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Android Market – Atingida a meta das 100 mil aplicações

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. ajbadboy says:

    E agora pelo natal com a chegada do novo windows mobile? Será que vai reavivar o mundo do windows mobile e acalmar os ânimos do android e da apple ou será que o windows mobile vai continuar a ver a concorrência a passar-lhes à frente e a aumentar a vantagem?
    Enquanto não houver um multitouch fiável e de nível não vão conseguir para a apple. O android já só precisa mesmo de videochamada e de multitouch ao nível do do iphone para se tornar dono do mercado.
    Acho que quem comprar um potente telemóvel nesta altura se irá arrepender em não esperar pelas propostas do natal ou do inicio do novo ano.

    • António Mendes says:

      Concordo, para já ainda está um bocado verde, embora o Android tem uma mão cheia de smartphones. Na minha opinião a guerra só começa quando chegar o Gingerbread (2.3 ou 3.0, whatever) e mais telemóveis com Windows Phone 7.

      • rc says:

        Na minha opinião o android tem um ponto a favor para continuar a frente de todos os outros sistemas operativos em números, que é a oferta em telemóveis de todos os preços, começando os preços em menos de 200€ nos telemóveis das operadoras (tmn a1, boston, vodafone 845). Já o iPhone tem os preços que todos sabemos (longe de ser acessíveis a muita gente, incluindo eu). Pelos telemóveis disponíveis com windows phone 7, parece-me que está destinado apenas a telemóveis de topo (mais uma vez não para todos os bolsos). Assim, o android tem mais facilidade para chegar a todos os públicos.

        • António Mendes says:

          Sim, concordo que o Android é mais acessível que o outros (até tenho um grande gosto pelo Boston) e o Android em números tem isto ganho.
          Mas concordas que vai haver um boost às máquinas quando sair o Gingerbread e aí sim, guerra começa em todas as frentes.

        • Vítor M. says:

          rc mas há aqui uma questão que é o que todas as marcas anseiam: fidelidade.

          Sem este carisma, sem esta atenção ao cliente, o cliente facilmente troca de sistemas operativo (máquina propriamente dita).

          Já imaginaste o que será dos Boston, dos A1 e de muitos outros que não conseguem sequer suportar o Froyo?

          É que muita gente pensa que um equipamento de 200 euros correrá o Froyo e mais tarde o Gingerbread com fruidez, com dinâmica e isso nunca acontecerá.

          Quem realmente irá tirar proveito dessas versões mais elaboradas e capazes de ombrear com o iOS 4, são os proprietários de máquinas tipo Galaxy S e superiores que, como podemos ver hoje, têm preços ao nível do iPhone.

          Portanto, esta questão de concorrência não é de todo uma questão importante. Estou a ver muito mais a Samsung, a HTC.. entre outras marcas, a tentar tirar mercado à Nokia, por exemplo.

          Leio e ouço desde a versão 1 do iPhone, que fez anos no domingo pasasado, N de tentativas para destrornar o iPhone. iPhone Killers é aos potes todos os anos… são Motorolas, HTCs, depois os Samsunsgs… o Nexus… tudo deu pró que deu… nada. E porque?

          Porque o segmento da Apple tem uma característica muito importante: fidelidade do cliente… ponto final.

          O que as outras marcas (Microsoft inclusive) têm de fazer é fidelizar os clientes que a Apple ainda não conseguiu fidelizar… o resto é encaixe financeiro do presente.

          • dajosova says:

            Não concordo.

            A maior parte das pessoas que compram Android de gama mais baixa vêem as suas necessidades suprimidas e pelo preço ficam muito contentes pelo que estão a comprar.

            Lido com essas e outras pessoas diariamente, ainda que algumas possam pensar nisso (aquelas mais informadas e que gostam de gadgets, mas não querem/podem gastar muito dinheiro), certamente não mudarão de sistema, mas sim apostarão numa máquina melhor, abrindo os cordões à bolsa.

            É aí que a democratização do sistema Android oferecerá um leque incoparavelmente mais vasto de opções.

            Há dezenas de equipamentos c/ Android. Uns são mais básicos e para muita gente serve perfeitamente. Outros de gama média com preços cada vez mais apelativos que já permitem uma boa experiência. E, no final, temos os de gama alta para quem gosta de puxar pela máquina…

            É tal e qual como nos computadores. Vejo isso todos os dias e as primeiras impressões que tenho (minhas e de outras pessoas) acerca do WP7 não surtiram muito entusiasmo.

            Por isso, de toda a oferta existente, na minha opinião, o Android (tendo em conta os imensos serviçoes grátis e a filosofia da Google) é o que mais oferece sem custar os olhos da cara.

          • dajosova says:

            …esse rótulo de iPhone killer já não faz sentido falar nele. É coisa do passado.

            Quem acompanhou o mercado sabe que esse rótulo surgiu no início quando havia o iPhone… quando na realidade o iPhone continuará forte pois têm muitos seguidores bastante contentes; ainda que não tenham uma outra característica que vai aparecendo em novos equipamentos da concorrência. Mas todos sabem disso e isso não incomoda (bem, pelo menos alguns). Já conheci gente que saltou do iPhone para Android… e conheciam bem as diferenças.

            Não há um equipamento perfeito, todos têm vantagens e desvantagens. Cabe ao comprador analisar os equipamentos, os SO’s e decidir se gosta mais da política do Jobs ou da Google! 😀

          • Hugo Cura says:

            “Já imaginaste o que será dos Boston, dos A1 e de muitos outros que não conseguem sequer suportar o Froyo?”

