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Incêndios: GNR está a patrulhar “zonas de maior risco” com drones

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. PGomes says:

    Deviam meter uma espingarda nos drones.
    Assim que apanhavam alguém a pegar fogo, nem dava tempo para tentarem fugir.

    • Profeta says:

      De facto e verdade, talvez as pessoas que se dizem maluquinhas e com disturbios comecassem a pensar duas vezes antes de comecar a provocar fogos. Ai deixariam de ser maluquinhos e viravam pessoas normais.

      • Joao Ptt says:

        Escrevia por aí um comentarista que em uma dada região da China depois de uns quantos incendiários terem ido para a forca, que o problema dos incêndios florestais praticamente desapareceu… a ser verdade, quer dizer que ou mataram todos os incendiários que existiam, ou mataram uns quantos e os restantes decidiram que a retribuição não era apetecível.

        • PorcoDoPunjab says:

          Joao Ptt, quem disse isso fui eu.
          Passou-se na terra da minha esposa, zona rural, densamente verde, que antes começava a arder à noite, que, como sabemos, é quando o Sol é mais intenso, e sempre em sítios pouco acessíveis, o que tb é curioso.

          Lá o Governador daquilo fartou-se do óbvio e passou o crime de fogo posto a ser punido com a morte.
          Mataram uns tantos, provavelmente todos os que foram apanhados, e os outros ficaram com medo.
          Resultado? acabaram-se os incêndios, veja lá o milagre que aconteceu por aqueles lados.

          Zona de Zhejiang, a umas 4 horas de carro de Shanghai. Mais concretamente perto da cidade de Jin Hua.
          Isto para quem pensar que estou a inventar a história.

          • Grunho says:

            Os chineses não brincam em serviço. O mundo do futuro vai ser chinês. E o mundo corrupto da UE e dos USA não vai deixar saudades.

    • X says:

      Quando o governo começar a matar pessoas o povo aprende que tambem pode matar os fascistas.

      • Profeta says:

        Matar nao e caso para tanto, mas prisao perpetua nao se perdia nada. Pelo menos havia garantia que esses ja nao incendiavam nada.

        • PorcoDoPunjab says:

          Profeta, prisão perpétua para quê?
          Ocupar espaço e só dar prejuízo em alimentação?
          Gente dessa, que intencionalmente põe em perigo a vida de centenas de pessoas e dos seus bens, merece o quê mesmo?

          Imagine ver a sua casa, que lhe custou uma vida a pagar, a ir pelos ares com um incêndio que um anormal começou.
          O que acha que essa besta merece, diga-me lá…

      • PorcoDoPunjab says:

        X, agora os Chineses são fascistas tb?
        Mas que grande moca…

        • Profeta says:

          Porco nao sou a favor da morte , entao nesse caso o mais justo digamos seria prisao perpetua. Estas a pensar nos custos para que ? Estao la outros presos todos dao custos ao estado, nao vejo qual o problema disso. E preferivel ter alguma despesa e deixar que estas pessoas vivam em sociedade. Entre custos e seguranca, prefiro a seguranca. Mas isso sou eu obviamente. Devo ser daquelas pessoas que preserva as tradicoes Portuguesas ahah.

    • Jorge says:

      Então!
      Coitadinhos dos incendiários que sofrem de depressão.

      Para serem apanhados teriam de fugir aos impostos.

    • Grunho says:

      Os dois partidos do auto proclamado centro não deixam. São coniventes com os incendiários.

  2. LM says:

    Querem acabar com os incêndios?
    1) Arranjem uma prisão de madeira mas bem vigiada;
    2) Metam lá os incendiários;
    3) Deem-lhes caixas de fósforos e alguma garrafas de gasolina.

    • Grunho says:

      O fogo alimenta muito capitalista. O negócio do “combate” ao fogo representa muitos milhões para o sector privado. Portanto a solução é arranjar quem o acenda. Enquanto houver capitalistas e forem eles a mandar no país é fogos que os portugueses vão ter.

  3. Andreas Noack says:

    A notícia é boa.
    Agora tornem as exceções a regra. Carreguem as florestas de drones. É dinheiro bem investido.

  4. Alejandro says:

    Infelizmente, quando se meter o natal e a páscoa, o tema dos incêndios vai ser esquecido como sempre. Só nos lembramos dos incêndios e dos bravos bombeiros, quando o país já está a arder. Quanto aos incendiários, na minha opinião e se eu tivesse competências de legislador, era engavetá-los, para mantê-los afastados da sociedade, bem como ir ao bolso deles, para pagar as despesas e danos causados por eles próprios. Ficariam o resto da vida com os rendimentos penhorados. Ir à carteira é uma excelente fórmula educativa, acredito que seria dissuasora para outros fogareiros ambulantes.

