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10 erros informáticos que podem custar-lhe o emprego


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Tavares says:

    “Por isso, a equipa Kaspersky Lab elaborou uma serie de conselhos para profissionais, com o objectivo de ajudá-los a manter-se longe de negligências informáticas fáceis de evitar. Mas, afinal, quais são estes erros?..”.No artigo diz qual a fonte…talvez fosse bom ler tudo antes comentar ou criticar!!

  2. Alexsandro says:

    Claro está que depende muito do patrão e da “lata” do empregado mas…

    ver um filme em fullscreen tambem não é boa ideia xD

  3. MM says:

    Não usar o mail da empresa como sendo o nosso pessoal e, como tal, usá-lo para fazer registos em tudo o que é site, em especial em sites comerciais / publicidade.
    Não usar o equipamento (laptop / desktop) da empresa como sendo nosso e enchê-lo com coisas pessoais, p.ex., fotos das férias, filmes, jogos, etc.
    As pessoas têm de separar as águas e compreender que o que nos é disponibilizado pela empresa não é nosso.

    • Vanessa says:

      Por esse prisma trabalhar horas-extras sem ser pago acabava, afinal as empresas têm de perceber que o nosso tempo livre é nosso.

      Quem trabalha e viaja tem de ser coisas pessoais no seu pc.

      Que comentário mais estúpido.

      • José says:

        o seu comentário não é muito inteligente, quem trabalha e viaja, vai em serviço, se é paga ou não é um problema independente… logo por esse facto não tem que misturar as coisas… se quer aproveitar a viagem também para situações pessoais, utiliza dispositivos pessoais,,,

        • Vanessa says:

          ele há com cada burro… este deve ter saído hj da estrebaria.

          um laptop da empresa PODE ser usado para coisas pessoais, desde que não sejam coisas ilegais e desde que continue 100% operacional para o trabalho…

          as fotos das férias (e filmes e jogos legais) não vão prejudicar ninguém.

          • Joao Magalhaes says:

            Sempre viajei em trabalho e se não tivesse coisas pessoais no pc as noites , que não trabalho , iam ser duras, principalmente porque vou para o estrangeiro, quanto ao ver filmes,chat, etc. não estou de acordo, pois cada um tem que ser responsável no seu trabalho e se por exemplo, a pessoa é de apoio ao cliente e a única coisa que faz é atender o telefone, não vejo porque não pode ver um filme enquanto não recebe chamadas

          • José says:

            Meu deus aonde saiu gente assim! Até há uns 30 anos não haviam computadores pessoais e tretas do tipo e as pessoas viviam tanto como agora! Essa mentalidade fechada e patética, é que leva a tanto exagero! Se um equipamento é da empresa porque raio deve ter informações pessoais? E já agora usa também o cofre do patrão? E se for polícia usa a arma para se divertir? Pode parecer um exagero mas o princípio é o mesmo. Já agora, e por essa lógica da batata, podemos usar tudo! Fotos de família e dados pessoais sempre existiram, não eram precisos computadores, como também sempre se tirou fotografias, mas com o equipamento que lhes pertence! Além do mais, quase toda a gente tem telefones, onde se pode ter essa mesma informação sem usar algo que é dos outros. E que tal ter a fotos dos entes queridos na carteira! Vivemos sim num Mundo de estúpidos que em vez de usar a tecnologia para serem mais livres, pelo contrário agarram-se a ela que já nem sabem viver sem as ditas fotos se “família” e coisas afins sem estarem escarrapachadas em todo lado, como se isso tivesse de facto algum interesse para os outros. Andam sempre a tirar “fotos” que jamais irão colocar numa moldura em casa, e nem sequer a revêem tal é o volume, até porque normalmente são mal tiradas, mas andam sempre preocupados se os amigos e não amigos as vêem. Se tirar fotos tire-as com aquilo que é seu! Se um empregado meu andasse para aí a encher algo que eu paguei e cedi para trabalhar, para andar a guardar dados pessoais, sentir-me-ia no direito de apagar tudo, pois não é esse o fim do equipamento, há que ser profissional.

          • vitor neves says:

            Cara Vanessa

            Pela maneira como fala nunca trabalhou em empresa sujeita a elevados niveis de segurança. Se tem um portatil da empresa provavelmente nunca foi configurado num domínio nem sofreu alterações desde que veio da Worten. O meu quando me foi entregue pelo departamento informático trazia um pequeno “manual” de boas e más práticas aceites na empresa e uma delas refere explicitamente que toda a actividade é monitorizada e devo fazer uso profissional do mesmo.

