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Anacom quer ficha simplificada para serviços…

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Nelson says:

    É uma excelente ideia.

    Felizmente temos em Portugal uma boa autoridade que defende também o consumidor…

  2. Pedro C says:

    Muito bem! Excelente iniciativa, a ver é se sai do papel. Por uma sociedade mais transparente!

    Ver se acabamos com as brincadeiras dos operadores, por exemplo nas velocidades das internets, em que por exemplo em vez de anunciar a velocidade em MBytes, esta é anunciada em Mbits, apenas porque em Mbits o valor numérico é maior, além e a maioria das vezes ser apenas mencionada a palavra “Mega”.

    Uma vez ao telefone com um call center de uma operadora, perguntei: “MBytes ou MBits?”, à qual recebi a resposta, “Megas”.

    Abraços

    • Nelson says:

      E porque é que havia de ser anunciada em megabytes?

      Toda a comunicação num canal deve ser anunciada em bits/s (ou seus múltiplos)…

      Isso não faz sentido, era como se a tua fatura da água em vez de ser anunciada em litros, fosse em equivalente de garrafas…

  3. Pedro says:

    Desculpem-me a infantilidade, mas… aquele 69(Eróticos) foi feito de propósito xD

  4. VC says:

    Pedro C,
    Desde que existe a internet, que a velocidade de internet sempre se representou em bits e não bytes, não percebo o espanto. As primeiras velocidades apareceram com a referência 56 kbps e não 7KB/s… Quanto à informação que te passaram no callcenter, assim como os prefixos “giga”, “mega” e “kilo” são aplicáveis aos bytes, eles também podem ser usados com os bits. Portanto, 1 kilobit contém 1.024 bits, e 1 megabit é igual a 1.024 kilobits. Agora não culpem outros, pela falta de informação. As pessoas só têm que pegar na velocidade de internet (ex 50Mb) e dividir por 8 e ja tem a velocidade máxima de download… Reclamem menos e aprendam mais… é à tipico português… as pessoas não têm culpa da falta de informação, mas por vaor, não desgastem os outros com isso, principalmente algo q em 30 segundos tira as duvidas

    • Pedro C says:

      Caro VC,

      Obrigado pelo comentário. Realmente tens toda a razão, a velocidade de Internet sempre se representou em bits e não em bytes.

      A questão é que a minha velocidade no PC, software, nos modems e restante equipamento me aparece em MB e não em Mb, daí que a minha opinião em relação a este ponto é: porque não demonstrar todas as velocidades na mesma unidade? porque tentar convencer o consumidor, menos informado que tu ou eu de valores que depois na prática são inferiores à expectativa?

      Não é uma questão de desconhecimento, é uma questão de transparência por parte da operadora, quando eu lhes perguntei se a velocidade de 30 “Megas” (que dito desta forma poderiam ser MegaBatatas, MWh, Mm, Mtep ou outra unidade qualquer) eram MBytes ou Mbits, queria saber são 30 MB ou os 3.75 MB. Sendo que a resposta que me foi dada foi a mesma de 30 “Megas”, sem unidade, não fiquei esclarecido, lá está a velocidade poderia ser Mm/h…

      Quanto ao “é mesmo à português”… não me parece que transparência seja algo mau e muito menos algo que se possa achar depreciativo, quanto a desgastar os outros, ninguém te obriga a ler os comentários, muito menos a responder.

      Cumprimentos,

      • VC says:

        Olá Pedro C,
        É sempre bom estes debates 🙂 quando refiro-me “è à tipico português” é de uma forma generalizada q uso a expressão, no sentido de mostrar que as telecomunicações são muito confusas para o povo, isto é mais uma prova que o povo português é “analfabeto” no que diz respeito as telecomunicações. Agora, não podemos nem tem lógica mudar um padrão de medição de velocidade que é e sempre foi usado em todo o mundo das Tecnologias de Informação, só porque confunde as pessoas.