            Como assim? O Froyo é significativamente mais leve que o Donut e Eclair. Já existem versões Froyo beta adaptadas pela comunidade a funcionar a 80%. Seria de todo benéfico para a fluidez dos aparelhos que essa versão estivesse disponível. Trata-se apenas de uma estratégia de mercado das marcas: quebrar o suporte até determinada versão de forma a que esses terminais sejam substituídos em curto prazo (já que o Android, mesmo open-source, depende de drivers proprietários).

            É essa a maior desvantagem do Android.

            btw, a 2.3 será efectivamente a Gingerbread, 3.0 Honeycomb e 4.0 Ice Cream.

          • Vítor M. says:

            dajosova isso é uma visão redutora… alias surpreende-me essa tua declaração.

            Quem compra um equipamento com Adroid ou com qualquer outro sistema operativo quer e deve ser beneficiado com as mais recentes tecnologias dentro do que pagou. Pagou um sistema operativo que não está completo e as actualizações a essa versão deveriam funcionar correctamente. É redutor e castrador o que pensas sobre o assunto. Aliás, esse sempre foi um dos problemas da Microsoft e sempre foi bastante criticada por esse facto.

            Quase que aposto que já disseste algo nesse sentido acerca do iOS 4 não correr certas opções no iPhone 3G 😉

            Posso estar enganado, mas acho que tu já chegaste a opinar sobre isso… e com razão diga-se, estás neste momento a ter uma posição diferente para defender “a tua dama”… mas pronto.

            Mas como te digo… não concordo contigo. É uma visão redutora a que tens sobre esse assunto.

          • Vítor M. says:

            Hugo Cura o Pedro Pinto no A1 passou da versão 1.6 para a 2.1… pergunta-lhe como ficou a fluidez e afins…

            O Froyo é mais leve? Provavelmente, mas exige muito mais do processador.

          • Hugo Cura says:

            @ Vítor M.
            Ai, ninguém disse que a 2.1 era mais leve que a 1.6, falei apenas em 2.2 versus anteriores.

            Eu também passei da 1.6 para a 2.1 oficial, no mesmo smartphone, e a má optimização e lixo excessivo eram evidentes, coisa que me levou a usá-la não mais que uma semana. Agora, com uma 2.1 “arrumadinha”, está bem melhor do que era com a 1.6.

            Quanto ao 2.2 exigir muito mais de processador, não sei, não li nada que o confirmasse e ainda não testei a ROM que está a cozinhar mas ao que parece, para já (com bugs apenas na câmara, no mac adress do wi-fi, seleccção manual de redes e no browsing da galeria) derruba a 2.1 “arrumadinha” em fluidez.

            Eu sei que este meu argumento se baseia em software não oficial mas, dado que está disponível ao público em geral, não vejo o porquê de não o validar. Afinal, porquê não aproveitar a fundo o hardware dum smartphone de <200€? Sou fã da elevada relação qualidade/preço.

          • John says:

            @VitorM

            Peço desculpa intrometer-me, mas não concordo que seja uma visão redutora muito pelo contrário será mais uma visão realista, nós que estamos ligados à informática e afins muitas vezes tendemos a esquecer que a maioria dos utilizadores não actualiza os seus dispositivos e nos mercados de baixa e média gama principalmente essa preocupação nem existe.

            É que muitos nem o win actualizam quanto mais o telemóvel.

            E agora falo por mim, pelo que vejo à minha volta o iPhone 3G é inexistente… ou compraram mais recente ou outro telemóvel, daí que pessoalmente a discussão de se fazerem updates regularmente ou não é um pouco irrelevante (desde que não existam problemas graves).

            A maioria das pessoas continua a trocar de telemóvel de 2em 2anos ou de 3 em 3. +/-

            E aproveito para referir a todos os que lerem, que a ridícula quantidade de aplicações seja no mercado Apple seja no Android não torna uma melhor que a outra…cansa ouvir este tipo de argumentos…”ah mas a X tem mais aplicações logo é melhor”

          • a Friend® says:

            iPhone 3G inexistente?

            Estou neste momento a mexer num com o iOS 4.2 beta 3, super rápido e fluido e já instalei uma serie de aplicações que uso e estou a recomendar ao meu amigo usar.

            Este brinquedo ainda brilha, ao contrário do que se possa pensar. Agora iPhone 2G (ou original, como Apple lhe chama) esse é que sim, perdeu o suporte. Já são 3 anos e foi o primeiro, o hardware (CPU/RAM) não dá para mais.

          • L.Mata says:

            O que eu acho engraçado é que a malta vai toda na cantiga dos fabricantes. De 2 em 2, ou 3 em 3 anos estao a mudar de telemovel e a gastar centenas de euros nisso… quando hoje em dia vê-se nas lojas PDA a vender-se por tuta e meia. Os memsos telemoveis que custavam essas centenas de euros a 2 ou 3 anos.

            As emrpesas criam a necessidade de consumir, e as pessoas gastam a guita que gastam.

            Já agora a minha opinião é qyue o WP7 vai roubar cota de mercado ao Android e vai desacelerar o ganho de quota de merdado da iPhone. Eventualmente, daqui a mais 2 anos, talvez esteja a competir pelo segundo ligar. Daqui a 5 anos ninguém sabe. Vai na volta a Nokia surpreende tudo e todos com algo. Ou a Sony. Nunca se sabe.