          • Anarca says:

            @José Encontrar hoje em dia pessoas profissionais e com brio é difícil…

            Hoje em dia pensam que têm todas as regalias sem nenhuma dedicação e trabalho.

          • X says:

            Discordo, um PC da empresa é para trabalhar. E nao para coisas pessoais. Empresas com uma area de suporte TI competente apaga tudo o que sao extencoes de filmes e fotografias, nao permite a instalacao de software de terceiros sem devida autorizacao e mesmo software autorizado muitas vezes bloqueiam versoes e add-ins.

            Eu trabalho na area de consultoria e ja aprendi por erro proprio que o PC de trabalho destina-se so e apenas para trabalhar..

          • Bruno Jesus says:

            Cada qual sabe de si, o computador da empresa serve para trabalho e nada mais do que isso.
            Burro é quem mete documentos pessoais no PC e etc, a empresa pode reclamar o computador quando quiser, tudo o que meter no computador da empresa passa a ser propriedade da mesma.

        • Carlus says:

          o José deve ser um patrão, vê-se logo pelo tipo de comentário.
          Ou seja, se recebe ou não, pouco importa!
          è óbvio que todos os conselhos são bons e Atenção, o que é serviço é serviço, o que é pessoal tem de se fazer no tempo particular.

          • Pedro says:

            O que o José menciona apenas tem a ver com boas práticas. Tudo o restante são abusos. Claro que as pessoas podem ter conteúdos pessoais no seu portátil, mas se isso viola as regras da empresa, depois não se poderão queixar das consequências. Se a empresa diz explicitamente que o portátil pode ser usado para fins pessoais é uma coisa. Se disser o contrário ou se omitir, então o razoável é pressupor que é para trabalho.

    • pilau says:

      este parece o gnu da informatica daquela empresa de betao que acabou

  4. Miguel says:

    5) Enviar dados pessoais encriptados a partir do computador do escritório

    Não sei porque dizem que isto está mal.
    Na empresa que trabalha tudo que sai e entra é encriptado.

  5. Jorge Saramago says:

    Bloquear sempre o PC quando não se esta presente , é uma falha de segurança.

  6. Laura says:

    E quando usamos uma flash drive pessoal “limpinha” de virus, malware, etc, para trabalhar na empresa porque esta não nos fornece este tipo de instrumento tantas vezes necessário, porque exigem que trabalhemos a horas improprias e extras à borla(em casa claro, no nosso PC) e vimos com a flash drive crivada de “bicharada” da empresa? Podemos processá-los? è que está constantemente a acontecer isto? Tenho o PC de casa que é um “Bunker” ligo a flash drive com conteudo do trabalho para o trabalho e lá está o antivírus e o antimalware, etc a apitar por tudo quanto é lado. Nego fazer trabalho em casa? É que também temos que adaptar isto à nossa realidade.

    • Gogan says:

      Por ninguem se negar e se “adaptar`à realidade” é que estamos neste estado. Tem de haver um “Toma lá, dá cá, se por vezes sai mais cego, ou chega tarde etc, fazer um trabalhinho fora de horas é normal. Agora se cumpre com tudo e ainda trabalha a mais recomendo que comece a por um travão. O que hoje é um extra, amanha passar a ser obrigatório

    • José says:

      Ora é tão gracejar o computador da empresa para uso pessoal, como usar o pessoal para uso da empresa! Está não lhe esse uso, portanto não deveria permitir que abusassem de si, nem que fosse sobre-explorada! Isso não é trabalho é escravidão! Acho que devia aconselhar-se com uma entidade reguladora do trabalho na sua área. Sindicato ou serviço governamental. Que me tenha apercebido ainda vivíamos até há pouco num país civilizado.

      • José says:

        Desculpe-me alguns erros o meu iPad, resolveu alterar o que escrevi. Queria dizer: “grave” em vez de “gracejar”, e “esta não lhe pagar esse uso” em vez “está não lhe uso”

    • Daniel says:

      Isto depende da realidade de cada empresa como é óbvio, mas eu (e qualquer dos meus colegas) quando fazemos horas extra também temos o reverso. Por exemplo: já fizemos fins de semanas para alguns projectos e depois tivemos direito aos dias devidos como férias; Temos horário fexivel (excepto quando em projectos em que temos de acertar horários) e já cheguei a estar somente 3 horas na empresa num dia para no dia seguinte estar 12 para fechar uma entrega (precisamente por ver que ia ter um dia brutal no dia seguinte é que decidi tirar o dia, mas isso porque também não tinha nada importante a fazer), mas o inverso também já aconteceu, chegar a estar cerca de 12 horas (das 8 às 22, com pausas pelo meio) e no dia seguinte tirar folga. Como é óbvio isso é porque da minha parte não havia trabalho em atraso ou nada que eu não pudesse fazer depois sem comprometer nada, pois havendo a única desculpa que possa existir é de que estaria dependente de terceiros pois de resto é responsabilidade minha (e aí posso contar o meu mês de Julho, em que estive das 8 às 21 durante uma semana seguida precisamente porque eu me tinha atrasado com a minha parte, por responsabilidade minha e com consciência disso).

