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Colocar professores de Matemática a ensinar programação? “É absurdo”

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Echo says:

    Porque não ensinam na escola a chapar massa, dar vacinas, coser sapatos….
    Se tivessem preocupados a dar literacia financeira, direitos e deveres no mundo laboral…
    Mas eu sei… Estou a pedir que unicórnios existam..

  2. Pipoca says:

    porque todo o programador precisa de saber logica matemática, nem todo o matemático programa.
    Parece que afinal a programação é mais difícil que a matemática.

    • iDroid says:

      Horses for courses.

    • Jorge Carvalho says:

      Saís-te cá uma Pipoca….

      Abc

    • Santos says:

      Desculpa, mas não concordo. Sou um 0 (zero) à esquerda a matemática e tou a aprender a programar de forma autodidata e não está a correr assim tão mal.

      • Canela says:

        E que tipo de programas estás a fazer? Windows forms e text boxes?
        Bem, a programação pode ajudar bastante a entender matemática.
        Ora bem, eu também aprendi programação como autodidata.
        Depois passei para programação de jogos… uma brincadeiras… e qual foi o meu espanto?
        Por exemplo, falando em raycast. E o que é isso? É uma simples linha. E de onde vem a equação da linha? Da matemática precisamente.

        E vem o aluno ” ó stor, para que serve saber a equação da linha?”
        E a resposta: imagina um jogo, existe uma coisa chamada de raycast que usa a equação da linha. Esse raycast pode ser usado para saber se existe uma arvores, uma pedra, etc etc.
        Trigonometria, vectores, etc etc, e por aí vai… até mesmo para a física.
        Se eu tivesse tido professores com esse conhecimento e ensinamento, de certeza que a matemática era muito mais lúdica.

        A maioria das crianças e/ou adolescentes jogam no PC, consolas, mobile.

        Já há muitos anos que penso que os professores de matemática se tovessem esse conhecimento, seria muito maos divertido aprender matemática.
        Acho que o objectivo não é o de os professores de matemática ensinarem programação, mas sim através desses conhecimentos darem aos alunos algo “palpável” e exemplos de aplicação.
        Sempre perguntei “ó stor para que serve isso?” E a resposta era “porque sim, senão não passas”

        Deixo aqui um link de vectores em que é explicado através da prespectiva de um jogo

        http://blog.wolfire.com/2009/07/linear-algebra-for-game-developers-part-2/

      • Zé Fonseca A. says:

        Aprender nunca corre mal, corre mal é fazer no mundo real.
        Programar sem ter racicionio logico é como coser sem ter dedos.

    • andy says:

      não é bem assim… faço sempre analogia ao mecânico e piloto: Podes ser um grande mecânico, mas não teres maozinhas para pilotar….

  3. Solnado Ribeiro says:

    Ideias de lunáticos e dos abduzidos da realidade que há decadas vão regendo a educação neste país. Ainda que compreensível, visto que nem para o ensino superiror é fácil captar professores da área de TI. Os bons, não querem, nem precisam, estar no ensino.
    Um excelente programador não tem necessariamente que saber muito de matemática. Assim como um matemático, não é necessariamente, sequer, um potencial programador.

  4. Sandes says:

    As propostas são ridículas sobre as 2 prespectivas.
    A primeira é tornar o ensino da matemática em algo como o ensino da matemática da mercearia.
    Simplificar a matemática e retirar qualquer abstração? Mas que raio de ensino querem?
    E porque não simplificar o português, e não dar nenhuma das obras literárias?
    Damos apenas recortes de jornal para o jovem poder ler as notícias, mais uns módulos de mensagens Facebook, ela introdução ao tiktok e está feito.
    Da França para cima, todo resto da Europa tem um plano de matemática e ensino da matemática mais exigente que o nosso.
    O sucesso ou insucesso seja do que for não se mede pela exigência e rigor com que é dado.
    O insucesso é consequência da falta de motivação, quer de professores quer de alunos, da falta de liberdade para transformar uma aula meramente expositiva, numa aula dinâmica.
    Há tanto para transformar no ensino, mas tornar algo mais fácil, e consequentemente menos exigente, não é a solução.
    Quanto a serem os professores a dar as aulas de programação, é simplesmente ridículo.
    Existem professores de informática, e devem ser estes a dar as disciplinas de informática.
    Se querem dotar os alunos de Taís competências, e acho positivo, têm de construir vários tipos de curriculum, para aproximar as metas do que ensinar, á área em que se está.
    Para ciências, o curriculum de programação é necessariamente diferente, do de um aplicado a música.
    Mas isto era pedir demais ao ministério da educação.
    Portugal tem tanta gente competente, mas os cargos de gestão e administração são tão fraquinhos.

