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Apple criticada por ‘revistar’ as malas e mochilas dos funcionários

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Marisa Pinto


  1. David Guerreiro says:

    Isso é prática corrente nos mais variados negócios. Por exemplo no ramo dos supermercados, existe normalmente segurança para controlar entradas e saídas, e verificam malas, mochilas, etc.

    • Marisa Pinto says:

      Mas nesses casos a pessoa está lá e pode não permitir.

      • Hélder says:

        Isso é muito bonito, não é?

        Mas se o colega ganha uns bons trocos com um MacBook ou iPad roubado, porque é que eu não faço o mesmo?

        Daqui a nada, está toda a gente a roubar a loja, sem impunidade!

        Ainda por cima uma loja que facilmente metes ao bolso do casaco ou da mala, objectos no valor de $1000…

        • Marisa Pinto says:

          Mas isso vai da personalidade e moral/valores de cada um. O que um faz não pode ser entendido como todos fazerem, onde fica a confiança? 🙂

          Consigo compreender mas, para mim, enquanto funcionária, não dava esse género de política.

          • Jose says:

            O que dizes não faz sentido nenhum, vamos deixar de punir crimes, porque não são todos criminosos.

          • Marisa Pinto says:

            Não faz sentido para ti.. não te estou a pedir que compreendas 🙂

            Simplesmente penso de uma forma diferente 🙂

          • Gustavo says:

            Confiança?

            Mas isso há em algum lado?

          • Marisa Pinto says:

            Há, dou-te vários exemplos. Quando vais a um supermercado, tens que confiar naquilo que compras, naquilo que o talho te vende, naquilo que pedes num restaurante, etc 🙂

          • Gustavo says:

            Tenho?

            Em que país vives?

            Eu confio na ASAE que faça o seu trabalho… e nos meus dois olhos e no meu nariz!

            Se fosse pela confiança, estava bem tramado, que não confio em nenhum supermercado…

          • Marisa Pinto says:

            Então o que comes?

            Vivo no mesmo país que tu, mas com uma perspectiva diferente, e isso tens que aceitar… 🙂

          • Gustavo says:

            Alem disso, não estamos a falar de um supermercado, se não gostares, não voltas lá.

            Estamos a falar de locais de trabalho.

            Os seguranças das lojas da Apple nos US, são empregados da Apple, e por isso colegas com os empregados das lojas.

            Então uns colegas teus andam a roubar, e depois a culpa e responsabilidade, é tua ainda por cima? Se é assim, ao menos que dê para todos!

          • Marisa Pinto says:

            Se estamos a falar de confiança, ela não difere estejas no trabalho ou não.

            Mas para te facilitar, no trabalho confias nos teus colaboradores, da forma como vendem o teu produto, nos trocos que fazem, etc 🙂

            Se não confiares tornas-te um antisocial e podes mesmo começar a ter comportamentos paranóides.

          • Mafidi says:

            Marisa, trabalho numa empresa grande em que todos os dia são revistados os funcionários, e não tenho nada contra. Porquê? Porque se mesmo assim as coisas desaparecem (máquinas fotográficas, ipod’s, discos rígidos…) imagina se não houvesse essa atenção.
            Compreendo a tua posição de não querer que “pelo justo pague o pecador”, mas…
            Lembro-me de uma história polémica de uma loja da PT em que desaparecia em média 2/3 telemóveis por semana, e quando a gerência decidiu que não comportava mais com esses prejuízos decidiu que ia descontar o dinheiro desses telemóveis aos funcionário (todos)… coincidência ou não deixaram de desaparecer… nem todos são desonestos, mas tu se fosses funcionária da Apple e visses algum colega teu meter o iPhone ao bolso fazias queixa?

          • Mafidi says:

            *Paga o justo pelo pecador

      • David Guerreiro says:

        Pode permitir até pode, mas a empresa também pode meter na rua. Eu vi em supermercados, e existe um botão que se carrega, se a luz der verde pode-se sair. Se der vermelha, é só tirar o que se tem nos bolsos e mostrar a mala/mochila, etc. Ninguém vai abrir a carteira, ou tirar a tampa do telemóvel.

      • Nuno says:

        Duvido que possa não permitir, faz parte das regras da empresa e acredito que esteja escrito no contrato de trabalho. Já fui segurança numa grande cadeia de Hipermacados, e não havia revistas propriamente ditas porque não era permitido entrar para a area comercial/armazem com nenhum objecto, apenas a farda e toda a gente desde o director á funcionaria de limpeza ao sair tinha que mostrar os bolsos e abrir casacos quando existiam.
        Nem vejo nada de mal em ser revistado, eu também tinha que cumprir este procedimento sempre que saia da area comercial e nunca me senti ofendido.

