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ASSOFT: 750 freguesias portuguesas estão com software ilegal


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. MM says:

    Não só as freguesias mas também o próprio Estado (serviços do Estado) tem muito software ilegal.

  2. Sampas says:

    Após elr esta noticia penso que seja seguro deduzir que Portugal tenha 750 freguesias?

    • Rui Costa says:

      Não,

      Por acaso tem 3.092 freguesias, mas a notícia não está errada, “…cerca de 750 freguesias estão em situação ilegal…”.

      Para o efeito não há necessidade de referir o número de total de freguesias no país, aliás, o facto de existir o termo “cerca” leva a que se possa deduzir que o número possa ser menor ou maior que 750.

    • Marisa Pinto says:

      750 é o nr de freguesias portuguesas com Software Ilegal, Está bem explícito no post 🙂

    • Spysky says:

      Calma…

      Acho que o comentário foi simplesmente uma piada ao sugerir que todas as freguesias teriam software ilegal:)

  3. TOTILMAN says:

    Irá cair tudo em saco roto

  4. André Sá says:

    Portugal só tem 750 freguesias !!!! e para as freguesias que estão ilegais, usem linux, afinal é só para word e excel, os outros softs são web.

  5. Linux says:

    Este sujeito deve ser parvo, está preocupado com 750 freguesias, devia preocupar-se com a administração central e respectivas ramificações. Quanto às coimas e/ou penas de prisão comecem pelo ministério das finanças.

  6. real person says:

    “ilegal” só pq a freguesia mudou de nome e agora é preciso pagar uma licença nova por causa disso?
    mais vale analisar as necessidades e, caso compense (e, geralmente, compensa), o ideal é usar software que não tenha esse tipo de condições idiotas.
    de preferência, software livre (e isto n quer dizer que seja gratuito) ou que, pelo menos, siga normas que não “atem” as freguesias aos fornecedores.

  7. Bruno Santos says:

    Não percebo como é que as licenças não transitam se a o artigo 6 da lei 11-A/2013 contempla a transmissão de direitos e deveres, no qual se pode ler que todos os contratos são assumidos pela nova freguesia e assim como o património, activos e passivos… Ou seja, tudo! Alguém que me explique porque razão as licenças e software não transitam também…

    • Pedro says:

      +1…. vinha dizer exactamente a mesma coisa. Porque raio é que as licenças não transitaram para a nova freguesia?!?!

      Parece-me é que esta malta quer é as autarquias a pagar as licenças 2 vezes…..

      • real person says:

        naturalmente. acho que é mais um caso de chico-espertice, visto que, provavelmente, 90% deste pessoal n conhece a lei.
        além disso, se o caso chegar á TV, esta tb n vai ler a lei e a porcaria continua a acumular até alguém passar um cheque de mais uns milhões á ASSsoft

    • Alfie says:

      É preciso vender! E para tanto qualquer argumento serve, mesmo os mais arrevesados.

  8. José Alberto Fernandes says:

    Vamos lá ver se eu percebi!
    Comprei um licença de Office, em meu nome, para o meu portátil, mas entretanto ofereci o portátil à minha irmã.
    Quer dizer que a licença da minha irmã é ilegal? Mas afinal não está paga?

    É um exemplo parvo, mas uma analogia prática, para um entendimento da ASSOFT idiota!

    • MM says:

      Segundo entendi num artigo que li em outro lado, o problema de muitas ilegalidades está no facto de terem adquirido, p.ex., 10 licenças e o software estar a ser usado por 40 utilizadores.
      Mas parece-me que isto já não é um problema de agora. Parece-me que este assunto só surgiu agora porque alguém achou que era a melhor altura – talvez na sequência da lei da cópia e se calhar é alguém que esta a tentar algo mais que simplesmente alertar…

      • José Alberto Fernandes says:

        Ah ok MM, desconhecia essa notícia, mas nada que não fosse de esperar… O fruto proibido é sempre o mais cobiçado!
        Se baixassem os preços menos pirataria e ilegalidades ocorriam, mas esta história já é velha e de nada vale bater neste ceguinho!

  9. Johnny says:

    O Estado,Governo pode usar software pirata, o povo não pode.. belo exemplo, e ainda negam que não usam.. Gostaria de saber porque a MaPiNeT,ACAPOR não vão ao Governo e as freguesias por um processo crime por pirataria? Se fosse alguem do povo a esta hora já estava com um processo, a MaPiNeT e essas identidades sabem muito, não se metem com os mais fortes, metem-se com os mais fracos, la esta.. essas associações, dizem que os utilizadores fazem pirataria e que não pode ser, enquanto o governo,estado e freguesias tem software pirata, mas eles é claro que não mexem o dedo por se meterem na “toca do lobo” 🙂

  10. applebyte says:

    Se fossem às escolas do iefp então…

  11. Gonçalo Damas says:

    Aqui na minha escola usa-se o SUSE linux e emula-se o Windows 7 para o software dos sumários. Mas nos últimos 3 anos a escola usava Windows 7 ilegal.

