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7450 telefones fixos instalados em celas das prisões

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Zé Fonseca A. says:

    noutros países isto é pago..
    além disso havia outras prioridades

  2. Tuga sem escrúpulos says:

    Isto é simplesmente surreal….

  3. David Guerreiro says:

    Sempre podem ligar para o 706 do João Baião e ganhar 500 euros em cartão

  4. jd says:

    Em breve tv e net …

  5. RodrigoPereira says:

    Para quê os telefones em cada cela se já todos têm telemóveis?

    • David Guerreiro says:

      É para o caso de acabar a bateria no telemóvel, ainda não há UPS na cela, assim usam o fixo. Não podem é ficar sem comunicações, seria uma crueldade.

  6. Uxatuducrl says:

    Para utilizar quando o telemovel fica sem bateria

  7. Torrão says:

    Se colocarem o pacote completo TV, Net e Voz sai mais barato.
    Já agora um SPA, também vinha a calhar.

  8. papamoscas says:

    Absurdo, só se vê dinheiro mal gasto, são presos, não deviam ter direito a mais nada além de pão e água e os livros para ler…

  9. Luís+Silva says:

    Sem telefones, poucos recreios e mais enxadas.

  10. Test User says:

    Em vez de implementar o sistema do Bukele, em que trabalham e tem objetivo de reintegração social.

    Com telefones vai-se aumento fugas e aumento atividade criminosa. Quem vai monitorizar chamadas?, se não tem guardas suficientes para prevenir fugas.

  11. Fernando says:

    E enquanto os presos já gozam de comunicações,
    Temos sem abrigos grande parte deles nunca cometeu um crime, a passar fome, frio, e á chuva, ou sol extremo.
    Meninas a se prostituir e deficientes,

    Quantos recebem esses??
    Nada!!
    Mas se fossem asiaticos tinham 600€/mês.

    As casas de camarâ, para pessoas necessitadas, vão para os amigos, e quem precisa continua em listas de espera interminaveis, e nunca as vão receber.
    Proibe-se a contrução de novas, caso contrário termina o terrorismo imobiliario e todos os que estão a escravizar o povo, depois teem que ir trabalhar, também são a favor de não baixar as rendas claro,Obviamente..!!
    Portugal precisa começar a pensar em Eleger gente séria e competente, para cargos Publicos

    Este País está a se transformar num circo dos horrores, é so coisas bizarras.
    Casos de estrangeiros que veem a Portugal, gastar 6 milhões de euros do bolso dos Portugueses, o negócio das crianças, casa pia,etc..
    Ja começa a parecer-se com o Ameristão.

  12. Bruno M. says:

    Têm tudo na prisão.
    Consolas
    Comida
    Droga
    Sexo
    dinheiro
    Diárias
    Agora telefones exclusivos!

    Isto já mete nojo!

    Continuem a votar na esquerda e nos mesmos do costume. A impunidade só vai aumentar!!!

    • Nemtudoépolitica says:

      Se é assim tão bom e vocês abdicam de tal serviço…então estão a ser extremamente burros…ou então apenas hipócritas 🙂
      Sabes bem que as afirmações que fazes não são a regra, de todo… mas o que dizer de malta do chega que adultera factos e contextos para normalizar discursos asquerosos…

