Cibersegurança: Portugal e Espanha fazem primeira ligação quântica transfronteiriça
Portugal e Espanha alcançaram um marco histórico na cibersegurança com recurso a tecnologia quântica, ao estabelecerem a primeira ligação transfronteiriça de distribuição quântica de chaves de encriptação entre Portalegre e Badajoz.
Portalegre e Badajoz ligaram-se por tecnologia quântica
A ligação foi feita através de 65 km de fibra ótica, com um servidor em Elvas a atuar como nó intermédio para a transferência de chaves seguras.
O objetivo desta tecnologia, conhecida por Quantum Key Distribution (QKD), é tornar as comunicações digitais mais seguras do que os métodos tradicionais de encriptação, utilizando propriedades da física quântica para garantir que qualquer tentativa de escuta é imediatamente detetada.
Este projeto faz parte da Portuguese Quantum Communication Infrastructure, cofinanciado pela União Europeia no âmbito da rede EuroQCI, que visa demonstrar como soluções quânticas podem reforçar a confidencialidade das comunicações entre países europeus.
Segundo os responsáveis envolvidos, esta demonstração abre caminho para aplicações reais em infraestruturas críticas, como defesa, finanças, saúde e administração pública, reforçando a segurança dos dados face às ameaças cada vez mais sofisticadas na era digital.
Nesta iniciativa, uma das primeiras do género, a Deloitte assumiu a consultoria, a Warpcom ficou responsável pela integração tecnológica, e a FCT e a IP Telecom asseguraram a disponibilização da infraestrutura de fibra ótica.





















A UE nunca deixaria que estes “demos” chegassem a público, muito menos quando as CBDC’s estão para chegar e quando o controlo absoluto está patente em cada reunião destes pseudo-líderes da UE.
O que tem as cbcds a ver com o tema?
Gostei das fotos, bastidores quânticos. xD
Onde foram buscar isto? O site do ptqci já nem sequer está online. Pelo site do IT isto ocorreu em 10 de Out!! Até os engravatados da Deloitte quis entrar nisto, não percebem nada do assunto mas fica sempre bem aproveitar fundos europeus e mandar uma postas de pescada sobre tecnologias ‘quantum’ (whatever tf that means).
O protocolo QKD implica um passo de conciliação de bases que tem de ser feito num canal autenticado. Num hipotético futuro onde a encriptação clássica (RSA, Diffie-Hellman…) está comprometida como é que vão distribuir a chave simetrica para autenticar as mensagens de conciliação de bases via MACs? Bom talvez numa pen USB, de Portalegre a Badajoz até se faz bem…
Tendo em conta que o Micius já fez isto há não sei quantos anos em free-space via satélite (sim, porque a atenuação em espaço livre é muito inferior a fibra) o que é que isto tem de inovador?
Contra a drenagem da nossa soberania, Portugal exige um Escudo Quântico que blinde Portugal de Norte a Sul. .
Não seremos terminais da fábrica AÍ Ourense ou quântica de Barcelona; o Minho, Porto, Lisboa e demais Smart cities são a fonte de Portugal , não a colónia nem Espanha nem Europa .
Exigimos anonimização na origem e encriptação soberana para cada dado dos cidadãos , do nosso espaço e mar .
A informação deve fluir verticalmente para Sines, o nosso grande “Cofre de Dados do Atlântico”.
Rejeitamos o papel de “aluno” na rede europeia para sermos mestres da nossa própria estratégia de inteligência AÍ, Quântica e Cibernética.
Quem controla a chave quântica controla a alma da nação; sem isso, a nossa inteligência é furtada.
Sines, interligada a submarinos e satélites e nossas cidades , será a nossa fortaleza contra qualquer cerco terrestre.
A nossa Estratégia Interplanetária não aceita intermediários entre o talento criativo português e o Universo.
Proteger nossos polos nomeadamente o Hub de Guimarães é garantir que o nosso “petróleo digital” não seja refinado em Madrid.
Portugal é um País q tem q ser autónomo, p desenvolver se como um porto de liberdade quântica que não se deixa cercar nem drenar.