          • Dajosova says:

            Não é redutora, meu caro. É bem consciente, pois lido com clientes neste negócio há mais de 5 anos e o acesso a dados da JFK confirmam isso mesmo. 😉

            E se já critiquei o iphone nesse aspecto !!… então só pode ter sido pelo seu preço elevado e pela política, essa sim castradora, da Apple.

          • John says:

            @ aFriend

            Não disse que era lento e que não prestava, como podes ver falei por mim!
            (não entendo o teu comentário)

            “E agora falo por mim, pelo que vejo à minha volta o iPhone 3G é inexistente…”

          • a Friend® says:

            @John

            Fiquei com a ideia teres dito que o suporte do iPhone 3G era inexistente ao ponto de se ter que comprar já um superior para manter suporte.

            Por isso é que falei no 4.2.. que significa que o suporte ainda é existente.

            E Apps, são muito mas muito raras aquelas que tentei instalar e não deram, inclusivé o dono deste equipamento, que antes de actualizar para o 4.2 já o tinha bastante cheio com apps actuais.

            Por isso é que referi (se poderia haver ou não confusão) entre o iPhone 3G e o iPhone Original .. o primeiro de todos, lançado em 2007, porque esse é que sim, deixou de ter suporte algum.

            Não aguenta as Apps actuais, daí nem sequer ter o iOs 4.0 disponível para update.

  2. fran says:

    90000 são lixo carregado de crapware, malware e spyware.

    O que é inevitável numa store sem grande controlo do que lá entra…

    • Afrsa says:

      Se soubesses do que falas… enfim! Ao menos já deu para dar uma gargalhada! 😀

      Pode ser que te esqueceste, mas pensa lá um bocadinho e diz-me quantos iFarts teve a appstore no início, e que ainda tem?

      Já se sabia que esta notícia ia causar comichão aos Apple lovers, mas tão cedo assim, não esperava! 😀

      Cumps!

      • Vítor M. says:

        Estás a extrapolar a conversa. Não tem nada de Apple Lovers, aliás esse argumento é parvo.

        A questão que estamos a discutir (como gente civilizada) é a qualidade versus quantidade, acho que me fiz perceber em desacordo ao teu comentário.

        Volto a dizer que como utilizador de ambas as “stores” sei avaliar perfeitamente as diferenças e reconhecer os “problemas ” que as duas têm.

        É inegável esta “disputa” entre a Apple e a Google, tendo em conta o modelo copiado pela Google face a um mercado já existente da Apple.

        Além disso, é inegável o tipo de relação que a Apple tem com o seu vasto universo de clientes versus o que a Google pretende ter no seu.

        Se me dizes que a Google está forte.. pois está e ainda bem. A concorrência nunca fez mal a ninguém e espero que a Microsoft consiga, num espaço de tempo razoável (2 anos), trazer mais pressão a este mercado.

        Ganham os consumidores, ganham os programadores e as marcas… com esta saudável disputa.

        • Afrsa says:

          Gente civilizada? Bom… primeiro, respondi a um argumento que diz que 90% das aplicações do Market são crapware e etc! Logo a minha resposta acho que foi na mesma ordem!

          Segundo, nunca disse que o Market tem mais qualidade do que a Appstore… basta ler comentários antigos meus para se conferir isso.

          Terceiro… estava a ser irónico. Acho que o sentido de humor ainda deve estar presente no dia a dia… e no meu caso está!

          Quarto… essa resposta um pouco ofensiva a meu ver, vai de todo em contra ao que me queres projectar… mas pronto, tudo bem por mim!

          Cumps!

          • Vítor M. says:

            Afrsa podes ser irónico e até te dou razão.. mas usares determinados termos não te fica bem… mais do resto e se lesses o meu comentário verias que te dou razão em alguns factos.

        • dajosova says:

          Compreendo o comentário do Afrsa em relação ao fran.

          É que dizer-se de leve ânimo que 90.000 são crapware, spyware é estar a cuspir valores para o ar.

          Por isso não percebo porque é que o defendes ó Vitor!?

          senão, tb tenho o direito a dizer que 260.000 da Appstore são lixo!

          ALém do mais, as apps do Android ganham notoriedade por si mesmas e a política da Google não é tão restritiva. Se queres fazer uma app de um peido, mas cujos peidos soem melhor do que já existe, podes fazer… tens direito a entrar na corrida dos peidos. Enquanto que com a Apple já não é bem assim, os peidorrentos que já lá estão já é suficiente. 😀

          Cabe a cada uma das empresas criar e gerir um sistema inteligente de selecção natural de popularidade. Mas penso que isso para o utilizador final nem sequer é um problema… pderá sê-lo para alguns “developers”.

          • Vítor M. says:

            Não defendi ninguém, apenas “estabilizei” a conversa para as pessoas não entrarem em termos deselegantes. Aliás nenhum tem toda a razão e nehum não tem razão alguma.

            Já agora, porque defendes tu o Afrsa e atacas o fran?

            Qual é a tua ideia? Qual o argumento que ambos falharam e o argumento que ambos acertaram?

            Eu argumentei e a minha opinião (não preciso que seja a tua) é sustentada na valorização da minha experiência como utilizador de ambos os lados.

