de ninguém sem motivos para isso.”
          Eles armazenam quantidades massivas de informação (mails, conversas skype e afins) não só a NSA como também as suas congéneres por esse mundo fora. Depois analisam essa informação automaticamente, porém se por acaso tens um mail [teoria da conspiração agora] para um amigo teu no médio oriente e dizes que conheceste uma gaja Americana que se chama Michelle e que vais rebentar com ela pois ela é uma bomba… se calhar era o suficiente para te meterem na “lista negra” e seres monitorizado 24/7.
          Claro que não estavam a ler o teu mail, têm é um programa que após detetar certos padrões começa a fazer um backup completo para que em caso da google ou o serviço de hotmail (e afins) tiverem uma falha catastrófica a NSA e amigos terem uma cópia de toda a tua atividade…

          Mais ainda pode ser muita teoria, porém qual a razão da prática
          http://en.wikipedia.org/wiki/Utah_Data_Center
          ?????

  4. Francisco Pinto says:

    Pois.. Este foi o mesmo gajo que a uns tempos a traz disse numa conferência para programadores que o android era 100% seguro… E eles riram-se todos na cara dele… A diferença agora é que está o mundo inteiro a rir…Deve ser palhaço…lol

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.