  2. Wachrno says:

    acho que é justo eles receberem pelo tempo das revistas, caso estas sejam feitas fora de horário… fora isso n vejo qual é o problema…. havendo antecedentes de roubo… sofre o justo pelo pecador… logo faz todo o sentido haver esta regra… n percebo o problema Dx

    • Mota says:

      É por mentalidades dessas que coisas destas irão sempre acontecer.

      Se tiver antecedentes ok, é justo. Agora pagarem todos por um? Isso é justo pra ti em quê?

    • Pedro says:

      O problema é que se trata de invasão de privacidade. Simples.

      • Wachrno says:

        É um facto, mas nos aeroportos passa se o msmo… e as pessoas aceitam… e n é como se te fossem ver os documentos nem o que está no tlm… nem verificar todos os conteudos… suponho… se me iam ver o conteudo da carteira mandava os dar uma volta…

  3. alguem says:

    Na tabaqueira, sa. para alem das revistas, quem é fumador não pode levar o maço de tabaco para o trabalho.
    quer fumar? então fuma o que foi produzido com defeito.

    • PP says:

      Pode levar o maço sim senhor, não pode é voltar a sair com ele. Esta imposição não é da empresa mas sim das finanças, sair com tabaco é lesar o estado devido aos impostos.
      Quanto ao fumar, ninguém fuma o que tem defeito mas sim produto igual ao que sai para venda.

  4. Joselito says:

    Trabalhei na Lisnave, na Tabaqueira e na REN e isto era normal. Na Lisnave também tinha o carro revistado. Estava sempre a GNR nos portões para a revistas “aleatórias”.

    • Marisa Pinto says:

      Até consigo compreender mas continuo a achar que é algo muito invasivo… e nada bom para a motivação dos colaboradores que se sentem ‘violados’

      • DanielC says:

        Marisa, não existem utopias, e maior parte das pessoas não são honestas, logo há que fazer isto, porque senão não era preciso haver escutas, polícias, etc… visto que toda a gente é inocente.

        • Marisa Pinto says:

          Daniel, onde escrevi que toda a gente é inocente? Não inventem coisas… senão é natural que as interpretem mal. 🙂

        • Marisa Pinto says:

          Em que te baseias para dizer ‘a maior parte das pessoas não são honestas’? 🙂

          • DanielC says:

            Vejo um mundo e uma sociedade que maioritariamente preocupa-se com ela própria e não com o próximo, que se for preciso queimam os outros frente ao patrão, professor, etc… Onde não cumprem as leis sejam boas ou más, mas compreendo o teu ponto de vista, mas isso na prática não funciona.

          • Marisa Pinto says:

            Funciona se persistirmos 🙂 Claro que actualmente é mais fácil ser-se desonesto.. aliás, diria até que o estado, no geral e global, promove isso 🙂

    • NT says:

      Já trabalhei num Hiper que o Vigilante do nada me pediu para esvaziar os bolsos com a justificação “… porque sim!”. Nessa mesma altura disse que me poderiam revistar mas não eram eles mas sim a policia pois eles são vigilantes e não o podem fazer (mesmo que tenham visto no sistema de vigilância a meter algo ao bolso). Meteram-me na sala das câmaras e disseram que eles podem fazer isso mais uma vez com a mesma justificação “… porque sim!”. Eu como não gostei da forma como fui abordado e a posição abusiva dos vigilantes(meterem na sala de vídeo-vigilância onde eu via todas as câmaras mas enfim) fiquei na minha e disse que só seria revistado por um “agente de autoridade”. Depois de me massacrarem a cabeça de mil e uma maneira eu só perguntei se era suspeito/acusado de alguma coisa, eles disseram que não e então levantei-me e segui o meu caminho.
      Para descanso do Senhores Vigilantes após ter passado da porta de saída, voltei atrás e lá mostrei o que tinha nos bolsos.

      O pessoal por vezes queixa-se de situações como estas mas em 99% dos casos não faz nada. Temos que fazer valer os direitos que (cada vez menos) temos.

      Concordo que tenha que existir “segurança” mas se estão tão preocupados que algo seja furtado por parte dos funcionários melhorem os sistemas passivos e só façam as ditas revistas quando existe comportamento suspeito.

      P.S. A todos os que possam trabalhar em vigilância, MUITOS de vós não tem a culpa por 1 ou 2 pensarem que são polícias e também não têm a culpa de aa empresas ‘vos obriguem’ a revistar funcionários. Dito isto o pessoal que também respeite os vigilantes pois eles não são porteiros ou telefonistas nem tão pouco os “rapazitos dos recados”.

  5. Diogo says:

    Se eles não têm nada a esconder, qual é o problema de lhes revistarem as malas??

