Quantcast
PplWare Mobile

Smartwatches vão começar a ser deixados fora das salas de aula

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. Tiago says:

    Eu não uso o meu Gear 2 nos testes… Ou será que uso…?

  2. manell says:

    Mto exame já passei com o meu smartwatch..

  3. PedroRamos says:

    Com o acesso cada vez maior e mais alargado à tecnologia acho que está mais na altura de re-pensar o sistema educativo e não tanto proibir estes gadjets. Quando falo em re-pensar, é mesmo fazer uma grande reforma à forma como a avaliação de um aluno é feita. Um teste ou um exame no final da época é um instrumento muito limitado para avaliar a real aprendizagem que foi feita, ou não, ao longo do tempo. Ainda para mais da forma que a maioria são feitos, com perguntas directas onde é só chegar e “despejar” o que está na cabeça ou nos auxiliares de memória.

    • Outro Chefe says:

      A partir do momento que o aluno tem que chapar a matéria no teste, acho que o teste não é adequado, seja a disciplina que for desde a física à história. Sim a história: o objetivo é o aluno perceber as relações entre os acontecimentos e porque é q aconteceu assim e não assado. A escola deve ensinas A PENSAR. Para ficar registado servem os livros!

    • ptpedropt says:

      pois, isto nem sequer é um questão..

      este é talvez o tema mais importante deste século em que o ensino não só em portugal mas em todo o lado, está a espera do próximo passo no qual a escola que conhecemos vai ter de deixar de existir para começar a adaptar-se ao mundo da tecnologia e à globalização, em que qualquer um pode ter a informação, conhecimento, etc, que quer, quando quer, onde quer, etc

      o que vem como consequência antes e depois disto, ninguém sabe..

      resumindo, conhecimento excessivo vai resultar numa eficiência em todo o tipos de trabalhos que vai resultar num desemprego com máximos históricos que vai resultar em crises constantes e talvez até em guerras..
      enfim, humanos.. xD

      • HumbertoC says:

        Conhecimento excessivo? Falta é gente qualificada memso! Informação (ou melhor desinformação) há ao metro na net. Como prof. sou da opinião que o ensino não é apenas ensinar debitando “paletes de matéria”, mas sim fazer evoluir, obrigar a pensar, “não dar o peixe, mas ensinar a pescar”. Batota, cábulas, sempre existiram e nunca desaparecerão. O mais importante no que diz respeito às milhentas fontes de informação da internet é mesmo saberem selecionar as fontes fidedignas e depois, através do seu raciocínio, construir o conhecimento, porque limitarem-se a ler sem compreenderem não forma conhecimento algum!

        • ptpedropt says:

          sem duvida que na internet até tem mais desinformação do que informaçao.. não era ai que eu queria chegar..
          ainda assim basta 2 ou 3 referencias de sites de qualidade, como de algumas universidades dos estados unidos, etc , onde se tira cursos online com os melhores professores em atividade, portanto, basta querer saber.. e ainda por cima é free
          e neste caso sim estamos a falar de conhecimento, raciocinio logico, etc,
          e não de lugares de memorização obrigatorios onde nos dão um papel bonito no final do ano / semestre

    • pixar says:

      Tens razão. Mas a dificuldade está em como avaliar sem recorrer a essa ferramenta. Gostemos ou não, justo ou não, é uma forma de avaliar ojectiva.
      Avaliar a participação nas aulas, embora possível e desejável, tem alguns problemas. Beneficia os alunos que estão mais à vontade para falar e não necessariamente os mais bem preparados. Todos tivemos colegas caladinhos que que sabiam da matéria a potes.
      Trabalhos de grupo, beneficia os preguiçosos que se encostam aos trabalhadores. Num grupo de 3, há sempre um que não faz a ponta…
      Trabalhos individuais, se forem apenas desenvolvidos nas aulas, até pode ser uma boa ferramenta, mas também pode muita ajuda dos colegas. Claro que o aluno aprendeu com essas ajudas, optimo!
      Na minha opinião, o ideal é usar o conjunto de todas as ferramentas para a avaliação.

  4. Gustavo Costa says:

    Colocar os relógios no mesmo saco?! Como saber qual o relógio pertence quando pegar após o fim do exame? Relógios tradicionais (não-electrónicos) são banidos?! Que mundo atrasado e retrógrado! Isso dá-me mais vontade de tornar-me cada vez mais misantropo.

  5. Benchmark do iPhone 6 says:

    Li a história noutros lados e não falava em “salas de aula”, falava especificamente em “exames”.

    “Quem conta um conto acrescenta um ponto”, tudo bem, mas não precisa de o reescrever.

  6. Benchmark do iPhone 6 says:

    Não me digas 😉

  7. Mr.Antunes says:

    Mas isto já se passa por cá ou só estão a começar a proibir no estrangeiro?

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      “Isto” é – nos exames – obrigar a tirar todos os relógios porque não se consegue distinguir os smartwatchs dos outros relógios?

      São conhecidos alguns casos no estrangeiro. Quando sair o Apple Watch vai ser por todo o lado.

  8. David says:

    Solução simples…
    Efectuar exames de consulta! eu pessoalmente prefiro normal…dado que de consulta costumam ser mais difíceis…contudo, facilita o não uso de cabulas e maior atenção e estudo pois é necessário perceber a matéria….

  9. g0th1c.X says:

    Acho muito bem, não sei como é agora, mas há uns anos atrás nem calculadora científica com memória programável ou gráficos se podia usar…
    E eu que adorava a minha Casio FX880P…:) (http://pemseco.diytrade.com/sdp/117161/4/pd-262122/218930/Scientific_Calculator_CASIO_FX880P.html)

  10. Jose Gomes says:

    A notícia está errada. As calculadioras que estão proibidas são as que tenham facilidades de comunicação sem fios com outras, as que tenham teclado alfanumérico, e as que sejam gráficas programáveis.
    Não há nenhuma restição quanto a calculadoras científicas não-programáveis, ou seja, em que não se podem meter cábulas.
    Mas a Casio CFX 9850 é permitida porque só permite programar formulas para execução – e aqui os enunciados dos exams dão as formulas necessárias de qualquer maneira.
    Falo com a experiência de 21 anos e 2 cursos superiors em Inglaterra.

  11. David says:

    Cábulas sempre houve, e das formas mais creativas. Nem vale a pena enumerar as estratégias para levar tanta informação para um exame apenas de caneta na mão. Um bom aluno tem que saber fazer e usar bons “avivadores de memória”. Claro que há os que sempre existiram sem qualquer creatividade ou imaginação, e depois do ovo vem sempre a galinha…

  12. eu says:

    E foi assim que eu fiz a minha licenciatura com um ipod nano e com fotos dos slides lá dentro. Muito obrigado Apple pelo único produto de jeito até ao momento

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.