        Dou-te um exemplo: Disse que isto do simplificado não iria dar em nada porquê? Simples… Falo-te em casos de pessoas que demoram 30 minutos para fazer um simples registo num site, onde preenches meia duzia de campos em um formulário e depois ir ao mail concluir o registo. Por experiência digo-te que as pessoas com ajuda, demoram 30m e mesmo assim muitas desistem… agora diz-me, ir a um site e fazer um contrato, mesmo simplificado?… dúvido

        Cumprimentos, 🙂

      • João Pinho says:

        Sempre achei piada a isso, e sim concordo consigo, antes de procurar vender as coisas têm de conseguir explicitar o produto, muitas vezes os próprios comerciais não sabem o que estão a vender.

        A verdade é uma e só uma, quando vou ao posto de gasolina nao peço quero 1 mega de gasolina, a verdade é que se usasse a lógica aplicada pelas operadores, estaria mais que correto uma vez, tal como eles “afirmam”, está implicito que são litros. mas podiam ser 1 mega decilitro 😛 o que remete à problemática inicial da falta de transparência.

        O mega, nano, tera, etc. não são nada sem o que quantificar…

      • Nelson says:

        A unidade de informação é o bit.

        Só se torna em bytes quando armazenas na memória do teu particular computador.

        É “regra” anunciar toda a informação que é acedida em série em bits, e toda a informação que é acedida em paralelo em bytes.

        Há excepções, como os cartões SD e discos CD/DVD, etc… Que são vendidos ao consumidor em bytes. Nos casos dos cartões SD é um exemplo gritante, as memórias flash são vendidas em gigabits, e depois não dá certo em gigabytes…

        Por exemplo, não há memórias flash de 1 gigabyte, há memórias de 8 gigabits, é assim que são fabricadas e vendidas…

    • Nelson says:

      1 megabit são 1000 kilobits, e não 1024.

      • Pedro C says:

        Caro Nelson,

        Aceito a tua premissa de tradicao, para pessoas informadas nao ha qualquer problema. A minha questao passa pela tentativa de baralhar os restantes de nos que nao dominam estes temas por parte dos operadores.

        Em relacao a comparacao que fizeste acima, concordo plenamente: se eu uso m^3 de agua em casa, porque raio e que a minha unidade de caudal deve ser o l/s e nao o m^3/s?

        e verdade que a conversao nao e dificil, mas porque gerar mais confusao?

        Cumprimentos,

        PS . Desculpem a falta de acentos… teclados estrangeiros….

        • Nelson says:

          Pois, boa pergunta…

          Contudo, temos que ver que se fosse em Megabytes, as pessoas iam ver uma informação num lado, e outra informação no outro… E confundiam… Ainda por cima quando a nível internacional, se usa o bit/s, sempre…

          Até porque é bastante prático, por exemplo, se quiseres ter uma ideia da qualidade máxima de vídeo que podes fazer streaming…

          E sim, concordo plenamente que se devia informar em “megabits”, e não em “megas”…

          Uma notinha, como vem nos medicamentos que:

          8 bits = 1 byte. 1 megabit = 1000^2 bits, 1 megabyte = 1024^2 bytes

          E estava bem feito…

      • VC says:

        Nelson, estas errado. 1 Megabit é igual a 1024 Kilobits que é igual a 128 Kilobyte

  5. VC says:

    Estas medidas vem no seguimentos das muitassss reclamações das pessoas sobre as operadores.

    Não estou a defender ninguém, mas é verdade, 70% das reclamações no sector das telecomunicações, é porque as pessoas são… vou usar um termo generoso “inocentes” ou “pouco instruídas”, ou então em bom português são burros mesmo…

    Exemplo 1: Como podemos querer que as empresas em Portugal, “cresçam” quando os patrões, assinam documentos sem os ler e depois reclamam por estar em prática o que ele assinaram… Parece contraditório? Mas é verdade, enfim…

    Exemplo 2: As pessoas querem é comprar grandes telemóveis e depois não os sabem usar…. conclusão, facturas com valores elevados por consumo de dados Internet. Dito isto, assistimos ao descarregar das suas frustrações (da sua burrice) nos operadores e nas pessoas que lá trabalham… já muitos operadores, por incrível que pareça, creditam valores mesmo sabendo que os clientes não têm razão…

    O povo português é muito bom em reclamar, principalmente sobre problemas que foram eles próprios que os causaram… há tantos exemplos…