  12. Luis says:

    Então e os funcionários dos departamentos informáticos das universidades ? Downloads e downloads de filmes !

  13. fox says:

    Mais um que quer mama. No nosso país parece que só há disto!!!!

  14. carlos says:

    Com aquela carinha está mesmo a pensar em como pode mamar mais uns euros ao povo.

  15. Manuel says:

    Porque colocam uma foto com Évora em destaque???

    Porque não Braga ou Barcelos que são as recordistas em matéria de freguesias??

    Se esquecem o Alentejo para o bem, esqueçam também para o mal!

  16. Redin says:

    Olha que novidade. E vão eles conseguir prisão de quem? Do funcionário?
    Do chefe?
    Do Presidente?
    Do autarca?
    Até conseguirem encontrar o culpado ainda vão parar à mãe do D.Afonso Henriques que é a que tem culpa disto tudo.
    😉

  17. Helder Santos says:

    Este Senhor quando diz que cerca de 750 Freguesias têm software ilegal, e que os contratos não passaram para a respetiva União de Freguesias, está a referir-se ao software de gestão e não aos offices. Se fosse isso era fácil, mas não é o caso. Este software de gestão é produzido em Portugal, por equipas Portuguesas, que têm de ser remuneradas, e ainda acrescento, são Pequenas e Médias Empresas. Está em causa a sobrevivências de postos de trabalho.

    • José M. says:

      Desculpe-me lá mas essa dos postos de trabalho não pega! Porque as empresas não irão receber um tostão, como sabemos, quem irá são estas “associações” vindas sabe-se lá de onde! Pior assumem-se como uma polícia de cobranças o que é um ataque directo às instituições do país, e que eu saiba, por enquanto, ainda somos um Estado de,direito…As licenças foram pagas por alguém (nós), e como tal,devem transitar para as novas instituições, tal como os automóveis, imóveis etc! Esta “estória” do software já enjoa! Até parece que é algo divino! Parece mais ofensivo e pecado mortal mudar nome de uma freguesia usando o software que já pagou, que cuspir na Bíblia! Pode-se mexer e abusar de tudo, mas se tocam em bens imateriais como músicas, programam ou filmes, Meu Deus, que vem aí o fim do mundo em cuecas! Tudo pode transitar tudo, pode mudar de dono, menos a porcaria de um “simples” programa! Basta, mudar-lhe o nome ao dono que vem alguém falar dos empregos! Tretas! Ora, estão à espera de comer sempre na mesma gamela? Então se querem preservar empregos, não sabem vender a outros? São assim tão limitados?! Já ouviram falar de publicidade, marketing, divulgacao etc! Se quiserem, vão até à praça da esquina que as vendedoras ensinam de graça, e nem precisam de licenciatura, ou mestrado, quanto mais,um doutoramento! As freguesias mudaram de nome, mas não mudou, nem deve, mudar aquilo que é património dessa mesma freguesia ou freguesias. Esta gente, anda sempre à cata de algo para ganhar mais uns tostões, não fazem nada, até porque quem produz os programas ou bens imateriais, neste caso, são outros, daí a pouca simpatia que despertam nos consumidores, pois não têm nenhum mérito a não ser uma espécie de polícia cujo mandato ninguém o atribuiu, mas ganham dinheiro ganham dinheiro que se fartam.

  18. SC says:

    Nada de estranhar, até porque já constatei isso mesmo em algumas juntas de freguesias mas não só… já constatei em Câmaras Municipais, associações e colectividades e em portáteis de deputados… acredito que em muitas entidades estatais exista diverso software ilegal.

  19. Paulo says:

    Não acredito que o problema seja o Windows. Realisticamente falando, quem (privado ou público) compra um PC sem Windows pré-instalado? Ninguém. Ou quase ninguém. Há sempre uns “cromos”.
    O software de gestão utilizado é adquirido portanto também está legal. Ninguém julgue que o processamento de salários ou da cobrança da água são feitos por software pirata.
    O problema será o MSOffice. Como ninguém segue a diretiva da UE para a utilização de formatos abertos, continuamos nisto.
    Para quem não gosta do LibreOffice, use o KingOffice.

    Cumprs.

  20. Mentiroso says:

    Todos os canais de televisão, especialmente o canal estatal, e empresas de multimédia e afins, têm todas software legítimo. Juro!

  21. Rogerio says:

    Nada chocado. Nada chocado mesmo. Para as vezes que entram na loja onde trabalho a pedir software pireateado LOL

  22. Manel says:

    Usem GNU/Linux.

  23. Jorge Estima says:

    Normalmente o software pirateado mais usado é o Microsoft Office.
    Sugiro que se desinstale de imediato e que se instale o LibreOffice.
    Nem é preciso migração nem formação, posto que é muito similar
    E assim se poupam mais uns milhares ao erário público.
    Não sendo Portugal um país rico, acho extraordinário que a Administração Central e Local, para fazer uns ofícios e umas folhas de cálculo básicas, tenha que adquirir o Microsoft Office e pagar a respectiva licença quando o LibreOffice faz o mesmo e de forma gratuita.

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