          • a Friend® says:

            Defende o Afrsa porque o Fran defende a Apple…depois os “fanboyzz somos nois? hein?” neh neh eh eh… 😀

          • Ppietra says:

            Embora concorde contigo sobre os comentários excessivos e redutores que nada têm a ver con a realidade da duas lojas, permite-me discordar quanto a tua noção sobre a política de selecção da Apple.
            Em primeiro lugar a política apenas dá a possibilidade de recusar aplicações se houver um excesso de oferta. A Apple avalia e compara com o que há. Se achar que não é uma coisa melhor recusa. Obviamente dá azo a injustiças mas tb dá margem para que as aplicações que aceita gerem rendimentos suficientes e não aumente a confusão na hora do utilizador escolher.
            Em segundo lugar imagina no número de aplicações que haveria actualmente na loja caso não houvesse alguém a controlar. Só numa vez a Apple baniu 50 mil aplicações já na loja, de programadores que estavam a quebrar algumas das regras.
            A verdade é que quantas mais forem mais complicado se torna de encontrar aquelas com boa qualidade.

          • Dajosova says:

            Eu tb só estabilizei…..

    • Vítor M. says:

      Tenho, de há um mês e tal para cá, descarregado várias aplicações Android, para o Galaxy, como conhecedor da App Store da Apple noto uma grande diferença em termos de organização e acima de tudo, de qualidade das aplicações.

      Na app store também há muita “tralha”… muita mesmo, mas tem 3 vezes mais aplicações e um filtro mais rígido em termos de desenvolvimento que o Market. Além disso, o Market tem aplicações gratuitas que na App Store são pagas.

      A questão não deve passar pela quantidade, mas sim pela qualidade. É nisso que as marcas devem apostar, inclusive a Google.

      Outra critica que deixo à Google, foi aceitar colocar num tablet o seu sistema operativo Android, ainda por cima numa versão não lançada nos smartphones, sem que fossem talhadas aplicações que tirassem proveito das capacidades desse tablet. Ficaram à sombra da bananeira e os consumidores que comprarem o Samsung Galaxy Tab estarão certamente a pensar noutro cenário… vão sair decepcionados.

      • António Mendes says:

        Quanto ao tablet concordo, foi uma tristeza. A Samsung atirou lã para os olhos das pessoas (e eu já ia) e nem garantem o Gingerbread. Se as pessoas reclamavam que o iPad era um iTouch grande, o Galaxy Tab é um Galaxy S grande. Por acaso, vejo que o pessoal da Notion Ink está a tentar desenvolver o Android ao máximo para ficar adaptado ao Adam. Só espero que a Toshiba faça igual.

    • Vítor M. says:

      Não exageraria tanto, têm alguns problemas mas não é assim catastrófico como dizes.

      Eles para já têm uma estratégia clara: abrir o mais possível o market para fazer número. Isso é notório, mas, há medida que o mercado Android crescer, os programadores se querem ganhar com isso e se a Google quer ganhar com isso, tem de apostar na qualidade e acho que neste momento estão já a inverter a politica inicial, aplicando filtros mais rigorosos ao desenvolvimento dentro do seu Market.

      • fran says:

        concordo.

        Qualidade acima da quantidade. A quantidade não interessa a ninguem…

        Passo a vida a ver comparativos para tentar comprar sempre a melhor app.

  3. António Mendes says:

    “Para o infinito e mais além!”

    O problema é que ao contrário da Apple, a Google não verifica nada das aplicações, nem mesmo questões de segurança (que deveria tomar mais atenção) e vê-se o que acontece com episódios anteriores.

    Mas pessoalmente, a minha queixa é apenas a navegação dentro do market. Não é nada prática. E para 100.000 aplicações muito menos.

    Quanto ao terreno, não creio que a Apple perca contra a Google enquanto tiver sucesso no mercado dos smartphones porque as softwares houses querem sempre fazer para as duas plataformas.

    • Afrsa says:

      Solução:

      Appbrain!

      Problema resolvido!

      Simples, rápido e melhor… grátis, assim como a maioria das aplicações! 😉

    • rc says:

      Conhecendo as políticas da apple pergunto-me, será que não há aplicações na apple store que roubam dados pessoais?
      É que se houverem a apple não o vai admitir…
      Quanto a esses casos referidos foram apenas 2 aplicações (em 100.000). Outra notícia (sobre o estudo universitário) dizia apenas que dados eram enviados, mas quanto a isso quando instalamos alguma aplicação o market avisa quais os recursos que ela vai utilizar (gps, rede, chamadas, contactos, etc…).

      • António Mendes says:

        O problema é que a maioria (que instalei) diz que usa a rede, nem que seja para buscar as news da aplicação. Como é que se distingue, então?

      • Vítor M. says:

        Bom, há coisas que as marcas não podem dar-se ao luxo de fazer e porquê?

        Vamos imaginar que agora alguém provava que a Apple “roubava dados pessoais” (usando a tua terminologia)… já pensaste nas consequências disso?

        Há dias, foi veiculada a informação que o iPhone iria ter um sistema que a APple pudesse impedir que este fosse “pirateado”, através do conhecido jailbreak e que impedisse a instalação de aplicações nocivas para o próprio equipamento (além de outras coisas)… só isso já fez correr muita tinta e nunca foi provado absolutamente nada.

        Mas, é possível a Apple (se quisesse) bçoquear qualquer máquina. Como todos sabemos a Apple tem um sistema (no meu entender fenomenal) que se chama Mobile Me. Dentro do Mobile existe uma função que se chama Find My iPhone… que por acaso também dá para o iPod Touch e iPad. Com isso, de forma remota, o proprietário do equipamento (ou alguém com acesso à conta mobile me e respectiva password) pode apagar um dispositivo, bloquear e detectar a sua posição geográfica.