    • Grunho says:

      Os incendiários não são simples criminosos. São o inimigo. E com o inimigo ou estás preparado para o eliminar ou és eliminado por eles.

      • Toni da Adega says:

        Tens de ter compaixao pelos outros, vivemos num estado social e como tal temos de ensinar quem comete crimes que nao se deve cometer e inseri los na sociedade. Felizmente Portugal ja aceitou receber 300 mil palestianianos e espero que venham muitos mais pois precisamos de mao de obra. Os portugueses se estao mal que emigrem pois nao fazem ca falta, a maioria deles nem estudos tem e hoje em dia sem um canudo vales zero!

        • Grunho says:

          Sim, os capitalistas precisam de gado humano migrante para repovoar o exército industrial de reserva e baixar mais os salários. O que os capitalistas portugueses pagam é um verdadeiro exagero. Onde é que já se viu, explorar assim os senhores capitalistas?

    • Ivo says:

      Concordo plenamente com o comentário de Alejandro. Infelizmente, os incêndios continuam a ser lembrados apenas quando o país já está em chamas, e os nossos bombeiros, verdadeiros heróis, recebem atenção apenas em momentos de crise. A responsabilização dos incendiários é, sem dúvida, fundamental — afastá-los da sociedade e aplicar medidas severas deveria ser regra, não exceção.

      No entanto, há um pormenor que merece reflexão: a proposta de os incendiários pagarem pelos danos causados é justa em princípio, mas dificilmente exequível na prática. Muitos destes indivíduos vivem em situações de grande vulnerabilidade social, com baixa escolaridade e sem recursos financeiros. Como é que o sistema judicial pode garantir o pagamento de indemnizações se o arguido não tem meios? Infelizmente, esta medida acaba por se revelar mais simbólica do que eficaz.

      Além disso, é crucial que os tribunais adotem uma postura mais firme nesta época do ano. É preocupante ver casos em que, após a detenção, os incendiários são libertados para aguardar julgamento em liberdade, precisamente durante o verão, quando o risco de reincidência é mais elevado.

  5. Duarte says:

    Os incendiários estão identificados, porém todos em liberdade. Justiça de Portugal no seu melhor

  6. Ivo says:

    Os recentes incêndios florestais em Portugal evidenciam de forma alarmante a necessidade de medidas preventivas rigorosas, sobretudo durante o verão, quando as festividades populares estão no auge. A proibição do lançamento de fogos de artifício em períodos de elevado risco constitui uma medida crucial para prevenir incêndios, especialmente face às condições climáticas secas e quentes que caracterizam esta estação.

    No entanto, observa-se que várias comunidades têm antecipado a utilização de pirotecnia como estratégia para contornar as restrições legais. Embora esta prática possa parecer inofensiva à primeira vista, representa um risco substancial — fogos de artifício lançados fora do período interdito continuam a ser potenciais desencadeadores de incêndios, sobretudo em áreas de vegetação seca e altamente inflamável.

    A fragilidade da fiscalização e a resistência ao cumprimento das normas evidenciam a necessidade de uma abordagem mais abrangente e eficaz. Um caso concreto ilustra esta realidade: próximo da minha residência, foram lançados fogos de artifício apesar da existência de um decreto de proibição. Este episódio revela as dificuldades que persistem na implementação das regulamentações, mesmo em zonas próximas a esquadras da GNR, onde se esperaria maior vigilância.

    É imperativo intensificar a sensibilização da população para os perigos associados ao uso de pirotecnia, promovendo campanhas educativas que reforcem a importância da conformidade com as normas de segurança. Só com uma ação coletiva e informada será possível reduzir substancialmente o risco de tragédias ambientais evitáveis.

  7. Grunho says:

    A proibição do fogo de artifício mata a parolada de desgosto. Nem pensar! Eles preferem morrer do fogo.

  8. PJA says:

    Vamos matar os incendiários a tiro, dizem alguns, vamos encarcerar para a vida, dizem outros, vamos queimá-los numa fogueira, ainda dizem outros, chamo à atenção que é proibido fazer fogueiras. Assim anda a plebe, sangue, acha sangue.
    Como estamos num sítio tecnológico dou duas ideias, geolocalização e vídeo vigilância das referenciados desta prática criminosa. 

  9. Yamaha says:

    Tbm há drones a atear fogos e chegaram muito antes desses q agora andam a patrulhar.

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