  13. G74 says:

    Vergonhoso…

    Eu entendo que a prisão deve ter como objetivo a reinserção social, mas não através de mordomias que tornam a reclusão num hotel de luxo. A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 9.º, estabelece como tarefa fundamental do Estado “promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo”. Eu pergunto: este investimento serve o bem-estar do povo português ou serve o bem-estar dos criminosos? Eu defendo uma abordagem mais eficaz e economicamente mais responsável. Em vez de instalar telefones nas celas, eu propunha um sistema de trabalho comunitário obrigatório. Os reclusos deveriam ser integrados nos quartéis dos bombeiros voluntários, receber formação específica e participar ativamente no combate aos incêndios florestais. Esta medida cumpriria simultaneamente a função reinserção da prisão e proporcionaria um benefício concreto à sociedade. Eu acredito que a verdadeira justiça social passa por fazer com que quem errou contribua para reparar os danos causados à comunidade. Do ponto de vista dos direitos fundamentais, eu sustento que o artigo 13.º da Constituição, que consagra o princípio da igualdade, está a ser violado quando se oferece aos criminosos comodidades que muitos cidadãos cumpridores da lei não têm. Eu vejo aqui uma discriminação positiva inadmissível, enquanto milhares de idosos são penalizados com taxas cada vez mais pesadas, por não limparem os seus terrenos, os reclusos ganham telefones gratuitos para dez números. Esta é uma perversão dos valores constitucionais que eu não posso aceitar. Eu considero que a verdadeira reinserção social passa pelo trabalho digno e pela contribuição para a comunidade. Os reclusos deveriam ser colocados em juntas de freguesia, sob supervisão, para participar na limpeza de matas e na prevenção de incêndios. Esta medida teria um impacto positivo duplo, desenvolvia competências profissionais nos reclusos e proporcionaria um serviço essencial às comunidades rurais. Eu defendo que é através do trabalho e da contribuição social que se reconstrói a dignidade humana, não através de facilidades que tornam a prisão mais confortável que a vida de muitos portugueses honestos. A nossa sociedade perdeu a noção de prioridades. Na realidade estamos perante uma forma de violência simbólica exercida sobre os cidadãos cumpridores, que veem os seus impostos aplicados em benefício de quem violou as regras sociais. Eu entendo que esta política contribui para a erosão da coesão social e para o sentimento de injustiça que alimenta a desconfiança nas instituições. Eu proponho uma reforma radical do sistema prisional baseada nos princípios da justiça restaurativa. Em vez de telefones, eu quero formação profissional intensiva. Em vez de comodidades, eu quero trabalho comunitário obrigatório. Em vez de facilidades, eu quero responsabilização. Esta é a verdadeira via para a reinserção social, fazer com que os reclusos compreendam, através do trabalho e da contribuição para a comunidade, o valor da cidadania que violaram. Do ponto de vista constitucional, eu defendo que o artigo 1.º da Constituição, que afirma que “Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana”, deve ser interpretado de forma a proteger primeiro a dignidade das vítimas e dos cidadãos cumpridores. Eu recuso uma interpretação que coloque a comodidade dos criminosos acima das necessidades básicas dos cidadãos honestos. E termino, a punição do crime serve para reafirmar os valores sociais. Quando oferecemos comodidades aos criminosos enquanto penalizamos os cidadãos honestos, estamos a inverter completamente esta função. Eu defendo que a prisão deve ser um local de reflexão, trabalho e contribuição social, não um centro de comodidades financiado pelos impostos de quem cumpre as regras. Esta é a verdadeira justiça social, fazer com que quem errou trabalhe para reparar os danos causados à sociedade.

    • Joao Ptt says:

      Por tanto podem andar em liberdade nos bombeiros voluntários, ou a limpar mato, mas terem telefone fixo com até 10 números pré autorizados é chocante.

      Como é que vão controlar os ditos presos nos bombeiros voluntários ou na limpeza do mato? Não dão conta deles nas prisões com tão pouco pessoal, onde vão arranjar pessoal para os controlar eficazmente fora das prisões?

      Sou favorável à reeducação e reintegração, mas tem de ser uma solução direccionada a cada pessoa individual, não pode ser chapa 5 para todos, do contrário não vai mudar comportamentos errados, mas apenas achar mão de obra escrava conveniente.

  14. luis nascimento says:

    eu até dizia umas verdades mas depois eu sou o mau da fita e ainda me mandam prender. mas como dizem muitos criticos ponham lá tv por cabo aos rapazes que eles merecem

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