        Ora pela tua ordem de ideias… a Apple controla os passos que cada um de nós dá e recolhe tudo o que fazemos nos iPhones… não faz sentido!

        Mas nem vamos por aí…. nesse aspecto a Google e a AT&T juntamente com o DEA… esses sim… 😉

  4. nsantos says:

    E um consumidor da loja já está disponível na FNAC, aos preços habituais… 🙂

    http://www.fnac.pt/HTC-Desire-HD-Telemovel-Telemovel/a323943?PID=11

  5. dajosova says:

    Parabéns ao Android!

  6. a Friend® says:

    100 mil aplicações…. muito bom, crescer rápido para este sistema é facil, uma vez que já está a palpar terreno plantado, basta uns ports e já está, e tem outras apps que nem deveriam ser consideradas apps, porque nem sequer são feitas por programadores mas sim entusiastas que se lembraram de brincar com o SDK.

    Mas a grande questão é que, das 100 mil…. apenas “x” por cento é que são instaláveis, conforme o modelo ou operadora. Depois dessas “x”, apenas “y” é que têm uma qualidade aceitável.

    100 mil apps, distribuidas de forma diferente para cada “Android”, logo esta oferta não é igual para todos, o que reduz drasticamente a oferta. That’s the big point.

    • a Friend® says:

      Só agora é que reparei na pergunta final.

      Sim o Android irá ultrapassar os já 300 mil oficiais da Apple. É claro que sim.
      Eles não têm controle de qualidade, aceitam tudo, logo a oferta irá disparar cada vez mais e mais e mais…. é perfeitamente natural.

      Mas vejamos um breve exemplo, o Android tem cerca de 10 mil programadores, o iOS tem cerca de 40 mil programadores… ou seja, embora alguns iFarts (que estão condenados segundo a Apple) existam, um grupo mais elevado de programadores profissionais está na AppStore, e a isso junta-se o SDK que é mais rico e mais moldado de forma as Apps terem a qualidade que se exige.

      Penso que esse é o factor principal que move as aplicações.. já não interessa o numero, interessa a qualidade. E o exemplo disso é abrir-mos em simultâneo aplicações, lado a lado, no iOS e Android, iguaizinhas (estilo Facebook e companhias) para vermos a diferença abismal de qualidade de um e de outro.

      E lá está.. do que vale ter um HTC ou Samsung a “2GHz” se isso não vai fazer as apps ficarem melhores….se é que me faço entender (aos que se iludem apenas pelas specs quando compram um smartphone).

      • racpxt says:

        “Eles não têm controle de qualidade, aceitam tudo, logo a oferta irá disparar cada vez mais e mais e mais…. é perfeitamente natural.”

        Pois, claro que na AppStore nunca apareceram “I am rich” nem coisas do género. É impossível as 300k apps terem sido filtradas, imagina os recursos humanos e técnicos necessários para tal.

        “100 mil apps, distribuidas de forma diferente para cada “Android”, logo esta oferta não é igual para todos, o que reduz drasticamente a oferta. That’s the big point.”

        Pois, o ideal seria não haver essa diferenciação nas apps disponíveis, assim elas podiam ser instaladas em dispositivos sem as capacidades para a correr, e a fanboyzada da maçã já tinha por onde atacar. Mas claro que isso não vos trava, pois se tomam a medida certa para evitar confusões, vocês lá arranjam forma de transformar isso em defeito. E no iOS? Se todos têm acesso a tudo então eu posso instalar aplicações de telefonia, GPS e câmara num iPod Touch?

        Posso não ter acesso à totalidade das apps, mas tenho às que funcionam no meu equipamento. E mais, posso optar em termos de aplicações como browsers de Internet, “Music Stores”,etc…

        “SDK que é mais rico e mais moldado de forma as Apps terem a qualidade que se exige.”

        Das criticas que li até hoje em relação aos SDK móveis as críticas ao Android SDK dão-lhe muitas vezes vantagem com críticas “It just works”, ou em relação a necessitares de uma função do equipamento “you need it, API provides it”. Nunca desenvolvi para iOS, o pouco que conheço foi de ter estudado alguma documentação e digo-te que de mais fácil nada tem.

        “E lá está.. do que vale ter um HTC ou Samsung a “2GHz” se isso não vai fazer as apps ficarem melhores….se é que me faço entender (aos que se iludem apenas pelas specs quando compram um smartphone).”

        Até pode ser, mas vai permitir o aparecimento de aplicações que hoje são inimagináveis em qualquer dispositivo móvel. E sem dúvida vai tornar aquelas aplicações que requerem desempenho bem mais rápidas. Não sei, mas talvez os cerca de 1Ghz do iPhone4 seja só para ajudar a vender, porque aquilo deve ser tão bom que bastava ter 100Mhz…

        • a Friend® says:

          “Se todos têm acesso a tudo então eu posso instalar aplicações de telefonia, GPS e câmara num iPod Touch?”

          Podes. O TomTom que uso até tenho no iPod Touch 2G.. nem tenho no iPhone.

          “Pois, o ideal seria não haver essa diferenciação nas apps disponíveis, assim elas podiam ser instaladas em dispositivos sem as capacidades para a correr, e a fanboyzada da maçã já tinha por onde atacar.

          Desculpa de Linux/Android fanboy. Que eu saiba o Skype dá para qualquer dispositivo e até à muito pouco tempo era exclusivo à Verizon…portanto o teu argumento nem tem fundamento. E é mesmo um mero exemplo.