    • Marisa Pinto says:

      Não se trata se ter ou não nada a esconder… trata-se da privacidade de cada um. Pelo menos é assim que eu vejo.

      • okapi says:

        Privacidade de cada um? Uma forma estranha de ver as coisas só se tiverem receio de esconder algo de muito privado. Por exemplo vou falar da Crucial empresa que conheço bem e onde é assemblada as marcas Crucial e Lexar e no final de cada turno são revistados aleatoriamente por elementos de segurança com aparelhos detetores e os outros passam por maquinas antes de abrirem-se as portas individualmente. É pratica normal neste tipo de empresas são produtos, pequenos, fáceis de transportar e com uma facilidade de venda. Ninguém que trabalhe na Crucial vê isso como uma afronta à privacidade até pelo contrario até é visto como proteção de quem lá trabalha contra falsas afirmações. Resta acrescentar que as pessoas que estão a fazer o controlo são pessoas acreditadas na Security Industry Authority – SIA e só esses é que podem fazer revista. Nas empresas em Portugal não sei como funciona.

        • Marisa Pinto says:

          Forma estranha porquê? Todos temos direiro à privacidade. Mas não é por umas pessoas considerarem normal que se vasculhem as nossas coisas, que isso deixa de ser algo, a meu ver, discutível.

          • Marco says:

            se vais trabalhar pq é que levas coisas pessoais? basta apenas levares o que realmente precisas e nada mais.

          • Marisa Pinto says:

            Essa de facto não tem muito sentido… Há coisas pessoais que andam comigo para todo o lado 🙂

          • Nuno says:

            No Hiper onde trabalhei ninguem trabalhava com objectos pessoais, ficava tudo nos balnearios. Para o trabalho so levavam a farda, calçado de trabalho, uma caneta e os repositores um x-acto. Ao sair toda a gente mostrava os bolsos e ninguem levava a mal ou ficava ofendido com nada e com a quantidade de furtos que lá havia ainda ficavam salvaguardados.

          • okapi says:

            *Agora sim, o email fica correto com o nick.
            Mas não deixam de ter a sua privacidade, os objetos que vão na carteira ou bolsos são postos numa bandeja e só o dono é que mexe nelas e se a pessoa não quiser que ninguém ao lado veja, pode sempre pedir para ser feito numa sala à parte. Essa de vasculhar as coisas fizeram-me lembrar os contras e reivindicações do proletariado , hoje já ninguém que não tema liga a isso. Claro que é discutivel assim como o melindre de cada um, acredito que hoje em dia só uma infema parte se melindra e quando tal acontece que mudem de job. É bom lembrar que ninguem é apalpado e só em ultimo caso e de suspeita é que leva com uma passagem com as mãos, nada que atormente. 🙂

      • FT says:

        Mas no local de trabalho o que é privacidade para si?Não lhe estão a pedir para se despir…..nem a fazer-lhe perguntas sobre a sua vida pessoal com juízos de valor. E de que forma violam a sua privacidade ao pedir para ver o que tem nos bolsos se o negocio da empresa for de bens valiosos e facilmente transportáveis? Qual a diferença entre pedir para ver a ter um scanner entre portas? Já foi a algum Datacenter? Já foi ao armazém de algum Hipermercado? Ai não se pede , usa se o Scanner…….Agora o que é mais abusivo? Pedir ou forçar? E o porque , se não se concorda com as politicas da Empresa para a qual trabalhos continuar na mesma?Quem trabalha na Apple não deve ter grandes dificuldades em conseguir trabalho noutra marca…….

    • Carlos B. says:

      O problema é que têm o direito a poder esconder coisas da vida privada deles.
      O patrão não tem nada que saber se eu ando com 500€ na carteira, se tenho cartoes de visita do motel da esquina ou se compro bolachas da concorrência. Qualquer dia também acham normal o patrão pedir-vos o smartphone para cuscar a vossa vida sob um pretexto de averiguar se por acaso não andam a traficar selfies no WC na empresa.

      Concordo que se tentem proteger, mas há formas de o fazer sem violar a privacidade dos trabalhores. O que não falta é tecnologia para o fazer. Marquem os produtos todos com alarmes. Ponham a loja a ir buscar ipods da mesma forma que as farmácias vão buscar os medicamentos.
      É mais caro? Temos pena.

    • Realista says:

      O lema “se não tem nada a esconder… ” também foi usado por ditadores para ter o controlo da população: Hitler, Musolini, Mao, Stalin… etc. recorreram muito a esta falácia.

