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Glide Breaker: O equipamento para neutralizar mísseis e bombas

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Food Eat says:

    Propaganda da guerra fria?

  2. Joao Ptt says:

    Embora pareça realista, pergunto-me se não será mais eficaz lasers de muito alta potência… do género de precisar de geradores eléctricos que alimentariam uma pequena cidade.

    É que os mísseis uma vez lançados tornam-se “inúteis”, mesmo que atinjam o alvo, se a seguir vier outro eles não vão fazer nada ao outro porque ter-se-ão destruído… e mesmo que aqueles que não atinjam nada caíssem de forma segura e dessem para recuperar continuaria a existir um período de tempo em que não poderiam ser utilizados e que pode ser crítico se o atacante tiver mais mísseis para atacar que a defesa para se proteger.

    O laser pode ser utilizado de forma quase indefinida se for de boa qualidade e tiver uma fonte de energia estável… ou pelo menos se funcionar no período de tempo em que é útil o seu propósito. Em teoria pode destruir milhões de mísseis atirados na sua direcção se for potente o suficiente, e claro… convêm ter vários.

    • Castro says:

      ainda estamos muito longe de ter lasers que pudessem fazer frente a um missil hipersónico.
      Repara que a energia dos lasers pode dissipar-se ao atravessar nuvens e outros fenómenos atmosféricos, o que significa quanto maior a distância maior a energia que é necessária para conseguir destruir um alvo, é por isso que o raio de alcance deste tipo de armas é ainda algo limitado, menor que outras armas convencionais, e até é preciso algum tempo para o laser conseguir destruir o alvo.
      Ora um missil hipersónico vai a tal velocidade que rapidamente deixa de estar no alcance da arma, se é que sequer fica nalgum momento ao seu alcance.

    • Vasco says:

      Acabou de mencionar, talvez sem o saber, a Iniciativa de Defesa Estratégica, que o antigo Presidente dos Estados Unidos da América tentou levar por diante nos anos 80. Ele propunha-se colocar em órbita do Planeta Terra uma série de satélites de defesa capazes de destruir, recorrendo também a lasers, mísseis intercontinentais lançados a partir da extinta URSS. O programa teria um custo altíssimo, criando um escudo de defesa sobre os Estados Unidos da América e sobre os seus aliados, como os países Europeus. Se tivesse sido implementado hoje poderíamos dormir um pouco mais sossegados, em caso de ataque nuclear russo…

      • Vasco says:

        Referia-me e a esse grande Presidente, Ronald Reagan, infelizmente já falecido. O mundo precisava hoje em dia de homens e mulheres desse carácter.

    • Lucad says:

      Você sabevo que é um laser ? Sabe que ha materiais que refletem a luz e não a absorvem ? Sabe o que são as sondas solares, tão proximas do sol que não queimam? O laser só é eficiente em determinados materiais e a proteção é simples e barata

  3. Luís Silva says:

    Era preciso, era, um equipamento para neutralizar o Putin! Deu cabo da Ucrânia e do Mundo e da vida de toda a gente do planeta; e inclusivamente da saúde do planeta! … e só está a beneficiar a venda de armas da América.
    Fazendo no final as contas, o dinheiro em armamento queimado dava para matar a fome aos russos e tirar da miséria muitos países!

  4. Digo eu says:

    Em termos de sistemas anti-missil, os raios laser são o futuro e a melhor arma contra ataques de saturação.

  5. RUY ACQUAVIVA says:

    Não tem nada capaz de impedir esses misseis hipersonicos russos. Esse projeto parece ser uma historinha improvisada para dar falsas esperanças ao público geral. Apenas CGI, mas alguma coisa eles tinham que apresentar para reduzir os danos na opinião pública. O fato real é que não há defesa contra essas armas. Os EUA não conseguem nem fazer o seu míssil hipersensibilidade, como faria um interceptados, que é ainda mais difícil? Não teriam nem um míssil hiperbólica para testar esse fantasioso interceptados.
    A verdade é dura mas iludir-se não mudará a situação.

    • Jose says:

      Que dispatate. Tem que ler mais algumas coisas. Deve achar que os americanos andam a dormir. Aliás, basta comparar como, neste momento têm armas superiores em muitos aspectos. Na 1a Guerra do Golfo especulava-se como iriam os americanos lidar com um pais dotado das melhores soviéticas. Depois, foi o que se viu.

    • Castro says:

      o problema não está na velocidade, pois já existem sistemas capazes de interceptar misseis balísticos a velocidades hipersónicas. O próprio missil russo é basicamente uma versão dum missil balístico antigo.
      O problema é conseguir rastrear estes novos misseis hipersónicos, já que conseguem viajar a baixas altitudes e possivelmente mudar de direcção, ficando mais dificeis de detectar por radar. É isto que complica a defesa, pois sem saber a trajectória não se sabe para onde disparar a defesa antimissil.

    • trampolin says:

      Tem sim…. agora com as touradas em desuso há que dar novo rumo à faina…. que tal lançar a capa ao míssil espetar-lhe a espada dar-lhe descarga elétrica, os componentes eletrónicos ficam passados dos carretos, o povo grita ei míssil, ei míssil toca a fanfarra e devolve-se o míssil ao curral.

      Um bem haja a todos.

  6. Tiago says:

    Uma pergunta de quem não entende nada. Imaginem que o País X dispara um míssil nuclear. O País Y não pode simplesmente disparar um outro míssil contra esse de forma a destruí-lo no ar?

    • lucas says:

      sim pode. Mas o problema é que um míssil balístico moderno carrega 12 ogivas nucleares e varias bombas falsas para enganar as defesas e viaja a mais de 20k km/h tendo cada ogiva um radar independente o que faz com que as ogivas se desviem de obstáculos e como deve imaginar uma ogiva nuclear não precisa de muita precisão , e bastam 2ou 3 atingirem os alvos que podem ser separados por centenas de km

      • trampolin says:

        tudo tem solução…. lança-se de catapulta para as nuvens uma rede galinheira presa por uma cabo ancorado… o míssil vem a baixa altitude bate na rede e fica capturado. na falta de catapultas… usa-se papagaios, pipas como dizem os brazileiros, ou “pescadores” lançadores de redes de galinheiro para as nuvens, tudo cloud, tudo cloud… está na moda tudo fica na nuvem.

        Um bem haja a todos .

      • Pérolas says:

        Uma pergunta estúpida: se um desses objetos for intercetado no ar, qual o impacto dos materiais libertados na nossa saúde e no meio ambiente circundante?

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