          Android é uma piramide de controle. No topo está a Google, no meio estão as marcas, no fim as operadoras, que compram exclusivos de aplicações.. portanto, só por aí ves a m***** de negocio que o Android é.

          No iPhone o que não dá não é por negocio, ou é porque o aparelho já não aguenta (por ter muitos anos) ou porque não tem o hardware em questão.

          Se um iPod Touch 2G não tem camera, logo não vai usar a aplicação com camera! E mesmo assim muitas até dão, já que muitas dessas apps permitem a edição de imagem e isso não impede a instalação para editares as imagens que já possas ter no iPod Touch!

          • racpxt says:

            “Podes. O TomTom que uso até tenho no iPod Touch 2G.. nem tenho no iPhone.”

            Ou seja, ter uma aplicação paga para GPS num dispositivo que não tem antena GPS! Brilhante, já me imagino a passear por locais desconhecidos da Serra da Estrela a orientar-me pelas antenas wifi. WTF ultra-LOL ROFL

            “Que eu saiba o Skype dá para qualquer dispositivo e até à muito pouco tempo era exclusivo à Verizon…portanto o teu argumento nem tem fundamento. E é mesmo um mero exemplo.”

            Pois, mas nesses tempos não existia qualquer Skype no market, a Skype usava o velho esquema do “regista-te pra download e fornece o teu nº de telemóvel e nós mandamos o link para descarregar a app”, quem não fosse da rede, recebia a sms a dizer que não dava. Queres atirar pedras, não era ao Market, mas sim ao Skype que deverias ter atirado. Aliás a única restrição que podes pôr no market é por país, caso desenvolvas uma aplicação que não faça sentido distribuir noutro país.

            ” portanto, só por aí ves a m***** de negocio que o Android é”

            Quanto à linguagem, “no comments”. Normalmente descer assim o nível já demonstra desespero de causa. Mas acrescento que é uma “m…” que está a crescer como a “m…” e a ganhar cada vez mais terreno à “peça de bijouteria”.

          • a Friend® says:

            “Ou seja, ter uma aplicação paga para GPS num dispositivo que não tem antena GPS! Brilhante, já me imagino a passear por locais desconhecidos da Serra da Estrela a orientar-me pelas antenas wifi.”

            Vês como és mal informado. Podes usar um connector GPS na Dock ou no caso de jailbreak um GPS bluetooth (como eu tenho).

            É como te digo, falta-te informação depois dizes “WTF OMG” à toa.

            E já te disse no outro comentário, deixa-te de moralismos. Disse m***** como tu dizes pior.. WTF… ou não sabes o significado?

            É sempre assim.. quando os argumentos são escassos toca a vir com moralismos… deixa-te disso. Comenta, argumenta, contra-argumenta. É saudável e faz bem à mente.

            Sabes qual é um dos fundamentos do Xadrez?

            “Só se fica mais esperto defrontando
            um adversário mais esperto.”

      • Afrsa says:

        Dá tempo ao tempo! Depois veremos o que acontece… quem sai… quem fica.

        Ainda só agora é que o Market para apps pagas abriu em mais países… deixa os devs fazerem dinheiro! É que não falta gente a usar Android por esse mundo fora!

        • Vítor M. says:

          Agora, com a abertura a mais países, vamos ver mais qualidade no mundo Android. Principalmente porque os developers vão querer vender um produto bom, com qualidade e equiparável a outros de outras stores.

          A diferença começa agora e vai longe, não tenho dúvidas.

        • a Friend® says:

          Quem compra Androids espera sempre apps gratuitas.. já está mesmo na mentalidade dos utilizadores.

          Até porque segundo li algures as vendas na market têm sido fracas e o lucro de Apps vendidas tem sido fraco igualmente para os programadores, o que ou optam por aplicações com publicidade ou saltam fora. No iPhone a tendência é também sacar apps gratuitas (que são muitas) mas existem quase sempre a opção de App Gratuita com Ads e App paga sem Ads, e o que uma vasta maioria de utilizadores iPhone faz é comprar para não ter Ads, coisa que no Android verifica-se muito o contrário. Mais depressa um utilizador iPhone dá 99 centimos por uma App que um utilizador Android… e essa é uma das razões de o iPhone ter mais programadores e ter a indrustria de apps profissionais e jogos toda lá.. porque sabem que a probabilidade de lucro é elevada.

          • racpxt says:

            Pois, mas a mentalidade de quem compra iPhones é para fazer Jailbreak para atolar a memória toda de Apps pirateadas, disso não tenhas dúvidas. Ainda há tempos li algures um exemplo semelhante, que dizia que um dos factores que faz com que a xbox360 ainda mantenha um total de unidades vendidas superior à PS3 devido ao factor pirataria. Nem todos os consumidores são “honestos”, e no dia que a apple bloquear definitivamente o jailbreak vai perder muitos desses clientes de iPhones. Não quero com isto dizer que o Android é imune a esses parasitas, não são em número tão significativo. Os casos de “Rooters” no Android grande parte das vezes têm mais a ver com o oposto: desbloquear para remover algum do lixo e bloatware que as operadoras infelizmente metem para lá com a desinstalação bloqueada. Isso sim o único “defeito” do Android, se bem que a verdadeira culpa é das operadoras e a sua postura arrogante e abusiva de sempre…

          • a Friend® says:

            @racxpt

            Claro, mas aí chegaste onde queria. Utilizadores desonestos à em todo o lado, mas mesmo assim onde há mais “honestos” (se é que seja o termo mais correcto) é no iPhone.