    • Rodolfo says:

      Ainda bem que pensa assim. Espero que continue a pensar assim quando for revistado diariamente no meio da rua, ou quando fizerem inspeções surpresa ao seu domicilio… Ou acha mesmo que isso não vai acontecer num futuro próximo?!?!
      Eu tenho muita coisa a esconder. Coisas pessoais. Além disso, não sou, nem nunca fui criminoso, por isso, não aceitaria que me tratassem como tal. Mas se você aceita esse tipo de tratamento, já me diz alguma coisa sobre a sua subserviência…

  6. Marco says:

    ainda um dia destes numa loja de um grande shopping vi uma mudança de turno e vi isto a acontecer. assim como nos hiper quem levar comidas/bebidas entre outras coisas levam com o selo de segurança.

  7. Profect says:

    Uma pessoa para trabalhar tem que se sujeitar as regras da casa..
    Se são revistados no horário de trabalho isto é, a partir da hora que entram e não ter que ir mais cedo só para ser revistado não tem mal nenhum.. se for fora do horário deveriam pagar.. E sendo regra da casa deve existir seguranças de ambos os sexos.. Com isto um trabalhador só tem que respeitar.. ainda por cima se for apenas os pertences, e não obrigarem a despirem se xD menos mal..

  8. Pedro C. says:

    Também trabalhei numa empresa de retalho, grande referencia nacional e no entreposto toda a gente era revistada aleatoriamente. Se eu concordo? Claro que sim, só não concorda quem tem telhados de vidro, sabendo eu que montaram um esquema de roubo junto com o chefe de segurança há uns anos… e que outros esquemas de roubo continuavam… foi preciso despedir pessoas e montar sistemas de vídeo-vigilância para diminuir o número de “quebras” que mesmo assim era elevado para a empresa. “O seguro paga” – era a desculpa mais vulgar do criminoso.

    • Gustavo says:

      Tive uma namorada que trabalhou no LIDL, e aquilo só se desse menos que X quebra, é que recebiam um extra no ordenado…

      • David Guerreiro says:

        Ou seja, a namorada tinha que andar a ver se roubavam para receber mais algum ao final do mês. Para isso existe lá aqueles vigilantes que contratam, que por acaso até muitas vezes são incómodos, parecem que nos seguem. E se for preciso está alguém no corredor ao lado a roubar, e não querem saber.

  9. luis santos says:

    Qual é o problema ? Quem reclama deve ser o gajo que quer gamar ..

  10. badsector says:

    Compreendo a politica da empresa. Provavelmente faria o mesmo.
    Não compreendo o porquê das aspas em revistar.
    Não acredito que o CEO não soubesse.
    E acho que há por aqui hipocrisia porque os “defensores” desta medida não pensam da mesma maneira quando é a polícia a fazer revistas em carros/pessoas.

  11. Benchmark do iPhone 6 says:

    Temos então que um grupo de empregados pôs a Apple em tribunal por causa das revistas, o caso foi julgado e a Apple foi absolvida.

    Lendo os documentos do processo “descobre-se” (as aspas são para dar suspense) que dois empregados enviaram um mail a Tim Cook protestando contra as revistas, que o leu e quis saber se era assim como diziam.

    Qual é o outro assunto? Ah, se se devem ou não fazer revistas. Aleatoriamente sim, também não estão a lidar com lapidadores de diamantes. Sinceramente não acredito que revistem os empregados sempre que entram ou saem da loja, como vem dito no post – era um grande disparate.

  12. zequinha says:

    Não sabem trollar quem os gerentes de loja!
    A mim se me fizessem isso levava tampoes, preservativos usados e o que fosse preciso, ainda dava pra rir

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Quando sais da Worten o segurança que está à porta nunca te ispecionou o que levas no saco? Qual é a diferença se fizer o mesmo a um empregado?

      • zequinha says:

        uma coisa é passar um detetor de metais que serviria perfeitamente numa loja da apple, outra é ver o que tens no saco/mala portátil etc

        • Gustavo says:

          https://www.apple.com/retail/eton/images/eton_hero.jpg

          As lojas da Apple não têm câmeras de vigilância ou “detectores de metais”…

        • Benchmark do iPhone 6 says:

          Entào deve ser por eu ser mais mal-encarado que tu, já tive que mostrar o que levava no saco mais do que uma vez 🙂

          Se eu estivesse a ser descriminado, só por ser mal encarado, revistavam-me o saco sentia-me discriminado e dava uns berros nos gajos. Mas fazem o mesmo com avózinhas de ar angélico que até dá dó.

          Por isso, se a inspeção dos sacos for uma regra conhecida e aceite por todos (ou quase) como necessária e não for discriminatória (hoje calha a uns amanhã a outros) não vejo problema nenhum.

          • Flame says:

            Sempre senti que o teu mundo gira a volta da Apple tudo que a Apple faz para ti é natural, é correcto.

            Já agora aproveito para te dizer,só vez mesmo Apple a frente.

