Eleições Presidenciais 2026: veja os prazos e condições para pedir o voto antecipado
Com as eleições Presidenciais marcadas para o dia 18 de janeiro de 2026, já foi disponibilizada informação sobre o voto antecipado. Veja os prazos e condições para pedi-lo!
Em determinadas condições, a legislação eleitoral permite que os cidadãos votem antecipadamente. Embora faltem várias semanas até às Presidenciais de 2026, o voto antecipado pode exigir logística.
Os cidadãos que queiram ou precisem de exercer o seu direito de voto antecipadamente devem inscrever-se, no período adequado, selecionando a eleição e a modalidade que se adequa à sua situação.
Prazos e condições para o voto antecipado nas eleições Presidenciais
Na Eleição Presidente da República, de 18 de janeiro de 2026, pode inscrever-se nesta plataforma para os seguintes modos de exercício do direito de voto antecipado, em território nacional:
- Doentes internados em estabelecimentos hospitalares
Os eleitores que, no dia da eleição, se encontrem doentes e internados em estabelecimentos hospitalares, mediante disponibilização do correspondente documento comprovativo do impedimento, podem requerer, aqui ou por via postal, à administração eleitoral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, entre 8 e 29 de dezembro o exercício do direito de voto antecipado.
- Presos não privados de direitos políticos
Os eleitores que, no dia da eleição, se encontrem presos e não privados de direitos políticos, mediante disponibilização do correspondente documento comprovativo do impedimento, podem requerer, aqui ou por via postal, à administração eleitoral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, entre 8 e 29 de dezembro o exercício do direito de voto antecipado.
- Em mobilidade
Esta modalidade foi alargada, permitindo o seu exercício a todos os eleitores recenseados no território nacional no sétimo dia anterior ao das eleições (domingo), numa mesa de voto antecipado escolhida pelo eleitor. Aplica-se esta modalidade aos eleitores que se encontrem deslocados no estrangeiro:
- Por inerência do exercício de funções públicas ou privadas;
- Em representação oficial de seleção nacional, organizada por federação desportiva dotada de estatuto de utilidade pública desportiva;
- Enquanto estudante, investigador, docente e bolseiro de investigação em instituição de ensino superior, unidade de investigação ou equiparada reconhecida pelo ministério competente;
- Doente em tratamento;
- Se vive ou acompanha os eleitores mencionados nos quatro pontos anteriores.
Os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade devem manifestar essa intenção, aqui ou por via postal, à administração eleitoral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, entre 4 e 8 de janeiro.
Importa informar que existirá uma mesa de voto em cada município do continente e das Regiões Autónomas.
Para mais detalhes sobre cada uma das modalidades, consulte os folhetos explicativos.






















Na ilustração falta a foto do candidato Manuel João !
Perante este quadro, voto nesse sem pestanejar.
O voto em mobilidade não é igual ao das legislativas – que permitia, no dia da eleição, votar nutro local.
Agora, nas presidenciais, é – voto em mobilidade antecipado – quem quiser votar noutro local tem de votar na semana antes e manifestar essa intenção entre o 14º e o 10º dias anteriores à eleição.
Motivo: alteraram a lei para as legislativas, mas não para as presidenciais.
Inutilidade de voto.
Reforma de ouro dos políticos, para não fazerem nada.
Vai lá, e faz a diferença “Test User”!
Serve sempre para evitar que lá vá parar o pior deles todos.
Não há um q se aproveite. Tristeza.
A solução é não votar. Se depois lá for parar o pior deles todos, pronto, tudo bem.
Há um que não se aproveita nada. Esse, sim, é que é uma tristeza.
Não ha um Candidato de jeito.
O Seguro foi um traidor á Patria, a quando da troica.
Depois é extrema direita, esquerda, e pronto.
O Assis podia ser uma opção ao centro, mas não vai acontecer.
O País precisa de um candidato Português, e eu ou vejo extrema direita, escravatura, ou traidores ou europeus.
Não ha candidatos.
Nulo, que é o que todos os partidos fazem, quando se abstêm na AR.