      Mas como eu disse, isto depende da realidade das empresas e eu trabalhando numa tecnológica também já vivi uma realidade diferente trabalhando para a mesma empresa mas estando cedido a um cliente, em que eu próprio tive de colocar travão no cliente depois de um mês num projecto em que as minhas horas (e só as billable) já contabilizavam o equivalente a mês e meio de trabalho (se contabilizarmos cada dia como 8hrs, um mês 22 dias) nas primeiras 3 semanas e ainda me pediam “mais um esforço” (sem brincadeira, foi uma média de 12 horas diárias e a ir para lá aos fins de semana, até que eu disse basta, uma coisa era eu ter-me comprometido – conscientemente – em fazer um esforço extra, outra foi o que acabou por acontecer).

  7. Blasterjack says:

    4) Reenviar documentos de trabalho através do email pessoal
    Por exemplo, usar um endereço gmail.com para mandar mensagens da empresa pode ser uma má ideia se o seu serviço de correio electrónico estiver vulnerável ou comprometido, já que a mensagem pode ser interceptada por cibercriminosos.

    Então o gmail é mais vulneravel que o mail da empresa? Os criminosos (NSA?) podem interceptar as comunicações por gmail?

    • PauloMV says:

      Eu acho que o maior problema de usar gmail.com e semelhantes para mandar mensagens da empresa e documentos porque esses serviços não garantem a confidencialidade dos documentos. Podem até ter interesse nesses documentos e praticar alguma espionagem industrial ou ganhar vantagem em propostas.
      Não é verdade que a Google pode aceder ao conteúdo dos emails enviados pelo seu serviço?

    • PauloMV says:

      Eu acho que o maior problema de usar gmail.com e semelhantes para mandar mensagens da empresa e documentos é que esses serviços não garantem a confidencialidade dos documentos. Podem até ter interesse nesses documentos e praticar alguma espionagem industrial ou ganhar vantagem em propostas.
      Não é verdade que a Google pode aceder ao conteúdo dos emails enviados pelo seu serviço?

    • vitor neves says:

      se achas que o Gmail é seguro não és deste tempo…
      O Gmail está aberto a todas as agências americanas (pricipalmente NSA)

  8. MM says:

    Aparentemente a major parte dos comentadores de serviço trabalham em empresas da esquina e não fazem ideia de como funciona uma multinacional com programas especificos de segurança.
    Sim, continuem a usar o mail da empresa como pessoal e usem-no para se registarem em sites manhosos. Usem o pc da companhia como sendo vosso que fazem bem…

    • José says:

      Nem mais! Espero que “eles” tenham entendido a sua ironia.

    • Daniel says:

      A maioria dos trabalhadores de qualquer empresa que não seja de esquina, não é preciso ser uma multinacional, quando são contratados há expectativa relativamente às competências que estes têm, sendo uma delas “responsabilidade”.

  9. YaBa says:

    A 7 e 8 vejo numa base diária.
    As empresas deviam apostar mais em formação e educação dos seus funcionários.
    Isso e terem uma partilha de rede com Gigas de espaço livre e no entanto usarem a porr* do mail para enviar entre colegas ficheiros com 5 e 6 megas 😐 OMFG.

  10. Rui says:

    O ponto 1 diz respeito a outra coisa… Talvez não tenha que me preocupar, uma vez que não tenho centrais nucleares, nem estou em conflito com nenhum país. Muitas grandes empresas, utlizam o serviço de cloud do Google, ou têm mesmo o serviço de eMail no Google. No entanto reenviar um eMail, onde se altera o texto original, e se deixa a assinatura do emissor original,como se tivesse sido ele a escrever o texto, é falsificar um documento.

  11. X says:

    – ter um cadeado para o computador
    – nunca em circunstancia alguma deixar o pc desbloqueado (e nao é porque os amigos infatis enviam mails a oferecer cafe…)
    – nunca usar Pens USB
    – pessoalmente, abrir cenas pessoais como gmail, modo anonimo no browser sempre que possivel…

  12. Pedro N says:

    Podem dar exemplos de aplicações gratuitas tipo BYOD

  13. Pedro N says:

    Na MIUI (Xiaomi) existe o second space. Alguém conhece uma aplicação semelhante para android 4.4?

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