            Desde quando é regra ou alguém é obrigado a mostrar alguma saco a um segurança de worten, fnac… hipermercados
            A única vez que me pediram para ver um saco (operador de caixa):
            A minha resposta foi não, e disse para chamar o gerente da loja
            Chamaram o gerente de loja, que para defender o seu funcionário acabou por dizer que eu teria mesmo de mostrar o saco ou chamaria a policia.
            Eu disse ao gerente de loja que o saco era pessoal e por isso mesmo eu não sou obrigado a mostrar o mesmo.
            Mas que poderia chamar a policia que na presença da mesma não teria problema em mostrar, e que aproveitaria a ocasião para fazer queixa contra a loja e de seguida levar o caso a tribunal.
            Conclusão não chamou a policia e pediu desculpa.

            Sabes porque não mostrei, sempre que ia aquela loja aquele funcionário em questão era mal encarado e parece que não ia com a minha cara, e pediu para mostrar o saco para implicar tenho certeza, pois ficou na merda.

            Quando vais a uma qualquer dessas lojas não és obrigado a mostrar qualquer saco pessoal.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            Correcção: é discriminado (descriminado também existe mas tem que ver com crimes – descriminalizar)

      • zequinha says:

        E a resposta é não, os gajos tem aquelas pintelhices todas agarradas às coisas para quê?

        • Benchmark do iPhone 6 says:

          A resposta a não teres tido o saco revistado à saída da Worten ficou antes 🙂
          P.S. Tens que ir a uma Worten das grandes.

          • Flame says:

            Estas bem da cabeça, que autoridade tem um segurança para te revistar. Tu vives mesmo no mundo da maça.
            Aprende alguma coisa.

            Adorava que eles até me revistassem sem autorização, ganhava um dinheiro jeitosa com um processo em cima deles.

          • Flame says:

            Mas já agora um gajo como tu de iPhone na mão e o segurança desconfia de ti?

            Deves ter mesmo mau aspecto.

            Até já trabalhei no grupo Sonae e sei que os seguranças só interceptam alguém e pedem educadamente se podem mostrar o saco, quando existe alguma desconfiança, ou então se por acaso uma antena tocar (muitas vezes por alarmes mas desligados)
            Podem reparar que na fnac as antenas não imitem som, apenas acende a luz, para ser mais discreto. reza a lenda que um advogado foi interceptado por um segurança quando aquilo tocou, que criou grande aparato, e na verdade a loja não tinha desactivado um alarme daqueles autocolantes.
            O senhor como era advogado aproveitou para processar a loja e esta foi condenada a indemnizar por danos morais.

            Sabes o que é um Estado de Direito?

            Vai pesquisar.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            Garanto que não sou esse advogado. Quando um desses alarmes apita levanto logo os braços bem alto (é autêntico).

            Se alguma vez viram um tipo, mal encarado, a fazer isso e a rir-se (e a pôr toda a gente à volta a rir) e o segurança a correr muito atrapalhado, posso muito bem ser eu 🙂

      • Rui Romano says:

        benchmark haja o primeiro vigilante a fazer uma revista à minha pessoa sem justa causa que a conversa é outra
        Isso é garantido.
        para os incautos há dois géneros de revista e ao que parece neste caso o mal está na frequência das mesmas sem que haja indícios que recaiam sobre quem é revistado

      • David Guerreiro says:

        Sacos vêm, mas não te pedem para ver o que tens nos bolsos ou nas cuecas…

  13. Gustavo says:

    Ó Marisa Pinto, já alguma vez trabalhaste em grandes superfícies de retalho em Portugal?

    Nessas superfícies, não tens câmeras de vigilância a te filmar o dia de trabalho todo?

    Que tal a tua “privacidade”?

    • Marisa Pinto says:

      “Ó” Gustavo… sabes que privacidade não é só estares a ser filmado. O que vai dentro da minha mala é mais privado que a minha imagem captada numa câmara. E poupa o sarcasmo quando escreves.

      • Gustavo says:

        Não é só, mas passa por isso…

        Quem trabalha no retalho, sujeita-se a isso…

        Quem trabalha noutros sítios, sujeita-se a outras coisas…

  14. Iurie Solomon says:

    isto é uma medida de “melhor prevenir do que remediar”

  15. Lino Ferreira says:

    Essa história das revistas é muito bonita. Eu nunca fui revistado mas o dia em que isso tiver de ser, só o permitirei na presença das autoridades, porque depois levam imediatamente com um processo por difamação!

    • okapi says:

      Qual difamação? Por acaso sabes qual o significado da palavra difamação? O facto de alguém te revistar não te está a dizer que és ladrão. Se algum dia fores a um estádio de futebol em qualquer país da Europa ou a um concerto/jogo futebol por exemplo na UK não te livras da revista e quem te faz a revista á porta dos estadios, ou das Lojas são credenciado para tal basta ter um cartão SIA e se agires como um “Big men/Super men” podes bem ir para uma viagem curta prestar declarações.