    • Sergio M. says:

      Vou te responder ao português, eu li fernando pessoa e obras literárias que tu tanto falas tal como O arco da barco do inferno.

      Sinto-me inútil, nunca senti algo tão inútil aprendi aquilo para quê? Vou para o trabalho e questiono-me de que me serviu aprender aquilo? A única coisa que vejo que talvez possa ter aprendido é quem foi fernando pessoa, um doente louco que tomava drogas (escondido e alterado, dito por vários professores nos quais já tive que o confirmaram)

      Ao final de contas, só serviu para aprender quem foi Fernando Pessoa e isso é possível de dar numa só aula.

      Isso sim é que devia ser revisto, a gramática é muito mais importante. A forma de escrever também, em vez de irem procurar obras literárias ensinem o pessoal a escrever de forma formal, ler livros e contos de fadas existem muitos nas livrarias bertrand e outras por ai fora.

      Não sou contra os livros, sou contra é o ensino de Português. Completamente obsoleto e sem noção, vejo jovens a acabar de tirar o 12º ano com erros gravíssimos em Português, um erro ou outro é natural, agora sucessivamente epah algo anda mal.

      Não saber distinguir concelho de conselho é grave. Não saber dizer fazer com Z em ver de S, não saber dizer várias palavras.

      Toda a gente erra na gramática e é tramado com o corretor ortográfico, não sou nenhum anjo. Mas só por aqui, já te anulo todo o teu “RANT”.

      A pior disciplina é Português, cansativa, secante e metade da aula a olhar para o teto ou para o vizinho do lado ou então a jogar. Altamente inútil, já História baseado em coisas reais é uma disciplina 10x mais interessante.

      Reformulem essa disciplina de Português, é ridiculo. Nem estudava passei o ano a copiar fácil dos colegas e nem quero saber… O que me veio a cabeça o seguinte, copiei e ainda bem. Pois é sinal que até agora nada foi útil do que aprendi (em termos de obras literárias, não de gramática)

      • Miguel F. says:

        @Sergio M. Nunca li tanta barbaridade junta, como no seu comentário… Meu caro, pode não usar aquilo que aprendeu, duma forma directa… Mas à custa de (palavras suas) dum “doente drogado” e outros tais, aprendeu a ler e a escrever em português, duma forma competente… Aprendeu (ou deveria ter aprendido) a “identificar” o autor dum texto, dum e-mail, ou qualquer outro, mesmo que não se aperceba e dessa forma, conseguir criar “estratégias mentais” de como responder agora e-mails ou como interagir virtualmente com essa pessoa.

        A cultura nem sempre serve para nós dar útil no dia a dia… Serve para nos enriquecer mentalmente e para, acima de tudo, impedir que façamos figuras tristes, em determinadas situações, onde poderemos ter que trocar opiniões com pessoas que, ao contrário do Sérgio, apreciam essa mesma cultura, e são capazes de ficar com má impressão, quando lidam com quem não demonstra interesse por ele ..
        É por isso que estas gerações mais novas estão a ficar empobrecidas… Não dão o devido respeito nem à Arte, nem à História nem à Cultura em geral…

        Digo-lhe com imenso orgulho, que eu, formado e a trabalhar na área das Tecnologias, não possuo um único serviço de streaming, e que o meu passatempo preferido é ler… Ler Camões, Pessoa, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Camilo Castelo Branco, ou Platão, Sócrates, Edgar Allan Poe, entre outros (tenho cerca de 25.000 livros na minha colecção, em diversas línguas)…
        Não vou usar nada daquele conhecimento que adquiri na minha actividade profissional, mas vou ganhando pequenas “manhas” para saber como responder às mais diversas interacções, nas mais diversas situações….
        Já agora, também não vai aprender nada com a música, nem com o cinema… Mas tira prazer disso… E para que o Sérgio tire prazer, é preciso haver quem, profissionalmente, os faça…
        A disciplina de português é idêntica ao ensino de inglês em países como Reino Unido ou Estados Unidos… É um ensino sobre as nossas raízes e a nossa cultura, tão desprezada e vilipendiada nos últimos anos…

        • Miguel F. says:

          Peço desculpa pelos erros que possam ter ocorrido, mas ainda não me habituei com este telemóvel e o auto-corrector tem vontade própria.