            Há milhares de downloads diários das quais milhares deles pagos, e por haver mesmo isso é que a Apple nem está nem muito radical contra o Jailbreak. Eles sabem bem quem pirateia. Se quisesse apagavam a conta desse utilizador para não acessar mais à store… se não o fazem, é porque se sentem seguros. Assim como os programadores também, que entre Android e iOS, escolhem sempre o iOS como sistema prioritário de vendas, caso não consigam, optam pelo Android. Foi assim que aconteceu muitas vezes. Por isso é que na Market não existem muitas BOAS apps que o iOS etm e muitas do Android (especialmente as BOAS) o iOS tem-nas quase todas.

          • Afrsa says:

            A sério que escreveste isto? 🙂

            Em que é que te baseias para escreveres que os utilizadores de Android não compram apps porque está na mentalidade deles? 😀

            Quer dizer, aos teus olhos os utilizadores do Android são piratas? Ou pobres? Ou apenas desleixados e oportunistas? Estás a falar do mundo todo ou de Portugal apenas? É que tenho 4 colegas com iPhone e nunca compraram uma app sequer! 🙂 Cá para mim ainda vão comprar um Android! LOL!

            Volto a dizer que só há + – 3 semanas foi aberto o Market para mais 20 países… não entendes isso! É tudo uma questão de tempo!

          • a Friend® says:

            http://www.informationweek.com/news/hardware/mac/showArticle.jhtml?articleID=223100776

            http://www.phonedog.com/2010/03/18/android-users-spend-less-on-apps/

            Se quiseres encontro ainda mais artigos… para não haver duvidas. Se disse que tinha lido é porque li. Ao contrário de muitos, não preciso de inventar argumentos para tentar ganhar uma troca de palavras… nem tão pouco ando aqui a arranjar esquemas para superiorizar um sistema ou outro. As coisas são como são, só não as vê quem não quer. 😉

          • a Friend® says:

            PS.

            E não disse que são piratas ou pobres.. é mesmo o espirito de quem o usa.

            Para já usa Android pelo fundamento “open-source” e o target do Android é mais jovem que o target iPhone…

            Logo influencia 2 coisas:
            Jovens não usam muito contas bancárias.

            Jovens são mais “afoitos” no que toca a arranjar esquemas para não pagar.

            É apenas isso. E falar de Portugal? Achas? Somos um grão pequeno neste mercado enorme…

            E quando referi os factos foi com base em estudos dos analistas que vêem qual a plataforma mais viável para vender as aplicações.. e eles é que dizem isso, não sou eu. Apenas transmiti o que li.

      • Hugo Cura says:

        Quantos programadores tinha a AppStore quando existiam 100k aplicações? Talvez fossem que 10k mas duvido que andasse longe.

        Vamos esperar.

        “Mais depressa um utilizador iPhone dá 99 centimos por uma App que um utilizador Android… ”

        Bem, é como aqueles que andam com carros desportivos de alta cilindrada gasolina e outros a GPL. No entanto ambos têm a mesma potência, apenas um tem mais dificuldade em encontrar posto de abastecimento.

        • a Friend® says:

          Por acaso até não. Um carro a GPL também perde cavalos com a mesma cilindrada, daí ser aconselhado o uso de GPL em carros de boa cilindrada para compensar a perca de poténcia. 😀

          Tem é a única vantagem, ser mais barato. Ou seja, é como dizes, Android. 😀

          • Hugo Cura says:

            Aí é que te enganas, alguns até aumentam a potência 😉

            Geralmente, para tornar o processo mais económico (uma vez que é essa a finalidade da adaptação do sistema), há a “normal” ligeira perda de potência, mas não necessária. Tal como se eu for ao carburador do meu e mexer em 2 parafusos a cortar na mistura.

          • a Friend® says:

            @Hugo Cura

            Mas a combustão da Gasolina é mais forte, por isso mesmo é que a Gasolina dos carros de competição e até mesmo aviões tem mais octanas, dado que as misturas permitem combustões superiores.. senão era tudo a GPL para o bem das companhias aereas que aumentavam o lucro! 😉

            Mas repara, tens razão que com “tweaks” os ganhos podem ser porreiros… nesta analogia até podemos dizer que isso será uma “rom cozinhada” 😀

          • Hugo Cura says:

            @a Friend®
            Estamos a falar de gasolinas normais! lol… se não até a álcool, diluente ou a óleo das batatas fritas ia! 😀

          • a Friend® says:

            @Hugo Cura

            eh.. mas oleo das batatas bem filtrado até podes usar num carro à gasoleo.. que funciona… bio diesel no seu melhor. heh..

            mas percebo o que queres dizer, mas repara, mesmo normais, tal como regulas o carborador e tudo mais num GPL, consegues fazer o mesmo num carro a gasolina normal… e irá ter sempre mais margem de “afinação” que o GPL. Era nesse sentido tb que me estava a referir.

            Neste caso seria: Bem eu no android faço o acesso
            à root.. e brinco com aquilo. O que seria válido então o Jailbreak no iPhone.. já que se um pode “fazer tweaks” o outro também pode! 😛

          • Hugo Cura says:

            @ a Friend®
            sim claro, de acordo.

            Já agora, quanto aos combustíveis, todos os que referi funcionam! Os 2 primeiros em motores de explosão (com os devidos lubrificantes) e o 2º em combustão tal como dizes, eu até em quantidades de 100% a óleo de fritar do LIDL eu já vi! 😀

  7. SamC says:

    Também acredito que este número de aplicações continue a crescer exponencialmente em pouco tempo.