  16. Necroman says:

    É muito diferente uma revista por razões de segurança e outra por desconfiança – as de segurança estão até previstas na lei e respetivas regras no aeroporto, etc. Se isso fosse prática corrente com os clientes ao entrarem nas lojas simplesmente os clientes deixavam de ir às lojas. Infelizmente com os funcionários é diferente e o controlo vem das hierarquias superiores Esses gestores e administradores “superiores” não são revistados e podem trazer muito mais prejuízo para as empresas…
    Se numa empresa não se confiar nos funcionários acaba por ser mau para todos e não devem ser eles a sofrer com isso. Se algo de errado acontecer na empresa, ela própria é que tem de prevenir essas situações, sem prejudicar os funcionários.
    Nunca fui revistado em nenhum tipo de loja mesmo que leve sacos, mochilas, etc e nem sequer o admitia pois seria desconfiança sem razão aparente, já que sou uma pessoa honesta. Se tal acontecesse preferia não entrar na loja e apresentar queixa. O que por vezes acontece é selarem-me os sacos antes e nisso não vejo problema.

  17. sakura says:

    Ler “”codigo do trabalhador”” lei de PT…….
    apple, Ms, etc …. limitam-se a lei.

  18. LP says:

    Alguém se recusa a ser revistado sistematicamente no aeroporto?
    A sobrevalorização da “privacidade” tem destas coisas… para não vermos as cuecas que leva no saco, vamos deixar que cada um roube o que quiser…

    • Rui Romano says:

      já por duas vezes se comentou aqui sobre revistas em aeroportos.
      Alguém sabe o que é uma revista de segurança e uma revista policial e quais as diferenças entre ambas e não é somente Quem a faz?
      As revistas de segurança e as policiais estão legalmente enquadradas nos aeroportos por legislação internacional e nacional qual é a dúvida?
      A Marisa tem uma certa razão naquilo que escreve e não é pelo facto de ser normal haverem revistas numa empresa que torna as mesmas corretas.
      Existe o direito de privacidade como existe também justa causa e na justa causa não é considerado o facto de causalidade de uma revista dizer que é por haverem furtos no seio da empresa.
      Comentários ironicos como o do Sr Gustavo pouco de abono trazem pois somente expelham a sua opinião mas pouco são fundamentados a nível legal e nesse campo é que somos todos obrigados a cooperar fora isso podemos nos valer do que está escrito.
      Pois decerto os presentes aceitam maioritariamente uma revista por qualquer vigilante num qualquer supermercado, mas se um membro de uma força policial chegar a vossa casa ou carro para conduzir uma revista legalmente autorizada a primeira pergunta é onde está o mandado por forma a evitar que a mesma seja efetuada caso ele não exista.
      O texto em questão é mais sobre ética da empresa e sim seja qual for a empresa é vergonhoso tal acontecer pois não somente a empresa está a agir de forma errada para com os seus empregados como eles quando furtam estão a delapidar o local que lhes providencia o seu sustento ordenado e futuramente quiçá o meio para atingirem a reforma.

      • LP says:

        Quanto aos motivos de revista no aeroporto, ” como forma de prevenção e garantia de segurança na empresa “… Por outro lado, para mim uma revista de aeroporto, invade tanto a minha privacidade como a de uma loja ou o que seja, sendo que é este o principal motivo de discórdia.
        Já te questionaste porque as pessoas aceitam mais facilmente uma revista de um vigilante do que de uma força policial em casa? Simples, sabes para que o segurança te revista (nada de grave advém daí), não sabes (em principio) porque a policia procura provas de algo que te pode trazer sérios problemas.
        Falar é muito bonito e todos o podemos fazer, apelando ao sentido cívico, á moral e aos bons costumes, mas é preciso ser muito ingénuo, para acreditar que isso é o que acontece na realidade.

  19. piri_vm says:

    Eu acho mal, e no país que estou não fazem isso a um funcionário, se tiverem suspeitas chamam a polícia, que é paga pelo que chamou ou em caso de culpado pelo culpado.
    Existem coisas privadas nas malas das senhoras como nas mochilas dos homens, e ninguém tem o direito de ver, só porque sim.

