SetPoint – Implantes elétricos para substituir medicamentos


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7 Respostas

  1. joao says:

    Se isto fosse aliado à inteligência artificial, íamos parecer parecer carneirinhos…

  2. Ricardo says:

    A agenda sinistra de colocar implantes nas pessoas já vem sendo há várias décadas denunciada por muitos pesquisadores, que como é habitual, são ridicularizados e perseguidos. Basta pesquisar um pouco para dar conta disso. O que não é dito neste artigo, que mais parece que estamos num site de medicina, do que de informática, é que essa agenda contempla supostas boas intenções, para instalar na verdade, kill switches nas pessoas. Aparelhos destes, assim estejam nos corpos das pessoas, podem ter a sua frequência eléctrica e electromagnética manipulada, o que inclusive tem sido demonstrado com alguns artigos acerca dos hacks à internet das coisas, nos carros, etc… O último filme da saga Velocidade Furiosa tem uma cena a retratar isso. Nas pessoas será o mesmo… Portanto, porque motivo se há-de continuar a propagar estas agendas insidiosas, ao invés de as combater?

  3. UmRevoltadoComOMundo says:

    Implantes elétricos dentro do corpo? Ainda nem conseguiram resolver o problema dos pacemaker que podem ser atacados e provocar a morte de uma pessoa. Primeiro pensem em proteger a “internet das coisas” e depois pensem nisto. Já para não falar que estes implantes gardam informação íntima que não interessa nada aos médicos. É como as smartwatches em que as pessoas ficam felizes em saber os batimentos cardíacos e as empresas ficam felizes por saberem quando uma pessoa está feliz, triste, quando tempo correu, andou, os niveis de stress, quanto tempo dura uma relação sexual,… Ista informação para seguradoras é fabulosa. Depois uma empresa como a Google entra no mercado e começa a vender estes dados sob a forma de publicidade. A tecnologia não é a solução para tudo ou essa solução pode ser muito cara para a dignidade humana.

  4. José Rodrigues says:

    Implantes medicamentosos já existem há décadas, muitas mulheres para não tomarem a pilula fazem mesmo a versão de implante que dura 10 anos.
    Aqui a novidade é só mesmo a questão dos impulsos electricos para controlo das doses consoante um número de inputs recebidos do organismo da pessoa, nada de especial a meu ver.

  5. Nuno Ricardo says:

    (Correcção – é o que faz escrever e publicar antes de ler…)

    Antes de tudo o mais, parabéns pelo trabalho até aqui desenvolvido.
    Enquanto leitor diário do Pplware, permitam-me fazer um pequeno – mas construtivo – reparo.
    Não sendo esta a primeira vez, várias são as ocasiões em que os artigos aqui publicados, se nos surgem em brasileiro.
    Ora, sendo eu um leitor nacional, devo admitir que valorizo o bom português – um português vernáculo.
    Considerando este um elemento de avaliação essencial para algo que nos surge na forma escrita, estou convicto de que um artigo, se escrito nos termos adequados ao país e à língua em causa, mais valorizado ficará, bem como o(s) seu(s) autor(es), se este ponto for tido em consideração.
    Em jeito de conclusão, creio que, aliado à qualidade substancial dos artigos com os quais nos brindam dia após dia, seria uma mais valia se fosse dada mais atenção a este (grande) pormenor.
    Obrigado e votos de um futuro longo e brilhante.

    • Vítor M. says:

      Obrigado pelos elogios, não se trata de “termos em brasileiro”, nem em português do Brasil, apenas escrevemos de acordo com o novo acordo. Se concordamos com este acordo? Isso são outros quinhentos que não vem aqui ao caso.

      Cumprimentos.

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