        • GP says:

          Caro Miguel F.,

          Este foi o melhor comentário/resposta que alguma vez vi por aqui.

          Obrigado pela partilha que subscrevo na integra.

          Cumprimentos

          • Miguel F. says:

            Agradeço imenso, as suas gentis palavras e muito me alegra ver que outros há, que apreciam a nossa cultura, a nossa língua e lhe dão o devido valor.
            Bem haja, caro @GP

      • Daniel says:

        Tal como o utilizador Miguel F., sinto algum incómodo ao ler o seu comentário, que mostra uma pobreza intelectual/de raciocínio…
        Vou contar um pouco do meu percurso profissional, apenas para figurar a minha opinião.

        Sou licenciado em Informática, e trabalhei, durante alguns tempos, como programador, na empresa onde, ainda hoje, trabalho. Nunca fui apreciador de tecnologia, no entanto, a programação foi algo que demonstrei algum “dom natural” e como tal, deixei-me levar. De salientar que, quando tirei o curso, já tinha encargos familiares e como tal, tive certas limitações, quando comparado com outros colegas da área… Na altura de escolher entre carreira ou família, escolhi família, e como tal, fui um pouco prejudicado, do ponto financeiro, mas isso, não importa, quando comparo com outros regalias que tive… Isso é outra história.

        Como programador, era um profissional competente, nada de extraordinário, mas nada de mau, também. O meu trabalho resumia-se a copiar código de outros, e a corrigi-lo, em caso de erro.
        Uma altura, estava a voltar para o trabalho, após almoço, e passei pelo departamento de criativos (onde estavam os responsáveis do Marketing e dos Conteúdos da empresa)… notei o semblante carregado, nos elementos ali presentes, e a preocupação com um cliente que, eu sabia como sendo um VIP da empresa…
        Em conversa com a jovem da recepção, ela confidenciou-me que o cliente já tinha recusado mais de 4 propostas de conteúdo por o achar irrelevante e demasiado informal, do ponto de vista de grafia e de vocabulário.
        Não sou uma pessoa de grandes amizades, nem de grande convívio, na empresa… Todos sabem que estou sempre pronto para ajudar, em qualquer área, mas sabem que não sou de “beber uma cerveja” ou frequentar um jantar, ou mesmo ter uma conversa de “circunstância” com ninguém (é uma questão de feitios, apenas)… mas, mesmo assim, granjeio de um imenso respeito na empresa, por ser prestável. Como tal, questionei o director de Conteúdos, se poderia apresentar um texto meu, que pudesse ser avaliado para possível conteúdo.
        Previamente à minha formação em Informática, tinha interrompido uma formação na área das Humanidades, mais propriamente, na minha verdadeira paixão, História.
        Sou ávido coleccionador de livros, possuindo livros em alemão, inglês, francês, espanhol e, claro, em português, que vão dos grandes clássicos, aos mais actuais.
        Orgulho-me, imenso, de ter um domínio na minha lingua-mãe elevado, além de dominar, também, o inglês e o espanhol.
        No dia seguinte, apresentei um texto meu. Com algumas citações de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões e Camilo Pessanha.
        No final do dia, fui chamado ao gabinete de Recursos Humanos, para uma reunião com a Directora de Recursos Humanos, o meu responsável actual e o Director-Geral da Empresa…
        Pensei que tivesse feito algo de errado, pois tive, nas mãos, um código com bastantes erros para corrigir, e sei que poderia, eu próprio, ter errado…

        Qual não foi o meu espanto, ao ser “convidado” para mudar de posição profissional. Passei a fazer parte do gabinete de Conteúdos, com um ligeiro aumento salarial…
        Isso foi há 3 anos atrás… hoje, sou o Director dos criativos, sendo o segundo na hierarquia daquele gabinete.