    • okapi says:

      Se uma empresa adopta esta regra, ou se aceita ou se muda de trabalho. Só se for em África porque na Europa já existem muitas empresas a fazê-lo e as que não fazem é porque ainda não vêm razão para tal ou não querem pagar por um ou mais seguranças. Dou-te só o exemplo da Crucial, tens ideia de quantas Pen Drives ou Memory card ou SSD ou Memorias para PC são assemblados por dia ou o numero de empregados que tem esta empresa na UK. Só num dos complexos do grupo tem mais de 100 empregados e são manuseados milhares de itens por dia e de todas as qualidades e feitios para serem embalados ou checados a sua consistência. Isso tem que ser controlado, porque senão era meter ao bolso e vender no ebay ou aos amigos e mesmo assim alguns ainda saem. Existem empresas em que se tem que se fazer isso, quer na ind. quer no comercio, quer na de eventos. Se a tua preocupação é que vejam os utensílios que usas então existem salas para o efeito e fica sabendo na UK um segurança com o cartão SIA ( atribuído com autorização do GOV ) a lei confere-lhe poderes para revistar e se negares tens bom remédio, o segurança chama a policia e é ela que te vai fazer que se formos a ver dá bem mais nas vista que o segurança SIA. E em outros casos até os clientes desde que se suspeite podem ser vistoriados , porque a segurança também é uma preocupação.

      • piri_vm says:

        Eu trabalho na IBM, e ninguém é revistado, isso não tem qualquer lógica, daqui a pouco estão a porta a querem ver o teu Smartphone para verificar se tem alguma foto de algo confidencial… Lol ou melhor, vamos começar a trabalhar todos nus como nos cartéis de droga.

        • okapi says:

          A IBM tem os seus sistema de segurança e quase que aposto que trabalhas numa área em que não mexes com itens facilmente transportáveis e de fácil venda como telemóveis, Pendrives, Memory Cards aos milhares a passarem nas tuas mão porque se fores trabalhar para uma Apple, Crucial ou outras do género tens segurança e revista aleatória. E quando fazes um contrato de trabalho com uma empresa que tenha este sistema ou até cameras de vigilância está lá bem explicito e só aceitas se queres . Boa altura para leres bem o teu contrato de trabalho e vê lá se não tens essa alinea . É que eu não vejo mal nisso da revista e quem se melindra com isso é porque ainda sofre complexo típico do passado. Tem que se ver que no mundo atual existe todo o tipo de gente de varias nacionalidade a trabalharem em empresas deste genero e no meio disto tudo existe sempre as maçãs podres e as empresas têm que se precaver. Eu não acredito que haja alguma empresa que vá vistoriar o telemóvel a ver se tem fotos, essa observação ou afirmação é puro disparate. Sempre ouvi dizer “quem não deve, não teme” e prefiro ser revistado do que estar a trabalhar num grupo de trabalho sob suspeita, é que é mesmo muito stress acredita. Atenção que não sei como funcionam as leis em PT e até as empresas.

  20. JJ says:

    Antes de mais, qualquer empresa deve mostrar confiança pelos empregados! Se a empresa começar a desconfiar dos empregados, a relação com eles não vai ser boa a médio/longo prazo.
    Caso não acha confiança, quem irá fazer a revista? Não se confia no empregado do balcão, mas confia-se do segurança?

    Depois, acho que existem medidas muito menos invasivas do que a revista. Com por exemplo, câmaras de vigilância, detectores de metais ou de outro tipo de equipamentos do género.

    Qualquer das formas, se em ultima instância a revista é a opção, então deve ser uma medida a ser tomada para todos os funcionários, e se possível deve ser feito antes do empregado ir pegar nos seus bens pessoais. Por exemplo ser feito a sai dá loja ou do armazém, antes dos locais sócias/balneários/cacifos dos funcionários.

  21. Alex says:

    Pior ainda é entrares num Hipermercado e teres de mostrar o saco ou te fecharem o saco com um selo.
    Quer isto dizer que a partida vais roubar.
    Eu não deixo ninguém fechar o saco ou ver o tenho dentro do saco.
    Num supermercado uma vez tive o segurança atras de mim e a fazer-me uma espera nas caixas.
    Naturalmente que lhe pedi que se fosse embora e que me deixasse em paz porque senão teria de chamar a polícia.
    Todos temos direito a privacidade e se te estão a fazer uma revista partem do principio que vais roubar ou que o fizeste.
    Em Portugal os patrões acham que a boa política para manter os funcionários a produzir é usar o medo, porque todos nós temos contas para pagar.
    Enfim é o país que temos.

    • piri_vm says:

      Mas isso é porque Portugal é um país com uma cultura atrasada (neste sentido), tu na Suíça, Alemanha, Áustria, etc entras num hipermercado de uma marca com sacos cheios de coisas de outro hipermercado, e não há qualquer segurança ou polícia a entrada. Aliás eles actualmente em vários hipermercados dão um aparelho ao qual tu passas os produtos que queres antes de pores no carrinho e depois dás essa máquina na caixa e pagas, eles nem vão confirmar se está tudo certo.