    PS: Preocupem-se em reclamar com empresas, que por exemplo, não protegem a vossa privacidade e que leva a que dados pessoais fiquem expostos na internet… muitos conhecem essas vulnerabilidades, mas já nem se dão ao trabalho de divulgar… porquê? porque já cansa ouvir as pessoas sempre a reclamar de tudo, quando nem percebem do que reclamam. A falta de humildade que se verifica, na ausência do esforço de pelo menos tentar aprender em vez de desgastar os outros…

    Isto de simplificar o preenchimento dos contratos… não vai dar em nada

    • João Pinho says:

      Isto vai remeter futuramente a questões como o “ilimitado”.
      A parte da problemática levantada anteriormente (Mb ou MB), esta penso ser de resolução prioritária uma vez que usam a palavra ilimitado em marketing sem qualquer esclarecimento, quando o produto não reflecte essa informação (ainda que com asteriscos e letras pequeninas e desmentir/corrigir o publicitado por eles abertamente)

      Sim em parte o comum mortal antes de comprar um carro procura saber algo sobre carros para fundamentar a sua escolha, e tecnology wise muitas vezes não o fazem.

      Por isso tens razao ao afirmar que os problemas se devem em parte à ingenuidade do consumidor, mas também se deve à falta de sensibilidade das operadoras em tornarem esse mesmo cliente um TARGET de vendas.

  6. K0izo says:

    Penso que ainda ninguém comentou aqui sobre os Prazos de Fidelização mínimos, sendo esta uma das razões principais por a ANACOM ter tomado novas medidas, uma vez que deve ter vindo daquele abaixo-assinado da Deco contra os prazos excessivos de fidelização e indemnizações abusivas contra os consumidores por parte das operadoras.

    Isto num mercado totalmente neoliberalizado não se pode admitir. E não venham com aquela típica lógica que a PT Meo / Vodafone /Zon Optimus precisam de recuperar o investimento inicial na instalação do serviço que normalmente é grátis para o cliente e que se quisermos menos tempo de fidelização temos de pagar a instalação, pois isso é praticamente zero nos seus custos relativamente ao que recebem em média mensalmente pelos seus serviços + direito a indemnizações se o cliente rescindir o contrato antes do prazo mínimo de 24 meses.

    E se a maioria dos consumidores são “analfabetos” em telecomunicações e os meios de comunicação só passam novelas e “fait divers”, peço aos entendidos para que pelo menos lhes dêem umas luzes de como funcionam as telecomunicações e como devem reclamar correctamente, pelo menos aos mais próximos de vocês.

    • Nelson says:

      Ē, se acabam com as fidelizações, eles ou passada cobrar um grande preço de instalação, ou sobem muito nas mensalidades… Ou os dois…

      Como a cabovisao…

      • antonio says:

        Se já tiver-mos o equipamento qual é o problema. Já agora no mês passado aderia a meo banda larga móvel sem fidelização 20PLUS 30euros por mês, pois já tinha o equipamento e não queria ficar fidelizado, mas como não gostei do serviço deles, pois após os 15 GB, fiquei bloqueado aos 128 kb, telefonei para desligar o serviço, em eles fizeram proposta para os 15 euros por mês durante um ano com a fidelização por igual período, que eu recosei claro pois 128 kb para mim não serve, e acho que o que fazem é um pouco desprezível, pois só dão esta promoção a quem não quer mais o serviço.

  7. Al'thor says:

    Agora só falta acabarem com os pacotes “ilimitados” limitados a 128kbps …

    • Gerardo says:

      A ANACOM em vez de andar com pintelhices devia era proibir os operadores de fornecerem Internet a 128k, como pretexto para dizerem que não cortaram. Pelos standards actuais 128kb não servem para navegar, não é uma questão de lentidão é uma questão de não funcionar mesmo. Muitos sites e serviços simplesmente irão fazer timeout muito antes de ser possível carregar a 128k. Pelo que considero uma burla os operadores dizerem que limitam a velocidade. Na prática eles cortam a ligação. A ANACOM devia traçar um limite abaixo do qual um operador não podia dizer que continua a fornecer o serviço ao cliente. Isso era serviço público.

      Estas medidas são uma forma de justificar o rombo ao erário público um uma forma de mudar para manter tudo na mesma…

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