        A que devo isso? Ao meu domínio do português, ao meu conhecimento de Literatura e História… foi isso que me permitiu crescer na empresa.
        Continuo a ler (Estou a ler, pela 3ª vez, os Lusíadas, numa versão mais completa, e com os termos em português “arcaico” intactos, e estou a ler “A aparição” de Virgílio Ferreira – no meu tempo de estudante, optei por “Eurico o Presbítero” de Alexandre Herculano – e que ainda hoje é o meu livro de opção).

        Portanto, dizer que a disciplina de Português é “cansativa, secante” pode ter o seu quê de realidade, mas afirmar que “nada foi útil” é um erro… essas obras literárias, quando lidas com cuidado, permitem, entre outras coisas, apanhar as diversas nuances dos escritores, e isso permite, adquirir mecanismos de identificação psicológica/emotiva dos autores de algum trabalho, relatório, carta ou email…

        O ensino de Português é idêntico ao de Inglês ou Francês, nos seus países e origem…

    • Santos says:

      Concordo com algumas coisas que diz. Mais um exemplo de um fraco saber como fazer as coisas? Os cursos EFA e CET, têm módulos para encher chouriços, pegam num curso de comunicação e põem metade dos módulos de marketing, o resto é para ocupar tempo e dar dinheiro a mamões e depois dizem, no referencial, que é um curso EFA de comércio.

  5. LA says:

    Tenham juizo. Acho má politica querem influenciar o futuro das crianças, em relação às suas escolhas profissionais. Cada um tem as suas aptidões e as devem ser descobertas e não impostas.

    • Sergio M. says:

      Não vejo porque não tendo em conta que no curso de Engenharia Informática é preciso saber matématica, caso contrário porque a incluem? Não faz sentido.

      Não vejo qual é o problema, desde que não obriguem e seja opcional e sejam pagos (extra) por isso, qual é o problema de um professor de matemática com paixão em programação querer dar aulas de programação? Não vejo problemas nenhuns.

      Vejo sim se for obrigatório, se for opcional e se forem pagos pelas restantes horas e formação, porque não? Sendo opcional, só opta quem quer. Digo eu.

      Antes de criticarem, eu disse opcional. Não obrigatório (favor de ler e reler as vezes necessárias)

  6. Gonçalo says:

    Se o objectivo é deixar os miúdos com o mesmo nível de conhecimento que têm de matemática, força! Acho é que os professores de matemática é que deviam ter formação, de forma a saberem dar aulas, ensinar não é regurgitar fórmulas!

  7. Nadi says:

    Os melhores programadores sao indianos . Vejam que matemática eles lecionam.
    Até o ábaco usam no 1 ciclo.

    • gambuzino says:

      Vê-se mesmo que não fazes ideia do que falas. Ja trabalhei com engeheiros de software de muitos paises e acredita os indianos são os PIORES. Nunca tive tanto que mandar tanto pull request para trás porque aqueles nabos não fazem put4 ideia de conceitos SOLID ou o mais basico em OOP.

        • Infinity says:

          Porque sao os mais baratos… uma vez passaram-me um projecto que seria para a AIRBUS feito por uns indianos que nem se quer abria…

        • Sergio M. says:

          Uii indianos que mal sabem falar Inglês, eles são tão bons em informática que nem os próprios scams da Microsoft (maioria deles são e estão baseados na India) nem a policia os consegue apanhar, é preciso youtubers denunciar-los.

          Sim, sim definitivamente credível @Nadi. Para não falar que a maioria das fraudes, sites de phishing, roupa e material falso é com os Indianos.

          Há exceções, mas não vamos meter autocarros a frente da realidade. A grande maioria das fraudes e empresas falsas de informática são logo indianos, notasse pela voz. Ou são indianos ou da Indonésia e em ultimo caso do Bangladesh.

          Eles são bons para contratar para enganar pessoal e mesmo assim… bom para “night shift working” o Relvas, Socrates, Ricardo Salgado iam lucrar bem.

      • Ivo says:

        Há indianos muito bons, mas quem quer os melhores tem de saber contratar…

    • Luís Costa says:

      Tás mesmo a sério? Todos os indianos com quem trabalhei tem bué falhas em planeamento, arquitetura, boas práticas de programação entre outras.. é como já te responderam, vê a forma como programam e depois diz me se aquilo é alguma coisa de jeito

    • Capitao Alpoim Calvao says:

      Concordo prenamente. Alias eles chegam a europa, metem os miudos na escola e todos eles metem os miudos em aulas extra de matematica online pq na europa o ensino da matematica esta tao facilitado.