  22. Nuno says:

    Pois a mim podem-me revistar à vontade. Quem não deve, não teme.
    Já agora, devemos ou não deixar ser-mos revistados à porta do avião? eu não sou terrorista, porquê as buscas?

    • NT says:

      Já agora a velha história “… Quem não deve não teme!”
      Os Senhores/Senhoras que dizem isso e que nada “devem” por favor postar aqui o vosso email pessoal e a respectiva palavra chave. Se realmente não têm nada a esconder e é certo estarmos a ser espiados a toda a hora metam também os nomes de utilizador e palavras chave a redes sociais e afins.
      Vamos lá ver quantos é que não têm nada a esconder.
      Começo por mim, EU tenho a esconder (não cometi nenhum crime mas privacidade é privacidade)

    • Alex says:

      Epá isso do avião já é outra conversa, porque podem morrer pessoas inocentes.

  23. Egas says:

    Uma Apple store não é um supermercdo, supostamente todos os produtos estão na base de dados com o número de série e se forem roubados, no final do dia se saberá. Na minha opinião é um esforço desnecessário numa loja onde pode ter tudo controlado sem andar a abrir as malas dos funcionários, neste aspecto são pouco inteligentes…

  24. B@rão Vermelho says:

    Que grande confusão aqui vai, em primeiro lugar nenhum segurança de loja / Shopping, pode revistar o que seja, nem pode levar alguém para uma sala e aguardar a chegada de um agente de autoridade, isto meus amigos chama-se crime de sequestro, está escrito na lei, um segurança de uma loja nada pode fazer se te apanhar a roubar, se tu não colaborares legalmente nada podes fazer, como já referi o fato de reter uma pessoa contra a sua vontade é crime.
    Quanto a revistas propriamente ditas sou contra, acho tão dissuasor uma revista aleatória e mais eficaz e menos evasiva a privacidade de cada um.
    Nas grandes distribuidoras é a pratica nem todos os motoristas têm de ser revistadas as suas cargas essas revistas são aleatórias.

    • David Guerreiro says:

      Até que enfim que alguém sabe do que fala. Sei de um caso em que o segurança pediu a um cliente num hipermercado que o acompanhasse para um local reservado, e a pessoa chamou logo as autoridades, e na sua inocência foi para esse tal local reservado. Quando chegou a Polícia, disseram logo que esse cliente poderia apresentar de imediato queixa de sequestro contra o segurança. Pelo que sei, o segurança foi despedido e teve de pagar uma indemnização ao cliente.

    • Nuno says:

      Sempre que fores apanhado em flagrante delito, qualquer cidadão, vigilante incluído, te pode reter até a chegado da força policial. No caso de ser um crime publico penso que qualquer cidadão pode mesmo dar “voz de detenção” e obviamente reter até a chegada da força policial.

    • Nuno says:

      Artigo 255º
      Detenção em flagrante delito

      1 – Em caso de flagrante delito, por crime punível com pena de prisão:
      a) Qualquer autoridade judiciária ou entidade policial procede à detenção;
      b) Qualquer pessoa pode proceder à detenção, se uma das entidades referidas na alínea anterior não estiver presente nem puder ser chamada em tempo útil.
      2 – No caso previsto na alínea b) do número anterior, a pessoa que tiver procedido à detenção entrega imediatamente o detido a uma das entidades referidas na alínea a), a qual redige auto sumário da entrega e procede de acordo com o estabelecido no artigo 259º.
      3 – Tratando-se de crime cujo procedimento dependa de queixa, a detenção só se mantém quando, em acto a ela seguido, o titular do direito respectivo o exercer. Neste caso, a autoridade judiciária ou a entidade policial levantam ou mandam levantar auto em que a queixa fique registada.
      4 – Tratando-se de crime cujo procedimento dependa de acusação particular, não há lugar a detenção em flagrante delito, mas apenas à identificação do infractor.

    • Nuno says:

      Artigo 256.º
      Flagrante delito
      1 – É flagrante delito todo o crime que se está cometendo ou se acabou de cometer.
      2 – Reputa-se também flagrante delito o caso em que o agente for, logo após o crime, perseguido por qualquer pessoa ou encontrado com objectos ou sinais que mostrem claramente que acabou de o cometer ou nele participar.
      3 – Em caso de crime permanente, o estado de flagrante delito só persiste enquanto se mantiverem sinais que mostrem claramente que o crime está a ser cometido e o agente está nele a participar.

  25. Paulo says:

    Quem nao deve nao teme…. Nao vejo onde esta a humilhaçao se todos sao revistados.

  26. Gustavo Lima says:

    Roupa sem bolsos e justa ao corpo, e não permitir entrar com nada no posto de trabalho.

    Á saida controlados pela segurança de forma visual.
    Desta forma não se podem queixar.

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