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A Terapia da Fala e a Internet…

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. jmcs says:

    bom dia
    isto é serviço publico, nao só nos dao excelentes dicas de informatica e afins como tambem dicas de saude. excelente post, parabens
    jorge silva

  2. Pedro Pinto says:

    Parabéns Sónia Coelho pelo artigo.
    Como referes hoje a Informática está em todas as áreas. Este assunto que nos trazes hoje é bastante sensível..eu tenho um caso de uma pessoa na família que após um AVC deixou de falar e andou em consultas de terapia da fala. Não sei que métodos usaram mas não houve qualquer avanço na fala.
    De uma forma genérica (é claro que há muito se’s..) O que poderia a informática ajudar numa situação destas considerando que a pessoa em causa já tem 80 anos? Basicamente o que eu quero saber é o que se pode fazer mais?

    Mais uma vez obrigado pelo excelente e diferente (por estas bandas) artigo.

    • Boa noite Pedro.

      Sei que este post já foi escrito há mais de 2 anos, mas como Terapeuta da Fala, não poderia deixar de responder.

      Realmente, como Santos refere neste Blog, a eficácia do tratamento está muitas vezes ligada, entre outros factores, à experiência e competência do Terapeuta. No entanto, respondendo especificamente à sua pergunta, existem sistemas de comunicação aumentativa (CAA) que recorrem à informática como catalisador à comunicação. A sua aplicação e implementação deve ser sempre acompanhada por algumas sessões de Terapia da Fala para que quer o paciente, quer os cuidadores sejam orientados para este novo sistema de comunicação. Em Portugal, uma empresa que disponibiliza grande parte destes materiais é a Anditec.

      De qualquer forma, estarei disponível para eventuais questões e esclarecimentos.

      Cumprimentos,
      André da Costa

  3. João Sousa Faria says:

    Execelente artigo. Vai ao encontro de muitos jovens que estão a pensar tirar o curso de terapia da fala.

  4. Fabio Palma says:

    Parabéns Sónia Coelho pelo artigo.

  5. M.Manuelito says:

    É esta diversidade de assuntos e de autores, logo, de perspectivas, que fazem do pplware um caso sério na blogosfera nacional (e não só)
    Muito bom trabalho.

  6. Frigo says:

    evitar ambientes com ar condicionado é que não é fácil.

    bom artigo. parabéns

  7. Fernando Moreira says:

    Antes de mais…
    Parabens por este artigo.

    Só tenho pena que nao me cure a gaguez! 😀
    ja fui à terapia da fala…e ela cá continua!!! mandaram-me fazer esses exercicios exercicios de relaxamento e de dicção…e pouco mais!!
    e posso dizer…nao melhorou em nada a minha gaguez…
    mas pronto, cada caso é um caso e se isto vier ajudar…acho bem!! talvez vá novamente para ver como será desta vez…

    Cumprimentos,
    Fernando Moreira

    • Santos says:

      Em tempos, ouvi falar que um orador famoso, quando era adolescente era gago e nunca se conformou com isso. Um dia, resolveu ir até à praia, apanhou do chão um punhado de pedrinhas e meteu-as na boca. Assim, com as pedras na boca, pôs-se a discursar em alta voz para as ondas do mar. Fez este exercício todos os dias, até que tornou-se um orador de sucesso.
      Não sei o nome desse orador, mas espero ter ajudado.

    • Boa noite Fernando,

      Sei que este post já foi escrito há mais de 2 anos, mas como Terapeuta da Fala, não poderia deixar de responder.

      Antes de mais, gostaría de salientar que a gaguez não tem cura. Existem sim estratégias e actualmente até aparelhos que peritem “disfarçar” a falta de fluência que acompanha o indivíduo gago ao longo de toda a sua vida.

      Esta é uma área muito específica da Terapia da Fala e nem todos os Terapeutas da Fala estão aptos a desenvolver um trabalho eficaz. Se pretender mais esclarecimentos, não hesite em contactar-me.

      Cumprimentos,
      André da Costa

  8. Santos says:

    Quero também agradecer este artigo, pois tenho uma filha que hoje consegue falar normalmente devido à terapia da fala.
    Naturalmente, o êxito desta terapia deve-se, à competência do terapeuta, e em casa, é necessário dar continuidade ao trabalho feito no consultório.
    E é verdade, o computador pode ajudar bastante. Quando tiver mais disponível, poderei divulgar aqui uma lista de software que eu próprio usei há alguns anos atrás.
    Sou apoiante do Pplware, mas gostaria que no futuro fizessem um blog com um interface mais interactivo, eu explico: conforme está de momento, os posts mais comentados são os da ultima página, quando vou para responder a um post com 2 dias, já não há feedback. Eu já vi sites com esta temática e com o formato a que me refiro, mas estes, não têm quase ninguém a comentar, porque não têm o estatuto e dedicação do Pplware. No entanto, continuo fiel ao nosso Pplware. Espero que me entendam.

    • Vítor M. says:

      Olá meu caro. Obrigado pelas sugestões e aguardo sim esses programas.

      em relação à outra questão sobre a disposição dos posts… achei interessante a dúvida mas como poderíamos colmatar isso?

      É pertinente a sua questão, mas se puder explique-me como poderíamos dar a volta a isso.

      Mais uma vez obrigado.