      E para os que dizem que eles sao maus informaticos. Nao entendo pq as empresas de recrutamento preferem ir buscar indianos a 80k+ ano e aos portugueses a mesma empresa oferece 45k ano.

  8. JR says:

    Há muitos anos atrás eu queria seguir Medicina porque entendia/entendo que seria útil e consciente em tal trabalho ! Para tal teria que ter matemática desde a 4.ª classe e ter média final de 20 ! Os professores que tive não conseguiram entrar no meu cérebro matemático ! Sempre fui bom aluno a Filosofia (17/18) que utiliza o mesmo pensamento matemático ! Tirei Direito…!!

    • Zé Fonseca A. says:

      Muito comum em mulheres.
      Há pessoas que pura e simplesmente não têm o cerebro articulado para pensar de forma logica, por isso se vê tão poucas mulheres em areas tecnologicas.

  9. José says:

    A programação tem de ser ensinado por programadores e não professores de matemática….

  10. Santos says:

    Temos bons profissionais da área da programação sem emprego, peguem nesses e dêem-lhes trabalho, em vez de os “mandarem” para fora do país.

  11. Santos says:

    E quando se tem professores, que respondem às dúvidas, “é assim, porque é assim”, estão à espera de quê? Milagres? Ou que uns quantos Santos caiam do altar? Enquanto não houver uns quantos indivíduos com os t0m@tes no sítio e ponha isto direito, continuaremos a ser o povo do “desenrasque”…

  12. Paulo says:

    Coisa mais absurda.
    Ridículo.
    Profs de matemática a programar !
    Só rir.

  13. Melo says:

    Bom dia!

    Tenho um filho de 11 anos que gostaria de se iniciar na área de programação. Será que me poderiam aconselhar APPs para IPad que o ajudem a dar os primeiros passos.
    Conhecem alguma escola/centro de formação na zona da Amadora – Queluz – Benfica nesta área da programação para crianças?
    Desde já o meu muito obrigado.

    Nota: Se a equipa do PPL estiver de acordo, seria excelente um post acerca dos melhores aplicativos para ajudarem as crianças a dar os primeiros passos na área da programação. Inclusive, os seguidores do PPL Kids aredeceriam.

    Abraço,
    Melo

    • SRF says:

      Bom dia Melo,

      O melhor seria iniciar com alguns jogos didáticos que também ensinam a programar, como por ex:
      Robozzle
      Scratch
      CodeCombat
      Blockly Games
      Tynker Coding for Kids

      Alguns destes jogos têm app na store, outros só no PC.

    • What? says:

      Pode comprar uns legos que existem e assim junta o útil ao agradável. São os lego mindstorms, basicamente permite à pessoa montar os legos como deseja e programar os movimentos. São um pouco mais caros que os legos normais mas acho que vale a pena!

    • Zé Fonseca A. says:

      Para iniciar MatLab.

  14. What? says:

    Chega a ser ridículo isto. Um matemático a ensinar programação? Então qualquer dia temos um pedreiro a ensinar biologia, um médico a ensinar geologia e um físico a ensinar filosofia?

    Se há área específicas porque meter outras áreas que não pescam nada da coisa e fazer o trabalho dos outros?

    Isto sinceramente indigna-me enquanto informático. Honestamente não me interessa ensinar mas acho que faz pouco sentido.

    Já para não falar que as crianças são encharcadas com conteúdo excessivo actualmente, qualquer dia são licenciadas aos 10 anos de idade. Acho sim que faz falta mais literacia financeira e bem dada, com professores dessa área e não o professor de educação física ou biologia que só vai para essas cadeiras só para cumprir horário. E sim, não concordo que seja tudo feito no primeiro ciclo mas sim no terceiro ciclo.

    • Zé Fonseca A. says:

      Enquanto informatico não percebes muito da tua propria area, deves trocar ram e fazer formats.

      Matemáticos, Fisicos, Quimicos e Engenheiros Electrotecnicos são as areas mais escolhidas para contratar como programadores para empresas da area industrial.

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