    Utilizar o número de apps como estratégia de marketing é algo básico e pode atrair muitos potenciais compradores. No entanto, alguém mais sábio não se vai deixar levar por um número, já que o que interessa realmente é a diversidade, originalidade e QUALIDADE das aplicações. Por exemplo, para que preciso de 100 aplicações diferentes que simulam peidos se tiver 3 que o fazem extremamente bem!

    OFFTOPIC:
    Alguém sabe onde arranjar um iPod Touch 4 em promoção ou a um preço mais baixo? É que a promoção da FNAC é uma “anedota”, na retoma de um leitor de MP3/MP4 descontam directamente 1€ por cada GB do aparelho. Ou seja, para obter os 64€ máximos de desconto precisamos de entregar um leitor de mp3 com 64GB!

  8. Vítor M. says:

    John, antes de mais fizeste muito bem participar. É na discussão, na troca de argumentos que se chegam a alguns cenários realistas.

    Quando falas em mercados de média e baixa gama, referes-te ao equipamento ou ao software?

    É que ainda ontem estive à volta de uma máquina que saiu há uns 4 ou 5 anos com o Windows XP, e levou com o Windows 7… na boa. Lá está, falámos de software neste caso concreto.

    Se falas de software, discordo do que dizes a partir do momento que os smartphones têm uma actualização automática. No passado sim, era diferente, actualmente (tirando quem usa um smartphone como se fosse um Nokia 3210) já tem uma noção mais exacta sobre o seu sistema operativo. Então aí, quando recebe a indicação que existe uma nova versão… uma grande parte actualiza (os que disseram que queriam Android, já os que compraram um telemóvel para usar com o dedo… pronto esses não o farão), mas isso é assim em qualquer segmento.

    “É que muitos nem o win actualizam quanto mais o telemóvel”

    Verdade, mas esse não escolhem um Android, escolhem um telefone barato que se pode usar o dedo… não contarão como clientes da Market… não concordas?

    “E agora falo por mim, pelo que vejo à minha volta o iPhone 3G é inexistente… ou compraram mais recente ou outro telemóvel, daí que pessoalmente a discussão de se fazerem updates regularmente ou não é um pouco irrelevante (desde que não existam problemas graves). (…)”

    Certo, mas quem tem um iPhone e não um telefone da maça que se usa com o dedo, tem noção que poderá tirar partido se o actualizar.

    A visão redutora está aqui bem presente, quer-se imputar aos que compram um Android barato, a “chancela” de quem compra um telemóvel barato que se usa com o dedo… desculpa.. é redutor.

    “A maioria das pessoas continua a trocar de telemóvel de 2em 2anos ou de 3 em 3. +/-”

    Verdade, por isso quer-se um sistema operativo que evolua com noção dessa verdade. Não é por acaso que a Apple lançou o iOS 4 compatível (cerca de 80%) com o iPhone 3G… que vai a caminho dos 3 anos. Essa é a verdade que temos de ver, quando queremos um sistema actual, proporcional e justo, perante o que pagamos.

    O Android não é gratuito? Porque são tão caros os Smartphones com Android como eram com Windows Mobile?

    No restante do teu comentário… concordo!

    Mas as marcas e dou-te o exemplo do Samsung com bada, vem com uma imagem muito parecida ao que a Apple lançou (já há uns anos)… e mais não adianto. Tudo é marketing, tudo quer-se com discussão, publicidade.. é o mercado!

    Mais uma vez… fizeste bem em comentar, ajuda sempre, pois vamos tendo a percepção do mercado actual e vamos mesmo corrigindo a nossa própria percepção.

  9. R o B says:

    Os postes desta matéria tendem sempre a descair para o lado da “concorrência”, que diz que é sempre melhor e ninguém disse ainda o que importa. Parabéns Android, já foste mais longe do que muitos imaginavam, lembra-te que algum tempo atrás “todos” se riam de ti.

    A treta do costume, qual é o melhor, qual é o mais fiavel, qual o que brilha mais, qual é a mais pequena. É como quem diz, a minha pilinha é maior que a tua. Mesmo que não o fosse, eu sei usar a minha!
    Se todos fossem dotados de capacidade para avaliar o mais adequado às sua expectativas e necessidades e fossem capaz de controlar o seu ego os resultados de vendas de certos produtos não eram os que se vêm.

    Ainda se fala que ninguém conseguiu ainda o iPhone killer, e eu pergunto. Para quê? Ainda faz sentido, para provar o quê?
    No global há um mercado em franco crescimento que já é vencedor, sem necessidade de criar algo exclusivo e único para agradar a gregos e troianos. Podemos chamar a esse mercado um verdadeiro OS killer.

    Offtopic: Galaxy Tab ao preço que está, estamos a pagar a qualidade não é?

  10. TopPlus says:

    Quando vejo estes numeros de aplicações a aumentar, so me vem à cabeça qualidade a diminuir.

    Gostava que houvesse algo do genero “aplicações certificadas”, cada vez mais encontro aplicações no market a aceder a conteudos que não tem nada a ver com o a “função” da aplicação.

    Preferia ter apenas 10000 em “condições”.

    O Market deixa muito a desejar a nível de organização, filtros, informação etc.
    Por exemplo, cada aplicação devia ter obrigatóriamente que detalhar que serviços vai utilizar do Android. Havendo uma filtragem da Google para “olhar” para o código e garantir a veracidade da informação.

    cumps

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