      • Santos says:

        Olá Victor.
        Quanto aos programas, dá-me algum tempo, pois tenho que procura-los e só depois de terminar o trabalho que tenho em mãos.
        Em relação à disposição dos posts, algum tempo atrás, enquanto pesquisava no Google, encontrei um site com um tema parecido ao ppware: http://www.infonoticias.eu/
        A estrutura deste site ainda não é bem o que pretendo para o ppw, mas já dá para teres uma ideia. No fundo, o que pretendo é uma primeira página mais ampla e com funcionalidades de interacção com os visitantes. A nível de interacção, à alguns anos atrás conheci o site http://www.bravenet.com/. Este tinha muitas dessas funcionalidades interactivas, só para ficares com uma ideia. Actualmente existe templates opensource com o caso do http://www.joomla.org/. Afinal, vocês possuem um servidor no sapo e não vos falta visitantes, que tal fazer uma experiência?
        Só não escrevo mais comentários por uma questão de tempo, mas no futuro próximo, espero participar mais.
        Victor, espero não ter sido confuso, pois a esta hora já devia estar a “partir pedra”. Um abraço!

  9. Aurélio Pita says:

    Parabéns, excelente artigo.

    Embora não tenha problemas graves de dicção estava a pensar frequentar um terapeuta para ouvir a sua opinião profissional.

    O artigo veio mesmo a calhar, é que assim já vou com mais alguma bagagem 😀

  10. bruno says:

    Os meus sinceros parabéns pela temática abordada!

    tenho infelizmente o meu pai com um grave problema provocado por um tumor que lhe afectou a laringe e faringe.
    foi um esforço tremendo e recorrendo essencialmente a consultas da terapia da fala no IPO de lisboa que conseguiu desenvolver a voz esofágica. Não é perfeito mas pelo menos já o entendemos.

    as pessoas infelizmente só dão valor a estas coisas quando passam por elas…

  11. Sara says:

    Parabéns!!

    O artigo está mt interessante, bastante completo e elucidativo. E claro, também gostei muito dos conselhos práticos, dão sempre jeito para todos os dias.

  12. José Penas says:

    Antes de contar o meu problema,
    Agradeço o excelente artigo.
    Eu fui operado a uma corda vocal vai fazer em breve 2 anos, desde então tenho feito terapia da fala, mas não noto grande evolução na dicção, pois as pessoas têm dificuldade em entenderem o que digo, e eu próprio refugio-me falando apenas o necessário.
    A operação à corda vocal foi bem sucedida, praticamente não se sabe qual a intervencionada. Mas após ter feito dezenas de secessões de terapia da fala não consigo falar bém. Eu dava formação e apoio técnico mas fui dispensado (como é óbvio), estou desempregado ” a minha voz tem espasmos e falha muito, fico com impressão de que quando falo existe um aperto na garanta”.Já consultei dois Otorrinos os quais me informaram que está tudo ok. Afinal o que é que se passará com a minha voz? alguêm me ajuda!!

    • Boa noite José,

      Sei que este post já foi escrito há mais de 2 anos, mas como Terapeuta da Fala, não poderia deixar de responder.

      Antes de mais, gostaria de lhe dizer que na área da voz não é correcto intervenções de Terapia da Fala de longa duração, tal como refere ter sido o seu caso no seu post.

      É evidente que o seu problema de voz já lhe trouxe outros dissabores e que tem sido causa de preocupação.

      Não sei se já conseguiu resolver o seu problema, mas sendo esta a minha área terapêutica de eleição, teria todo o gosto em poder ajudá-lo.

      Se precisar, não hesite em contactar-me!

      Cumprimentos,
      André da Costa

  13. Sónia Isabel Coelho says:

    Boa noite,

    Antes de mais, é importante referir que este é um artigo com já 4 anos e algumas técnicas estão já desatualizadas… E deve ser “supervisionado” por um profissional adequado.

    Caro Fernando Moreira, realmente como disse o meu colega André da Costa (e agradeço desde já, também, as respostas aos posts), a gaguez irá acompanhá-lo sempre, principalmente nos momentos de maior tensão…

    Caro José Penas, mais uma vez concordo com o meu colega, não é adequado terapia de grande duração e convém antes de tudo perceber a origem do problema e tentar eliminar os “maus hábitos” que possa ter e que possam estar na origem e/ou agravamento dos sintomas…

    Mais uma vez, aproveito para agradecer ao André pelas respostas aos posts…

    Atentamente,
    Sónia Isabel Coelho.

  14. Sonia Coelho says:

    Boa noite,

    A fim de evitar confusões, gostaria de deixar claro que eu, também Sonia Coelho, não escrevi esse artigo.
    Uma vez que um aluno meu de Portugal, do curso de Terapia da fala, pensou que o mesmo tivesse sido escrito por mim, venho comunicar que nos meus atos profissionais, incluindo investigações, entrevistas, cursos, artigos e publicações científicas, seja no Brasil como em qualquer lugar do mundo, identifico-me profissionalmente,como exigido por lei e por questões éticas.

    Cordialmente,

    Sonia Coelho

    Fonoaudióloga/Terapeuta da fala (UMESP) – CRFa 14 896 e C-031260187
    Cirurgiã-dentista (UMESP) – CRO 53480
    Especialização em Motricidade orofacial (CEFAC/SP)
    Mestre em Fonoaudiologia (PUC/SP)
    Doutoranda em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem UFP/Porto)

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